Adultos

    Lição 12 - A bondade de Deus em nos atender III

    ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

    PORTAL ESCOLA DOMINICAL

    SEGUNDO TRIMESTRE DE 2022

    Adultos - OS VALORES DO REINO DE DEUS: a relevância do sermão do monte para a Igreja de Cristo

    COMENTARISTA: OSIEL GOMES DA SILVA

    COMENTÁRIO: EV. MARCOS JACOB DE MEDEIROS

    LIÇÃO Nº 12 – A BONDADE DE DEUS EM NOS ATENDER

    Texto: Mateus 7.7-20

    Introdução: Deus é um Pai amoroso que concede aos seus filhos aquilo que realmente é bom para eles

    I – A BONDADE DE DEUS

    1- Definição de bondade

    1.1. Bondade: qualidade ou caráter de bom; boa índole, benevolência, brandura e boa ação

    1.2. Na filosofia a bondade é descrita como sendo o princípio mais elevado da moral

    . É vista como um valor que é atribuído à ação de uma pessoa

    1.3. A bondade é um dos atributos de Deus, mas não do homem (Rm 7.18)

    1.4. Ao pecar, o homem se tornou um ser:

    . Desprovido da justiça original

    . Sem estima para as coisas santas relacionadas a Deus

    . Tem a tendência para o mal e para as práticas imorais

    1.5. Para vencer este estado pecaminoso é necessário nascer de novo (Jo 3.3)

    . Entrar pela porta estreita e caminho apertado (Mt 7.14)

    1.6. Quando o homem tem sua natureza transformada, vai fazer o que é bom

    2- A bondade de Deus no aspecto bíblico

    2.1. Nas Escrituras Sagradas, a bondade é definida como a qualidade do que é bom (Êx 33.19)

    2.2. Deus é bom por natureza, por isso João disse que Ele é amor (1 Jo 4.8)

    . O real e verdadeiro bem é transcendente e está em Deus (Sl 34.8; Mt 19.16-26).

    . Ilustração: ‘Por que me chamas de bom?’ (Mt 19.16-26)

    3- A bondade de Deus no aspecto teológico

    3.1. Teologicamente o termo bondade é amplo e envolve santidade, retidão, verdade, amor, benevolência, graça e misericórdia

    3.2. Fica evidente que apenas o Deus da Bíblia é verdadeiramente bom

    . Vemos a bondade de Deus no seu amor para conosco (Jo 3.16)

    Amor que revela a perfeição divina

    . Vemos a benignidade do Senhor no seu cuidado conosco (SI 23.1; Mt 7.11)

    . O Senhor é bom e a sua graça é dispensada até para os que não merecem nada
    3.3. Mesmo sendo nós imperfeitos não damos nada de mal aos nossos filhos, imagine então, o que o nosso Deus fará para nos abençoar. (Mt 7.9,10)

    II – HÁ DOIS CAMINHOS PARA ESCOLHER

    1- A porta e o caminho no aspecto bíblico (Mt 7.13,14)

    1.1. Uma porta, um caminho (Mt 7.13,14)

    . Significa começar algo novo, uma nova comunhão

    1.2. A porta

    . Acesso a uma nova e viva experiência com Jesus (Jo 10.9)

    1.3. O caminho

    . Nova conduta adotada por aqueles que estão em Cristo (Jo 14.6).

    1.4. Ilustração:

    É importante atentar para os costumes da época em que Cristo fez menção à porta e ao caminho. É bem possível que, ao mencionar estes termos, Ele estivesse pensando na cidade de Jerusalém, pois as cidades, em sua maioria, eram muradas e tinham algumas portas largas e outras estreitas. No período noturno as portas grandes eram fechadas, permitindo apenas que ficassem abertas as portas estreitas. Essa portinhola era chamada de fundo de agulha e quem desejasse passar por ela teria de fazer muito sacrifício. Às vezes, a passagem de um camelo com mercadoria por meio dela era impossível, sendo necessária a retirada da bagagem, e, ainda assim, a pessoa teria que passar ajoelhada. Foi nessa condição que Jesus afirmou que “estreita é a porta, e apertado, o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem” (Mt 7.14)

    2- O que as duas portas e os dois caminhos ilustram para nós?

    2.1. A porta estreita é a que conduz à vida eterna (Jo 10.7-9)

    . Deve-se porfiar para entrar por ela (Lc 13.24)

    . Porfiar: “esforçar-se com zelo extremo, empenhar-se em obter algo”

    . Fala do desejo daqueles que querem andar no caminho estreito

    . Que anelam ter um novo caráter

    . Que anelam a vida eterna com Deus

    3- A escolha entre os dois caminhos.

    3.1. Neste mundo só há dois caminhos a serem percorridos: o da vida e o da morte (Jr 21.8).

    . A escolha de muitos é pelo caminho amplo, pois nele não há restrições, tudo é permitido

    . Muitos, porém, escolheram trilhar o caminho estreito (1Co 10.23)
    3.2. Pela porta larga é possível viver nas obras da carne (Gl 5.19-21): prostituição, impureza, inimizades, porfias, pelejas e todo tipo de pecado

    3.3. O destino final de cada caminho:

    . O destino da porta larga e do caminho espaçoso é a eternidade sem Deus

    . Os que escolhem o caminho apertado, um dia vão morar no céu e serão como a luz da aurora e como luzeiros no firmamento (Pv 4.18)

    III – A MENTIRA DOS FALSOS PROFETAS (Mt 7.15-20)

    1- Cuidado com as falsas aparências

    1.1. A revelação dos falsos profetas

    . São perigosos

    . São mentirosos

    . Internamente são devoradores (At 20.29)

    . Seduzem os outros ao erro, levando-os ao caminho da perdição

    . Tem boa oratória

    . Parecem ser mais crentes do que todos (2Tm 3.5)

    . São lobos disfarçados de ovelhas

    1.2. Nossa posição diante dos falsos profetas

    . Sempre vigilantes

    . Estar em oração, constantemente

    . Buscar discernimento espiritual

    2- Como detectar os falsos profetas?

    2.1. “Podemos facilmente identificá-los, porque, em seus ensinamentos, minimizam a Cristo e glorificam a si mesmos” (B. de estudo pentecostal)

    2.2. Podemos identificá-los por seus frutos (Mt 7.16)

    . O caráter e a conduta do profeta

    . Seu ensino aponta como sendo um falso profeta (1Tm 6.3)

    3- Uma análise criteriosa

    3.1. Na Bíblia toda é revelada falsos profetas que se levantaram para enganar os servos de Deus

    3.2. Em geral, eles profetizavam:

    . Somente aquilo que as pessoas desejavam ouvir

    . Não se cansavam de dizer que foi o Senhor que disse

    3.3. Jesus deixou bem claro que surgiriam falsos profetas que ‘enganarão’ a muitos (Mt 24.11)

    Conclusão: Estejamos sempre em alerta, pois existem aqueles que querem macular e adulterar os ensinos de nosso Salvador Jesus Cristo. Examinemos a Palavra para não sermos enganados pelos falsos profetas.

    COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. MARCOS JACOB DE MEDEIROS

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