Adultos

Lição 7 - A queda do ser humano III

p>ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SETOR 31 (ERMELINO MATARAZZO,SÃO PAULO/SP)

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

QUARTO TRIMESTRE DE 2019

Adultos - A RAÇA HUMANA: Origem, queda e redenção

COMENTARISTA: CLAUDIONOR CORRÊA DE ANDRADE

COMENTÁRIO: EV. MARCOS JACOB DE MEDEIROS

LIÇÃO Nº 7 – A QUEDA DO SER HUMANO

Texto: Gênesis 3.1-7

Introdução: Ao pecar contra Deus, o homem perdeu o completo domínio sobre a criação e tornou-se vulnerável à morte, em Cristo, porém, temos o Reino e a vida eterna.

I - O LIVRE-ARBÍTRIO DO SER HUMANO

1. O livre-arbítrio

1.1. O livre-arbítrio é o poder que temos de escolher entre o bem e o mal (Dt 28.1; Js 24.15; 1Rs 18.21; Hb 4.7)

1.2. Com o livre-arbítrio somos:

. Seres autônomos

. Seres conscientes da própria existência

. Seres conscientes do nosso lugar no Universo criado por Deus

2. A soberania divina

2.1. É o direito absoluto que Deus possui sobre toda a sua criação (Êx 9.29; Dt 10.14; Sl 135.6)

. Deus age como lhe aprouver (Jr 18.6)

. Não nos cabe questionar a sabedoria do Todo-Poderoso (Rm 9.20)

. Todas as ações de Deus são fundamentadas em seu amor, justiça e sabedoria

2.2. O que Ele fez agora só viremos a compreender mais à frente (Jo 13.7)

2.3. Nós devemos descansar na vontade divina

3. A responsabilidade humana.

3.1. Entre o livre-arbítrio e a soberania divina encontra-se a nossa responsabilidade (Jr 35.13).

3.2. Deus nos chamará, um dia, a prestar contas quanto às nossas escolhas (Ec 11.9; 12.14)

. Haverá o juízo final (Ap 20.11-15).

II – A QUEDA, UM EVENTO HISTÓRICO E LITERAL

1. A possibilidade da queda.

1.1. Deus, no Éden, criou o homem livres para obedecê-lo ou não.

1.2. A ordem do Senhor concernente à arvore da vida foi bem clara (Gn 2.16,17)

. Se ignorassem a ordem, arcariam com as consequências

2. A realidade da tentação.

2.1. Eva foi enganada pela serpente (Gn 3.1-6; 2 Co 11.3)

2.2. No instante seguinte, Adão e Eva pecaram contra Deus (1 Tm 2.14)

2.3. Tendo em vista a representatividade de Adão, foi ele responsabilizado pela entrada do pecado no mundo (Rm 5.12).

3. A historicidade da queda.

3.1. A narrativa da queda do ser humano tem de ser acolhida como um relato histórico confiável, (2 Co 11.3; Rm 15.4).

3.2. A Bíblia Sagrada é - a inspirada, inerrante, infalível e completa Palavra de Deus.

III - AS CONSEQUÊNCIAS DA QUEDA DE ADÃO

1. A consciência do pecado.

1.1. Nossos pais herdaram uma consciência pecaminosa geradora de obras mortas (Gn 3.1-6; Tt 1.15; Hb 9.14)

. O pecado leva-nos a perder o brilho do rosto e o vigor físico (Sl 31.10; Sl 32.3).

1.2. Eis porque o homem precisa nascer da água e do Espírito (Jo 3.5).

2. A perda da comunhão com Deus.

2.1. No Éden conversavam com Deus, diariamente (Gn 3.8)

2.2. Em consequência de seu pecado, Adão e Eva foram expulsos da presença de Deus (Gn 3.23,24).

2.3. Agora, o homem para reatar a comunhão com Deus, tem de aproximar-se dele pela fé (Hb 11.6)

. Jesus é o nosso mediador (Rm 5.1)

3. A transmissão do pecado à espécie humana.

3.1. O pecado de Adão acabou por alcançar a todos os homens (Rm 3.23; 5.12)

. Até mesmo o recém-nascido já traz consigo essa semente (Sl 51.5)

. Muitas crianças são recolhidas por Deus, na fase de inocência, apesar da iniquidade dos pais (1 Rs 14.13; Mt 2.16)

3.2. Somente em Cristo podemos vencer tanto o pecado original como o experimental (1 Jo 1.7).

4. A enfermidade da Terra.

4.1. Por causa do pecado de Adão, até a própria Terra adoeceu. (Gn 3.17)

. A Terra geme (Rm 8.22)

4.2. Desde então o nosso planeta vem sofrendo com fomes, tremores de terra e inundações (Mt 24.7).

4.3. Após a Grande Tribulação, o planeta será curado de todas as suas enfermidades (Is 35)

5. A morte física.

5.1. A morte é a mais triste consequência do pecado (Rm 6.23)

5.2. A pior morte que alguém pode experimentar é a separação eterna de Deus; a segunda morte (Ap 2.11; 20.6).

5.3. Nós que temos a Cristo a morte não terá efeito, pois Ele é a ressurreição e a vida (Jo 11.25)

CONCLUSÃO: Devido à sua rebelião contra o Senhor, a raça humana teve de arcar com pesados encargos: a consciência do pecado, a perda da comunhão com Deus, a transmissão do pecado às gerações subsequentes, a enfermidade da terra e, finalmente, a morte física. A fim de sanear o pecado do homem. Deus, em sua presciência, já havia separado o Imaculado Cordeiro, desde a fundação do mundo, para redimir-nos de todos os pecados (Ap 13.8).

COLABORAÇÃO PARA O P0RTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. MARCOS JACOB DE MEDEIROS

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