Adultos

Lição 2 - O Deus Pai IV

ASSEMBLEIA DE DEUS EM MUNDO NOVO - BA

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2026

Adultos - A SANTÍSSIMA TRINDADE - O Deus Único revelado em Três Pessoas Eternas

COMENTARISTA: Douglas Roberto de Almeida Baptista

COMENTÁRIO: PR JOSAPHAT BATISTA SOARES

LIÇÃO Nº 2 – O DEUS PAI

INTRODUÇÃO

- No curto espaço de que dispomos, é-nos impossível explorar exaustivamente um assunto tão imensurável a nós mortais: a realidade do Supremo Ser. Acredito, porém, que todos já nos conscientizamos da grandeza e da infinitude de Deus. Sendo Ele, porém, o que é, não nos despreza: revelou-nos o seu grande amor, enviando o seu Filho Jesus Cristo para morrer em nosso lugar. E, assim, passamos a conhecê-lo redentivamente. Não é possível conhecer completamente a Deus; entretanto, é possível conhecê-lo verdadeiramente (Jó 42.5), E, por meio da fé, somos convidados a conhecer e nos relacionar com o Pai Celestial.

I - TEXTO BÍBLICO

(Mateus 11.25-27; João 14.6-11)

II - A EXISTÊNCIA DE DEUS, PAI

- Alguém declarou que Deus é a melhor prova de si mesmo. Como referendar a existência de Deus se esta acha-se patente em todas as coisas? Ler Rm 1.19-21. Quando os santos escritores, inspirados pelo Espírito Santo, puseram-se a registrar a revelação divina, nenhuma preocupação tiveram eles em provar a existência de Deus. Pois o Todo-Poderoso fazia parte de seu cotidiano; era inconcebível viver sem Ele ou à parte dEle. Leia com atenção o Salmo 26. Os que se dizem ateus, quer teóricos quer práticos, não passam de tolos conforme canta o salmista: “Disseram os néscios no seu coração: Não há Deus. Têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras, não há ninguém que faça o bem” (Sl 14.1). III - NATUREZA ESSENCIAL DE DEUS , O NOSSO PAI

- A natureza essencial de Deus é um assunto demasiadamente complexo (Sl 139.6). Deparando-se com tal dificuldade, confessa Tomás de Aquino: “O máximo que conhecemos de Deus é nada em relação ao que Ele é”. Vejamos, porém, o que é possível saber acerca de sua natureza essencial. Entre os seus atributos naturais ou transcedentais, podemos mencionar: asseidade, espiritualidade, imensidade, imutabilidade e eternidade.

1. Asseidade.* Atributo natural, absoluto e incomunicável de Deus, segundo o qual Ele existe por si mesmo. Ele não depende de nenhum outro ser para existir ou para continuar existindo; Ele tem vida em si mesmo (Jo 5.26).

2. Espiritualidade.* Deus é espírito, afirmou o Senhor Jesus à mulher samaritana (Jo 4.24). Nesta definição essencial de Deus, aprendemos algo muito importante: Deus é um espírito puro e simples. Ele é o que é. Sendo espírito, transcende o mundo material; com este, porém, mantém um relacionamento redentivo (Jo 5.37).

3. Imensidade. Atributo exclusivo de Deus, que o faz transcender a todos os limites quer do mundo físico, quer do espiritual, ou do celestial (Is 57.15).

4. Imutabilidade. Qualidade exclusiva do Supremo Ser, que o torna imune às mudanças quer de natureza qualitativa, quer de natureza moral; sua bondade é infinita (Tg 1.17). Há uma íntima relação entre a sua bondade e imutabilidade. Quando Jesus afirmou que Deus é bom, quis deixar bem claro que Ele não pode ser melhor do que é (Mc 10.18). 5. Eternidade. Como o Ser Eterno por excelência, Deus sempre existiu e sempre haverá de existir; não teve início nem terá fim (Sl 90.2).

