Adultos

    Lição 12 - Vivendo em constante vigilância III

    ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SETOR 31 - ERMELINO MATARAZZO - SÃO PAULO/SP

    PORTAL ESCOLA DOMINICAL

    PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2019

    Adultos - BATALHA ESPIRITUAL - O povo de Deus e a guerracontra as potestades do mal

    COMENTARISTA: ESEQUIAS SOARES DA SILVA

    COMENTÁRIO: EV. MARCOS JACOB DE MEDEIROS

    LIÇÃO 12 - VIVENDO EM CONSTANTE VIGILÂNCIA

    Texto: Mateus 26.36-41

    Introdução: A vigilância na fé cristã significa permanecer acordado quanto à vinda de Cristo, atento no zelo de não se afastar de Jesus e perseverar na cautela contra os falsos profetas

    I - O SIGNIFICADO DE VIGILÂNCIA

    1. Vigiar, estar alerta

    1.1. Vigiar (Gr: gregoreo)

    . Aparece 22 vezes na bíblia

    . A ideia principal dessa vigilância é escatológica (Mt 24.42,43; 25.13)

    . É denotado, também, para uma vigilância geral (1Co 16.13; Cl 4.2; 1Pe 5.8)

    1.2. O que Jesus quis dizer com 'vigiai comigo'

    . Que os discípulos ficassem acordados e continuassem a orar

    . Que se protegessem de alguma intromissão enquanto oravam

    2. Vigiar, guardar, cuidar

    2.1. Vigiar (Gr: agrypnéo): manter-se acordado, vigiar, guardar, cuidar

    . Duas vezes aparece no sentido escatológico (Mc 13.33; Lc 21.36)

    . Indica vigilância nas orações e súplicas (Ef 6.18)

    . Apresenta a ideia de 'cuidar ou velar' (Hb 13.17)

    3. Vigiar, ser sóbrio

    3.1. Vigiar (Gr: nepho): ser sóbrio

    . 1Ts 5.8; 2Tm 4.5; 1Pe 1.13

    3.2. Vigiar (Gr: nepho + gregoréo) :

    . aparece no sentido figurado de 'vigilância' (1Ts 5.6; 1Pe 5.8)

    3.3. Vigiar: (Gr: eknepo)

    . Aparece uma vez, somente (1Co 15.34)

    II - JESUS NO GETSÊMANI

    1. Getsêmani

    1.1. Getsêmani (Aramaico) : prensa de azeite

    1.2. Localizado no sopé do Monte das Oliveiras

    1.3. A revelação dos evangelhos sobre Getsêmani

    . Mateus e Marcos o identifica como 'Getsêmani' (Mt 26.36; Mc 14.32)

    . Lucas o identifica como 'aquele lugar' (Lc 22.40)

    . João o identifica 'o outro lado do ribeiro de Cedrom, onde havia um jardim (Jo 18.1)

    1.4. Jesus costuma se reunir com seus discípulos (Lc 22.39; Jo 18.2)

    2. A angústia de Jesus

    2.1. Como Jesus encarava a morte

    . De maneira serena (Mt 16.21; 17.22,23; 20.17-19; 26.1,2)

    2.2. O que dizer da expressão: 'a minha alma está cheia de tristeza até a morte' (Mt 26.37,38)

    . Não significa que Ele tivesse medo da morte

    . Significa que Ele temia ser separado do Pai para assumir os pecados da humanidade (2Co 5.21)

    . Ele tinha conhecimento que sua morte era a vontade do Pai (Jo 12.27)

    . Na cruz estava em jogo a salvação dos pecadores

    3. O Cálice (Mt 26.39)

    3.1. Deve ser entendido à luz do Antigo Testamento

    . É usado para uma situação miserável (Sl 11.6)

    . É usado para uma situação de felicidade (Sl 16.5; 23.5)

    . Indica a manifestação da ira de Deus (Sl 75.8; Is 51.17)

    3.2. Esse tipo de linguagem aparece no Novo Testamento

    . Ap 14.10; 1Co 10.16

    3.3. O Senhor Jesus refere-se ao cálice da ira de Deus como castigo da separação do Pai no momento da Cruz (Mt 27.46; Mc 15.34)

    . Estava chegando a hora de ser submerso na maldição, por nós, pecadores (Gl 3.13)

    III - EXORTAÇÃO Á VIGILÂNCIA

    1. No contexto escatológico

    1.1. Esta exortação está no sermão profético (Mt 24.36; Mc 13.32)

    . Jesus vai voltar, vigiemos constantemente

    2. Na vida cristã

    2.1. É o estado de alerta para não cairmos em pecado (1Co 16.13; 1Ts 5.6; 1Pe 5.8)

    . É um exercício contínuo da fé

    2.2. É o estado de alerta para aguardarmos a vinda de Jesus (Mt 24.37)

    3. 'Vigiai e orai' (v.41a)

    3.1. Vigiai: Aqui o sentido é: ficar vigilante para manter a fidelidade ao Senhor (Ef 6.18)

    3.2. Frase: 'A eterna vigilância é o preço da liberdade' (Beacon)

    4. O espírito e a carne (v. 41.b)

    4.1. Carne, aqui, significa:

    . A 'fragilidade da nossa natureza física' (Sl 78.39)

    . A fraqueza da natureza humana decaída (Ef 2.3)

    4.2. Há um contraste muito grande entre a carne e o espírito (Rm 8.5-9; Gl 5.17)

    Conclusão: A experiência de Jesus e dos seus discípulos no jardim nos ensina que cada cristão tem o seu Getsêmani e cada um de nós deve-se submeter à vontade do Pai.

    COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. MARCOS JACOB DE MEDEIROS

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