Adultos

Lição 10 - O Senhor Jesus cura hoje IV

ASSEMBLEIA DE DEUS - IBOTIRAMA/BA

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

QUARTO TRIMESTRE DE 2020

Adultos - O VERDADEIRO PENTECOSTALISMO: a atualidade da doutrina bíblica sobre a atuação do Espírito Santo

COMENTARISTA: ESEQUIAS SOARES DA SILVA

COMENTÁRIO: PR. JOSAPHAT BATISTA SOARES

LIÇÃO 10 - O SENHOR JESUS CURA HOJE

- INTRODUÇÃO:

- A promessa da cura divina é parte inerente da pregação do Evangelho e cumpre o propósito de glorificar a Deus e abrir as portas para a salvação. “Verdadeiramente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido” (Is 53.4). Cura divina: Restabelecimento da saúde física, emocional e espiritual através do poder do Espírito Santo. A promessa bíblica da cura divina provém da inaudita graça de Deus para com o pecador e tem sido uma das marcas identificadoras da pregação Pentecostal ao redor do mundo. A cura divina não cessou após os dias apostólicos. Ela permanece à disposição daqueles que crêem na Palavra de Deus, cumprindo assim uma gloriosa finalidade como parte da pregação das boas-novas de salvação.

I – TEXTO BÍBLICO

(Isaías 53.4-6; Mateus 8.16,17).

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II - A PROMESSA DA CURA DIVINA NA EXPIAÇÃO

1. O significado da expiação. Cabe, de início, ressaltar que o texto de Isaías, na Leitura Bíblica em Classe, trata da doutrina da expiação pelo sangue do sacrifício, ensino claramente explanado no livro de Levítico, principalmente nos capítulos 16 e 23, e que teve seu pleno cumprimento na morte vicária de Cristo (Is 53.4-20; Mt 8.17; 1 Pe 2.24). A expiação, em suma, consiste na anulação da dívida gerada pelo pecado e na remoção e resgate do pecador do juízo do pecado e do seu domínio (Rm 6.6-14). Na época da Lei, a morte do transgressor era a exigência para cancelamento da sua dívida. Os sacrifícios levíticos, embora temporários, (caps. 1 a 7), cumpriam na Antiga Aliança esse papel substitutivo. Tinham, portanto, caráter provisório até que viesse Cristo, o perfeito sacrifício em nosso lugar. A razão disso é que essas ofertas sacrificais, instituídas na lei de Moisés, apontavam para o bendito, perfeito e definitivo sacrifício de Cristo no Calvário (Is 53.5,7). Assim, as ofertas da Antiga Aliança cessaram. Ele expiou de uma vez por todas os nossos pecados e quitou para sempre a dívida que nos era contrária (Cl 2.13-15; Hb 9.11,12; 1 Pe 2.24).

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