29
Sat, Aug

Principais Noticias

Transmissão ao vivo da aula ministrada no Estudo Preparatório dos Professores e Amigos da Escola Bíblica Dominical da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Ministério do Belém - sede - São Paulo, às 19 horas (horário de Brasília) do dia 29 de agosto de 2015.

Watch live streaming video from portalebd at livestream.com

Texto: 2 Timóteo 3.1-4,14-16 - Introdução: O ensino da Palavra de Deus, de modo cuidadoso, pode evitar que a corrupção domine os corações dos salvos.O relativismo moral habita o pensamento na atualidade. O Diabo convence as pessoas de que nada é errado, tudo é relativo

 PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
ADULTOS - A IGREJA E O SEU TESTEMUNHO: As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS - PB. MARCOS JACOB DE MEDEIROS
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SETOR 31 ERMELINO MATARAZZO, SÃO PAULO/SP


Lição 09 - A CORRUPÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS


Texto: 2 Timóteo 3.1-4,14-16
Introdução: O ensino da Palavra de Deus, de modo cuidadoso, pode evitar que a corrupção domine os corações dos salvos.
I. OS TEMPOS TRABALHOSOS
1. Nos últimos dias (2Tm 3.1)
1.1 Fala a respeito da extrema corrupção dos últimos dias
1.2 Faz referência ao ataque gnóstico sobre a Igreja (1Jo 4.2,3)
2. Características dos falsos mestres que tumultuam a igreja
2.1 Amantes de si mesmos
. Buscam os seus interesses em primeiro lugar (1co 13.5)
2.2 Avarentos
. São amantes do dinheiro, fruto do seu egoísmo (1Tm 6.10)
2.3 Presunçosos, soberbos
. São homens cheios de orgulho, de arrogância, que se julgam superiores aos outros (Pv 6.16,17)
2.4 Blasfemos
. Blasfêmia é ofensa verbal a Deus, porém, ela não se limita às palavras (Mt 12.31)
2.5 Desobedientes a pais e mães e ingratos
. São péssimos exemplos de família (Ex 20.12)
2.6 Profanos e sem afeto natural
. Eles não respeitam as coisas sagradas (Lv 19.8,12)
2.7 Irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes e cruéis
. Nunca estão dispostos a perdoar e se reconciarem (2Pe 2.19)
. Cometem calúnias
. Não sabem se conter
. São pessoas impiedosas, desumanas (Ap 16.6)
2. Falsa aparência (2Tm 2.5)
2.1 Suas atitudes não condizem com a Palavra de Deus (Jo 10.12)
. Tem aparência de crente
. Vestem-se com aparência de crente
. Tem linguagem com aparência de crente. (2Tm 2.17)
II. PAULO, UM EXEMPLO DE OBREIRO EM TEMPOS DIFÍCEIS
1. Um obreiro exemplar (2Tm 3.10)
1.1 Paulo podia aconselhar a Timóteo, pois, era um seguidor autêntico de Jesus, na proclamação do evangelho e da doutrina de Cristo (1Co 2.2)
2. Modo de viver
2.1 Muitos pregam, porém, na prática não vivem aquilo que transmitem no púlpito
2.2 Paulo tinha um modo de viver que podia ser imitado por todos (Fp 3.17)
3. Intenção, fé, longanimidade e amor
3.1 O pastor autêntico tem estas quatro qualidades:
. Intenção: objeito pregar o evangelho
. Fé : com fé suportar as aflições no ministérios
. Longanimidade: Ter paciência com os fracos na sua igreja (Gl 5.22)
. Amor: Com amor ele vai cativar cada membro da sua igreja (1Co 13.1)
III. O ENSINO DA PALAVRA DE DEUS EM TEMPOS DIFÍCEIS
1. O valor do ensino bíblico
1.1 Deve ser investido recursos e tempo no ensino da Palavra de Deus
1.2 O ensino da Palavra leva o homem à santidade (Sl 119.104; Rm 15.4; 1Co 4.17)
2. Combatendo o ‘espírito do Anticristo’ com a Palavra de Deus (1Jo 2.18)
2.1 O relativismo
. O relativismo moral habita o pensamento na atualidade
. O Diabo convence as pessoas de que nada é errado, tudo é relativo (Gn 3.4,5)
2.2 Leis infames
. Leis que querem legalizar o uso das drogas e a prática do aborto.
. Devemos orar para que tais leis não venham a ter força (1Tm 2.1,2)
3. A Palavra de Deus e seus referenciais éticos (Mc 10.19; Mt 22.37,38)
. As leis de muitos países favorecem a imoralidade e a falta de ética na sociedade.
. O resultado disto é a tragédia que vem se abatendo na sociedade. (Pv 11.14; 29.2)
Conclusão: A Palavra de Deus é um guia seguro para conduzir o crente neste mundo de trevas morais e espirituais


COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - PB. MARCOS JACOB DE MEDEIROS

Professor, os dias não são fáceis para quem deseja servir a JESUS com humildade, sinceridade e fidelidade ao Senhor. São tempos que requer dos líderes, sobriedade, temperança, firmeza. A lição desta semana visa munir os alunos de conhecimento sólido do Evangelho de CRISTO a fim de que eles, autonomamente, discirnam a corrupção desses últimos dias.

 PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
ADULTOS - A IGREJA E O SEU TESTEMUNHO: As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMPLEMENTOS, ILUSTRAÇÕES, QUESTIONÁRIO e VÍDEOS - EV. LUIZ HENRIQUE DE ALMEIDA SILVA
ASSEMBLEIA DE DEUS - IMPERATRIZ/MA - CO0NGREGAÇÃO MONTE HERMOM

 

LIÇÃO 9 - A CORRUPÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS


NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm


TEXTO ÁUREO
"Mas estes, como animais irracionais, que seguem a natureza, feitos para serem presos e mortos, blasfemando do que não entendem, perecerão na sua corrupção." (2 Pe 2.12).


VERDADE PRÁTICA
O ensino da Palavra de DEUS, de modo cuidadoso, pode evitar que a corrupção domine os corações dos salvos.


Segunda - 1 Co 13.5 Quem tem amor "não busca seus interesses"
Terça - Rm 1.31 Homens sem DEUS, sem afeto natural
Quarta - 1 Jo 3.15 Qualquer que odeia ao seu irmão é homicida
Quinta - Mt 23.23-28 Quem ensina e não dá exemplo é hipócrita
Sexta - 1 Pe 3.15 O ensino bíblico dá segurança quanto à fé
Sábado - Fp 4.8 O crente precisa ter cuidado com aquilo que pensa


LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 2 Timóteo 3.1-4, 14-16
1 - Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; 2 - porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, 3 - sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, 4 - traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de DEUS, 14 - Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido. 15 - E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em CRISTO JESUS. 16 - Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça.
OBJETIVO GERAL
Descrever a corrupção dos últimos dias


OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Apontar as características dos tempos trabalhosos.
Apresentar o apóstolo Paulo como exemplo de obreiro em tempos difíceis.
Conscientizar os alunos acerca do valor do ensino bíblico nesses tempos trabalhosos.


INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Professor, os dias não são fáceis para quem deseja servir a JESUS com humildade, sinceridade e fidelidade ao Senhor. São tempos que requer dos líderes, sobriedade, temperança, firmeza. A lição desta semana visa munir os alunos de conhecimento sólido do Evangelho de CRISTO a fim de que eles, autonomamente, discirnam a corrupção desses últimos dias. Tal corrupção deve ser combatida por aqueles que têm a vocação ministerial para servir a Igreja de CRISTO JESUS na terra. Incentive os alunos a desenvolverem uma consciência crítica em relação a tudo o quanto se mostra claramente contra o princípio do Evangelho de CRISTO: amar a DEUS sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.


PONTO CENTRAL
Nesses tempos trabalhosos, o valor do ensino das Escrituras deve ser reconhecido e aplicado pelos verdadeiros obreiros do Senhor.
Resumo da Lição 9 - A Corrupção dos Últimos Dias
I - OS TEMPOS TRABALHOSOS
1. Nos últimos dias (v. 1).
2. Falsa aparência (v. 5).
II - PAULO, UM EXEMPLO DE OBREIRO EM TEMPOS DIFÍCEIS
1. Um obreiro exemplar (v. 10).
2. Modo de viver.
3. Intenção, fé longanimidade e amor.
III - O ENSINO DA PALAVRA DE DEUS EM TEMPOS DIFÍCEIS
1. O valor do ensino bíblico.
2. Combatendo o "espírito do Anticristo" com a Palavra de DEUS.
a) O relativismo. b) Leis infames.
3. A Palavra de DEUS e seus referencias éticos.


SÍNTESE DO TÓPICO I - O apóstolo Paulo descreveu as características malévolas dos dias trabalhosos.
SÍNTESE DO TÓPICO II - O apóstolo Paulo é um exemplo de vida piedosa exemplar para vivermos esses dias trabalhosos.
SÍNTESE DO TÓPICO III - O ensino da Palavra de DEUS tem o valor de combater o "espírito do Anticristo" e promover os referenciais éticos do Reino de DEUS.


CONHEÇA MAIS top1
*Tempo difíceis
"Essa passagem, a exemplo de outras, silencia a perspectiva otimista de alguns, de que a mensagem do evangelho se destina a converter a maior parte da humanidade e introduzir uma era de paz antes da volta de JESUS. O apóstolo faz contrastar essa visão com o aumento maléfico das condições morais e sociais tendentes a irem de mal a pior. O desafio cristão não é de apresentar a paz universal mas de permanecer fiel a DEUS em tempos de tribulação e promover o Evangelho da salvação de CRISTO, apesar da corrupção no interior da igreja e da perseguição externa de que é vítima". Leia mais em Guia do Leitor da Bíblia, CPAD, p. 843.


SUBSÍDIO DIDÁTICO top2
Outro exemplo que pode auxiliá-lo a mostrar o quanto um homem de DEUS pode ser um modelo para o povo escolhido do Senhor, com o objetivo de estimular ao povo a viver na presença de DEUS, é apresentarmos o contexto do profeta Malaquias. Igualmente ao do apóstolo Paulo, o profeta Malaquias vivia num contexto hostil aos valores do Eterno. Mas a vida do profeta foi capaz de demonstrar "que DEUS sempre amou seu povo, dizia Malaquias, mas este nunca havia assimilado a profundidade deste amor, e na verdade retribuía-o com desonra e desobediência (Ml 1.6-14). Tudo isto pode ser visto na própria indiferença do povo para com as ofertas, pois enquanto se empenhavam em importar o melhor para suas próprias casas, os sacrifícios eram da pior espécie, com animais cegos e doentes. Os próprios sacerdotes se voltavam contra DEUS, violando abertamente o compromisso de levitas (Ml 2.8). Além disso, muitos judeus tinham se divorciado de suas mulheres, sinalizando assim seu descaso para com os ensinamentos das Escrituras (Ml 2.10). Como resultado, o Senhor enviaria seu mensageiro messiânico para purgar o mal enraizado no coração do povo e purificar um remanescente que andaria diante da presença do Senhor em verdade" (MERRIL, Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento: O reino de sacerdotes que DEUS colocou entre as nações. 6.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p.548,49). Lembre aos alunos que o nosso DEUS conta com as nossas vidas para sermos sal da terra e luz do mundo (Mt 5.13-16) numa geração hostil à vontade do Senhor.


PARA REFLETIR - A respeito das Cartas Pastorais:
Paulo inicia o capítulo três falando a respeito de qual assunto?
Paulo inicia falando a respeito da extrema corrupção dos últimos dias.
O termo "últimos dias" se refere somente aos tempos escatológicos?
O termo "últimos dias" não se refere somente ao fim dos tempos escatológicos, mas faz referência ao ataque gnóstico sobre a Igreja.
Quais as características principais dos falsos mestres?
Amantes de si mesmos; avarentos; presunçosos, soberbos; blasfemos, etc.
Segundo a lição, qual era o verdadeiro propósito de Paulo?
Promover o Evangelho de CRISTO.
Quais são os "instrumentos" utilizados por Satanás nesses últimos dias?
O relativismo e Leis infames.
CONSULTE a Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 63, p. 40.
Você encontrará mais subsídios para enriquecer a lição. São artigos que buscam expandir certos assuntos.


SUGESTÃO DE LEITURA
Formando um Homem de DEUS, A Batalha pela sua mente e Neemias - Paixão pela fidelidade.


