Jovens

Lição 8 - A batalha contra Ai III

IGREJA CRUZADA CRISTÃ PENTECOSTAL - SANTA MARIA DA VITÓRIA/BA

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

SEGUNDO TRIMESTRE DE 2020

Jovens: : TEMPO DE CONQUISTAS: fé e obediência no livro de Josué

COMENTARISTA: REYNALDO ODILO

COMENTÁRIO: EV. ANDRESON CÔRTE FERREIRA

LIÇÃO Nº 8 - A BATALHA CONTRA AI

A presente lição tem como Síntese: O pecado de um único homem fez com que os hebreus experimentassem a derrota em Ai.

E como objetivos:

Refletir a respeito da derrota dos hebreus na luta contra Ai;

Compreender o motivo que levou os hebreus à derrota;

E, Conscientizar a respeito do arrependimento e da restauração divina.

Sobre o texto do dia pode compreender que:

Se o povo de Deus fizesse três coisas, o Senhor responderia de três maneiras: O povo tinha de se humilhar (ou seja, submeter-se), orar (arrependendo-se) e voltar-se, ou retornar para Ele. Se fizesse assim, Deus iria ouvi-los, perdoar-lhes os pecados e sarar a sua terra (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 691).

I – A DERROTA EM AI

A cidade de Ai era uma pequena cidade a oeste de Jericó. Seu nome significa ruína e alguns inquirem se é possível que o nome aqui tenha alguma influência na interpretação propriamente dita do texto (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 377).

Para triunfar sobre a cidade de Ai, não seria necessário grande quantidade de soldados, por serem poucos o número de inimigos que ali habitavam (Js 7.3). Porém, a derrota sofrida por parte de Israel deve-se ao pecado cometido por Acã.

Três mil soldados subiram contra aquela cidade. Trinta e seis foram feridos, fato que deixou atormentado o exército de Israel que logo fugiu. Sendo a pior consequência da derrota a alegria que outrora movia os israelitas pela conquista de Jericó, transformou-se em tristeza pela derrota em Ai.

O termo pecado tem como significado errar o alvo. Sendo que o pecado é toda transgressão à vontade de Deus. O resultado da hamartía (palavra grega para pecado) é a morte, isto é, a transgressão traz a separação para com Deus.

As atitudes de Acã, além de violarem as instruções de Deus, também eram uma violação ao décimo mandamento (Êx 20.17).

Acã tentou, sem sucesso, esconder seu pecado de Deus, de quem absolutamente nada pode ser escondido (Sl 139.7-12). (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 379).

II – O MOTIVO DA DERROTA: O PECADO

A derrota na cidade de Ai está associada ao pecado cometido. O pecado passa a ser a explicação para as inúmeras derrotas sofridas pelos seres humanos.

A hamartiologia (doutrina Bíblica que estuda o pecado) resume as ações do pecado em três instancias: penalidade, poder e presença.

A penalidade do pecado é real na vida daqueles que não foram justificados em Cristo.

O poder do pecado é notável na vida daqueles que não se santificam em Jesus Cristo.

E a presença do pecado só perpetuará na vida daqueles que não serão glorificados com o Senhor Jesus Cristo.

A resposta de Deus após a ação de Josué de orar prostrado em terra foi: Levanta-te! Por que estas prostrado assim sobre o teu rosto? Israel pecou, e até transgrediram o meu concerto que lhes tinha ordenando, e até tomaram do anátema, e também furtaram, e também mentiram, e até debaixo da sua bagagem o puseram (Js 7.10,11).

A resposta de Deus a Josué e o luto dos líderes reforçaram a importância da santidade. Israel – e não apenas Acã – pecou, e Deus não toleraria esse tipo de coisa (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 378).

III – DEUS ENTREGA A CIDADE DE AI

Se no primeiro momento Israel subiu confiante da vitória e saiu derrotado por causa do anátema. No segundo instante a confiança era por parte dos habitantes da cidade de Ai. Porém, a confiança dos habitantes de Ai não garantiu a vitória para si, pois agora o povo de Israel tinha se santificado diante de Deus, fato que corroborou para com a vitória israelita.

A respeito da vitória pode sintetizar nas seguintes palavras interpretativas de Josué 8.30-35:

A vitória em Jericó, a derrota e o subsequente sucesso em Ai representavam importantes acontecimentos de tomada da terra. Vitórias posteriores, mesmo que tivessem sido tão dramáticas quanto as anteriores, receberam menos atenção individual na narrativa (capítulos 10 e 11) (RADMACHER; ALLEN; HOUSE, 2013, p. 381).

Referência:

RADMACHER, Earl D. ALLEN, Ronaldo B. HOUSE, H. Wayne. O Novo comentário Bíblico Velho Testamento. Rio de Janeiro: Editora Central Gospel, 2013.

Fonte: http://andresoncorte.blogspot.com/2020/05/subsidio-para-as-licoes-biblicas-jovens_18.html Acesso em 19 maio 2020

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