Adultos

Lição 7 - A Obra do Filho IV

ASSEMBLEIA DE DEUS EM MUNDO NOVO - BA

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2026

Adultos - A SANTÍSSIMA TRINDADE - O Deus Único revelado em Três Pessoas Eternas

COMENTARISTA: Douglas Roberto de Almeida Baptista

COMENTÁRIO: PR JOSAPHAT BATISTA SOARES

LIÇÃO Nº 7 – A OBRA DO FILHO

INTRODUÇÃO

- Alegremo-nos por não servirmos a um deus qualquer, produto da mente humana, ou da necessidades afetivas imanente de se acreditar em algo ou em alguém superior, como os indígenas e outros povos tidos como primitivos. O nosso Deus é o excelso Criador. O nosso Cristo é o Verbo Divino, o Salvador, que, cumprida sua obra, assentou-se “à direita da majestade nas alturas”.

I - TEXTO BÍBLICO

Filipenses 2.5-11; Hebreus 9.24-28.

II - OBRA DO FILHO

- Nesta lição, veremos que a morte vicária do Senhor Jesus revela o propósito do Pai em conceder perdão aos pecadores e restaurar toda a criação. A humilhação, redenção e exaltação do Filho Unigênito de Deus manifestam a profundidade da obra que Ele realizou. Graças à Sua vida de obediência completa e justiça, bem como Seu sacrifício vivo e santo sobre a cruz, temos acesso à salvação eterna.

- Enquanto esteve neste mundo, a vida de Jesus foi marcada pela submissão à vontade do Pai. Não encontramos em momento algum de Sua vida e ministério qualquer comportamento distinto da vontade do Pai. Muito ao contrário, Ele obedeceu até a morte, e morte de cruz (Fl 2.8). Para assumir o compromisso fiel de submissão, Cristo esvaziou-se da glória que compartilhava com Deus Pai desde a eternidade, antes mesmo que todas as coisas fossem criadas (Jo 17.5). Conforme versa a Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global (CPAD) acerca da expressão “Aniquilou-se a si mesmo”, “esta frase em grego corresponde a ‘ekenōsen’ (verbo ‘kenoō’, derivado de ‘kenos’, ‘vazio’, ‘vão’), que literalmente significa ‘ele esvaziou-se’. Isso não significa que Jesus renunciou sua divindade (isto é, a sua natureza plena como Deus), mas que voluntariamente deixou de lado suas prerrogativas como Deus, incluindo sua glória celestial (Jo 17.4), posição (Jo 5.30; Hb 5.8), riqueza (2Co 8.9), direitos (Lc 22.27; Mt 20.28) e o uso de seus atributos como Deus (Jo 5.19; 8.28; 14.10). Esse esvaziamento não significou apenas uma suspensão voluntária de suas capacidades e privilégios como Deus, mas também a aceitação do sofrimento humano, maus tratos, ódio e, em última instância, a maldição da morte na cruz. [...] Embora tenha permanecido totalmente divino (isto é, completamente Deus), Cristo assumiu a natureza humana com as tentações, humilhações e fraquezas que esta vida envolve; no entanto, Ele suportou tudo isto sem pecar. Isso significa que Ele nunca ofendeu ou desafiou a Deus Pai, nem fez qualquer coisa errada de acordo com o padrão perfeito de Deus (vv.7,8; Hb 4.15). É por esta razão que Ele foi capaz de fazer o sacrifício perfeito e pagar a pena definitiva e completa pelos nossos pecados, de uma vez por todas (1Pe 3.18). Por essa razão, o Pai o exaltou e deu um nome sobre todo o nome (Fp 2.8-11). A glória restaurada ao Filho é o sinal da aprovação de que Ele cumpriu fielmente todas as coisas. Essa mesma glória, Cristo prometeu compartilhar com aqueles que creram no seu testemunho e permanecem, independentemente das circunstâncias, fiéis a Ele. Para estes, o Senhor Jesus prometeu conceder um coroa de glória e o galardão da herança (Ap 2.10; 3.21)”.