IV - ATRIBUTOS IMANENTES E MORAIS DE DEUS

- No tópico anterior, estudamos os atributos naturais ou transcendentes de Deus. A seguir, veremos as qualidades através das quais entra Ele em contato com o mundo criado: os atributos imanentes e os atributos morais do Supremo Ser.

1. Atributos* *imanentes de Deus.* Onipotência, onipresença e onisciência (Jó 42.2; Sl 139; 44.21). Isto significa que Deus pode todas as coisas, encontra-se em todos os lugares ao mesmo tempo e de tudo tem ciência. Que Deus pode todas as coisas, não há dúvidas; mas nada fará que contrarie a sua natureza justa e santa.

2. Atributos morais* *de Deus.* Os atributos morais de Deus podem e devem ser possuídos por todos os seus servos: Santidade, justiça, misericórdia, sabedoria e amor. Deus é santo e exige que todos os seus servos também o sejam (Lv 19.2). Ele é justo e deseja que, de igual modo, o sejamos (1Jo 3.7). Ele é misericordioso e reivindica que assim ajamos (Cl 3.12). Deus é sábio e conosco reparte a sua sabedoria (Tg 1.5). E se Ele amou-nos com um amor eterno, devemos também nos amar uns aos outros (1Jo 4.8).

V - DEUS PAI

- Nesta lição, conheceremos com maiores detalhes a identidade do Pai, Seus atributos e Sua revelação ao homem. As Escrituras comprovam a coexistência das três Pessoas da Santíssima Trindade, bem como a forma como cada Pessoa se manifesta no decorrer da história (Mt 28.19; Rm 1.20). A maior revelação da Pai e que nos aproxima de Sua natureza é a Pessoa de Jesus Cristo. Enquanto esteve neste mundo, Ele revelou quem é o Pai, a saber, um Deus amoroso, compassivo, cheio de misericórdia e disposto a perdoar os pecadores e trazê-los para perto de si (Jo 3.16). O Pai se fez conhecer ao mundo por intermédio do Filho e desfaz, por meio dEle, as inimizades que separam a humanidade do seu Criador (Ef 2.15-17).

- Conhecer a unidade e a inseparabilidade entre o Pai e o Filho é essencial para o nosso relacionamento com Deus (Jo 10.30). Para compreendermos com clareza a natureza do Pai, precisamos conhecer algumas de Suas qualidades mais inerentes, também chamadas pelos estudiosos de atributos. Os atributos são as qualidades que Deus manifesta em Seu caráter e O tornam conhecido. Esses atributos são classificados como incomunicáveis, que são aqueles que pertencem exclusivamente a Ele; e comunicáveis, que são os que compartilha com as Suas criaturas. Dentre os atributos naturais de Deus, há um que nos garante conhecer a Sua Pessoa, mesmo de forma limitada. Estamos falando da cognoscibilidade. A respeito de Deus, esse termo significa que Ele pode ser conhecido e compreendido intelectualmente pelo ser humano.

- Nessa perspectiva, de acordo com a obra Teologia Sistemática: uma Perspectiva Pentecostal (CPAD), editada pelo teólogo Stanley Horton, “Deus não se oculta para encobrir seus atributos, mas para deixar-nos bem patentes nossos limites diante do seu ilimitado poder. Pelo fato de Deus ter decidido agir através de seu Filho (Hb 1.2) e ter a sua plenitude habitando nEle (Cl 1.19), podemos estar confiantes de que encontraremos em Jesus as grandiosas manifestações do caráter divino. Jesus não somente torna conhecido o Pai, como também revela o significado e a importância do Pai Celestial. [...] Se temos algum conhecimento de Deus é porque Ele optou por se nos revelar. Mas este conhecimento que agora temos, embora confessadamente limitado, é mui glorioso e constitui-se na base suficiente de nossa fé” (2021, pp.129,130). Partindo desse princípio, esclareça aos alunos que conhecer a Deus significa conhecer Suas qualidades e submeter-se à Sua vontade, revelada nas Escrituras. Deus quer ter um relacionamento pleno e verdadeiro com Sua criação, principalmente, com o ser humano, a maior obra de Suas mãos. 1 - Deus, o Pai, é Todo-Poderoso.

