Jovens e Adultos Betel

Lição 9 - Jovens e Adultos - Betel - A singularidade de Jesus Cristo I

ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO MADUREIRA - SAMAMBAIA SUL/DF

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

QUARTO TRIMESTRE DE 2019

Jovens e Adultos - Betel - APOLOGÉTICA CRISTÃ: A importância da defesa da fé diante dos desafios da sociedade atual. .

COMENTARISTA: JOABES RODRIGUES DO ROSÁRIO

COMENTÁRIO: EV. ANCELMO BARROS DE CARVALHO

LIÇÃO Nº 9 - A SINGULARIDADE DE JESUS CRISTO

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INTRODUÇÃO

O Evangelho de João provavelmente é o livro que mais relatos têm sobre a singularidade de Jesus Cristo. Logo no inicio João fala da glória de Jesus Cristo demonstrada por meio de tudo que ele disse e fez e tem seu tema principal comprovar que Jesus é o Filho de Deus e que todo aquele que nEle crê tem a vida eterna. Jesus Cristo é apresentado por João sendo a figura central do Evangelho. João chama Jesus de o “Logos” assim, Ele é o Logos (Palavra). Todavia, o que diferencia é que o Logos também é o Filho do Pai, que se encarnou a fim de revelar Deus plenamente (Jo 1.14,18).

1. JESUS CRISTO, O UNGIDO DE DEUS

Cristo é a forma grega da palavra hebraica “Messias”, que literalmente significa, “o ungido”. Esta palavra é usada pelo costume de ungir com óleo como símbolo da consagração divina para servir. A unção era aplicados aos sacerdotes, e particularmente aplicado aos reis de Israel que reinavam como representantes de Deus . Em alguns casos o símbolo da unção era seguido pela realidade espiritual, de maneira que a pessoa vinha a ser, em sentido vital, o ungido do Senhor, (1 Sm 10.1, 6; 16.13). Saul foi o primeiro rei de Israel, porém não foi bem sucedido porque não guardou os mandamentos de Deus (1 Sm 10.1,24; 13.13,14), Davi, que o sucedeu a Saul foi “um homem segundo o coração de Deus”, um rei que considerava suprema em sua vida a vontade de Deus e que se considerava como representante de Deus. Mas apesar do rei Davi ser diferentes dos demais, a grande maioria dos reis se apartou do propósito divino e conduziu o povo à idolatria. Assim, os profetas expuseram a promessa da vinda de um rei da casa de Davi, esse seria maior do que Davi, sobre ele descansaria o Espírito do Senhor com um poder jamais visto (Is 11.1-3; 61.1). Apesar de Filho de Davi, também seria ele o Filho de Jeová , recebendo nomes divinos (Is 9.6,7; Jr 23,6). Distinto do rei Davi, seu reino seria eterno, e sob seu domínio estariam todas as nações. Esse era o Ungido, ou o Messias, ou o Cristo, e sobre ele concentravam-se as esperanças de Israel.

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http://www.ebd316.com.br/2019/11/evidencias-da-realidade-historica-de.html Acesso em 19 nov. 2019

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