COMENTÁRIOS DE DIVERSOS COMENTARISTAS COM ALGUMAS MODIFICAÇÕES DO Ev. HENRIQUE
O apóstolo Paulo está preso num calabouço romano, na sala de espera do martírio. A fornalha da perseguição contra a igreja está acesa. Paulo dá suas últimas recomendações a Timóteo, um pastor jovem, doente e tímido, sobre como enfrentar vitoriosamente o tempo do fim. 2 Timóteo - O testamento de Paulo à igreja - Hernandes Dias Lopes - Comentários Expositivos Hagnos
Como enfrentar o fim dos tempos vitoriosamente
Os últimos dias (3.1a)
Sabe, porém, isto: nos últimos dias... (3.1a). Os últimos dias, segundo a opinião de John N. D. Kelly, denotam o período pouco antes da parousia e do fim da era presente. Nosso entendimento, porém, é que os últimos dias não são apenas uma referência escatológica aos últimos dias que precederão imediatamente a segunda vinda de CRISTO, mas também uma referência a todo o período compreendido entre a primeira e a segunda vindas de CRISTO. A nova era chegou com JESUS CRISTO e, por sua vinda, a era antiga passou, sendo agora o amanhecer dos últimos dias (At 2. l4-17; Hb 1.1,2).
De acordo com Calvino, os últimos dias são uma refe¬rência à condição universal da igreja cristã. Trata-se de uma descrição do presente, e não apenas do futuro. A história da igreja confirma que tem sido assim. Diz Stott que, quando o navio da igreja cristã foi posto no mar, não lhe foi dito que esperasse uma travessia serena e calma; ele tem sido golpeado por tormentas e tempestades e até por furacões.
Barclay é esclarecedor quando escreve:
Os judeus dividiam todo o tempo entre esta era presente e a era por vir. Esta era presente era totalmente má; e a era por vir era a idade de ouro de DEUS. Entre ambas as eras, estava o Dia do Senhor. Esse dia seria aquele no qual DEUS definiria e pessoalmente interviria para destruir este mundo a fim de refazê-lo. Esse Dia do Senhor seria precedido por uma época de terror; uma época na qual o mal se uniria para seu assalto final; uma época em que o mundo seria sacudido até seus fundamentos morais e físicos.
Tempos difíceis (3.1b)
O apóstolo é enfático quando escreve: Sabe, porém, isto: nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis; pois os homens serão... (3.1,2a).
Paulo diz que precisamos saber duas coisas acerca desse tempo do fim.
Em primeiro lugar, esse tempo não é fácil para ser vivido. Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis (3.1). Esses dias são duros, difíceis, furiosos e violentos. Paulo emprega o termo grego chalepos, o mesmo usado para descrever os endemoninhados gadarenos que estavam furiosos (Mt 8.28). Nas palavras de Warren Wiersbe, isso indica que a violência dos últimos dias será incitada pelos demônios (lTm 4.1). No grego clássico, o termo foi empregado em referência a perigosos animais selvagens e também ao mar violento.132 Ainda se aplica à conjunção ameaçadora dos corpos celestes.133 Esse tempo do fim é uma época de terrível florescimento do mal, em que todos os alicerces morais são sacudidos. E uma confrontação com as forças do mal. E como se o mundo se tornasse ainda mais mundano. Stott diz que esse tempo é marcado por uma ativa oposição ao evangelho.
O próprio Paulo tinha sido detido, algemado e colocado na prisão, como um prisioneiro comum, por causa de sua lealdade ao evangelho (1.11,12; 2.9). Na Ásia, todos o tinham abandonado como Timóteo bem o sabia (1.15). Mas por que Paulo ordena a Timóteo saber aquilo que ele já sabe? E que ele quer enfatizar que a oposição à verdade não é uma situação passageira, mas uma característica permanente da presente era. Hendriksen está correto em dizer que esses serão tempos de impiedade crescente (Mt 24.12; Lc 18.8), que culminarão no clímax da maldade, a revelação do homem do pecado (2Ts 2.1-12).
Em segundo lugar, o caos da sociedade é resultado daquilo que os homens são. Pois os homens serão egoístas... (3.2a). O mal não está fora, mas dentro do homem. Equivocou-se Jean-Jacques Rousseau quando declarou que o ser humano é essencialmente bom. Errou John Locke quando afirmou que o homem é uma tabula rasa, uma folha em branco, produto do meio. Não é o meio que corrompe o homem; é o homem que corrompe o meio. O ser humano não está corrompido por causa do mundo ao redor; o mundo ao redor está corrompido por causa do ser humano. O mal não vem de fora; vem de dentro do próprio homem. E do coração humano que procedem todos os maus desígnios. A sociedade rendida ao pecado é apenas um reflexo do próprio homem pecador. A decadência da sociedade está relacionada com o que os homens são e consequentemente com o que os homens fazem. Vejamos a descrição do apóstolo: a sociedade está decadente porque os homens estão invertendo os valores de DEUS. Paulo diz que as pessoas direcionam seu amor para si mesmas, para o dinheiro e para o prazer: poder, dinheiro e sexo. O que está essencialmente errado com essas pessoas é que o seu amor está mal dirigido. Em vez de serem em primeiro lugar amigos de DEUS, são amantes de si mesmos, do dinheiro e do prazer. Concordo com Warren Wiersbe quando ele diz que o cerne do problema é o coração. DEUS ordena que o amemos acima de todas as coisas e que amemos ao próximo como a nós mesmos (Mt 22.34-40), mas, se amarmos a nós mesmos acima de tudo, não amaremos a DEUS nem ao próximo.
No universo há DEUS, pessoas e coisas. Nós devemos adorar a DEUS, amar as pessoas e usar as coisas. Mas, se começamos adorando a nós mesmos, acabaremos ignorando DEUS, amando as coisas e usando as pessoas. Este é o triste diagnóstico da sociedade.
Conduta moral corrompida (3.2-4)
O diagnóstico que Paulo dá da sociedade é sombrio:
Pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de DEUS (2Tm 3.2-4).
Qual é a descrição que Paulo faz da sociedade? Como vivem os seres humanos? Quais são suas marcas? John N. D. Kelly diz que esse tempo é marcado por um repúdio geral à lei, à decência e à afeição natural. O presente “catálogo de vícios” deve ser comparado a Romanos 1.29-32. Embora não possamos afirmar que Paulo tinha uma divisão clara em sua mente, vamos analisar algumas categorias apenas para nos ajudar no entendimento do assunto.
Em primeiro lugar, a conduta moral em relação a nós mesmos. Quatro pecados mencionados estão relacionados à relação do ser humano consigo mesmo.
1. Os homens serão egoístas. A palavra grega filautós, traduzida por egoístas, significa literalmente “amantes de si mesmos”. As pessoas são narcisistas: amam a si mesmas e só se importam com o próprio bem-estar. São como o “ouriço”: têm veludo por dentro e espinhos por fora. Essa tendência à idolatria do eu tem arrebentado com os relacionamentos na família, na igreja e na sociedade. Concordo com Barclay quando ele diz que o egoísmo é o pecado básico do qual provém os demais pecados. No momento em que a pessoa torna sua vontade e seu desejo o centro de sua vida, destrói as relações com DEUS e com o próximo. Uma vez que a pessoa se erige como DEUS, a obediência a DEUS e o amor ao próximo se tornam impossíveis. A essência do cristianismo não é o egoísmo, mas o amor ao próximo.
2. Os homens serão jactanciosos. A palavra grega alazon significa “fanfarrões, gabolas”. Refere-se às pessoas que tocam trombeta proclamando virtudes que não têm que se apresentam mais fortes, mais sábias, mais ricas do que na verdade são. São como o albatroz, que têm o papo muito grande. São como restolho que, embora chocho, jamais se curva. Plutarco usou esse termo grego para descrever o médico charlatão. Aristóteles o utilizou para a pessoa que se apresenta como melhor do que na verdade é. Xenofonte diz que essa palavra era usada em alusão àqueles que pretendem ser mais ricos do que são, mais valentes do que são, e que prometem fazer o que não podem cumprir. John N. D. Kelly diz que a descrição jactanciosos têm que ver com palavras, gestos e o comportamento externo; e arrogantes, que veremos a seguir, com sentimentos interiores.
3. Os homens serão arrogantes. A palavra grega huperefanos significa “soberbo”. E aquele que se mostra por sobre os demais, que olha para os outros empoleirado no palco da vaidade, e vive de nariz empinado e andando de tamanco alto. Arrogantes são aqueles que têm mania de grandeza e veem a si mesmos como superiores aos demais, nutrindo certo desprezo por todos, exceto por si próprios. Essas pessoas soberbas, na igreja, vestem as roupagens de Diótrefes (3Jo 9) e veem as demais como concorrentes. A essas pessoas DEUS resiste (lPe 5.5).
4. Os homens não terão domínio de si. A palavra grega akrates significa “sem domínio próprio”. São os indivíduos escravos de si mesmos. Dominados por suas paixões, desejos e vícios, são escravos da ira, da língua, do sexo, das drogas. O verbo kratein significa “controlar, ter poder sobre algo”. O homem pode chegar a um grau em que, longe de autocontrolar-se, se converte em escravo de um hábito ou de um desejo. Esse caminho é inevitavelmente o caminho da ruína, porque ninguém pode dominar nada, a não ser que em primeiro lugar domine a si mesmo Em segundo lugar, a conduta moral em relação ao próximo. Seis pecados são mencionados pelo apóstolo Paulo.
1. Os homens serão implacáveis. A palavra grega aspondos significa “sem trégua, sem acordo, sem perdão”. Logo, aspondos refere-se à pessoa irreconciliável, cujo ódio arde como fogo. Um indivíduo aspondos age como os moabitas que, não satisfeitos em nutrir ódio consumado pelos edomitas, exumaram o corpo do rei de Edom, apenas para queimar seus ossos (Am 2.1). Trata-se de uma ira que não cessa de arder. Barclay esclarece que aspondos pode significar duas coisas. Pode referir-se ao homem que abriga um ódio tão profundo e implacável que nunca chegará a um acordo com quem tem discutido. Ou pode significar que o homem tem tão pouca honra que chegará a romper e desconsiderar os termos de um acordo.
2. Os homens serão caluniadores. A palavra grega diabolos significa “caluniador”. O diabo é o padroeiro dos caluniadores e o senhor de todos eles. E o pecado de espalhar contendas, disseminar intrigas, jogar uma pessoa contra a outra, destruir pontes de contato e cavar abismos nos relacionamentos. Esse é o pecado que DEUS mais abomina (Pv 6.16,19). Um caluniador destrói o maior patrimônio que uma pessoa tem: seu nome.
3. Os homens serão cruéis. A palavra grega anemeros era aplicada mais apropriadamente a uma fera selvagem que a um ser humano. Portanto, seu significado aqui é o de um indivíduo tão selvagem que não tem nenhuma sensibilidade nem simpatia. Suas palavras machucam, suas ações ferem e suas reações são intempestivas e avassaladoras.
4. Os homens serão traidores. A palavra grega prodotes significa “delator”. E a pessoa entreguista, em quem não se pode confiar. São os informantes traiçoeiros. Agem como Alexandre, o latoeiro (2Tm 4.14), que delatou o apóstolo Paulo, culminando em sua segunda prisão e consequente martírio. Os traidores comportam-se traiçoeiramente como Judas Iscariotes. São víboras peçonhentas, lobos vorazes, rochas submersas, perigos implacáveis.
5. Os homens serão atrevidos. A palavra grega propetes significa “uma pessoa levada pela paixão”. E usada para descrever aquele indivíduo que não para de falar ou agir movido completamente por sua paixão, incapaz de pensar de forma prudente e sensível. E o ser humano que não se detém diante de nada para obter seus propósitos.
6. Os homens serão inimigos do bem. A palavra grega afilagathos significa “aquele que não gosta de boas amizades”. Esses são como urubus preferem a podridão. Seu paladar moral perdeu completamente a sensibilidade. Essas pessoas têm uma atração mórbida por aquilo que está podre.
Em terceiro lugar, a conduta moral em relação a DEUS. Quatro pecados são descritos na relação do homem com DEUS.
1. Os homens serão blasfemadores. A palavra grega blasfêmia significa “insulto a DEUS e aos homens”. Descreve aqueles indivíduos que desandam a boca para falar contra DEUS e contra o próximo, zombam de DEUS e escarnecem do próximo com suas palavras carregadas de veneno. E a crítica cruel a DEUS e aos homens.
2. Os homens serão ingratos. A palavra grega akaristos significa “sem graça, sem gratidão”. Refere-se às pessoas que se negam a reconhecer sua dívida com DEUS e com o próximo. Barclay diz que esse é o pecado que mais fere porque é o mais cego de todos. O termo se refere às pessoas que, mesmo recebendo tudo, não retribuem nada. São como os nove leprosos curados que não voltaram para agradecer. São como Brutus, que, mesmo arrancado da sarjeta pelo imperador Júlio César, foi o algoz que o apunhalou pelas costas.
3. Os homens serão irreverentes. A palavra grega anosios significa “indecente”, ou seja, o indivíduo que vive abertamente no pecado sem qualquer recato ou pudor. Trata-se daquela pessoa que já perdeu a vergonha e cujo único objetivo de vida é satisfazer seus desejos pervertidos.
4. Os homens serão mais amigos dos prazeres que de DEUS. Essas pessoas adoram a si mesmas em vez de adorar a DEUS. São ególatras e narcisistas. Estão embriagadas de amor por si mesmas. Vivem para satisfazer os próprios desejos. Fazem da vida uma corrida desenfreada em busca do prazer imediato. São consumados hedonistas.
O lazer, a diversão, o culto ao corpo e o culto ao estômago estão tomando o lugar de DEUS na sociedade contemporânea. A televisão, o cinema, o futebol, os salões de jogos, os jogos de internet estão ocupando a mente e o tempo dos crentes. Em média, os cristãos passam 25 horas/semana diante da televisão e apenas 1 hora/semana estudando a Bíblia na Escola Dominical. Muitas pessoas que frequentam a igreja ainda vão a boates, clubes noturnos e casas de shows. O mundo as está apanhando em sua rede. Hans Burki diz que a raiz do problema dessas pessoas é que elas colocam a si mesmas e seus deleites acima de DEUS. Buscar ser igual a DEUS significa colocar a si mesmo no lugar de DEUS, transformando-se em DEUS e destituindo o Senhor.
Em quarto lugar, a conduta moral em relação à família. Dois pecados são mencionados.
1. Os homens serão desobedientes aos pais. Este é o maior sinal de decadência de um povo. Quando os filhos não respeitam mais os pais, perderam por completo qualquer respeito à autoridade. E o que se espera daí é a anarquia e a confusão.
2. Os homens serão desafeiçoados. A palavra astorgos significa “sem amor familiar”. Sem o amor entre pais e filhos e sem a afeição no lar, não pode existir famílias saudáveis. Os filhos precisam se converter aos pais, e os pais, aos filhos.
Em quinto lugar, a conduta moral em relação ao dinheiro.
Isso porque os homens serão avarentos. A palavra grega filarguros, traduzida por avarentos, significa literalmente “amantes da prata”. Éfeso era a casa do tesouro da Ásia Menor. Muitas pessoas ali se perderam não por causa da pobreza, mas da riqueza. Mais pessoas perdem sua alma na fartura do que na escassez. O dinheiro é o deus mais adorado deste século. As pessoas matam, morrem, casam-se e divorciam-se por amor ao dinheiro.
1 Timóteo 3.14-16
A firmeza dos fiéis (3.14). A ordem de Paulo a Timóteo para permanecer firme nas Escrituras nunca foi tão oportuna quanto em nossa geração, pois, como diz Stott, “os homens se orgulham de inventar um novo cristianismo com uma nova teologia e uma nova moral, tudo isso dando sinais de uma nova reforma”, Paulo ordena que Timóteo permaneça firme nas Escrituras, e isso porque ele não as aprendeu de nenhum aventureiro espiritual, mas, desde a infância, de sua avó e de sua mãe (1.15; 3.15) e mais tarde do próprio apóstolo Paulo, a quem JESUS confiara esse sagrado depósito (1.2; 1.6; 1.11,12; 3.10).
Em segundo lugar, a superioridade da Palavra de DEUS em relação ao engano dos impostores (3.15-17). As Escrituras são sagradas, confiáveis e úteis. A Bíblia é o Livro dos livros: inspirada por DEUS, escrita por homens santos, concebida no céu, nascida na terra, odiada pelo inferno, pregada pela igreja, perseguida pelo mundo e crida pelos fiéis. A Palavra de DEUS é infalível, inerrante e suficiente. E vencedora invicta em todas as batalhas. Tem saído ilesa do ataque implacável dos críticos e das fogueiras da intolerância. A Palavra de DEUS é a bigorna que tem quebrado todos os martelos dos céticos. Homens perversos se esforçam para destruí-la, queimá-la, escondê-la ou atacá-la, mas ela tem saído incólume de todas essas investidas. E viva e poderosa. E atual e oportuna. E a divina semente. Por meio dela somos gerados de novo. Por meio dela cremos em CRISTO. Por meio dela somos fortalecidos. A Palavra de DEUS é água para os sedentos, pão para os famintos e luz para os errantes. Por meio dela somos santificados e através dela recebemos poder. Ela é a arma de combate e o escudo que nos protege. E mais preciosa que o ouro e mais doce que o mel.
Duas verdades devem ser aqui destacadas em relação à Palavra:
Primeiro, a origem das Escrituras. Toda a Escritura é inspirada por DEUS... (3.16a). As Escrituras não são fruto da lucubração humana, mas da revelação divina. Elas não provêm da descoberta humana, mas do sopro divino. Toda a autoridade das Escrituras depende exclusivamente da sua origem divina. A palavra grega theopneustos significa literalmente “soprada por DEUS”. Isso não quer dizer, porém, que DEUS anulou a personalidade, o estilo ou a preparação de seus escritores, uma vez que esses homens santos falaram movidos pelo ESPÍRITO SANTO (2 Pe 1.21). Significa, porém, que as Escrituras surgiram na mente de DEUS e foram comunicadas pela boca de DEUS, pelo sopro de DEUS ou pelo seu ESPÍRITO. As Escrituras são, pois, no verdadeiro sentido do termo, a Palavra de DEUS, porque DEUS as disse. E como os profetas costumavam anunciar: a boca do SENHOR o disse E importante destacar que toda a Escritura, e não apenas parte dela, é inspirada por DEUS. Tanto o Antigo quanto o Novo Testamentos compõem as Escrituras (3.14; 2 Tm 5.18; ICo 2.13; 2 Co 2.17; 13.3; Gl 4.14; Cl 4.16; l Ts 2.13; 5.27; 2 Pe 3.16). Muitos liberais aproximam-se das Escrituras carregados de ceticismo e contestando toda inspiração, inerrância e infalibilidade. Há aqueles que, enganosamente, afirmam que as Escrituras apenas contêm a Palavra de DEUS, mas não são a Palavra de DEUS. Outros negam sua historicidade e tentam, jeitosamente, explicar seus registros históricos e seus milagres de forma metafórica. Permanece a verdade inabalável de que toda a Escritura é inspirada por DEUS. Sobre esse sólido fundamento, devemos erigir nossa fé. João Wesley usou uma forte lógica para provar a origem divina das Escrituras:
A Bíblia foi concebida por uma das três fontes: 1) por homens bons ou anjos; 2) por homens maus ou demônios; 3) ou por DEUS.
Primeiro, a Bíblia não poderia ter sido concebida por homens bons nem por anjos, porque ambos não poderiam escrever um livro em que mentissem em cada página escrita em que houvesse as palavras: Assim diz o SENHOR, sabendo perfeitamente que o Senhor nada dissera e que todas as coisas tivessem sido inventadas por eles. Segundo, a Bíblia não poderia ter sido concebida por homens maus ou demônios, porque não poderiam escrever um livro que ordena a prática de todos os bons conselhos, proíbe pecados e descreve o castigo eterno de todos os incrédulos. Portanto, concluo que a Bíblia foi concebida por DEUS e revelada aos homens.
Segundo, o propósito das Escrituras (3.15-17). Se a origem das Escrituras nos fala de onde ela provém, seu propósito trata do que ela pretende. Vejamos três faces desse propósito.
1. As Escrituras conduzem as pessoas à salvação. "E que desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação..." (3.15). A Bíblia é essencialmente um manual de salvação. Seu propósito mais alto não é ensinar fatos da ciência que o homem pode descobrir por sua investigação experimental, mas ensinar fatos da salvação que nenhuma exploração humana pode descobrir e somente DEUS pode revelar. As Escrituras falam sobre a criação e a queda. Ensinam sobre o juízo de DEUS e também de seu amor redentor.
2. As Escrituras anunciam a salvação por intermédio de CRISTO. ... pela fé em CRISTO JESUS (3.15b). A salvação é por meio de CRISTO. No Antigo Testamento, as pessoas eram salvas pelo CRISTO da promessa; no Novo Testamento, elas são salvas pelo CRISTO da história. No Antigo Testamento, as pessoas olhavam para a frente, para o CRISTO que haveria de vir; no Novo Testamento, elas olham para trás, para o CRISTO que já veio. No Antigo Testamento, as pessoas creram no CRISTO da promessa; no Novo Testamento, as pessoas creram no CRISTO da história. O Antigo Testamento anuncia a promessa e a preparação para a chegada de CRISTO. Os Evangelhos expõem o nascimento, a vida, o ensino, os milagres, a morte, a ressurreição e a ascensão de CRISTO. O livro de Atos relata a propagação do evangelho de CRISTO desde Jerusalém até Roma. As epístolas apresentam a ilimitada glória da pessoa e da obra de CRISTO, aplicando-a a vida do cristão e da Igreja. O Apocalipse traz a consumada vitória de CRISTO e da sua igreja. CRISTO é o centro da eternidade, da história e das Escrituras. Ele é o Salvador do mundo, o único nome dado entre os homens pelo qual importa que sejamos salvos (At 4.12).
3. As Escrituras tratam tanto da doutrina quanto da conduta ... "é útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de DEUS seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra" (3.16b, 17). Pressupõe-se ensino ou doutrina (o que é certo); repreensão (o que não é certo); correção (como se tornar certo); educação na justiça (como permanecer certo). John N. D. Kelly explica essa passagem da seguinte forma:
A Escritura é pastoralmente útil para o ensino, isto é, como fonte positiva de doutrina cristã; para repreensão, isto é, para refutar o erro e para repreender o pecado; para a correção, isto é, para convencer os mal-orientados dos seus erros e colocá-los no caminho certo outra vez; e para a educação na justiça, isto é, para a educação construtiva na vida cristã.
2 Timóteo - O testamento de Paulo à igreja - Hernandes Dias Lopes - Comentários Expositivos Hagnos
Comentários extras do Ev. Henrique
Corrupção para mim é o apodrecimento do corpo, é a putrefação, a decomposição, a adulteração das características originais. O corpo de JESUS não viu corrupção, quer dizer, não apodreceu no sepulcro. At 2. Assim a corrupção da igreja nos últimos dias é a falta do verdadeiro alimento e a inanição espiritual. Falta de doutrinas bíblicas explicadas sistematicamente e falta da presença visível de DEUS com sinais, prodígios e maravilhas. O horário para ensino da bíblia foi absolvido pelas músicas, danças, avisos e apresentações teatrais.
Avarentos - literalmente, “amor do dinheiro”, é traduzido em Lc 16.14 e 2 Tm 3.2 por “avarento”, sendo o significado mais amplo e devido a “amantes de dinheiro”.
E tu. dentre todo o povo, procura homens capazes, tementes a DEUS. homens de verdade. que aborreçam a avareza: e põe-nos sobre eles por maiorais de mil. maiorais de cem. maiorais de cinquenta e maiorais de dez" (Ex 18.21).
Soberbos - arrogantes - “A soberba do homem o abaterá, mas o humilde de espírito obterá honra" (Pv 29.23).
huperephanos significa “mostrar-se a si mesmo acima dos outros” (formado de huper. “muito acima de”, e phainomai, “aparecer, ser manifesto”), embora muitas vezes denote “preeminente”, sempre é usado no Novo Testamento no mau sentido de “arrogante, desdenhoso, orgulhoso, altivo. soberbo” (Lc 1.51; Rm 1.30; 2 Tm 3.2; Tg 4.6 e 1 Pe 5.5). Nos dois últimos textos, e posto em contraste com o termo tapeinos, “humilde, humildemente”. Contraste com o substantivo huperephania, que ocorre em Mc 7.22 (“soberba”).
Presunçosos - Presunção, s.f. Pretensão; opinião excessivamente boa acerca de si mesmo; demonstração dessa opinião em público; expressão de vaidade, afetação. Segurança ou confiança que se tem em si mesmo.
Blasfemo:
A. Substantivo. blasphemia, formado ou de blax, “indolente, estúpido", ou, provavelmente, de blapto, F “ferir, magoar, injuriar**, pheme. "linguagem** (em português, “blasfêmia”) ocorre muitas vezes (por exemplo, em Mt 15.19; Mc 7.22; Ef 4.31; Cl 3.8: 1 I Tm 6.4: Jd 9). A palavra “blasfêmia” esta praticamente limitada à linguagem difamatória acerca da Majestade Divina. (LINGUAGEM MÁ, ULTRAJAR).
B. Verbo. blasphemeo. “blasfemar, vituperar. zangar-se com ou ultrajar”, é usado:
(a) de modo geral, acerca de qualquer linguajar insultante, ultra, calunia vitupério, etc., como os que se zangaram com CRISTO (por exemplo, Mt 27.39; Mc 15.29; Lc. 65: 23.39);
(b) a respeito daqueles que falam denhosamente de DEUS ou das coisas sagradas por exemplo. Mt 9.3; 26.65; Mc 3.28: Rm 2.24; 14.16; 1 Co 4.13; 10.30; 1 Tm 1.20; 6.1; Tt 3; 2 Pe 4.4; 2 Pc 2 .2 .1 0 ,1 2 : Jd 8.1 0 : Ap 13.6;
16.9,11,21). O verbo (na forma do particípio preme) significa “blasfemador. falar blasfêmias” (At 9.37; Mc 2.7).
No original, não há substantivo que represente femador em nosso idioma. Tal termo é expresso pelo verbo blasphemeo ou pelo adjetivo blasphemas.(CALUNIAR. INJURIAR EM RELATÓRIO ULTRAJAR.
C. Adjetivo. blasphemos “linguagem abusiva, iciosa” (At 6.11,13: 1 Tm 1.13; 2 Tm 3.2; 2 Pe 1).
O longânimo tem pavio longo. Seria como se alguém acendesse o pavio de uma banana de dinamite com vários metros de distância. Até que o o fogo chegasse à dinamite daria tempo de se pensar, analisar todas as possibilidades de não se ter que explodir a dinamite, ai então se apagava o pavio. Já o que que tem pavio curto, não é longânimo, explode rapidamente sem dar tempo de analisar a situação.
Nós, os obreiros, somos o exemplo para o rebanho. Quando JESUS mandou João escrever cartas às igrejas, mesmo sabendo do pecado da maioria, endereçou suas cartas aos anjos das igrejas, aos pastores. Nós obreiros devemos andar na frente das ovelhas mostrando o caminho correto.
Exemplo de corrupção na Igreja:
Quem quer a todo custo um cargo ou posição na igreja, por exemplo, levanta a mão nas reuniões apoiando qualquer posição tomada pela liderança, mesmo que seja contrária à bíblia ou ao seu julgamento interno. O que lhe importa é agradar àqueles que podem lhe dar a posição ou cargo ou salário desejado.
Quando um pastor faz vista grossa para o pecado de alguém que dá um bom dízimo. ou que seu parente próximo dá um bom dizimo.
Quando o pastor promete conseguir na igreja muitos votos para um candidato que lhe prometeu um cargo para seu filho ou telhas e tijolos para a construção da igreja.
O povo diz que vai a igreja adorar a DEUS, para ver JESUS, mas quando ele chega e começa a fazer milagres o povo vai embora assistir TV ou comer uma pizza e deixa JESUS lá só com os doentes. Geralmente quando termino de orar pelos doentes e enfermos só tem 20 pessoas na igreja, o restante tinha coisa mais importante para fazer lá fora. Na maioria das vezes procuro o pastor e ele já foi também, o que é mais triste.