Gn 17.1

- O Senhor se revela a Abraão dizendo: “Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda na minha presença e sê perfeito.” Essa declaração mostra que Deus, o Pai, possui todo poder nos céus e na terra. Nada está fora do Seu controle e nenhuma promessa Sua pode falhar. Crer no Deus Todo-Poderoso é confiar plenamente em Sua soberania e agir sobrenatural. Ele é capaz de fazer o impossível, transformar situações, curar enfermidades, abrir caminhos e cumprir Seus propósitos no tempo certo. O Deus Todo-Poderoso não apenas tem poder, mas se relaciona com Seus filhos. Ele chama Abraão para andar em Sua presença, mostrando que o poder de Deus anda junto com comunhão, obediência e fé. Quem confia no Senhor é convidado a viver uma vida separada e dependente d’Ele. Crer que Deus é Todo-Poderoso fortalece nossa esperança, mesmo diante das lutas. Sabemos que o Pai tem autoridade para intervir e cuidar de nós em todas as circunstâncias. Que vivamos confiando no Deus Todo-Poderoso, andando em Sua presença e glorificando o Seu nome.

2 - Deus é o “Eu Sou”.

Ex 3.14

- Deus se revela a Moisés dizendo: “EU SOU O QUE SOU.” Essa declaração mostra que Deus é eterno, imutável e independente. Ele não depende de nada nem de ninguém para existir. Ele simplesmente é. Crer em Deus como o “Eu Sou” é reconhecer que Ele está presente em todos os tempos e situações. Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente. O “Eu Sou” revela um Deus vivo, ativo e próximo do Seu povo, que se manifesta com poder para libertar, salvar e transformar vidas. Quando Deus diz “Eu Sou”, Ele se apresenta como tudo aquilo de que o Seu povo precisa. Ele é provisão, cura, proteção, direção e salvação. Em cada momento da nossa caminhada, podemos confiar que o “Eu Sou” está conosco, operando pelo Espírito Santo. Essa revelação nos chama à fé e à obediência. Servimos a um Deus que não muda e que cumpre fielmente Suas promessas. Que confiemos plenamente no “Eu Sou”, descansando na Sua presença e vivendo para a Sua glória.

3 - O Senhor é o único Deus verdadeiro.

Dt 6.4

- “Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor.” Essa declaração é uma afirmação clara e poderosa da fé bíblica: só há um Deus verdadeiro, digno de toda adoração, honra e obediência. Confessar que o Senhor é o único Deus verdadeiro significa rejeitar todo tipo de idolatria, seja ela visível ou escondida no coração. Nada pode ocupar o lugar de Deus em nossa vida. Ele não divide Sua glória com ninguém e deve ser o centro da nossa fé, das nossas decisões e da nossa caminhada cristã. Esse Deus único é vivo, presente e atuante. Ele fala, age, salva, batiza com o Espírito Santo e continua operando milagres. Não é uma ideia ou tradição religiosa, mas um Deus pessoal que se revela àqueles que O buscam de todo o coração. Reconhecer que o Senhor é o único Deus verdadeiro nos chama a uma vida de fidelidade, temor e compromisso. É viver de forma coerente com aquilo que professamos, amando a Deus acima de todas as coisas e servindo-O com alegria. Que nossos lábios e nossas atitudes proclamem todos os dias: o Senhor é o único Deus verdadeiro.

