Jovens

    Lição 9 - Os gibeonitas enganam Josué III

    IGREJA CRUZADA CRISTÃ PENTECOSTAL - SANTA MARIA DA VITÓRIA/BA

    PORTAL ESCOLA DOMINICAL

    SEGUNDO TRIMESTRE DE 2020

    Jovens: : TEMPO DE CONQUISTAS: fé e obediência no livro de Josué

    COMENTARISTA: REYNALDO ODILO

    COMENTÁRIO: EV.ANDRESON CÔRTE FERREIRA

    LIÇÃO Nº 9 - OS GIBEONITAS ENGANAM JOSUÉ

    A presente lição tem como Síntese: Precisamos estar vigilantes quanto àqueles que, com artifícios mentirosos, tenta nos fazer abandonar a nossa fé.

    E como objetivos:

    Conhecer os inimigos que se uniram contra o povo de Deus;

    Explicar a astúcia dos gibeonitas;

    E, Expor como o juízo e a misericórdia de Deus atuaram no episódio dos gibeonitas.

    Sobre o texto do dia pode compreender que:

    Andar prudentemente significa pisar com cautela. Devemos observar por onde andamos para não termos contato com influências indesejáveis (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 511).

    Não pode esquecer que a vitória sobre Jericó e Aí fez com que os povos circunvizinhos temessem à Israel. Compreende então que vitórias e conquistas sobre terminados grupos ou situações, proporcionam o surgimento de novos inimigos, que por meio de artimanhas, se aproximam e utilizam de mentiras para conseguirem a concretização de seus propósitos.

    I – OS INIMIGOS SE UNEM CONTRA ISRAEL

    Três pontos são essências no presente tópico:

    A inveja dos inimigos proporcionou a união de povos opostos por uma mesma causa, destruir a Israel. Inveja é um desejo violento de possuir o bem alheio; desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrem. O primeiro passo para a compreensão dos efeitos da inveja na convivência social é saber que a inveja está presente no coração do homem desde a queda. E como segundo passo, para a compreensão dos efeitos da inveja é saber que a inveja gera maldade. Maldade ou crueldade é a ação de algo fora da ética que ocasiona danos à saúde.

    Portanto, a pessoa maldosa foi gerada pela inveja. Inveja é o mesmo que cobiça, e é regularmente traduzida em algumas versões pelas seguintes expressões: avareza, avidez, intuito ganancioso e principalmente pela palavra concupiscência.

    Entretanto, inveja poderá ser definida como o desejo de sacrificar o próximo em lugar de si mesmo, não meramente apenas no que corresponde a dinheiro.

    A unidade dos inimigos contra Israel reuniu grande número de pessoas. A vitória de Israel motivou a união dos inimigos que se encontravam em desarmonia.

    Astúcia e mentira são os vícios dos inimigos do povo de Deus. A astúcia corresponde à arte de enganar, enquanto a mentira descrever a ausência da verdade, manifestada pela omissão ou pela propagação de mentiras.

    II – A ASTÚCIA DOS GIBEONITAS

    Sendo a astúcia a arte do engano, percebe-se que os gibeonitas enganaram perfeitamente Josué.

    Os gibeonitas utilizaram do visual e da fala para enganar o líder Josué. No contexto moderno a Igreja do Senhor Jesus deverá tomar cuidado específico com a aparência de quem diz ser sem ser, assim como cuidado específico de quem fala ter sem nada ter.

    A astúcia dos gibeonitas foi bem eficiente que enganou a Josué ao ponto deste não pedir a direção divina para a concretização do acordo com os embaixadores. Assim sendo é necessário cuidado específico da parte dos cristãos para não tomar decisões sem o consentimento divino.

    III – UMA HISTÓRIA DE JUÍZO E MISERICÓRDIA

    A liderança cristã deverá manter a palavra até mesmo quando esta for enviada e trazer consigo consequências.

    [...] Foi resolvido mante-se a palavra, pois fora dada com juramento, mas os gibeonitas seriam obrigados a servir em obras públicas. E assim, esse povo evitou o perigo que os ameaçava (JOSEFO, 2015, p. 243).

    Nas palavras de Josefo percebe-se que os gibeonitas foram punidos ao serviço. Josué os deu como rachadores de lenha e tiradores de água para a congregação e para o altar (Js 9.27). Mas, percebe-se que ao mesmo tempo os gibeonitas foram beneficiados, pois foram libertos do perigo que os ameaçavam, a destruição.

    Referência:

    JOSEFO, Flávio. História dos Hebreus. Rio de Janeiro: CPAD, 2015.

    RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Novo Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

    Fonte: http://andresoncorte.blogspot.com/2020/05/subsidio-para-as-licoes-biblicas-jovens_25.html Acesso em 26 maio 2020

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