Ev. Henrique
DESGRAÇAS DOS ÚLTIMOS DIAS. 3:1-9
1. Como em 1 Tm 4:1 ss, Paulo agora relembra a Timóteo (Sabe, porém, isto) acerca da convicção cristã primitiva de que o período que antecederia a volta de CRISTO seria de crise agonizante, envolvendo um colapso de padrões morais. Visto que está fazendo uso de matéria profética corrente na igreja, naturalmente emprega o tempo do futuro, mas logo se toma aparente que sua atenção está fixa no presente, quando aquelas predições estão sendo por demais exatamente cumpridas. Sua lição é que Timóteo, longe de ficar desanimado, deve ficar de sobreaviso, e, em certo sentido, até mesmo estimulado, pelas evidências ao seu redor da má conduta e da fé religiosa insatisfatória, que o Apóstolo classifica juntas, visto que todas fazem parte do padrão dos eventos que foi profetizado. Para a expressão Nos últimos dias, cf. At 2:17; Tg 5:3; 2 Pe. 3:3; Jd 18. Não é achada nas Paulinas reconhecidas (mas cf. 1 Tm 4:1: “nos últimos tempos”), denota o período pouco antes da Parousia e do fim da era presente. A igreja apostólica acreditava que o próprio CRISTO predissera que estes eventos seriam introduzidos por uma crise do mal, inclusive a emergência, de impostores religiosos e uma apostasia geral (Mt 24; Mc 13; Lc 21), e a apocalíptica judaica previu um colapso total da moralidade diante da vinda do Messias. Paulo, portanto, pode aceitar como verdade estabelecida (cf. 2 Ts 2:3-12) de que sobrevirão tempos difíceis, i.é, penosos e perigosos para os servos verdadeiros de DEUS, e a situação deplorável em Éfeso parece fornecer confirmação empírica do fato. A fim de descrever o colapso moral dos últimos dias Paulo introduz (w. 2-5) um catálogo de vícios do tipo que ocorre freqüentemente nas suas cartas reconhecidas: ver sobre 1 Tm 1:9. Esta lista específica tem uma semelhança notável, no conteúdo bem como na construção retórica e o uso de assonância, àquela em Rm 1:29-31, mas também há diferenças que tomam implausível a hipótese de empréstimo direto. O fato de que os paralelos mais notáveis de estilo e de vocabulário acham-se em Filo (ver C. Spicq, págs. 381-2) sugere que a origem documentária ulterior da matéria incluída na lista é ensino tradicional judaico ao invés de ser a diátribe helenística.
2. Paulo começa com uma declaração generalizante de que os homens serão vis de várias maneiras. Não está pensando primeiramente de grupos específicos, mas, sim, está. dando expressão aos prenúncios apocalípticos de um repúdio, geral à lei, à decência, ç à afeição natural. Os epítetos que se seguem parecem estar agrupados em pares, sendo que em vários casos são ligados por assonância. Destarte, os adjetivos egoístas e avarentos (lit. “amantes de si mesmos” e “amantes do dinheiro”) têm, igualmente, o prefixo phil- em Grego. Pode ser notado que o catálogo é encerrado com um par construído de modo semelhante: amigos dos prazeres e amigos de DEUS. Estes pares fornecem a chave dos demais, visto que a corrupção moral completa tende a ser o resultado quando os homens abandonam a DEUS para ficarem ocupados com o próprio eu e a satisfação material. Para o conceito do dinheiro como uma causa radical do mal, cf. 1 Tm 6:10. O segundo par, jactanciosos, arrogantes, expressam aspectos diferentes, porém correlatos, do orgulho que brota do egocentrismo. Jactanciosos tem a ver com palavras, gestos, e o comportamento externo, e arrogantes, com sentimentos interiores. Os dois adjetivos aparecem juntos em Rm 1:30. O terceiro par, blasfemadores, desobedientes aos pais, abrangem conduta desnaturada com relação a outras pessoas e à própria família, respectivamente. O último destes vícios figura também em Rm 1:30.
3,4. Os dois membros do quarto par, ingratos, irreverentes, têm o prefixo adversativo a- no original, assim como têm desafeiçoados, implacáveis. O adjetivo desafeiçoado (Gr. astorgos) conota a falta de toda a afeição natural; é achado somente aqui e em Rm 1:31 no N.T. A palavra grega traduzida implacável (aspondos) deriva de spondè (= “trégua”), e assim denota um homem que não consegue entender-se com outras pessoas. Os epítetos seguintes, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, pintam um quadro terrível dos homens que, embora tenham se afundado até ao nível dos instintos animais, permanecem suficientemente humanos para reconhecerem a verdade e a bondade e para serem animados pelo ódio para com elas. As duas últimas expressões têm o prefixo adversativo em Grego, e assim formam um par, Assim acontece também com traidores, atrevidos, sendo que as duas palavras têm o mesmo prefixo grego, pro-. É possível que traidores dê um indício da disposição dos sectários para trair seus irmãos, e até mesmo dar informações contra eles; mas não ficamos sabendo noutros lugares de problemas entre a igreja e a autoridade civil, e não é necessário que cada item no catálogo, que em grande parte é convencional, deva ter uma referência exata. O homem que é atrevido não se detém diante de nada para obter seus propósitos.
2 Timóteo 3.14-16
14. Paulo agora receita o remédio soberano contra serem enganados por tais charlatães, viz, a adesão leal à mensagem do evangelho em contraste com as novidades imaginativas (cf. 2:16) que vão mercadejando.Tu, porém, diz ele, contrastando Timóteo com os enganadores especiosos que acaba de mencionar, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado. Sua confiança nestas verdades devia ter uma base dupla. Primeiramente, sabe de quem (o pronome está no plural no Grego) o aprendeste. Estas verdades da tradição cristã foram transmitidas a ele, não por aventureiros individualistas sagazes, para os quais ninguém pode ser fiador a não ser eles mesmos, mas, sim, por sua mãe e avó (cf. 1:5), o próprio Apóstolo, e outras testemunhas de fidedignidade comprovada; e deu seu assentimento firme a elas.
15. O segundo motivo para sua confiança deve ser a sólida base que recebeu na Escritura; desde a infância, conforme muito bem sabe, tem tido familiaridade com as sagradas letras. Esperava-se dos pais judeus que ensinassem aos seus filhos a Lei desde a idade de cinco anos. A expressão as sagradas letras (Gr. hiera grammatà) é achada somente aqui na Bíblia, onde o substantivo que denota a Escritura é normalmente graphè (singular ou plural). Os comentaristas têm feito esforços desnecessários para excogitar as razões para sua escolha na presente passagem, e a teoria menos plausível é que o plural abrange especificamente os escritos cristãos, inclusive as cartas do próprio Paulo, bem como o A.T. Aqueles que adotam este ponto de vista acreditam que o escritor pertencia à segunda quarta parte do século II, e que, portanto, deve-se esperar uma referência à literatura cristã autorizada. Mesmo com esta pressuposição, no entanto, (a) nada há na frase que dê a mínima sugestão dos escritos cristãos, e (b) é incrível, que o escritor, que, segundo se supõe, está fazendo o melhor que pode para representar o Apóstolo lembrando Timóteo da educação que recebeu na sua juventude, caísse num anacronismo tão desajeitado. Realmente, por sagradas letras Paulo quer dizer, é lógico, o A.T.; há evidência abundante de que esta era uma designação clássica para ele no judaísmo de fala grega (cf. Filo e Josefo). A ausência do artigo definido no Grego confirma que é usado de modo técnico. Seu uso da frase, no lugar da palavra mais usual graphê, está de acordo com sua predileção (ou a do seu amanuense) nestas cartas por uma linguagem idiomática mais rabínica. O A.T. era a única Escritura canônica para os cristãos bem como para os judeus na era apostólica, e por várias gerações depois. Irineu (c. de 180) foi o primeiro escritor a falar inequivocamente de um “Novo Testamento”; mas em data tão recuada quanto 2 Pe 3:15-16, as cartas de Paulo estavam sendo classificadas com “as demais Escrituras,” ao passo que para Inácio (c. de 110) “o evangelho” era uma autoridade ao passo que para Inácio (c. de 110) “o evangelho” era uma autoridade equivalente a “os profetas” (e.g. Smym. v.l; vii. 2). A razão porque os livros do A.T. são tão preciosos é porque podem tomar-te sábio para a salvação pela fé em CRISTO JESUS. Noutras palavras, transmitem, não simples fatos nem mesmo história sagrada, mas, sim, uma revelação do propósito salvífico de DEUS. A “sabedoria” referida (o Grego tem o verbo: tomar-te sábio) é o profundo entendimento ou domínio que o crente normalmente possui, e é contrastada com a insensatez dos mestres do erro, estigmatizada no v. 9. E esta apreensão vem pela fé em CRISTO JESUS. A chave à Escritura é CRISTO, e esta nada pode dizer aos homens até que O tenham recebido como Salvador e Senhor. Este, no cômputo geral, é o sentido mais provável das palavras finais, embora muitos prefiram entendê-las mais estreitamente com salvação. Segundo este ponto de vista, Paulo está enfatizando que a salvação sobre a qual o A.T. instrui os homens somente pode ser obtida mediante uma fé viva em CRISTO.
16. Paulo desenvolve sua doutrina do valor do A.T. numa frase que os comentaristas têm achado ambígua e frustradora. Toda Escritura, declara ele, é inspirada por DEUS e útil. . . Não precisa haver hesitação acerca do substantivo (Gr. graphê), pelo menos no que diz respeito à sua referência geral. Embora literalmente signifique “escrito” ou “livro” e possa concebivelmente abranger escritos ou livros em geral, tanto o contexto quanto o uso no N.T. requerem que tenha o sentido mais restrito de Escritura, i.é, o A.T. Muito mais difícil é a expressão total (Gr. pasa graphê), traduzida aqui Toda Escritura. No singular, graphê pode denotar (a) um livro da Escritura, (b) a Escritura na sua totalidade (e.g. G1 3:8, 22; Rm 11:1; cf. também 1 Tm 5:18), ou (c) uma passagem específica da Escritura (e.g. Mc 12:10; Jo 19:37; 20:9; At 8:35). O primeiro uso, frequente no judaísmo helenístico, falta inteiramente no N.T., e provavelmente estamos justificados em excluí-lo aqui. Muitos preferem o segundo, e traduzem Toda Escritura, e a favor disto há o fato de que o Apóstolo está claramente pensando do A.T. na sua inteireza. Do outro lado, não há artigo definido no Grego aqui, e onde pas (= “todo” ou “cada”) é empregado com um substantivo no singular sem o artigo, usualmente significa “cada” ao invés de “totalidade” ou “todo.” O problema é complicado pelo fato de que não podemos ter certeza quão rigorosamente este dogma foi observado no koiné no século I, mas o equilíbrio do argumento parece favorecer Toda Escritura. Tendo falado de modo geral das sagradas letras, Paulo talvez agora esteja ansioso para enfatizar a importância delas em todas as passagens individuais que perfazem a totalidade. Tem havido, também, muita discussão acerca da construção da frase, pois não há verbo que corresponde a é no original. Visto que a partícula traduzida e tem o significado alternativo de “também,” inspirada por DEUS pode ser interpretado ou como predicado conforme supra, ou como um adjetivo qualificador (“Toda Escritura inspirada, é também útil. . .”). Os comentaristas que favorecem esta última interpretação argumentam que uma afirmação direta da inspiração da Escritura está fora de lugar aqui, visto que Timóteo presumivelmente nunca a duvidara e o objetivo de Paulo é ressaltar a utilidade do A.T. Mesmo assim, uma lembrança da sua origem divina é perfeitamente apropriada numa passagem que visa impressionar sobre seu discípulo o valor dela, tanto como a autenticação da mensagem cristã quanto como um instrumento pastoral. Uma decisão não é fácil, mas como apoio para a versão adotada pode ser argumentado que (a) parece natural, na ausência de um verbo, analisar os dois adjetivos da mesma maneira; (b) que a construção da frase é exatamente paralela com a de 1 Tm 4:4, onde os dois adjetivos são predicativos; (c) que se inspirada por DEUS fosse atributivo, deveríamos, nas circunstâncias, esperar que fosse colocado antes de Escritura, e, além do mais, “também” não teria razão de ser; e (d) que “Toda Escritura inspirada” parece conter uma insinuação que certas passagens da Escritura não são inspiradas. O adjetivo traduzido inspirada por DEUS (Gr. theopneutos) não ocorre em qualquer outra parte da Bíblia Grega, mas é achado quatro vezes na literatura grega pré-cristã e nos Oráculos Sibilinos. Significa literalmente “soprado para dentro por DEUS,” e expressa com exatidão o conceito da inspiração do A.T. que prevalecia entre os judeus do século I (cf. Josefo, C. Ap.' i. 37 ss.; Filo, Spec. leg. i. 65; iv. 49; Quis rer, div. 263 ss.). Á igreja o adotou na sua inteireza, conforme vemos na declaração em 2 Pe 1:21 de que, na profecia, “homens santos falaram da parte de DEUS movidos pelo ESPÍRITO SANTO,” Porque o próprio DEUS fala através dele, o A.T. é pastoralmente útil para o ensino, i.é, como fonte positiva de doutrina cristã (cf. o hábito de Paulo de constantemente reforçar sua mensagem com citações bíblicas); para a repreensão, i.é para refutar o erro e para repreender o pecado; para a correção, i.é, para convencer os mal-orientados dos seus erros e de colocá-los no caminho certo outra vez; e para a educação na justiça, i.é, para a educação construtiva na vida cristã. A palavra traduzida justiça (Gr. dikaiosunê) também significa “retidão;” para este sentido, cf. 2:22; 1 Tm 6:11 - também Rm 14:17; 2 Co 6:14; 11:15.
PRIMEIRA EPÍSTOLA A TIMÓTEO - J. N. D. Kelly - Novo Testamento - Vida Nova - Série Cultura Cristã.