III - A GLÓRIA ETERNA E O ESVAZIAMENTO DE CRISTO*

- O kenoticismo. A doutrina kenótica diz que Jesus não era Deus quando esteve aqui na Terra. Afirmam isso, por interpretarem erroneamente, em Fp 2.7, o termo “aniquilou-se”, ou “esvaziou-se”, concernente a Cristo. Esse “esvaziamento”, porém, não é de sua divindade, mas de sua glória. Jesus jamais “deixou no céu” a sua divindade para recuperá-la depois. É impossível a nós, seres frágeis, mortais e pecadores, encontrar nas Escrituras Sagradas a linha divisória entre a divindade e a humanidade de Jesus; trata-se de um mistério oculto aos seres humanos (1Tm 3.16; Rm 9.20; Jó 9.3-14). “Jesus Cristo é o Filho de Deus, possuindo em sua própria essência a natureza divina, sendo, portanto, igual ao Pai antes, durante e depois de seu tempo na terra (cf. Jo 1.1; 8.58; 17.24; 20.28; Cl 1.15,17; Mc 1.11; veja o artigo Os Atributos de Deus, p.1025). Em outras palavras, Jesus é, foi e sempre será Deus. O fato de Cristo não ter considerado ‘usurpação ser igual a Deus’ significa que Ele, voluntariamente, abriu mão de seus privilégios e de sua glória celestial para viver na terra como homem e, por fim, entregar a sua vida a fim de que pudéssemos ser salvos. A expressão grega utilizada é ekenōsen (do verbo kenoō, derivado de kenos, ‘vazio, vão’), que literalmente significa ‘ele esvaziou-se’. Isso não quer dizer que Jesus tenha renunciado à sua divindade (isto é, à sua plena natureza como Deus), mas que voluntariamente deixou de lado suas prerrogativas divinas, incluindo sua glória celestial (Jo 17.4), posição (Jo 5.30; Hb 5.8), riqueza (2Co 8.9), direitos (Lc 22.27; Mt 20.28) e o uso de seus atributos como Deus (Jo 5.19; 8.28; 14.10). Esse esvaziamento implicou não apenas a suspensão voluntária de seus privilégios divinos, mas também a aceitação do sofrimento humano, de maus-tratos, do ódio e, em última instância, da maldição da morte na cruz.” (Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.2199).

OBS: ARGUMENTO ÉTICO DA EXALTAÇÃO - A POSIÇÃO DE CRISTO NO CÉU - 1. “Um sumo sacerdote tal...” (v.1a). Com esta expressão, a Palavra de Deus visa mais uma vez enfatizar a singularidade de Cristo como Sumo Sacerdote, destacando-o e diferenciando-o dos sumo sacerdotes comuns, frágeis, mortais, da Antiga Aliança. A expressão “tal”, aqui, evidencia a incapacidade das palavras humanas para descrever a grandeza de Cristo. É o que ocorre também em Jo 3.16 (de “tal” maneira). 2. “Assentado nos céus”. Esta expressão que também aparece em 1.3; 10.12 e 12.2, indica Cristo, como Sumo Sacerdote perfeito, que realizou sua obra de tal forma que tem o direito de assentar-se no seu trono, ao lado direito do Pai. Já os sacerdotes do Antigo Pacto não podiam assentar-se, pois sua obra nunca terminava. Por isso nunca são descritos como sentados. 3. “À destra do trono da majestade” (v.1b). Cristo, à direita de Deus, está na posição da mais alta honra, nos céus. Em Mc 16.19, está escrito: “Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu e assentou-se à direita de Deus”. Jesus Cristo é o único ser que tem essa posição de extremo destaque nos céus. Tal verdade nos é transmitida, para que saibamos que o nosso mediador não é um ser celeste qualquer, mas aquele que tem posição de honra, única e destacada, diante de Deus. As nossas orações são levadas a Ele, que por nós intercede junto ao Pai.