4 - Jesus declara:

- “Porque, assim como o Pai tem a vida em si mesmo, assim também deu ao Filho ter a vida em si mesmo.” Esse texto revela uma verdade profunda sobre Deus: o Pai é a fonte da vida. Ele não depende de ninguém para existir; toda vida procede d’Ele. Essa verdade fortalece nossa fé em um Deus vivo, eterno e soberano. O Pai não apenas criou a vida, mas sustenta todas as coisas pelo Seu poder. É Ele quem dá fôlego ao ser humano, renova forças e concede vida abundante àqueles que estão em Cristo. Essa vida que está no Pai não é somente biológica, mas espiritual e eterna. Por meio de Jesus, o Filho, temos acesso a essa vida que transforma, restaura e salva. Pelo agir do Espírito Santo, essa vida se manifesta em nós, trazendo novo nascimento, comunhão com Deus e esperança eterna. Crer que o Pai tem a vida em Si mesmo nos leva a depender totalmente d’Ele. Fora de Deus não há vida verdadeira. Nele encontramos sentido, propósito e salvação. Que vivamos conectados à fonte da vida, confiando plenamente no Pai e glorificando Seu nome.

VI - DEUS COMUNICA - SE COM O HOMEM

- Comunicar: Do latim comunicare , significa “pôr em comum”, “ligar”, “fazer saber”, “estabelecer comunicação”.

- Os deuses, criados pela imaginação humana, eram inacessíveis aos seus adoradores. Os doze do Olimpo, por exemplo, não desciam para ouvir ou falar com os gregos. O mesmo tem acontecido com os adoradores dos deuses falsos das muitas religiões não cristãs dos nossos dias. Eles não podem dirigir-se aos seus deuses diretamente. Somente o fazem através de intermediários, também falsos. Todavia, o Deus da Bíblia, desde o princípio se comunica com suas criaturas. Por intermédio de Jesus Cristo, o ser humano tem livre acesso a Deus, seu soberano Senhor, e criador de todas as coisas, visíveis e invisíveis (Cl 1.16).

- O Deus Pai é transcendente e imanente. Ou seja, a despeito de habitar nas alturas mais insondáveis, e apesar de infinito e imenso, não permanece alheio às suas criaturas. Assim, ao longo dos séculos, o Eterno vem se comunicando com o homem; direta ou indiretamente.

1. Por meio dos patriarcas.* Deus falou com Noé, anunciando-lhe a destruição do gênero humano (Gn 6.1-7). Também se comunicou com Abraão, ordenando-lhe que saísse do meio de sua parentela a fim de torná-lo uma bênção para todas as famílias da terra (Gn 12.1-3). O Senhor ouviu as orações de Isaque, falou com Jacó, e fez-lhes grandiosas promessas (Gn 25.21-23; 28.13-15). O Todo-Poderoso sempre se comunicou com homens, transmitindo-lhes sua vontade.

2. Por meio dos profetas.* No Antigo Testamento, Deus usou diversos profetas para transmitir sua poderosa mensagem. Por intermédio desses valorosos arautos, falou o Senhor ao povo, aos reis, aos juízes e tantos quanto quis revelar sua vontade (Hb 1.1,2). Ao profeta Moisés, falou diretamente (Êx 3.1-22; At 3.22). Em o Novo Testamento, usou de modo especial a boca de João Batista, Ágabo, entre outros. Todos esses homens foram porta-vozes dos oráculos divinos à humanidade.

OBS: ABBA, PAI -* “Paulo designou Deus como ‘abba’ em duas ocasiões: ‘Porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai [gr. ho pater]’ (Gl 4.6). ‘Não recebestes o espírito de escravidão, para, outra vez, estardes em temor, mas recebestes o espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai [gr. ho pater]. O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus’ (Rm 8.15,16). Isto é: na Igreja Primitiva, os cristãos judaicos estariam invocando Deus, dizendo: ‘Abba’, ‘Ó Pai!’ e os cristãos gentios estariam exclamando: Ho Pater, ‘Ó Pai!’ Ao mesmo tempo, o Espírito Santo estaria tornando real para eles que Deus é, de fato, o Pai de todos. A qualidade incomparável do termo acha-se no fato de que Jesus lhe atribuiu uma ternura incomum. Além do mais, caracterizava muito bem o seu próprio relacionamento com Deus, e o tipo de relacionamento que Ele queria, em última análise, que os seus discípulos tivessem com o Pai.” (HORTON, Stanley M. (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2019, p.151).