Referências Bibliográficas (outras estão acima)

Bíblia de estudo - Aplicação Pessoal.
Bíblia de Estudo Almeida. Revista e Atualizada. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2006.
Bíblia de Estudo Palavras-Chave Hebraico e Grego. Texto bíblico Almeida Revista e Corrigida.
Bíblia de Estudo Pentecostal. Traduzida em português por João Ferreira de Almeida, com referências e algumas variantes. Revista e Corrigida, Edição de 1995, Flórida- EUA: CPAD, 1999.
BÍBLIA ILUMINA EM CD - BÍBLIA de Estudo NVI EM CD - BÍBLIA Thompson EM CD.
CPAD - http://www.cpad.com.br/ - Bíblias, CD'S, DVD'S, Livros e Revistas. BEP - Bíblia de Estudos Pentecostal.
VÍDEOS da EBD na TV, DE LIÇÃO INCLUSIVE - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
www.ebdweb.com.br
www.escoladominical.net
www.gospelbook.net
www.portalebd.org.br/
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/alianca.htm
A PRIMEIRA EPÍSTOLA A TIMÓTEO - J. N. D. Kelly - Novo Testamento - Vida Nova - Série Cultura Cristã.
William Hendriksen, 1 Timóteo, 2 Timóteo e Tito, São Paulo: Cultura Cristã, 2001, p. 191-6 (Comentário do Novo Testamento)
2 Timóteo - O testamento de Paulo à igreja - Hernandes Dias Lopes - Comentários Expositivos Hagnos


COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL – EV. LUIZ HENRIQUE DE ALMEIDA SILVA

 

Os tempos difíceis que a Igreja, em seus primórdios sofrera, elucida acontecimentos preliminares e simbólicos dos tempos do fim, que sobrevirão, antes do retorno de Cristo. Segundo Paulo a corrupção do gênero humano iria atingir proporções bem maiores com o passar dos tempos (II Tm 3).

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015

ADULTOS - A IGREJA E O SEU TESTEMUNHO: As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais

COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA

COMENTÁRIOS: SUPERINTENDÊNCIA DAS EBD'S DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS EM RECIFE/PE

 

LIÇÃO 09 – A CORRUPÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS

3º TRIMESTRE DE 2015 (II Tm 3.1-4; 14-16)

INTRODUÇÃO

Os tempos difíceis que a Igreja, em seus primórdios sofrera, elucida acontecimentos preliminares e simbólicos dos tempos do fim, que sobrevirão, antes do retorno de Cristo. Segundo Paulo a corrupção do gênero humano iria atingir proporções bem maiores com o passar dos tempos (II Tm 3). Nesta lição, traremos a definição da palavra “corrupção” e das expressões tais como: “últimos dias”, “tempos trabalhosos”; veremos ainda, as marcas que comprovam a degeneração social e, por fim, como os crentes podem ser imunizados deste mal, mantendo-se irrepreensíveis em santidade, a fim de herdarem a vida eterna (1Ts 3.13; 1Co 15).

I – DEFINIÇÕES DO TERMO CORRUPÇÃO

1.1. Definição linguística. O nosso termo “corrupção” provém do latim, “corruptione”, e o Aurélio o define como “ato ou efeito de corromper; decomposição, putrefação”. Já no sentido figurado, a expressão significa: “devassidão, depravação, perversão” (FERREIRA, 2004, p. 560 – acréscimo nosso).

1.2. Definição teológica. Quando Boyer relaciona as palavras “corrupção”, “corruptível” e “corrupto”, ele dá destaque para o que é “corrompido, podre, depravado, pervertido, sujeito a putrefação, algo desmoralizado” (96, p. 201 – acréscimo nosso).

1.3. Definição Bíblica. A apresentação bíblica desse assunto é ampla, incluindo as seguintes categorias: (1) No Antigo Testamento: (a) A decadência do corpo, que é a corrupção física (Sl 16.10); (b) Os defeitos físicos em algum animal, que o tornavam impróprio para ser sacrificado, que é a corrupção cerimonial (Lv 22.20-23); (c) A ruína moral causada pelo pecado, que é a corrupção moral (Dt 9.12); (2) No Novo Testamento, encontramos as palavras gregas “phthora” e “diaphthora”, ambas traduzidas por “corrupção”. A primeira delas (phthora) aparece por nove vezes denotando a decadência do corpo físico (1 Co15.42,50); do universo físico (Rm 8.21; Cl 2.22; 1Pd 2.2); da moral e religiosidade (1Pd 1.4; 2.9) (CHAMPLIN, 2013, p. 934 – acréscimo e grifo nosso).

II – A PREDIÇÃO DO APÓSTOLO PAULO

“A expressão 'últimos dias' no texto, aparece somente nas epístolas pastorais, em At 2.17 e em Tg 5.3. Porém, expressa de maneira diferente, e de ocorrência comum; um tema muito comum entre os líderes da igreja primitiva (Mt 24; At 2.17; Tg 5.3; 2 Pe 3.3; Jd 18) (CHAMPLIN 2014, p. 501 – acréscimo nosso). “Paulo passa a falar sobre o fim dos tempos, isto é, a era cristã na sua totalidade, onde as coisas se tornarão piores à medida que o fim se aproxima (2Pd 3.3; 1Jo 2.18; Jd 17,18). O que parece, é que o apóstolo acreditava que vivenciava os últimos dias, pois esta expressão abrange todo o intervalo entre o primeiro advento de Cristo, e o seu advento final, designado como o fim dos séculos (1Co 10.11) (ADEYEMO, 2010, p. 1519 – acréscimo e grifo nosso).

2.1. Tempos trabalhosos (II Tm 3.1). “A heresia do gnosticismo era 'suave', quando contrastada com as heresias futuras que antecedem a segunda vinda de Cristo, pois haverá uma apostasia de proporções gigantescas. Da expressão 'tempos difíceis', no grego, temos o adjetivo “chapelos”, que significa 'difícil', 'árduo', dando a entender um período de 'tensão', de 'maldade'; serão tempos difíceis de suportar, perigosos e problemáticos para a igreja em geral (CHAMPLIN, 2014, p 502 – acréscimo nosso). A expressão “difíceis” é usada para descrever a natureza selvagem de dois homens possuídos por demônios (Mt 8.28). Essas eras ou épocas selvagens ou perigosas serão cada vez mais frequentes e severas à medida que se próxima a volta de Cristo; a era da igreja está repleta desses movimentos perigosos que, pelo fato de o fim estar se aproximando, estão ganhando força (Mt 7.15; 24.11,12,24; 2Pd 2.1,2) (ALMEIDA, 2010, p. 1672).

2.2. As marcas deste tempo (II Tm 3.2-5). “Esse período é o mesmo que o apóstolo se refere como 'últimos tempos'; Na primeira carta a Timóteo (1Tm 4.1), Paulo focaliza a proliferação de falsas doutrinas, e aqui (2Tm 3.1), o apóstolo enfatiza a degeneração social, a perversidade das pessoas que se tornam totalmente egoístas e buscam apenas satisfazer seus próprios desejos, sem nenhuma consideração pelos outros (2Tm 3.3); Elas tem pouco interesse na religião e zombam das coisas de Deus, mas gostam de cultivar uma fachada cristã (2Tm 3.4-5), amam os prazeres da carne (2Tm 3.6), e se interessam por novas ideias apenas pelo fato de serem novas, porém, não estão dispostas a chegar ao conhecimento da verdade (2Tm 3.7). “Nestas descrições, o apóstolo Paulo está usando termos familiares aos judeus e, sendo assim, o mesmo, pelo Espírito Santo, caracterizou o perfil das pessoas destes 'últimos tempos'; Como disse E. K. Simpson: “O mundo se fará mais mundano” (apud, BARCLAY, sd, p. 67 – acréscimo e grifo nosso).

III – TIPOS DE CORRUPÇÃO

A sociedade está caminhando a passos largos para o auge da corrupção. Ela, aos poucos, está se degenerando; o sistema está pervertido e corrompido. Há pessoas que mostram em seus comportamentos que a corrupção está em todas as esferas, principalmente no que tange ao relativismo moral (nada é definitivamente certo nem absolutamente errado) e as leis incoerentes. Vejamos na tabela abaixo, os possíveis tipos de corrupções e associemos aos comportamentos típicos que o apóstolo Paulo elenca na sua segunda carta a Timóteo:

TIPOS DE CORRUPÇÃO 2TM 3.1-9

1 Moral “... amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, ingratos, profanos, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos...” (2Tm 3.1-3).

2 Teológica “... nunca podem chegar ao conhecimento da verdade...” (2Tm 3.7).

3 Religiosa “... irreconciliáveis, mais amigos dos deleites, aparência de piedade...” (2Tm 3.3-5).

4 Familiar “...desobedientes a pais e mães...” (2Tm 3.2).

5 Política “... resistem à verdade, sendo homens corruptos...” (2Tm 3.8).

6 Sentimental “... sem afeto natural...” (2Tm 3.3).

7 Pedagógica “... aprendem sempre...” (2Tm 3.7).

IV – IMUNIZANDO-NOS PELA PALAVRA DE DEUS

Como não é possível a igreja se isentar deste mal, o apóstolo nos mostra que é possível se imunizar, se defender. “Paulo adornava suas cartas a Timóteo com incentivos, desafios, esperanças, e confirmações. Nesta última seção, antes de suas considerações finais, ele deu a confiabilidade das Escrituras, a inspirada Palavra de Deus, e a constância do seu próprio exemplo (2Tm 3.10-17), como duas orientações seguras para a imunização contra as corrupções citadas acima, mostrando um elo existente entre a 'Ortodoxia' (do grego “orthodoxos” “orthos”, “direito” + “doxa”, “doutrina”) e a 'Ortopraxia' (do grego “orthopraxia” “orthos”, “direito” + “praxis”, “prática”)” (RIBAS, 2009, p. 537 – acréscimo e grifo nosso). Vejamos na tabela abaixo o exemplo do apóstolo Paulo nestas duas vertentes, praticando a ortodoxia que ensinava:

Nº                ORTODOXIA                                                                         ORTOPRAXIA

1    “... ensino...” (1Tm 3.16). - instruir no Evangelho                     “... o meu ensino, meu procedimento ...”

