ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - GUARULHOS
PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2025
Adultos - E O VERBO SE FEZ CARNE – Jesus sob o Olhar do Apóstolo do Amor
COMENTARISTA: Elienai Cabral
COMENTÁRIO: PR. ANDERSON SOARES
LIÇÃO Nº 1 – O VERBO QUE SE TORNOU CARNE
(Obs. O texto em azul é uma reprodução do conteúdo da revista e o texto em preto é o texto comentado)
TEXTO ÁUREO
“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade (Jo 1.14)
Jesus como o "Unigênito do Pai" em João 1:14
Em João 1:14, Jesus é descrito como "glória como do unigênito do Pai". O termo grego usado aqui é μονογενὴς (monogenēs), que tem um significado teológico profundo. Ele não implica que Jesus foi criado, mas que Ele é único em Sua relação com o Pai, distinto de qualquer outro ser.
O conceito de monogenēs pode ser entendido de duas maneiras:
1. Qualitativamente – Jesus é único em sua natureza, compartilhando a mesma essência do Pai, o que reforça Sua divindade.
2. Relacionalmente – Jesus tem uma relação singular com Deus, diferente dos crentes que se tornam filhos por adoção (João 1:12).
A singularidade de Cristo como o Unigênito do Pai significa que Ele não é um filho no mesmo sentido que os crentes, mas é eternamente gerado pelo Pai, possuindo Sua mesma glória e essência divina. João 1:18 reforça essa ideia ao dizer que ninguém jamais viu a Deus, mas o Deus unigênito o revelou, enfatizando que Jesus é a expressão perfeita do Pai.
Portanto, ser o "Unigênito do Pai" em João 1:14 não se refere a uma criação, mas à exclusividade e eternidade do Filho em relação ao Pai, sendo Ele o único que pode revelar plenamente a glória e a natureza de Deus à humanidade. (as demais considerações sobre o verbo serão discutidas durante os tópicos)
COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - PR ANDERSON SOARES