IV - O FILHO EXALTADO EM* *APOCALÍPSE 19*

1. “Fiel e Verdadeiro” (v.11). Jesus é chamado de Fiel e Verdadeiro, pois “julga e peleja com justiça” (v.11). É a hora de estabelecer a verdade e a justiça esperadas pelo povo de Deus desde a antiguidade. Assim, o Senhor cumprirá sua promessa do rei que reinará “e praticará o juízo e a justiça na terra” (Jr 23.5), e “julgará o mundo com retidão” (Sl 96.13). No v.13 Jesus é apresentado como a “Palavra de Deus”, o Logos Divino que estudamos na primeira lição (Jo 1.1,14).

2. Os diademas (v.12).* Os “muitos diademas” são coroas reais que demonstram tratar-se de um rei ímpar em toda a história da humanidade. Pilatos escreveu um título, e o pôs em cima da cruz em três idiomas: hebraico, grego e latim, que dizia “Jesus Nazareno, rei dos Judeus” (Jo 19.2,19,20). Era um cenário armado pelas autoridades religiosas sob a autoridade de Roma, para um espetáculo de escárnio e zombaria. Foi sugerido ao governador, inclusive, mudar a frase: “Não escrevas, Rei dos judeus, mas que ele disse: Sou Rei dos judeus. Respondeu Pilatos: O que escrevi, escrevi” (Jo 19.21,22). Eles não sabiam que, mesmo com aquela zombaria, estavam anunciando uma verdade proclamada hoje em todos os quadrantes da Terra. Eles crucificaram não apenas o Rei dos judeus, mas o Rei dos reis e Senhor dos senhores.

OBS: ARGUMENTAÇÃO IMPERIAL - OS DÉSPOTAS DESSE MUNDO - Todos os Impérios tiveram seu período de glória, mas entraram em declínio e acabaram por desaparecer do cenário mundial. Dentre eles podemos destacar o Egito, Assíria, Babilônia, Pérsia e Média, Macedônia e Roma (Ap 17.10). Em todos, havia reis constituídos sobre províncias de vastos territórios. Nabucodonosor foi chamado de “rei de reis” (Dn 2.37), pois dominava sobre muitos reinos. Assim também era chamado Alexandre, o Grande, e tantos outros que poderiam ser mencionados. Eles vieram e se foram, entretanto, o reinado de Cristo é o único que permanece para sempre (Dn 7.14): “E o seu Reino não terá fim” (Lc 1.33).

3. A “veste salpicada de sangue” (v.13).* As profecias messiânicas assinaladas no Antigo Testamento apontavam para a vinda de Jesus em duas etapas: a primeira para realizar a obra da redenção, e a segunda, para restaurar todas as coisas, e vencer os seus inimigos, razão pela qual as suas vestes foram vistas salpicadas de sangue. O Mestre preenchera, como ninguém, todos os requisitos de profeta, sacerdote e rei.

OBS: ARGUMENTO REDENTOR - (A) - A reconciliação pelo sangue. O Antigo Testamento anunciava a vinda de Jesus, sua paixão e morte, apresentando também a importância do sangue, no sacrifício do Calvário: “… é o sangue que fará expiação pela alma” (Lv 17.11). Isso é confirmado no Novo Testamento: “… sem derramamento de sangue não há remissão” (Hb 9.22). Expiação significa “remir a culpa”, e, por extensão, “reconciliação”. É a restauração de uma relação quebrada. Na cruz fomos reconciliados com Deus (2Co 5.19; Ef 2.11-19). *(B) - “O Sacrifício Expiatório -* O sacrifício expiatório do Messias foi ensinado nas profecias e símbolos do Antigo Testamento, e Jesus compreendia perfeitamente as Escrituras judaicas. Todo o sistema sacrificial mosaico e o sacerdócio que o mantinha eram símbolos e sombras das Boas Novas vindouras. Jesus tinha conhecimento de que os demais judeus sabiam que o núcleo desse sistema era Levítico 17.11: ‘Porque a vida da carne está no sangue. Eu vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pela vossa alma, porquanto é o sangue que fará expiação em virtude da vida’. Ao ‘anunciar o seu nascimento’, Jesus declarou que a sua encarnação lhe deu um corpo que Ele ofereceria como sacrifício pelos pecados do mundo. Portanto, quando veio ao mundo, Ele disse: ‘Por isso, ao entrar no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste; antes, corpo me formaste; não te deleitaste com holocaustos e ofertas pelo pecado. Então, eu disse: Eis aqui estou (no rolo do livro está escrito a meu respeito), para fazer, ó Deus, a tua vontade’ (Hb 10.5-7). Jesus se entregaria como oferta queimada, em submissão total a Deus, assim como oferta pelo pecado para pagar o preço das nossas ofensas contra Deus”. (WIERSBE, W. W. O que as palavras da cruz significam para nós. RJ: CPAD, 2001, pp.12,13).