2    “... repreensão... (1Tm 3.16).” - Expor os erros                        “... meu propósito, a minha fé...”

3 “... correção...” (1Tm 3.16). - Redirecionar o comportamento errado “... a minha longanimidade, o meu amor e a                                                                                                                 minha perseverança...”

4 “... educação na justiça...” (1Tm 3.16). - Nutrir os crentes e santidade “... as minhas perseguições e os meus sofrimentos...”

PARA O APÓSTOLO A ORTODOXIA DEVE GERAR A ORTOPRAXIA “... aperfeiçoamento, habilidade para toda boa obra...”

CONCLUSÃO

Vivemos os dias, que previu o apóstolo Paulo, pelo Espírito Santo. Tempos difíceis. Cada dia que se passa, precisamos nos voltar para as Escrituras que por Deus são inspiradas (2Tm 3.16), a fim de nutrirmos as nossas almas, para que possamos aguardar, irrepreensíveis em santidade, o retorno glorioso de Jesus Cristo e, assim o que é corruptível se revestirá da incorruptibilidade e o que é mortal se revestirá da imortalidade e, por toda a eternidade estaremos com o Senhor.

REFERÊNCIAS

 ANDRADE, Claudionor Corrêa. Dicionário Teológico. CPAD.

 BOYER, Orlando. Pequena Enciclópopédia Bíblica. IBAD.

 CHAMPLIN, R. N. Dicionário de Bíblia, Teologia e Filosofia. HAGNOS.

 MACARTHUR. Bíblia de Estudo MacArthur. SBB  STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD

Fonte: file:///C:/Users/Caramuru/Downloads/LICAO09ACORRUPCAODOSULTIMOSDIAS.pdf Acesso em 25 ago. 2015.

Escrever sobre este assunto quando uma igreja co-irmã (seu líder, óbvio) é acusada de receber contribuição do dinheiro desviado da Petrobrás e um outro líder evangélico de expressão nacional acaba de anunciar novas núpcias, causa-nos profunda tristeza.Inquieta-nos muito ouvir pregadores batendo forte em suas igrejas, cobrando conduta sem avaliar a própria conduta.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
ADULTOS - A IGREJA E O SEU TESTEMUNHO: As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS - PR. GENIVALDO TAVARES DE MELO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SETOR 62 PIRITUBA,SÃO PAULO/SP

 


LIÇÃO 9 - A CORRUPÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS
PONTOS A ESTUDAR:
I – OS TEMPOS TRABALHOSOS.
II – PAULO, UM EXEMPLO DE OBREIRO EM TEMPOS DIFÍCEIS.
III – O ENSINO DA PALAVRA DE DEUS EM TEMPOS DIFÍCEIS.
POR TRÁS DA MÁSCARA, A CORRUPÇÃO.


I – OS TEMPOS TRABALHOSOS.
1.1 Nos últimos dias.
Escrever sobre este assunto quando uma igreja co-irmã (seu líder, óbvio) é acusada de receber contribuição do dinheiro desviado da Petrobrás e um outro líder evangélico de expressão nacional acaba de anunciar novas núpcias, causa-nos profunda tristeza.
O mal está entrando em nossa casa ou já entrou.
O que combater primeiro. As heresias, a bagunça generalizada em forma de liturgia ou a imoralidade protagonizada por muitos ministros?
Esse assunto é tão palpitante que se o professor não segurar as rédeas, os alunos tomam conta, cada um com o seu próprio desabafo.
É preciso tomar muito cuidado para não fazer dos acontecimentos que ora assistimos, tema principal das pregações, pois em nada contribuiria para o bem estar dos irmãos.
1.2 Falsa aparência.
Quando o líder não zela pela sua moral, imaginem o que ele passa de ensinamento e exemplos.
O tempo está tão confuso que as pessoas não ligam para o mau procedimento dos seus líderes, consideram-no de qualquer maneira; “homem de Deus”.
É como se prevalecesse essa máxima: Nós não nos incomodamos com ele e ele não se incomoda conosco. Estamos quites!
O juízo de Deus será sem misericórdia.
IPd. 4:17 – “Já é tempo que o julgamento comece pela casa de Deus e se primeiro começa por nós, qual será o fim dos que são desobedientes.”.


II - PAULO, UM EXEMPLO DE OBREIRO EM TEMPOS DIFÍCEIS.
2.1 Um obreiro exemplar.
Um obreiro exemplar constrói ministros exemplares.
Carta de Paulo a Tito 2:9 “Em tudo te dá por exemplo de boas obras; na doutrina, mostra incorrupção, gravidade, sinceridade.”.
2.2 Modo de viver.
Inquieta-nos muito ouvir pregadores batendo forte em suas igrejas, cobrando conduta sem avaliar a própria conduta.
É uma pena que as pessoas vejam pecado somente nas questões morais mais conhecidas como; adulterar, mentir ou roubar.
Eu vejo pecado nas mentiras, na falta de respeito e da sinceridade, na falta de consideração de uns para com os outros, na inércia e na omissão. Esses males estão arraigados em muitas vidas roubando-lhes a autoridade.
Jo.8:7 “Aquele que dentre vós está sem pecado seja o primeiro a atirar pedra contra ela.”.
A igreja está sendo enfraquecida por dois grandes motivos.
- Falta do ensino bíblico sistemático e consistente.
- Pregadores envolvidos com interesses mesquinhos.
2.3 Intenção, fé longanimidade e amor.
Deus é Deus de compaixão, se não fosse, muitos já teriam caído.
Lm. 3:22. Diz que a sua misericórdia é a causa de não sermos consumidos.
Mt. 18:28. Na parábola do credor incompassivo, Jesus fala de um homem perdoado que não soube perdoar e isto é muito sério quando aplicada em nossas vidas.
Um pastor líder recebe um telefonema acusando o pastor local. O pastor líder, sem pensar na família desse obreiro e dos seus dramas, envia um caminhão e sem qualquer aviso troca-o de cidade de forma abrupta e intempestiva. Essas atitudes já ocorreram em muitas partes do nosso território e ainda acontece, sob a alegação de que: “orei e Deus mandou...”.
Melhor deixar o tapete no lugar? Levantar o tapete causa escândalo?
Se deixarmos tudo quieto por puro respeito humano, as coisas tenderão a piorar, mesmo sabendo que elas são cumprimento das profecias e que será impossível deter o avanço do mal até que Cristo venha.


III – O ENSINO DA PALAVRA DE DEUS EM TEMPOS DIFÍCEIS.
3.1 O valor do ensino bíblico.
Recomendo a leitura pausada deste tópico oferecida pelo comentador.
Levar em conta que sem o ensino bíblico a igreja enfraquecerá suas defesas (igreja local) e o mal se instalará com muita facilidade.
Saber que há obreiros despreparados para o ensino total, mas, que deve reconhecer isto e valorizar quem esteja do seu lado, capaz de supri-lo.
Um obreiro ou pastor que valoriza o ensino bíblico terá sempre a gratidão da igreja.
Saber que nem todos tem apreço à Palavra de Deus e fogem dos cultos de ensino, sabendo que há casos em que a culpa é do próprio obreiro ou pastor.
3.2 Combatendo o “espírito do Anticristo”
O autor afirma e é bíblico, texto citado, IJo 2:18, lembra-nos que muitos se tem feito anticristos dando-nos a perceber que é já a última hora.
O texto citado deve fortalecer o nosso pensamento que nada pode nos escandalizar por sabermos de antemão do surgimento de toda impiedade, dentro e fora da igreja (local).
Baseado em Ap. 3:14 sétima carta à igreja de Laodicéia, igreja local, muitos chamam o nosso tempo de “era de Laodicéia”; basta ler e comparar.
Como principais ataques, o autor do comentário diz que duas frentes são as mais usadas: Relativismo e leis infames.
Principalmente pela internet, o diabo tem trabalhado de maneira acelerada usando os homens como veículos de propagação do relativismo e isto têm invadido muitas igrejas; é lamentável.
Por liturgias viciadas e cânticos inebriantes sem qualquer consistência nos ensinos bíblicos.
3.3 A Palavra de Deus e seus referenciais éticos.
Muitos questionam a razão de atacarmos tanto, as heresias no seio da igreja e as leis espúrias no seio da sociedade.
Sempre aplico a máxima que o nosso silêncio é a morte dos inocentes.
No silêncio, a certeza de que eles estão certos e nós, igreja, errados.
Sempre questionei essa coisa de orar e deixar Deus agir, quando tentam aplicar isto em todos os momentos.
Não temos qualquer dúvida de que Deus age quando achar por bem, todavia, não podemos esquecer que nesta dispensação, muitas coisas passam, por que Deus vê o mundo através de Cristo e não há qualquer proibição de apelarmos para o direito quando a situação exigir.
Quantas leis já teriam passado; lei do aborto, do casamento gay na sua plenitude, da ingerência nas escolas de grupos libertinos, para conduzir nossas crianças ao envolvimento com a chamada diversidade.
Obviamente é preciso ser inteligente e sutil para atacar os males do presente século assim como Paulo atacou o pluralismo na Grécia e também em Éfeso. O uso da inteligência não faz mal a ninguém.


Fonte:http://prgenivaldo.blogspot.com.br/2015/08/ebd-lc9-corrupcao-dos-ultimos-dias.html Acesso em 24 ago. 2015.

Na sequência do estudo da Segunda Epístola de Paulo a Timóteo, analisaremos hoje o seu terceiro capítulo.Os últimos tempos, em que vivemos, são trabalhosos e marcados pela corrupção generalizada da humanidade.  

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
ADULTOS - A IGREJA E O SEU TESTEMUNHO: As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS E PLANO DE AULA - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO

 