CONCLUSÃO

- “Deus quer ser a sua habitação. Ele não está interessado em ser uma fuga de fim de semana, ou um bangalô para os domingos, ou um chalé para o verão. Não considere usar Deus como uma cabana de férias, ou uma eventual casa de retiro. Ele quer você sob o seu teto agora e sempre. Ele quer ser o seu endereço, seu ponto de referência; Ele quer ser o seu lar… Para muitos este é um conceito novo. Pensamos em Deus como uma divindade para ser discutida, não um lugar para viver. Pensamos em Deus como um misterioso fazedor de milagres, não uma casa para se morar. Pensamos em Deus como um criador a quem recorrer, não um lar onde habitar. Contudo, nosso Pai quer ser muito mais. Ele deseja ser aquEle em quem ‘vivemos, e nos movemos e existimos’ (At 17.28)”. (LUCADO, M. Promessas Inspiradoras de Deus. RJ: CPAD, 2005). Embora Deus seja o Todo-Poderoso, Ele sempre procurou comunicar-se de modo pessoal com o homem. Isso não é maravilhoso?! Você tem ouvido a voz do Pai? Como está a sua comunicação com o Altíssimo? Estamos vivendo na era da informática e da comunicação, todavia, devido ao corre-corre da vida diária, e diante das muitas vozes, muitos já não conseguem mais ouvir ou reconhecer a voz do Pai. Por isso, queremos desafiá-lo a não se limitar, somente a buscar a ajuda de Deus, a ter somente um diálogo unilateral, mas desejamos que você almeje estabelecer canais autênticos de comunicação com o Pai. Ele deseja falar com você diariamente. Ouça-O.

Bibliografia

- Bíblia de Estudo Gesiel Gomes

- Bíblia Cronológica

- Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa

- Apontamentos Teológicos do autor

- Disciplina grade ctec vida cristã - Heresiologia

- LIÇÕES BÍBLICAS CPAD - ADULTOS - 1º Trimestre de 2025 - Título: Em defesa da Fé Cristã — Combatendo as antigas heresias que se apresentam com nova aparência - Comentarista: Esequias Soares - Lição 4: Deus é triúno - Data: 26 de janeiro de 2025

- Lições Bíblicas CPAD - Jovens e Adultos - 4º Trimestre de 2006 - Título: As verdades centrais da Fé Cristã - Comentarista: Claudionor Corrêa de Andrade - Lição 2: Deus, O Ser Supremo por excelência - Data: 8 de Outubro de 2006

Comentário: Pastor Josaphat Batista – Pr. Presidente da Assembleia de Deus em Mundo Novo-Ba. Pós-graduado em Docência do Ensino Superior - Bacharel em Teologia convalidado pelo MEC – Pós-Graduado em História (Faculdade KENNEDY), Membro da academia Pré-Militar (ACPMB) – Pós-Graduando Ciências da Religião (Famart) – Juiz de Paz (CONAJ), Pós-Graduado em Teologia, História e Filosofia (KENNEDY), Formação da Alfabetização da Língua Grega (Koiné), DIRETOR do CTEC VIDA CRISTÃ (Centro Teológico de Educação e Cultura), Autor do livro 1000 Esboços Bíblico para Sermões – Autor da Revista de Estudo Bíblico acerca de João Batista – Autor da Revista acerca de Absalão, Autor do Livro Evidências Reais do Apocalípse - Autor do Livro Escatologia Bíblica Panorâmica, Conferencista, Seminaristas, Escritor e fundador dos Congressos EBD no Campo de Camaçari-Ba. - Aproveite e estude cursos gratuitos no CTECVIDACRISTA.COM e comentários anteriores das Lições Bíblicas EBD. Ver outros comentários (anteriores) do trimestre em vigor no Site: www.portalebd.org

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