4 - A obra de Cristo como Sumo Sacerdote, nas regiões celestiais, de maneira nenhuma poderia cumprir-se na terra, pois no tempo que foi escrita a epístola ainda havia uma ordem sacerdotal (ultrapassada, contudo ainda funcionando) estabelecida pela lei mosaica. Uma vez que Cristo não pertencia à tribo de Levi (7.13,14), naturalmente não podia atuar com eles (vv.5,6).

V - A VITÓRIA FINAL

1. A redenção. Na primeira etapa de sua vinda, Jesus fora rejeitado por sua geração e padecera nas mãos dos pecadores, a fim de realizar a grande e sublime obra da redenção: “como raiz de uma terra seca; não tinha parecer nem formosura; e, olhando nós para ele, nenhuma beleza víamos, para que o desejássemos” (Is 53.2; Lc 24.46). Mas após ressuscitar, o Amado das nações anunciou com veemência: “É-me dado todo o poder no céu e na terra” (Mt 28.18). Assim, Jesus cumpriu cabalmente sua missão: “Está consumado” (Jo 19.30). Hoje, seu poder é usado para a expansão do reino de Deus com a pregação do Evangelho, pois “convém que o céu o contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio” (At 3.21).

OBS: ARGUMENTAÇÃO CRISTOLÓGICA - “O SANGUE DE JESUS CRISTO.* O sangue de Jesus Cristo, que representa o seu sacrifício pelos nossos pecados, está intimamente ligado ao conceito de redenção no Novo Testamento, isto é, à salvação espiritual [...]. Ao morrer na cruz, Jesus derramou o seu sangue inocente para remover os nossos pecados e restaurar a possibilidade de desfrutarmos de um relacionamento correto com Deus (Rm 5.8,19; Fp 2.8; cf. Lv 16). Por meio de seu sangue, Jesus realizou uma grande obra: (1) Seu sangue fornece o perdão para os pecados de todos aqueles que se convertem de suas próprias maneiras e depositam sua fé em Cristo (Mt 26.28). (2) Seu sangue resgata (isto é, restaura) todos os verdadeiros crentes do controle de Satanás e dos poderes malignos (At 20.28; Ef 1.7; 1Pe 1.18,19; Ap 5.9; 12.11). (3) Seu sangue justifica (isto é, torna correto com Deus) todos os que confiam a vida a Ele (Rm 3.24,25).” (Bíblia de Estudo Pentecostal — Edição Global. Rio de Janeiro: CPAD, 2022, p.2315).

2. “Reis dos reis” (v.16). Jesus não é meramente “rei de reis”, mas o Rei dos reis. Isso significa que Ele é superior aos reis de reis; está sobre as hostes celestes: “acima de todo principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro” (Ef 1.21). Na segunda parte de sua vinda, Jesus virá em glória para restaurar o trono de Davi (Am 9.11) e estabelecer a paz universal (Is 2.4; 9.7; 11.10). Porém, esse domínio será exercido pela força, pois “convém que reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés” (1Co 15.25). O texto da Leitura Bíblica em Classe descreve com clareza o cenário da Vitória Final de Nosso Senhor Jesus Cristo.

OBS: ARGUMENTO DOUTRINÁRIO -* “Jesus, o Reis dos reis ‘…Rei dos reis, e Senhor dos senhores’. Apenas dois monarcas aqui na terra tiveram um título como este: Nabucodonosor e Artaxerxes (Ed 7.12). Mas a profecia nos dá ali o desconto imediato: ‘…és rei (‘de’) reis’ (Dn 2.37a). O título, entretanto, ocorre de modo invertido referindo-se a Cristo, não como ‘rei de reis’ mas como ‘Rei dos reis’ (Ap 17.14). O emblema expressivo tinha caracteres tanto na sua ‘veste’ com na sua ‘coxa’. Entre os gregos era bastante natural um famoso guerreiro trazer sobre a sua coxa o título a que tinha direito […]". (SILVA, S. P. Apocalipse versículo por versículo. RJ: CPAD, 1997, p.248).