ESBOÇO Nº 9
LIÇÃO Nº 9 – A CORRUPÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS
                                               Os últimos tempos, em que vivemos, são trabalhosos e marcados pela corrupção generalizada da humanidade.                                         
INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo da Segunda Epístola de Paulo a Timóteo, analisaremos hoje o seu terceiro capítulo.
- Os últimos tempos, em que vivemos, são trabalhosos e marcados pela corrupção generalizada da humanidade.
I – A CORRUPÇÃO GENERALIZADA DOS ÚLTIMOS TEMPOS
- Na sequência do estudo da Segunda Epístola de Paulo a Timóteo, continuando o terceiro bloco deste trimestre, analisaremos o terceiro capítulo daquela carta.
- Depois de Paulo ter dado orientações a Timóteo a respeito da necessidade de manter o bom ânimo para não permitir que sua fé desfalecesse, a despeito da perseguição terrível que estava ocorrendo contra a Igreja no governo de Nero, bem assim enfrentar convenientemente as heresias que estavam perturbando os crentes de Éfeso, o apóstolo Paulo começa a dizer a seu filho na fé a respeito de como seriam os últimos tempos, ou seja, como seria a dispensação da graça.
OBS:  “…Acima  [Paulo] ensinou sobre como resistir às dificuldades e perigos, aqui mostra como ele [Timóteo] vai se manter firme contra riscos futuros. E 1º. anuncia perigos futuros; 2o. mostrando a sua adequação para resistir; 3o. como ele vai lidar. E desde que anunciou esses perigos, ela ensina que mesmo agora tem que evitar os vícios de seus seguidores…” (AQUINO, Tomás de. Comentário à Segunda Epístola de Paulo a Timóteo. Cit. II Tm.3:1-9, n.10. Disponível em: http://www.clerus.org/bibliaclerusonline/pt/index.htm Acesso em 11 jun. 2015) (tradução nossa de texto em espanhol).
- Estes “últimos tempos” não são exclusivamente os dias imediatamente anteriores ao arrebatamento da Igreja, embora nestes dias, que são os que estamos a viver, a intensidade do aumento do pecado seria maior, como, aliás, o Senhor Jesus deixou claro em Seu sermão escatológico, ao dizer que haveria multiplicação da iniquidade (Mt.24:12). Entretanto, “…a expressão ‘nos últimos dias’ , na forma usada aqui, não pode limitar-se aos dias que precederão imediatamente à segunda vinda de Cristo. Teria sido sem sentido dizer a Timóteo que se afastasse de pessoas que nunca o molestaram.(…) a expressão ‘nos últimos dias’ se refere à era iniciada com o aparecimento de Cristo sobre a terra. Essa é a era do cumprimento das promessas messiânicas, promessas que alcançam sua mais gloriosa concretização na consumação.…” (HENDRIKSEN, William. Comentário I Timóteo, II Timóteo e Tito. Trad. de Válter Graciano Martins, pp.346-7) (destaques originais).
- É interessante verificar que o apóstolo Paulo revela a Timóteo algo que havia recebido diretamente do Senhor a respeito dos últimos tempos. A exemplo dos patriarcas e dos profetas, que, quando se aproximaram da morte, receberam revelações da parte de Deus a respeito do futuro, como se observam nas bênçãos proferidas por Jacó, Moisés, Davi e outros, o apóstolo Paulo, também, sabendo que iria morrer, compartilha com Timóteo algo que lhe fora revelado pelo Espírito Santo a respeito dos últimos tempos.
- Esta revelação que é compartilhada pelo apóstolo era muito oportuna, porquanto Paulo está querendo mostrar a Timóteo que a jornada vitoriosa da Igreja iria conviver com uma degeneração cada vez mais acentuada da humanidade que recusasse receber a graça de Deus. Ao mesmo tempo em que a Igreja vence o pecado, mantém-se animada na fé e não se deixa enganar pelos falsos ensinos, não é atingida pelas astutas ciladas do diabo, o mundo permanece imerso no pecado e se afunda ainda mais no maligno.
- Esta revelação compartilhada com Timóteo tinha o objetivo de alertar a Igreja para que não se deixasse abater com o aumento do pecado no mundo, aumento este que poderia ser considerado como um fracasso do trabalho da evangelização, mas que, na verdade, é resultado da mesma evangelização, pois, quando o Evangelho é pregado, quando alguém ouve a mensagem da salvação em Cristo Jesus, nunca mais será o mesmo: ou se arrepende dos pecados e alcança a vida eterna ou, então, recusa esta mensagem e, por conseguinte, avançará em sua escravidão no pecado, já que um abismo chama outro abismo (Sl.42:7).
OBS: “…Neste capítulo, Paulo diz a Timóteo quão maus os outros seriam, e, portanto, quão bom ele deveria ser. Sabendo da maldade dos outros, deveríamos nos empenhar em manter a nossa integridade tanto mais firme.…” (HENRY, Matthew. Comentário Novo Testamento Atos a Apocalipse obra completa. Trad. de Degmar Ribas Júnior, p. 713).
- “…A palavra do laço demoníaco (II Tm. 2.26) faz a transição para a descrição do tempo do fim determinado pelos demônios, que há de acontecer e já irrompeu. 1 Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis. A frase situa-se no contexto de II Tm. 2:7. Lá as três ilustrações (soldado, desportistas e agricultor) são vistas pela perspectiva do fim dos tempos. Agora Paulo elabora no que cabe prestar atenção com vistas ao desdobramento na igreja e na sociedade.…” (BÜRKI, Hans. Cartas a Timóteo II Timóteo Comentário Esperança. Trad. de Werner Fuchs, p.44).
- A característica primeira destes “tempos trabalhosos” é a existência de homens amantes de si mesmos. A recusa à pregação do Evangelho nada mais é que uma manifestação de soberba por parte do incrédulo, um apego ao “eu”, uma atitude de crença na mentira satânica de que se pode ser “igual a Deus”, que não se precisa do Senhor para “conhecer o bem e o mal” (Gn.3:4,5).
- Os incrédulos são pessoas que, arrogantemente, acham não precisar de Deus e veem a vida terrena apenas como uma oportunidade de satisfação de seus próprios desejos, como ocasião para prevalecer sobre os outros. Pensam apenas em si próprios, não levando em conta nem o Senhor nem o próximo.
- Esta soberba, este pensamento em si mesmo é uma característica marcante dos dias em que estamos a viver. O individualismo tem alcançado níveis nunca antes alcançados em nossos tempos. Todos somente pensam em si mesmos, inclusive em ações que exigiriam a presença de mais de uma pessoa, como vemos, por exemplo, na prática sexual, onde, num aumento cada vez maior da perversão sexual, o sexo passa a ser uma atividade egoística, que, quando não é praticada solitariamente, é exercida com a mera consideração do outro como mero objeto. A que ponto chegamos, amados irmãos!
- A característica segunda destes “tempos trabalhosos” é a existência de homens avarentos. Não tendo como satisfazer a sua alma com Deus, pois se recusam a ir em direção a Ele, os homens correm atrás de “outros deuses” e, entre estes deuses, quem tem proeminência é o deus Mamom, as riquezas, porquanto, dentro de uma dimensão única e exclusivamente horizontal, que pensa apenas nas coisas desta vida, tem-se como natural que se busquem as riquezas para que se possa desfrutar dos prazeres terrenos. A avareza é idolatria (Cl.3:5) e o homem, recusando o único e verdadeiro Deus, acaba adorando o dinheiro, as riquezas.
- Como diz conhecida canção no musical “Cabaret”, “o dinheiro faz o mundo rodar” (Money makes the world go around). Tudo no mundo se faz por dinheiro e o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie dos males que há na face da Terra (I Tm.6:10). Quando olhamos o cenário da humanidade, como deixar de verificar que as grandes mazelas que acometem a humanidade não são decorrentes deste amor ao dinheiro, desta avareza, tais como o tráfico de drogas, o tráfico de pessoas, o tráfico de armas, as desigualdades sociais crescentes e tantos outros problemas terríveis de nosso tempo?
- A característica terceira destes “tempos trabalhosos” é a existência de homens presunçosos, soberbos e blasfemos, características que decorrem do “amor de si mesmo”, como já temos visto, já que se entendem iguais e independentes de Deus (presunçosos), autossuficientes (soberbos) e que não têm qualquer temor de Deus, chegando mesmo a ofendê-l’O em palavras e atos (blasfemos).
- Em nossos dias, não faltam atitudes, pessoas e ideologias que representam bem estas péssimas qualidades que possuem os homens incrédulos e que resistem ao Evangelho. O ateísmo crescente, tanto teórico quanto prático, a presença de filosofias que procuram desmerecer a salvação em Cristo Jesus, enaltecer a figura humana, considerando-a como “divina”, como capaz de alcançar, por si só, a salvação, ou entender que a única dimensão da existência humana é a terrena, sem falar nas várias manifestações e movimentos que não cessam de ofender a Cristo e à Sua Palavra das mais variadas formas (como, por exemplo, ocorre sistematicamente nas manifestações do chamado “orgulho LGBTT”).
- A característica quarta destes “tempos trabalhosos” é a existência de homens desobedientes a pais e mães. Os homens que resistem ao Evangelho são, naturalmente, desobedientes e rebeldes, pois, se não obedecem a Deus, que é o Senhor de todas as coisas, por que haveriam de obedecer a outras autoridades, que são constituídas por Deus (Rm.13:1). A primeira autoridade constituída por Deus sobre nós são os nossos pais, verdadeiros representantes de Deus para cada um de nós sobre a face da Terra.
- No entanto, os incrédulos, por sua rebeldia, são desobedientes a pais e mães e tal circunstância é evidente e cada vez mais intensa nos dias imediatamente anteriores ao arrebatamento da Igreja. O Senhor Jesus disse, claramente, que, por causa do Evangelho, os filhos se levantariam contra os pais (Mt.10:21). Como não verificar como o respeito aos pais está hoje completamente abandonado em nossa sociedade? Como deixar de considerar que, a começar das próprias escolas, neste trágico sistema educacional que existe no Brasil, há uma apologia à rebeldia e à independência em relação aos pais?
- A característica quinta destes “tempos trabalhosos” é a existência de homens ingratos. A ingratidão é consequência do individualismo reinante no mundo. Se a pessoa se considera o centro do mundo, se ela nem sequer faz menção de Deus, como poderá ser grata a alguém, se só pensa em si mesma? Como poderá agradecer se entende que seu sucesso se deve única e exclusivamente a ele?
- A característica sexta destes “tempos trabalhosos” é a existência de homens profanos, ou seja, homens que não têm qualquer dimensão do sagrado, que não consideram que coisa alguma seja sagrada, que não têm qualquer ideia de que há um relacionamento entre Deus e o homem e que as coisas referentes a Deus devem ser respeitadas.
- A dimensão do sagrado tem sido totalmente negligenciada em nossos dias, inclusive pelos que cristãos se dizem ser. Quanta profanação temos observado em nossos dias, quanta irreverência, quanto desrespeito com as coisas relacionadas ao culto a Deus, à adoração ao Senhor. Tenhamos cuidado, amados irmãos!
- A característica sétima destes “tempos trabalhosos” é a existência de homens sem afeto natural. Deus é amor (I Jo.4:8) e, portanto, o homem em comunhão com Deus é dotado de sensibilidade. O incrédulo, aquele que recusa o Evangelho, é uma pessoa insensível, que não tem qualquer compaixão pelo próximo. Como deixar de verificar que, em nossos dias, há total falta de afetividade entre as pessoas, não há qualquer sensibilidade em relação ao próximo?
- A característica oitava destes “tempos trabalhosos” é a existência de homens irreconciliáveis. Tem-se aqui mais uma consequência do individualismo, da soberba reinante. Se a pessoa é soberba, pensa somente em si, como admitir que errou? Como perdoar alguém ou pedir perdão a alguém? Não é possível, neste quadro, qualquer reconciliação, o acordo, o consenso. Todos querem fazer prevalecer única e exclusivamente a sua vontade, consideram-se os únicos certos e todos os demais, errados; superiores, e todos os demais, inferiores, que devem se submeter a eles.
- Esta mentalidade de irreconciabilidade fica evidenciada no grande número de litígios que há no Poder Judiciário na atualidade, fruto da falta de acordo e consenso entre as pessoas, bem como o aumento dos conflitos entre as pessoas e entre as nações, uma amostra eloquente desta falta de reconciliação.
- A característica nona destes “tempos trabalhosos” é a existência de homens caluniadores, ou seja, homens que atacam a honra do próximo, que fazem acusações falsas ao outro, única e exclusivamente para que o “eu” prevaleça, para que o próximo deixe de ser um obstáculo à satisfação dos próprios interesses.
- A característica décima destes “tempos trabalhosos” é a existência de homens incontinentes, ou seja, homens que não se contêm, que são escravos de seus instintos, que são atraídos e engodados pela sua própria concupiscência, ou seja, pelos desejos pecaminosos e carnais incontrolados. “…Jamais aprenderam a controlar-se; daí são irrefreáveis, ‘desinibidas’, absolutamente carentes de autodomínio, desprovidas do poder de refrear suas próprias tendências ou impulsos.…” (HENDRIKSEN, William. op.cit., p.350) (destaques originais).
- Não é à toa que vivemos dias do hedonismo, ou seja, da filosofia segundo a qual se deve desfrutar ao máximo de todos os prazeres oferecidos, que a vida só vale a pena se for “intensamente vivida nesta dimensão terrena”. Não é à toa que pensadores como Nietzsche e Sartre sejam os “gurus” de nosso tempo, já que sempre defenderam que a existência humana só tem razão de ser neste mundo e que se resume aos prazeres vividos nesta vida.
- A característica undécima destes “tempos trabalhosos” é a existência de homens cruéis, sem amor para com os bons. A insensibilidade já mencionada anteriormente é revelada pela crueldade e pela falta de amor para com os bons. O que vemos, em nossos dias, é o ser humano não tendo qualquer piedade do próximo. Trata-se de homens “…rudes, embrutecidos, indomados, incivilizados, desumanos…” (BÜRKI, Hans. op.cit., p.46). “…Não ‘havendo criado juízo’ jamais, são indômitas, selvagens, ferozes. Desprezam as virtudes; são aborrecedores do bem…” (HENDRIKSEN, William. op.cit., 350) (destaques originais).
- É evidente como a crueldade tem dominado a cena na sociedade de nossos dias, máxime no Brasil, onde a criminalidade e a violência assumem níveis alarmantes, como parte, aliás, do projeto anticristão de poder que se encontra escatelado em nosso país desde 2003.…
OBS: “…a "absoluta terrestrialização do pensamento" proposta por Antônio Gramsci, assim como toda política baseada nela, será sempre uma GARANTIA INFALÍVEL de destruição da consciência moral de um povo, portanto um convite irresistível à criminalidade. As ligações entre o Foro de São Paulo e a corrupção petista não só uma questão de alianças e conveniências, mas têm uma raiz muito mais profunda na corrupção espiritual gramsciana.…” (CARVALHO, Olavo de. Diário filosófico de Olavo: perdão de Deus, o Foro de São Paulo e o ‘pensamento positivo’. Disponível em: http://rafaelbrasilfilho.blogspot.com.br/2015/03/diario-filosofico-de-olavo-perdao-de.html Acesso em 11 jun. 2015).
- A característica duodécima destes “tempos trabalhosos” é a existência de homens traidores. Como os homens pensam apenas em si mesmos, não cumprem os compromissos assumidos com o próximo, razão pela qual são traidores, agindo apenas em função do próprio interesse, da obtenção de vantagens para si mesmos. Muitos se farão verdadeiros Judas Iscariotes, traindo a Cristo e a Sua Igreja nos últimos tempos.
- Tomás de Aquino, o grande teólogo da Idade Média, entende que a traição é uma corrupção da própria parte racional do ser humano, de modo que o traidor é aquele que usa a sagacidade decorrente da prudência para o mal.
OBS: “…Em seguida, coloca os vícios da corrupção que tocam à parte racional. Este poder se aperfeiçoa pela prudência; e à prudência se opõe qualquer vício ou por abuso da prudência ou por sua privação. Quanto ao primeiro diz: traidores. À prudência pertence a sagacidade, da qual aguns abusam para o mal, e estes são os traidores.…” (AQUINO, Tomás de. op.cit. Cit. II Tm.3:1-9, n.10. Disponível em: http://www.clerus.org/bibliaclerusonline/pt/index.htm Acesso em 11 jun. 2015) (tradução nossa de texto em espanhol).
- A característica décima terceira destes “tempos trabalhosos” é a existência de homens obstinados, ou seja, “…pessoas precipitadas, aventureiras, termo derivado de: assaltar, agir precipitadamente sob a pressão das paixões, sendo o alvo algo errado.…”(BÜRKI, Hans. op.cit., p.46). Tem-se aqui o que Tomás de Aquino denomina de “abuso da constância”, que leva à obstinação, à ação precipitada e movida por motivos equivocados.
- A característica décima quarta destes “tempos trabalhosos” é a existência de homens orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus. Tem-se uma cláusula conclusiva que nos reporta à primeira característica. Como os homens são amantes de si mesmos, eles são orgulhosos, ou seja, “…cheios de si (I Tm. 3:6; 6:4). Isto resume os pecados que fluem do amor ao ego e que estão em agudo contraste aos amigos de Deus.…” (HARRISON, Everett F. II Timóteo Comentário Moody, p.13) (destaque original).
- Como afirma Charles Haddon Spurgeon: “…Esta é a fotografia da idade atual e eu não tenho dúvida de que Paulo falou dela quando então o Espírito de Profecia estava sobre ele. Este é o verdadeiro lema da presente era, "sempre aprendendo e nunca podendo chegar ao conhecimento da verdade." Ela [a presente era – observação nossa] se gloria em não saber nada e sua grande glória está no seu progresso contínuo " nunca podendo chegar ao conhecimento da verdade."…” (Exposição de II Tm.3. Disponível em: http://www.spurgeongems.org/vols49-51/chs2846.pdf, p.7) (tradução nossa de texto em inglês).
- Os homens recusam o Evangelho e prosseguem caminhando para a perdição eterna mas, em sua cegueira espiritual, acham que estão fazendo o certo, entendem-se corretos e inatingíveis por qualquer crítica, querendo e buscando sempre os prazeres mundanos, pois são amigos do mundo, mas não são amigos de Deus. São pessoas que recusaram a obra de Cristo que foi a de retirar a inimizade entre Deus e a humanidade em virtude da entrada do pecado no mundo.
- Paulo diz que estes homens, apesar de todas estas nefastas características, têm aparência de piedade. Vemos aqui que a religiosidade é um grande fator de engano para o ser humano. Muitas pessoas podem professar uma religião, apresentarem-se como piedosas, mas, na verdade, terem todas estas características nefandas, que demonstram, com absoluta clareza, que estão distantes de Deus e que caminham para a perdição.
- Por isso mesmo, Jesus disse que quem quisesse vir após Ele deveria, em primeiro lugar, negar a si mesmo. Não há como sermos reais e genuínos servos de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo se deixarmos que o ego prevaleça, que nos tornemos amantes de nós mesmos, pois, então, a consequência será termos todas as características dos incrédulos, de nada adiantando dizermos que somos seguidores de Cristo.
- A propósito, o próprio Senhor, no sermão do monte, foi categórico ao dizer que proferir o Seu nome ou até realizar prodígios em nome d’Ele nada significa, pois só é verdadeiramente conhecido do Senhor aquele que se apartar da iniquidade (Mt.7:21-23).
- Não podemos nos levar pela aparência, mas, sim, devemos nos guiar pela reta justiça, ou seja, pela Palavra de Deus (Jo.7:24). Muitos são lobos devoradores vestidos de ovelhas (Mt.7:15) e os reconheceremos pelos frutos que produzem (Mt.7:16-20) e é por isso que devemos sempre estar atentos para a conduta e comportamento de cada um para que possamos nos afastar daqueles que apresentam as características dos incrédulos, daqueles que recusam o Evangelho, embora possam até pregá-lo hipocritamente.
- Temos aqui a “…dissimulação "mostrando, sim, uma forma de piedade, mas negando o espírito", ou seja, a virtude da piedade, que é aqui tomada de duas maneiras: primeiro, a mesma força da piedade, isto é, a sua virtude; onde diz: renunciando, ou seja, não tendo a verdade. "Afirmam que conhecem a Deus, mas negam-n’O nas obras" (Tt.1:16). Segundo, porque por virtude de uma coisa se entende aquilo de que depende toda a coisa; e toda a virtude da piedade depende da caridade; por isso se diz: renunciando à sua virtude, isto é, à caridade.…” (op.cit. Cit. II Tm.3:1-9, n.6. Disponível em: http://www.clerus.org/bibliaclerusonline/pt/index.htm Acesso em 11 jun. 2015) (tradução nossa de texto em espanhol).
