Reflexões

Jesus e as multidões

FRANCISCO JACOB*

UMA REFLEXÃO MOMENTÂNEA

JESUS E AS MULTIDÕES

(...) E a multidão dizia: Este é Jesus, o profeta de Nazaré da Galileia. (Mateus 21:11)

O que me deixa maravilhado na Obra redentora de JESUS CRISTO na terra é o fato de que JESUS veio única e exclusivamente para o povo, para as multidões que, por um motivo ou outro concernente ao pecado original, lá do Éden, afastou-se da oportunidade especial de salvação pela graça que a vida e a morte de JESUS oferecem aos homens na terra.

Mateus, Lucas, Marcos, João, todos dissertam em muitos capítulos e versículos, detalhadamente e de maneira abundante, a integração de JESUS CRISTO com as multidões, com o povo e com as massas de pessoas que, sedentas por uma Palavra de consolo e cura, O seguiam em todo tempo. A interação divina com os conglomerados de pessoas que, segundo relatos bíblicos nos mostram, todos os que seguiam queriam ouvi-l’O, tocá-l’O e se aproximarem d’Ele cada vez mais, do Mestre e Senhor, era incompreensível e necessário às vidas esta interação e que, em muitos momentos ensandecidos pela necessidade e ansiedade de Sua presença, clamavam, gritavam, imploravam e incomodavam a muitos por quererem ver milagres em suas vidas e sentirem o poder de Sua presença.

Sempre alguém da multidão estava pedindo, suplicando e implorando algo da parte do Senhor JESUS CRISTO, Ele, porém, nunca negou o atender a quem quer que fosse, rico ou pobre miserável, preto ou branco, ou de qualquer cor e etnia que ali estivesse o acompanhando em Sua caminhada milagrosa, nunca era esquecido ou menosprezado, o necessitado e, neste caso abaixo, em meio a multidão alguém queria a vida, alguém queria e necessitava livrar-se do mal que lhe atingia cruelmente (...) E, ouvindo que era Jesus de Nazaré, começou a clamar, e a dizer: Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim. (Marcos 10:47). Porém, não obstante a isto, já em outra oportunidade, a própria turba, que o tinha acompanhado em sua caminhada, clamava de maneira cruel, desejando a Sua morte, e morte de Cruz, um paradoxo, ontem muitos criam e clamavam por um milagre pessoal, hoje, frente a uma autoridade de então, clamavam por Sua morte. (...) Mas eles clamavam em contrário, dizendo: Crucifica-o, crucifica-o. (Lucas 23:21).

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COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - FRANCISCO JACOB FERREIRA

* Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Ministério do Belém - Setor 5 (Osasco/SP) - congregação de Jardim Rochdale I

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