Adultos

    Lição 11 - Atributos da unidade da fé: humildade, mansidão e longanimidade III

    ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SETOR 31 (ERMELINO MATARAZZO,SÃO PAULO/SP)

    PORTAL ESCOLA DOMINICAL

    SEGUNDO TRIMESTRE DE 2020

    Adultos - A IGREJA ELEITA: redimida pelo sangue de Cristo e selada com o Espírito Santo da promessa

    COMENTARISTA: DOUGLAS ROBERTO DE ALMEIDA BAPTISTA

    COMENTÁRIO: EV. MARCOS JACOB DE MEDEIROS

    LIÇÃO Nº 11 – ATRIBUTOS DA UNIDADE DA FÉ: HUMILDADE, MANSIDÃO E LONGANIMIDADE

    Texto: Efésios 4.1-4; Colossenses 1.9-12

    Introdução: A unidade na Igreja depende de que os crentes evidenciem no cotidiano a humildade, a mansidão e a longanimidade.

    I - PARA HAVER UNIDADE É PRECISO HUMILDADE

    1. O modo digno do viver cristão

    1.1. O apelo de Paulo é: Andem de modo digno (Ef 4.1)

    1.2. O andar do cristão relaciona-se com o nível de unidade que ele tem com Deus e os irmãos

    2. A humildade

    2.1. Para os povos pagãos a humilde não era uma virtude

    2.2. Em Cristo encontramos a humildade como virtude (Fp 2.6,7)

    a. Cristo lavou os pés dos discípulos (Jo 13.13-15)

    2.3. Não podemos expor uma humildade movida pela aparência (Is 32.6; Mt 23.28)

    2.4. O humilde reconhece a importância e o valor do outro (Fp 2.3)

    3. A verdadeira humildade

    3.1. A nossa humildade deve mostrar a modéstia ao invés do orgulho e da arrogância (2Co 12.20)

    3.2. A humildade revela que sejamos um (Jo 17.21-23)

    3.3. A verdadeira humildade:

    a. Coopera na harmonia dos relacionamentos

    b. Promove a unidade do corpo de Cristo (1Co 12.25)

    3.4. A verdadeira humildade é produzida pelo Espírito Santo (Ef 3.16)

    a. O Espírito Santo transforma (Gl 5.16)

    II - PARA HAVER UNIDADE É PRECISO MANSIDÃO

    1. Mansidão: um fruto do Espírito

    1.1. Mansidão: 'ternura', 'gentileza', 'cortesia' (1Co 4.21; 2Co 10.1; 2Tm 2.25)

    1.2. Mansidão é um 'fruto do Espírito' (Gl 5.22)

    1.3. Mansidão é um estado que deriva da humildade

    a. Indica moderação nas ações

    b. Indica bom trato com o semelhante

    c. Indica ausência de precipitação

    1.4. Jesus quer que tenhamos um coração manso (Mt 11.29)

    2. Grandes exemplos de mansidão: Moisés e Jesus Cristo

    2.1. Moisés

    a. Moisés foi reconhecido como o homem mais manso que havia sobre a terra (Nm 12.3)

    b. Não guardava rancor quando atacado (Nm 12.1,2)

    2.2. Jesus

    a. Jesus Cristo manteve o autocontrole quando foi injustiçado (Mt 12.14-21)

    b. Jesus Cristo, quando julgado, não pronunciou palavras contra os seus acusadores (Mc 15.4,5)

    3. A verdadeira mansidão

    3.1. São pessoas que:

    a. perseveram na perseguição (Rm 12.12-14)

    b. Não revidam aos maus-tratos sofridos (Rm 12.17-19)

    c. Não cedem às provocações, nem ficam ressentidas (Hb 12.15)

    3.2. Mansidão:

    a. Trata da submissão a Deus e Sua Palavra (Tg 1.21)

    b. É a presença do Espírito proporcionando domínio próprio (Rm 8.10)

    4. Mansidão pressupõe conciliação

    4.1. Conciliação vem através de uma postura equilibrada (1Pe 2.23)

    4.2. A pessoa transmite a ideia de pacificação (2Co 2.10)

    a. Tem um espírito mando e conciliador (1Co 1.10)

    III - PARA HAVER UNIDADE É PRECISO LONGANIMIDADE PARA O EXERCÍCIO DO PERDÃO

    1. Longanimidade: um fruto do Espírito

    1.1. Longanimidade tem o sentido de 'paciência', 'tolerância' e 'constância) (1Pe 3.20; 2Pe 3.9; Cl 3.12,12)

    a) Faz parte do fruto do Espírito (Gl 5.22)

    1.2. O longânime:

    a. Tolera pacientemente a má conduta dos outros (1Co 6.1-6; Rm 12.12)

    b. Exemplo de Longanimidade: Deus (Sl 86.15; Na 1.3)

    1.3. O exercício da paciência requer o amor, também (1Co 13.1-7)

    2. Suportando uns aos outros

    2.1. A Bíblia nos ensina a suportar uns aos outros (Ef 4.2)

    a. Devido a situações de hostilidades, (At 14.22)

    3. O perdão como premissa do amor

    3.1. O amor é um atributo divino (1Jo 4.8)

    3.2. O amor é o principal aspecto do fruto do Espírito (Gl 5.22)

    3.3. O amor nos ensina a sermos altruístas (Mt 7.12)

    3.4. O amor nos ensina a perdoar e ser perdoado (1Pe 1.22)

    Conclusão: Quando os crentes vivem essas virtudes, as dissensões desaparecem e o nome de Jesus Cristo é glorificado (Mt 5.16; 1Co 1.10).

    COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. MARCOS JACOB DE MEDEIROS

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