- Este afastamento de que fala o apóstolo Paulo a Timóteo não pode ser interpretado como uma atitude sectária. O salvo é sal da terra e luz do mundo, de modo que não pode sair deste mundo, mas deve se manter, isto sim, liberto do mal. Devemos nos afastar do pecado e não dos pecadores. É óbvio que, consoante já temos visto na lição anterior, o apóstolo Paulo diz a Timóteo que deveria ser comedido na denúncia dos erros doutrinários, buscando sempre a conversão dos incrédulos e apóstatas, mas jamais se envolvendo na maneira de viver pecaminosa que tais pessoas estavam a levar.
- “…A razão  por que Timóteo deve afastar-se de tais pessoas é agora indicada: Porque desses círculos vêm aqueles que estão se infiltrando nos lares e estão tomando cativas mulheres levianas. Desses círculos (…) dos homens referidos nos versículo 1-5 procedem os falsos profetas que se especializam na arte de cativar mulheres. Naturalmente, não são bem-sucedidos com todas as mulheres. Muitas mulheres são por demais sensíveis para tornar-se vítimas dos falsos profetas. Paulo tinha um elevado conceito dessas nobres mulheres e fazia bom uso de seus talentos (…). Mas, em toda época, há mulheres volúveis (…), e essas se encontram tanto na igreja como fora dela…” (HENDRIKSEN, William. op.cit., pp.351-2) (destaques originais).
- Paulo “…mostra a sua maldade, dizendo: "aqueles que entram nas casas." E se pode explicar essa passagem literalmente: como se intrometem desordenadamente e andam vagando de casa em casa por interesse (…). Ou, por casa, pode ser entendido metaforicamente, a consciência.(…). Portanto, aqueles que se introduzem nas casas são os que astutamente querem saber os segredos da consciência para enganar os outros"…” (AQUINO, Tomás de. op.cit. Cit de II Tm.3:1-6, n.7. Disponível em: http://www.clerus.org/bibliaclerusonline/pt/index.htm Acesso em 11 jun.2015) (tradução nossa de texto em espanhol).
- “ …Antes de tudo, essas mulheres estão ‘sobrecarregadas de pecados’. (…). São muito perversas, e o fato de darem as boas-vindas aos [homens] de fala mansa parece indicar  que seus pecados lhes têm produzido um sentimento de intranquilidade(…). Tais mulheres provavelmente nutrem medo das consequências de seus pecados, porém não se sentem necessariamente envergonhadas deles…” (HENDRIKSEN, William. op.cit., p.353).
- “…Em segundo lugar, ‘são arrastadas por diversos impulsos’ (ou ‘desejos’…). Não se declara  quais são esses maus incentivos. Talvez possamos  pensar em coisas tais como as seguintes: o desejo de achar uma via fácil para escaparem de seu complexo de culpa, o desejo de receber reconhecimento, o desejo de ser consideradas como ‘bem informadas’, satisfazer a curiosidade, granjear a atenção de representantes proeminentes do sexo oposto etc. (HENDRIKSEN, William. ibid.) (destaques originais).
- “…Em terceiro lugar, essas mulheres levianas estão sempre aprendendo. São discípulas ansiosas que ‘tragam tudo’, enquanto, extasiadas, se sentam a ouvir seus licenciosos mestres e a admirá-los. Mas a falta de disposição em confessar francamente e resistir aos maus impulsos de sua natureza resulta em que ‘nunca são capazes de chegar ao reconhecimento da verdade’ revelada no evangelho…” (HENDRIKSEN, William. ibid.) (destaques originais).
- Estas “mulheres levianas” de que fala o apóstolo Paulo são todos os seguidores daqueles que, tendo aparência de piedade, negam a sua eficácia. A expressão grega está no diminutivo depreciativo, são “mulherzinhas”, pessoas simplórias, pessoas despidas da sabedoria divina. Assim, não há referência apenas às pessoas do sexo feminino, a todos os que se deixam levar por estas pessoas incrédulas, ainda que religiosas e aparentemente piedosas, mas que estão distantes de Deus e levam os seus seguidores também a ficar longe do Senhor.
- Estes incrédulos resistem sempre ao Evangelho, não aceitam a Cristo como Senhor e Salvador, sempre se opondo à Palavra de Deus e à verdade. Paulo diz que tais pessoas agem assim como Janes e Jambres, que são os magos que resistiam no Egito a Moisés. “…À luz da tradição judaica, [Paulo] cita o exemplo dos dois líderes entre os magos que, sejam quais forem seus verdadeiros nomes, eram conhecidos pelos judeus  como ‘Janes e Jambres’ (provavelmente do aramaico: ‘o que seduz e o que provoca rebelião’). O apóstolo tinha em mente a seguinte comparação: Assim como Janes e Jambres se opuseram a Moisés, o representante de Deus, assim também estes líderes corruptos se opõem à verdade de Deus como revelada em Sua Palavra e como proclamada por Paulo, Timóteo e outros.…” (HENDRIKSEN, William. op.cit., p. 354).
- É interessante notar que a tradição judaica diz que “…Janes e Jambres se fizeram prosélitos, fingindo ‘conversão’ à religião. Quando viram que não podiam impedir o êxodo de Israel do Egito, lemos que se uniram à multidão que empreendia a marcha. Mais tarde (segundo a tradição judaica), eles foram os que induziram o povo a fazer um bezerro de ouro para adorá-lo. Portanto, eram hipócritas e, como tais, muito perigosos. Semelhantemente, os falsos líderes, a quem Paulo se refere, são altamente perigosos, porque fingem ser genuinamente convertidos à religião cristã…”(HENDRIKSEN, William.op.cit., p.354) (com modificações nossas).
- Quem age como os incrédulos dizendo-se cristão é uma pessoa que tem o seu entendimento corrompido, nada sabe das coisas espirituais, está completamente cego espiritualmente, tendo seu entendimento cegado pelo deus deste século (II Co.4:4). É pessoa que é reprovada por Deus e, por conseguinte, esta mentira não permanecerá, será logo descoberta a sua loucura, a sua incredulidade de todos será sabida e mostrada, como, aliás, segundo a tradição judaica, aconteceu com aqueles dois magos que supostamente haviam se tornado seguidores do Deus de Israel.
OBS: “…Mágicos não conseguem manter oculta por tempo ilimitado a realidade encoberta, o mundo substituto do mundo real da verdade. Porventura isso não contradiz 2Tm 3.13 e 2.16: pessoas más e enganadores prosseguirão? O mal avançará assim como o bem, até que tudo esteja amadurecido para o juízo final. É esse o sentido da parábola do joio e do trigo e o sentido do fim dos tempos como tal.…” (BÜRKI, Hans. op.cit., p.48).
II – EXORTAÇÃO A PERSEVERANÇA NA SÃ DOUTRINA
- Após ter dado as características daqueles que se recusam a crer no Evangelho. Paulo, então, diz a Timóteo que ele não era daqueles, pois havia seguido a doutrina, o modo de viver, a intenção, fé, longanimidade, caridade e paciência de Paulo, como também sido testemunha ocular das perseguições e aflições que haviam acontecido durante a trajetória de Paulo em Antioquia, Icônio e Listra, bem como havia sido liberto pelo Senhor em todas elas (II Tm.3:10).
- Paulo não era um seguidor teórico de Cristo Jesus, mas demonstrara por sua conduta e pelos sofrimentos que havia passado que era um legítimo e genuíno servo de Cristo Jesus.
- Paulo não vivia de aparência de piedade, como os incrédulos, incluídos aí os falsos mestres, aqueles que deturpavam a sã doutrina, mas revelava a sua salvação através de frutos de justiça, ou seja, através do seu modo de viver, das suas intenções, da sua fé, da sua longanimidade, do seu amor e da sua paciência.
- Impossível aqui não nos lembrarmos dos ensinos de Paulo aos gálatas, a respeito do fruto do Espírito (Gl.5:22). O verdadeiro e genuíno salvo em Cristo Jesus mostra a sua salvação através das suas obras, através de um comportamento que o torna diferente de tudo quanto há no mundo e no maligno. Lembramo-nos aqui também de Tiago, que afirma categoricamente que a fé sem obras é morta (Tg.2:14-26).
- “…Todos os itens expressam ou implicam obediência ao Senhor. Os sete itens do versículo 10 são a manifestação da obediência ativa (até mesmo a paciência, ou seja, ‘perseverança inabalável’, é ativa; e assim a longanimidade, ‘o exercício da paciência em relação aos outros’). Os dois itens no versículo 11 são a manifestação de um tipo mais passivo de obediência: uma pessoa é perseguida; como resultado, ela sofre.…” (HENDRIKSEN, William. op.cit., p. 357) (destaques originais).
- Viver de acordo com a Palavra que prega deve ser a conduta de todo ministro de Jesus Cristo, que deve ser exemplo para os fiéis, de tal forma que possa ser imitado pela membresia, já que o obreiro tem de ser um imitador de Cristo (I Co.11:1; Hb.13:7; I Pe.5:3). “…Os ministros cuja maneira de viver está em conformidade com as suas doutrinas, muito provavelmente farão bem e deixarão frutos duradouros do seu trabalho. Por outro lado, aqueles que pregam bem, mas se conduzem mal não podem esperar trazer proveito ao povo…” (HENRY, Matthew. op.cit., p. 716).
- Paulo podia falar o que estava a dizer porque Timóteo, que o acompanhava desde o início da segunda viagem missionária, bem sabia o testemunho que o apóstolo tinha e como havia sofrido perseguições e aflições pela causa do Evangelho, nunca tendo envergonhado o Senhor Jesus em suas atitudes e procedimentos.
- “…Sobre suportar os males. [Paulo] instrui sobre 3 coisas que lhe traz à memória:  a paciência que teve, os males que suportou, o socorro divino que o acompanhou. Então, pôs: 1º. a  paciência, que aperfeiçoa o trabalho (Tg.1), e a matéria da paciência, ou seja, a perseguição em geral (Mt.10), e em particular, os abusos, que sofreu em seu próprio corpo (II Co.11); e, em particular, "o que me aconteceu em Antioquia, Icônio e Listra". Os judeus que perseguiram o apóstolo na presença de Timóteo, mas nunca faltou a ajuda divina. Por isso, diz, "de todas me livrou o Senhor" (II Co.1).…” (AQUINO, Tomás de. op.cit., Cit. II Tm.3:1-9, n.11. Disponível em: http://www.clerus.org/bibliaclerusonline/pt/index.htm Acesso em 11 jun. 2015) (tradução nossa de texto em espanhol).
- Paulo mostra, ademais, para tristeza dos falsos ensinadores seja da “teologia da prosperidade”, seja da sua coirmã, a “teologia da confissão positiva”, que os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições (II Tm.3:12).
- Quando nos dispomos a viver em comunhão com o Senhor, quando passamos a fazer a Sua vontade, é inevitável que entremos em colisão com o mundo, que nos tornemos um “copo estranho” no organismo deste sistema imerso no maligno e não deve ser surpresa, para nós, portanto, que passemos a ser combatidos por este mesmo mundo, assim como os “corpos estranhos” que adentram em nosso organismo são combatidos pelas células de nosso corpo.
OBS: “…O mundo não ama a Cristo ou Seu Evangelho um átomo mais hoje do que amou nos dias de Paulo. "A mente carnal é" ainda "inimizade contra Deus ".…” (SPURGEON, Charles H. op.cit., p.8) (tradução nossa de texto em inglês).
- Tanto assim é que, logo após o Senhor Jesus ter revelado o mistério da Igreja, que desde os séculos esteve oculto em Deus (Ef.3:9), faz questão de afirmar que as portas do inferno não prevaleceriam contra ela (Mt.16:18), a indicar, portanto, que haveria uma contínua oposição do maligno contra o povo do Senhor. Como afirma Tomás de Aquino: “…é coisa corrente que os santos padecem perseguições e que aos males de cada dia se acrescentem outros males…” (op.cit. Cit. II Tm.3:10-12, n.12. Disponível em: http://www.clerus.org/bibliaclerusonline/pt/index.htm Acesso em 11 jun. 2015) (tradução nossa de texto em espanhol).
- Apesar de toda a oposição que sofre o genuíno e verdadeiro servo de Deus, não podemos achar que o mal está a triunfar. Pelo contrário, são os homens maus e enganadores que irão de mal para pior, enganando e sendo enganados. Embora, em aparência, pareça que é o servo de Jesus Cristo que está em desvantagem, por causa das perseguições e aflições, o fato é que, a cada dia, ele está se aproximando do Senhor, enquanto que os que rejeitam o Evangelho estão caminhando celeremente para a perdição. No final, como diz o profeta Malaquias, se verá a diferença entre o justo e o ímpio, entre o que serve a Deus e o que não O serve (Ml.3:18). Timóteo deveria ter a mesma visão do salmista Asafe que, ao ver a prosperidade dos ímpios, precisou abandonar seu olhar carnal e ver a realidade das coisas pelo seu verdadeiro lado, que é o espiritual (Sl.73:1-20).
OBS: “…Assim como homens justos, pela graça de Deus, se tornam cada vez melhores, assim também ocorre com os homens maus, por meio da sutileza de Satanás e o poder das suas próprias corrupções, se tornam cada vez piores. O caminho do pecado é morro abaixo; pois esses procedem de mal a pior, enganando e sendo enganados. Esses que enganam os outros não fazem mais do que enganar-se a si mesmos. Esses que atraem os outros ao pecado acabam incorrendo em mais e mais erros, e descobrirão isso no final, para o prejuízo deles.…” (HENRY, Matthew. op.cit, p. 716).
- Mesmo em meio à grande perseguição que havia sobre a Igreja, mesmo diante das heresias que eram proferidas pelos que se haviam desviado da fé trazendo muito trabalho e esforço para Timóteo, o filho na fé de Paulo deveria prosseguir avante no cumprimento de seu ministério, permanecendo naquilo que havia aprendido desde a sua meninice, seguindo fielmente as Escrituras Sagradas, pois só elas podem nos fazer sábios para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus (II Tm.3:14,15).
-  “…Ele [Paulo – observação nossa] o [Timóteo – observação nossa] orienta a permanecer firme em um bom ensino e especialmente em relação àquilo que tinha aprendido das Sagradas Escrituras (w. 14,15): Permanece naquilo que aprendeste. Observe: Não é suficiente aprender aquilo que é bom, mas devemos permanecer nisso e perseverar até o fim. Então seremos, verdadeiramente, discípulos de Cristo (Jo 8.31).…” (HENRY, Matthew. op.cit, p. 716) (destaque original).
- Não há como termos alento na vida espiritual se não formos ouvintes e praticantes da Bíblia Sagrada. É ela que nos limpa (Jo.15:3) e nos mantém santificados (Jo.17:17; I Tm.4:5), de modo que nos mantemos separados do pecado e em condições de conservar nossa comunhão com o Senhor, comunhão esta que se mantiver até o fim, fará com que vejamos o Senhor nos ares no dia do arrebatamento da Igreja.
- Paulo, então, faz uma profissão de fé das Escrituras, ao dizer que ela é divinamente inspirada e que é proveitosa para ensinar, redarguir, corrigir e instruir em justiça (II Tm.3:16). O apóstolo mostra que a Bíblia é a Palavra de Deus, que seus escritores forem inspirados pelo Espírito Santo (II Pe.1:21), motivo por que não podemos duvidar das Escrituras, nem tampouco dizer que seus preceitos não se aplicam mais ou perderam a validade, como muitos estão a fazer em nossos dias.
- É a Bíblia Sagrada quem nos ensina a verdade, pois ela é a verdade e o Espírito Santo, que nos guia em toda a verdade, jamais pode contrariá-la, mas, bem ao contrário, no-la elucida. Por isso, não podemos jamais substituir as Escrituras pela Tradição, como também devemos rejeitar toda e qualquer tradição que contraria o texto sagrado.
- Ao dizer que as Escrituras são divinamente inspiradas, o apóstolo também nos mostra que jamais qualquer tradição pode superar a Bíblia Sagrada, não sendo, portanto, verdadeiro o ensinamento romanista de que as Escrituras são fruto da Tradição ou do Magistério da Igreja. A Bíblia Sagrada é a Palavra de Deus e o próprio Senhor a pôs acima do Seu próprio nome (Sl.138:2). Acertadíssimo, portanto, um dos pontos basilares da Reforma Protestante, que é o “sola Scriptura” (somente a Escritura), segundo o qual a Bíblia Sagrada é a única regra de fé e de conduta para o cristão (que é, aliás, o item 2 do Cremos das Assembleias de Deus).
- “…As Escrituras que devemos conhecer são as Santas Escrituras ou as sagradas letras. Elas vêm do Deus santo, foram entregues por homens santos, contêm preceitos santos, tratam de coisas santas e foram destinadas a tornar-nos santos e a orientar-nos para o caminho da santidade para a felicidade.(…) as Escrituras são um guia certo em nosso caminho para a vida eterna. Observe: As pessoas verdadeiramente sábias são sábias para
a salvação. As Escrituras são aptas a tornar-nos verdadeiramente sábios, sábios para a nossa alma e para o outro mundo. “Para tornar você sábio para a salvação pela fé”. Observe: As Escrituras vão nos tornar sábios para a salvação, se estiverem combinadas com a fé, e não o contrário (Hb 4.2). Porque, se não crermos na sua verdade e bondade, não nos farão bem algum. [2] Ela é proveitosa para todos os propósitos da vida cristã, para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça. Ela atinge todos os fins da revelação divina. Ela instrui naquilo que é verdade, repreende quando estamos errados e nos dirige naquilo que é bom. Ela é útil para todos, porque todos precisamos ser instruídos, corrigidos e redarguidos. Ela é especialmente útil para os ministros, que devem dar instrução, correção e repreensão; e de onde poderíamos obter informações melhores do que da Bíblia? [3] Para que o homem de Deus seja perfeito (v.17). O cristão, o ministro, é um homem de Deus. O que completa um homem de Deus neste mundo é a Escritura. Por meio dela somos perfeitamente instruídos para toda boa obra. A Escritura é adequada para todas as situações. Independentemente do nosso dever, ou do nosso serviço, podemos encontrar aquilo que precisamos nas Escrituras.…” (HENRY. Matthew. op.cit., p. 717).
- Através das Escrituras, todo homem de Deus será perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra. “…O homem de Deus (…) é o  crente. Cada crente, considerado como pertencente a Deus, e como investido com o tríplice ofício de profeta, sacerdote e rei, recebe aqui este título. Para exercer adequadamente este tríplice ofício, o crente deve ser bem equipado (…); sim, uma vez por todas, plenamente equipado (cf. Lc.6:40) ‘para toda boa obra’ (I Tm.5:10; II Tm.2:21; Tt.3:1). Paulo (e o Espírito Santo falando por intermédio dele) não se satisfaz enquanto a Palavra de Deus não cumprir plenamente a sua missão e o crente não tiver alcançado ‘ a medida da estatura da plenitude de Cristo’ (Ef.4:12,13)…” (HENDRIKSEN. William, op.cit., pp.373-4) (destaques originais).
- “…A palavra de Deus demonstra seu poder inspirado e sua utilidade pelo fato de gerar o ser humano de Deus. O ser humano de Deus é de modo especial o mestre da verdade. Já no AT “ser humano de Deus” representa um título preponderante para o profeta, a pessoa que profere os oráculos de Deus. Porém todos os crentes devem crescer até a maturidade plena da idade adulta em Cristo. O uso múltiplo da Sagrada Escritura visa à maturidade espiritual em Cristo. Wilckens traduz assim: ‘Dessa forma o ser humano de Deus em nós deve ser plenamente desenvolvido.’ Cristo deve ser configurado em nós.…” (BÜRKI, Hans. op.cit., p.56).
- “…Quatro são, assim como os efeitos da Escritura, a saber: ensinar a verdade, argumenta refutando a mentira, de modo que se faz com a razão especulativa; livrar do mal e induzir ao bem em que mira à prática; e o efeito final que é levar os homens à perfeição; porque não é bom o que quer, mas o que é perfeito no seu trabalho (Hb.6). Por isso, diz, "que o homem de Deus seja perfeito", pois não pode ser perfeito se não se é um homem de Deus; porque uma coisa perfeita é aquele que é completa e acabada, à qual não tem falta de nada. E então o homem é perfeito quando percebe isto, ou seja, preparado "para toda boa obra", não apenas aquelas que são necessárias para a salvação, mas também para aquelas que são de supererrogação [o que se faz além do dever – observação nossa]. Não nos cansemos de fazer o bem "(Gl 6,9).…” (AQUINO, Tomás de. op.cit. Cit. II Tm.3:16,17, n.12. Disponível em: http://www.clerus.org/bibliaclerusonline/pt/index.htm Acesso em 11 jun. 2015) (tradução nossa de texto em espanhol).
- As Escrituras são meio de santificação, ou seja, são um meio de aperfeiçoamento dos santos e, portanto, um instrumento indispensável para todos quantos querem chegar à glorificação, último estágio do processo da salvação, porque somente não andaremos segundo o conselho dos ímpios, não nos deteremos no caminho dos pecadores nem nos assentaremos na roda dos escarnecedores se, antes, tivermos prazer na lei do Senhor e, na Sua lei, meditarmos de dia e de noite (Sl.1:1,2).


