ASSEMBLEIA DE DEUS TRADICIONAL NO AMAZONAS
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2026
Jovens: ENTRE A VERDADE E O ENGANO — Combatendo Ideologias e Ensinos que se Opõem à Palavra de Deus
COMENTARISTA: Eduardo Leandro Alves
COMENTÁRIO: PB. ANTONIO VITOR DE LIMA BORBA

LIÇÃO 3 - A FALÁCIA DO RELATIVISMO ÉTICO-MORAL
O Objetivo deste comentário é contribuir para o preparo de sua aula, e apresentar um subsídio a parte da revista, trazendo um conteúdo extra ao seu estudo. Que Deus nos ajude no decorrer desta maravilhosa lição.
O CONCEITO E A NATUREZA DO RELATIVISMO MORAL
O relativismo ético-moral é o pensamento filosófico que fundamenta seus ideais na negação da existência de verdades morais universais e absolutas. Segundo seus defensores, a questão do errado varia de acordo com a cultura do individuo, tanto no aspecto social como no espiritual, fazendo, assim, que a moralidade seja relativizada e subjetivada, dependendo de cada contexto.
Sendo assim, segundo o relativismo ético-moral, não existe um padrão moral único e correto, onde cada grupo de indivíduos possui seu modelo de vida e moralidade, de acordo com o estilo de vida de cada um, seja esse estilo no campo social ou espiritual. Tudo vai depender do contexto, isto é, tudo passa a ser explicado com o termo “depende”.
Essa linha de pensamento acaba defendendo uma certa tolerância, ou seja, em certo sentido aquilo que eu penso ser errado, só o é para mim e eu não posso definir como erro para outra pessoa. Esse argumento define-se no ponto de vista de que nenhum individuo pode corrigir ou julgar o comportamento de outrem.
Sendo assim, a igreja entra em um grande risco iminente. Os sermões passariam a ser tratados como um pensamento adotado dentro de uma cultura, que dependendo do estado e do individuo não se enquadraria, assim como a Bíblia passaria a ser um livro com pouca importância para os que vivem longe da terra onde ocorreram os episódios dali escritos, ou os ensinos nela transmitidos.
PERSPECTIVA BÍBLICA SOBRE A MORAL
Quando olhamos a história da humanidade, sempre houve a necessidade da criação de códigos éticos relevantes para a composição de uma sociedade. O código de Hamurabi, por exemplo, por um longo período foi um compendio de leis que regiam a conduta dos indivíduos das sociedades antigas.
Do mesmo modo, o nosso Deus ao longo da história sempre apresentou padrões morais para que o ser humano viva em paz, harmonia e em comunhão com Ele. A nossa fé se baseia em princípios espirituais absolutos, que regem toda a igreja do Senhor em todos os lugares do mundo. Estamos falando da cultura do cidadão do céu; os que são contados como os integrantes do corpo de Cristo.
A nossa cultura herdada da natureza influenciada pelo pecado original, que nos convida diuturnamente para longe do Pai, sempre está inclinada para os assuntos e temas que nos distanciam do caminho a seguir. Para ela, os padrões éticos bíblicos são ultrapassados e não podem ser relevantes para nós. Precisamos ter muito cuidado nisso.
Quando lemos a Palavra de Deus, sempre encontraremos textos que nos convidam a mudar o nosso pensamento e olhar para o alto (Rm 12.2; Cl 3.1-4). Como cidadãos do céu, não podemos abrir mão daquilo que nos imprime a identidade de Cristo, pois já fomos crucificados nEle (Gl 2.20).
O IMPACTO DO RELATIVISMO NA SOCIEDADE E NA IGREJA
O relativismo tem crescido e avançado em muitas igrejas no tempo presente. Infelizmente, temos visto muitos líderes espirituais cedendo ao convite do Diabo e avançando em direção contraria à fé. Já encontramos aqueles que pediram revisão de textos bíblicos para serem mais inclusivos, outros querem anular parte da Bíblia, e isso é um perigo para a Noiva do Cordeiro.
Uma igreja que vive sob influência do relativismo, cede muito fácil às armadilhas do Diabo. Isso faz com que muitos caiam e fracasse na fé, e com isso sucumbem ao mal que os rodeia de perto.
O relativismo traz consigo o peso da confusão, onde tudo é questionado e tratado com displicência por parte dos que o segue. Por isso o convite divino segue gritando aos nossos ouvidos e batendo na porta do nosso coração, quando diz: “Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou e não torneis a meter-vos debaixo do jugo da servidão. […] Esta persuasão não vem daquele que vos chamou. Um pouco de fermento leveda toda a massa.” (Gl 5.8,9).
COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - PB. ANTONIO VITOR LIMA BORBA