3. “Senhor dos senhores” (v.16). O poder de qualquer rei ou líder é sempre limitado. O poder de César, por exemplo, estava de certa forma sujeito ao senado. Era dessa instituição, que representava os cidadãos romanos, que procedia a força do imperador. Contudo, o senhorio de Cristo é ilimitado. Ele não é apenas o Rei dos reis, mas também o Senhor dos senhores! Seu poder vai além das instituições militares e políticas desse mundo. Está acima de todas as hostes celestes. “E no vestido e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Ap 19.16). Aquele que é a Palavra Viva, também é “Rei dos reis e Senhor dos senhores”. O nome está exposto à vista de todos. Ao apóstolo Paulo já havia sido revelado que este era o Senhor Jesus (1Tm 6.15). E o próprio João confirmou em Apocalipse 17.14 que Jesus, como “Senhor dos senhores e Rei dos reis”, venceria a todos os adversários. Os crentes relembram com alegria o nascimento de Jesus numa estrebaria para identificar-se conosco em todas as coisas. Lembramos com louvor e gratidão ter Ele morrido por nossos pecados. Mas Deus o ressuscitou para a nossa justificação. Agora, Ele voltará em glória. Ele já é o Rei. Todo crente que o tem aceitado como Senhor, há de reinar com Ele.

CONCLUSÃO

- A presente lição revela as obras do nosso Senhor Jesus Cristo no epílogo da história da humanidade, vencendo a todos os inimigos e manifestando o seu poder e a sua glória como o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Diante dele todos os joelhos hão de dobrar-se, e toda a língua há de confessar que “Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Fp 2.9-11).

Bibliografia

- Bíblia de Estudo Gesiel Gomes

- Bíblia Cronológica

- Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa

- Apontamentos Teológicos do autor

- Disciplina grade ctec vida cristã - Heresiologia

- Lições Bíblicas CPAD - Jovens e Adultos - 1º Trimestre de 2008 - Título: Jesus Cristo — Verdadeiro homem, verdadeiro Deus - Comentarista: Esequias Soares - Lição 13: Jesus, o Rei dos reis e Senhor dos senhores - Data: 30 de Março de 2008.

- Lições Bíblicas CPAD - Jovens e Adultos - 3º Trimestre de 2001 - Título: Hebreus — “... os quais ministram em figura e sombra das coisas celestes” - Comentarista: Elinaldo Renovato - Lição 8: Cristo, mediador de uma melhor aliança - Data: 19 de Agosto de 2001

- Comentário: Pastor Josaphat Batista – Pr. Presidente da Assembleia de Deus em Mundo Novo-Ba. Pós-graduado em Docência do Ensino Superior - Bacharel em Teologia convalidado pelo MEC – Pós-Graduando em História, Membro da academia Pré-Militar (ACPMB) – Pós-Graduando Ciências da Religião (Famart) – Juiz de Paz (CONAJ), Graduando História (Facuminas), Formação da Alfabetização da Língua Grega (Koiné), DIRETOR do CTEC VIDA CRISTÃ (Centro Teológico de Educação e Cultura), Autor do livro 1000 Esboços Bíblico para Sermões – Autor da Revista de Estudo Bíblico acerca de João Batista – Autor da Revista acerca de Absalão, Autor do Livro Evidências Reais do Apocalípse - Autor do Livro Escatologia Bíblica Panorâmica, Conferencista, Seminaristas, Escritor e fundador dos Congressos EBD no Campo de Camaçari-Ba. - Aproveite e estude cursos gratuitos no CTECVIDACRISTA.COM e comentários anteriores das Lições Bíblicas EBD. Ver outros comentários (anteriores) do trimestre em vigor no Site: www.portalebd.org

COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - PR. JOSAPHAT BATISTA

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