Adultos

    Lição 8 - Encontrando o nosso próximo III

    ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SETOR 31 (ERMELINO MATARAZZO, SÃO PAULO/sp)

    PORTAL ESCOLA DOMINICAL

    QUARTO TRIMESTRE DE 2018

    Adultos - As parábolas de Jesus: as verdades e princípios divinos para uma vida abundante

    COMENTARISTA: WAGNER TADEU DOS SANTOS GABY

    COMENTÁRIO: EV. MARCOS JACOB DE MEDEIROS

    LIÇÃO Nº 8 – ENCONTRANDO O NOSSO PRÓXIMO

    Texto: Lucas 10.25-37

    Introdução: Amar ao próximo inclui amar até mesmo aqueles que nos aborrecem, pois encontramos em Deus o maior exemplo de que tal amor é possível.

    I - INTERPRETAÇÃO DA PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO

    1. Uma parábola com diversas interpretações.

    1.1. Ela tem sido alvo das mais diversas interpretações. Revelando objetivos que ela não tem

    . (Ex:) A caminhada humana ao sair do Éden (Jerusalém) e tomar o caminho do mundo (Jericó)

    2. Pondo Jesus à prova ou "tentando-o".

    2.1. Era um doutor que queria pôr Jesus à prova (Lc 10.25)

    2.2. A intenção por trás deste doutor:

    . Colocar à prova o caráter de Cristo

    . Procurava colocar o Mestre em situação difícil

    . Quem sabe queria receber um elogio

    3. "Como lês?"

    3.1. Jesus responde ao homem com outra pergunta (Lc 10.26)

    . Sobre o conteúdo do mandamento

    . Jesus quer saber como o doutor lê, como o interpreta e de que forma olha para o mandamento.

    . O homem não compreendendo limita-se a responder recitando o mandamento tal como está escrito (v.27)

    . Jesus, então, o chama para a prática do mandamento (Lc 10.28)

    4. Questão principal.

    4.1. Não satisfeito, o doutor da Lei quer saber de Jesus "quem" seria o seu próximo (v.29).

    4.2. É nesse contexto que a parábola é contada pelo Senhor Jesus (Lc 10.30-33)

    . Jamais aquele doutor veria num samaritano um próximo seu (Jo 4.9; 8.48)

    . Jesus mostra que aquele doutor da Lei também precisa ver o samaritano como próximo (comp. Mt 18.33)

    II - COMPAIXÃO E CARIDADE SÃO INTRÍNSECAS À FÉ SALVADORA

    1. Compaixão.

    1.1. Jesus revela que o Bom Samaritano teve ‘compaixão’ (Lc 10.33)

    1.2. A compaixão é um sentimento intenso que faz com que a pessoa ‘mova-se’ (Lv 10.33; Êx 2.6)

    2. Cuidado.

    2.1. A parábola revela o aspecto prático do amor, ‘o cuidado’ (Lc 10.34)

    2.2. Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Lc 10.27; Lv 19.18)

    . Esse amor não é retórico

    . Esse amor é na prática (Jo 3.16; 1Jo 3.16-18)

    3. Caridade.

    3.1. O samaritano decidi curar (Lc 10:34)

    3.2. O samaritano decidi gastar para ajudar (Lc 10:35)

    3.3. Essas atitudes revelam a caridade do samaritano

    . Toda caridade é uma doação de si mesmo (1Pe 2.21)

    III - O NOSSO PRÓXIMO É QUALQUER PESSOA NECESSITADA

    1. O "próximo".

    1.1. No caso da parábola, o próximo do doutor da lei era quem ele odiava, o samaritano (Jo 4.9; 8.48)

    . Era um exemplo doloroso

    1.2. Jesus pergunta qual foi o próximo daquele homem que sofria (Lc 10:36)

    . O homem limitou-se a dizer foi o que eu sou de misericórdia (Lc 10:37)

    . Ele não falou que foi o samaritano

    1.3. Com essa história Jesus respondeu a pergunta do doutor da lei (Lc 10:25)

    1.4. A hipocrisia humana já existia na época de Jesus, por isso haviam diversos embates com os doutores da lei (Mt 21:1-36)

    2. Ajudar ao próximo não salva, mas é algo que deve ser feito por quem é salvo.

    2.1. Nessa parábola Jesus não afirma que o samaritano é salvo por haver feito bem ao próximo.

    2.2. Fazer obras de caridade não leva ninguém a salvação (Ef 2.8,9)

    2.3. Os verdadeiros filhos de Deus fazem boas obras foram chamados para isso (Ef 2.10; Tg 2.14,17)

    2.4. Jesus ensina ao mestre da lei que essa questão pode ser resolvida

    3. A medida do amor para com o necessitado.

    3.1. A medida do amor ao próximo pode ser medida com base na necessidade do outro

    3.2. Algumas barreiras que nos levam a não ajudar o nosso próximo

    . Diferenças de nacionalidade

    . Religiosidade

    . Grupo social

    3.3. Devemos ter ações concretas (Tg 2:14-16)

    4. Sendo o próximo.

    4.1. O doutor pergunta quem é o próximo (Lc 10:29)

    . Nessa pergunta o doutor da lei não tinha interesse algum em ajudar

    4.2. Na resposta de Jesus é dito o contrário: de quem eu posso ser o próximo (Lc 10:36)

    . Nessa resposta o doutor da lei tinha que pensar em ajudar alguém

    4.3. De quem eu posso ser o próximo?

    CONCLUSÃO: Aqui aprendemos que o amor não aceita limites na definição de quem é o próximo. Enquanto todas as sociedades e seus segmentos sociais acabam levantando barreiras para separá-las das demais pessoas, os discípulos de Cristo devem olhar para os seres humanos com igualdade, pois o próprio Deus não faz acepção de pessoas (At 10.34).

    COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. MARCOS JACOB DE MEDEIROS

    Nosso Contato

    • Portal Escola Dominical
    • Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

    Quem está online?

    Temos 367 visitantes e Nenhum membro online

    © 2026 Your Company. All Rights Reserved. Designed By JoomShaper