Adultos

Lição 1 - Tabernáculo - um lugar da habitação de Deus II

ASSEMBLEIA DE DEUS - MONTE TABOR/IMPERATRIZ-MA

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

SEGUNDO TRIMESTRE TRIMESTRE DE 2019

Adultos - O tabernáculo: símbolos da obra redentora de Cristo

COMENTARISTA: ELIENAI CABRAL

COMPLEMENTOS, ILUSTRAÇÕES E VÍDEOS: PR. LUIZ HENRIQUE DE ALMEIDA SILVA

LIÇÃO Nº 1 – TABERNÁCULO - UM LUGAR DA HABITAÇÃO DE DEUS

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A TEOLOGIA DE ÊXODO -

ÊXODO Introdução e Comentário - Por R. Alan Cole, Ph. D. Menzies College, da Universidade Macquarie - Sociedade Religiosa Vida Nova - Associação Religiosa Editora Mundo Cristão

Seria difícil encontrar um único tópico de importância do Velho Testamento, ou mesmo do Novo, que não esteja exemplificado no livro de Êxodo. Muitos dos temas, usados posteriormente na Bíblia, surgem realmente neste livro, na interpretação da experiência de Israel, através dos grandes acontecimentos que levaram à sua organização como povo e nação. Nesta Introdução Teológica consideraremos alguns pontos importantes relacionados com a natureza de DEUS. Nosso tratamento não visa esgotar o assunto; procura apenas ser uma parca introdução às riquezas teológicas do livro.

I. O DEUS que controla a história

DEUS é o controlador invisível de toda a história e de todas as circunstâncias. Isto se vê em Êxodo 1, embora o nome de DEUS não seja sequer mencionado até o versículo 20. Esta omissão não significa que o hebreu fosse irreligioso mas que, em contraste conosco, ele percebia a mão de DEUS em cada circunstância da vida, não simplesmente nos momentos mais cruciais em que DEUS agia através do que chamamos "milagres” . Nada estâ além de Seu poder e controle — nem mesmo a obstinação de um Faraó (4:21). Foi esta mesma convicção que levou os iraelitas a considerarem o êxodo como o maior acontecimento da História e como o ato redentor de DEUS em relação a Israel. Que o êxodo acontecera, israelita algum podia duvidar, pois haviam sido realmente salvos do poder do Egito. A única explicação provável para tal impossibilidade era a de que se tratava de uma obra de DEUS, pois todas as coisas estavam sob o Seu controle. Esse invencível poder de DEUS sobre a História, todavia, não é exercido arbitraria ou despropositadamente. Ele controla e regula todos os acontecimentos para o bem final de Seus filhos, quaisquer que sejam os efeitos imediatos. Isso é demonstrado no capítulo inicial de Êxodo; as próprias medidas repressivas adotadas contra Israel só fizeram com que os israelitas se multiplicassem mais (1:12). A providência amorosa de DEUS é vista mais uma vez na preservação da vida de Moisés e em sua adoção pela filha de Faraó (2:10), bem como na sorte das parteiras israelitas (1:21). Pode-se alegar que as parteiras haviam merecido a graça divina por sua fidelidade a DEUS (1:17) e que o menino Moisés nada havia feito para desmerecer o cuidado divino. DEUS, no entanto, mostra o mesmo amor a Moisés quando, por causa de seu ato intempestivo, ele acaba como um fugitivo sem vintém na terra de Midiã (2:15-22). Ninguém poderia afirmar que o ingrato Israel mereceu o amoroso cuidado divino, ao estudar sua história subseqüente (16:3, por exemplo), e sem sombra de dúvida, Israel fora tão indigno no Egito quanto o foi mais tarde no deserto. Assim, o que começou como a doutrina da providência de DEUS acaba por se tornar a doutrina da graça de DEUS, Seu favor e amor desmerecidos, derramados sobre os objetos indignos de Sua escolha.

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Fonte: http://ebdnatv.blogspot.com/2019/04/escrita-licao-1-tabernaculo-um-lugar-da.html Acesso em 03 abr. 2019

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