                            Caramuru Afonso Francisco


PLANO DE AULA Nº 9
LIÇÃO Nº 9 – A CORRUPÇÃO DOS ÚLTIMOS DIAS
1º SLIDE  INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo da Segunda Epístola de Paulo a Timóteo, analisaremos hoje o seu terceiro capítulo.
- Os últimos tempos, em que vivemos, são trabalhosos e marcados pela corrupção generalizada da humanidade.
2º SLIDE   I – A CORRUPÇÃO GENERALIZADA DOS ÚLTIMOS TEMPOS
- Depois de Paulo ter dado orientações a Timóteo a respeito da necessidade de manter o bom ânimo para não permitir que sua fé desfalecesse, bem assim enfrentar convenientemente as heresias que estavam perturbando os crentes de Éfeso, o apóstolo Paulo começa a dizer a seu filho na fé a respeito de como seriam os últimos tempos, ou seja, como seria a dispensação da graça.
- Estes “últimos tempos” não são exclusivamente os dias imediatamente anteriores ao arrebatamento da Igreja, embora nestes dias, que são os que estamos a viver, a intensidade do aumento do pecado seria maior, É a era iniciada com o aparecimento de Cristo sobre a terra.
3º SLIDE
- Estes “tempos trabalhosos” são caracterizados pela existência de homens que recusam o Evangelho de Cristo Jesus e que, por isso mesmo, são (I):
a) amantes de si mesmos;
b) avarentos;
c) presunçosos, soberbos e blasfemos;
d) desobedientes a pais e mães;
e) ingratos;
f) profano;
4º SLIDE
- Estes “tempos trabalhosos” são caracterizados pela existência de homens que recusam o Evangelho de Cristo Jesus e que, por isso mesmo, são (II):
g) sem afeto natural;
h) irreconciliáveis;
i) caluniadores;
j)  incontinentes;
k) cruéis;
l)    traidores;
m) obstinados;
n) orgulhosos;
o) mais amigos dos deleites do que amigos de Deus.
5º SLIDE
- Os homens que recusam o Evangelho e prosseguem caminhando para a perdição eterna mas, em sua cegueira espiritual, acham que estão fazendo o certo, entendem-se corretos e inatingíveis por qualquer crítica, querendo e buscando sempre os prazeres mundanos, pois são amigos do mundo, mas não são amigos de Deus.
- São pessoas que recusaram a obra de Cristo que foi a de retirar a inimizade entre Deus e a humanidade em virtude da entrada do pecado no mundo.
6º SLIDE
- Estes homens incrédulos, apesar de todas estas nefastas características, têm aparência de piedade.
- A religiosidade é um grande fator de engano para o ser humano. Muitas pessoas podem professar uma religião, apresentarem-se como piedosas, mas, na verdade, terem todas estas características nefandas, que demonstram, com absoluta clareza, que estão distantes de Deus e que caminham para a perdição.
7º SLIDE
- Paulo diz a Timóteo que ele deve se afastar deste tipo de pessoas, afastamento que não pode ser interpretado como uma atitude sectária. O salvo é sal da terra e luz do mundo, de modo que não pode sair deste mundo, mas deve se manter, isto sim, liberto do mal.
- Devemos nos afastar do pecado e não dos pecadores.
8º SLIDE
- Por que razão deve Timóteo se afastar daquelas pessoas? Porque tais pessoas  especializam-se na arte de cativar “mulherzinhas”, que são os seus seguidores, pessoas que:
a) estão sobrecarregadas de pecados;
b) arrastadas por diversos impulsos ou desejos;
c) nunca são capazes de chegar ao reconhecimento da verdade.
9º SLIDE
- Estes incrédulos resistem sempre ao Evangelho, não aceitam a Cristo como Senhor e Salvador, sempre se opondo à Palavra de Deus e à verdade.
- Paulo diz que tais pessoas agem assim como Janes e Jambres, que são os magos que resistiam no Egito a Moisés e que, segundo a tradição judaica, fingiram-se prosélitos do judaísmo mas que induziram o povo à fabricação e adoração do bezerro de ouro.
10º SLIDE  II – EXORTAÇÃO A PERSEVERANÇA NA SÃ DOUTRINA
- Após ter dado as características daqueles que se recusam a crer no Evangelho. Paulo, então, diz a Timóteo que ele não era daqueles, pois havia seguido a doutrina, o modo de viver, a intenção, fé, longanimidade, caridade e paciência de Paulo, como também sido testemunha ocular das perseguições e aflições que haviam acontecido durante a sua  trajetória em Antioquia, Icônio e Listra, bem como havia sido liberto pelo Senhor em todas elas (II Tm.3:10).
- Paulo não era um seguidor teórico de Cristo Jesus, mas demonstrara por sua conduta e pelos sofrimentos que havia passado que era um legítimo e genuíno servo de Cristo Jesus.
11º SLIDE
- Paulo não vivia de aparência de piedade, como os incrédulos, incluídos aí os falsos mestres, aqueles que deturpavam a sã doutrina, mas revelava a sua salvação através de frutos de justiça, ou seja, através do seu modo de viver, das suas intenções, da sua fé, da sua longanimidade, do seu amor e da sua paciência.
- Viver de acordo com a Palavra que prega deve ser a conduta de todo ministro de Jesus Cristo, que deve ser exemplo para os fiéis, de tal forma que possa ser imitado pela membresia, já que o obreiro tem de ser um imitador de Cristo (I Co.11:1; Hb.13:7; I Pe.5:3).
12º SLIDE
- Paulo mostra, ademais, para tristeza dos falsos ensinadores seja da “teologia da prosperidade”, seja da sua coirmã, a “teologia da confissão positiva”, que os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições (II Tm.3:12).
- Quando nos dispomos a viver em comunhão com o Senhor, quando passamos a fazer a Sua vontade, é inevitável que entremos em colisão com o mundo, que nos tornemos um “copo estranho” no organismo deste sistema imerso no maligno e não deve ser surpresa, para nós, portanto, que passemos a ser combatidos por este mesmo mundo, assim como os “corpos estranhos” que adentram em nosso organismo são combatidos pelas células de nosso corpo.
13º SLIDE
- Apesar de toda a oposição que sofre o genuíno e verdadeiro servo de Deus, não podemos achar que o mal está a triunfar. Pelo contrário, são os homens maus e enganadores que irão de mal para pior, enganando e sendo enganados.
- Mesmo em meio à grande perseguição que havia sobre a Igreja, mesmo diante das heresias que eram proferidas pelos que se haviam desviado da fé trazendo muito trabalho e esforço para Timóteo, o filho na fé de Paulo deveria prosseguir avante no cumprimento de seu ministério, permanecendo naquilo que havia aprendido desde a sua meninice, seguindo fielmente as Escrituras Sagradas, pois só elas podem nos fazer sábios para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus (II Tm.3:14,15).
14º SLIDE
- Não há como termos alento na vida espiritual se não formos ouvintes e praticantes da Bíblia Sagrada. É ela que nos limpa (Jo.15:3) e nos mantém santificados (Jo.17:17; I Tm.4:5), de modo que nos mantemos separados do pecado e em condições de conservar nossa comunhão com o Senhor, comunhão esta que se mantiver até o fim, fará com que vejamos o Senhor nos ares no dia do arrebatamento da Igreja.
- O apóstolo mostra que a Bíblia é a Palavra de Deus, que seus escritores forem inspirados pelo Espírito Santo (II Pe.1:21), motivo por que não podemos duvidar das Escrituras, nem tampouco dizer que seus preceitos não se aplicam mais ou perderam a validade, como muitos estão a fazer em nossos dias.
15º SLIDE
- Através das Escrituras, todo homem de Deus será perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.
- As Escrituras são meio de santificação, ou seja, são um meio de aperfeiçoamento dos santos e, portanto, um instrumento indispensável para todos quantos querem chegar à glorificação, último estágio do processo da salvação.

COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

Principais Noticias

 A conclusão de nossa revista nos afirma que é urgente que vivamos como sal e luz deste mundo, pois temos uma tarefa que é inadiável e intransferível que é ir, fazer discípulos de todas as nações, batizá-los em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
JOVENS - NOVOS TEMPOS, NOVOS DESAFIOS: Conhecendo os desafios do século XXI
COMENTARISTA: CÉSAR MOISÉS CARVALHO
COMENTÁRIOS: PR. MARCOS ALEXANDRE FERREIRA
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SETOR 19, GUARULHOS/SP


Lição nº 9 – A Nova Religiosidade.


A conclusão de nossa revista nos afirma que é urgente que vivamos como sal e luz deste mundo, pois temos uma tarefa que é inadiável e intransferível que é ir, fazer discípulos de todas as nações, batizá-los em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensiná-los a guardar todas as coisas que O Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo nos mandou; lembrando que Ele nos garantiu que estaria conosco todos os dias, até a consumação dos séculos.
No entanto, para que a Igreja cumpra esta importantíssima missão é necessário que nós nos portemos de modo que venha estar de acordo com a vontade de Deus e, desta forma, seremos referência para os demais que nos observam procurando, com este modo de viver em santidade, despertar nas pessoas o interesse de conhecer o nosso Mestre através do Bom Testemunho.
Para bem ilustrarmos a postura a qual devemos desempenhar na sociedade, citaremos o exemplo usado pelo comentarista da revista que foi o Sal da Terra e a Luz do Mundo uma vez que estes possuem, em suas propriedades, qualidades que podem ser aplicadas a situações reais em nossa vida.
Podemos observar que o cristão é comparado ao sal porque este produto é o principal tempero utilizado na culinária dando um sabor agradável aos alimentos. Assim devemos proceder no nosso testemunho e diante dos homens temperando o meio em que vivemos.
Já o mau crente, que perdeu o temor de Deus e procede desonestamente no seio da comunidade em que vive, é comparado ao sal insípido, não mais presta senão para ser lançado fora e ser pisado pelos homens.
Assim, comparando o crente com o sal, podemos destacar algumas verdades.
Em primeiro lugar, o sal é preservador uma vez que conserva e preserva, daí ser figura de pureza. Sua cor branca também fala disso. Ele evita a deterioração. No caso da destruição de Sodoma e Gomorra, Deus disse, “Não a destruirei por amor dos dez justos” (Gn 18.32). Era o sal que estava impedindo a destruição.
Em segundo lugar, o sal produz sede. Em Atos 2.37, a multidão perguntou logo depois do sermão de Pedro: “Que faremos varões irmãos?” e o carcereiro em Filipos clamou: “Senhores! Que é necessário que eu faça para me salvar?” (Atos 16.31). São as multidões a procura de Jesus ( Mt 4.25, 8.1, 12.15, 14.14). São os oficiais de Justiça dizendo: “Nunca ninguém falou como este homem”. O crente como sal cria sede espiritual nas pessoas ao seu redor.
Em certo sentido os cristãos são a “luz do mundo” (Mt 5.14). Cristo é original e essencialmente a Luz do mundo (Jo 8.12), mas ele disse que depois da sua partida essa função seria dos seus discípulos (Jo 9.5).
Em Efésios 5.8,9 Paulo diz: “Porque outrora vocês eram trevas, mas agora sois luz no Senhor. Vivei como filhos da luz”. Outrora éramos trevas, mas agora somos luz no Senhor. Em outras palavras todos os seus professores, políticos, filósofos, cientistas, tecnocratas, estrelas de cinema, e gurus religiosos, por mais que possam cooperar positivamente na sociedade, mas sem crer nas Escrituras Sagradas, sem crer em Deus e sem receber a Cristo permanecem ainda nas trevas. Mas neste mundo de trevas profundas, Deus plantou sua igreja como a luz. São pessoas simples, humildes, desprezíveis, mas são estes que Jesus disse ser a luz deste mundo.
Temos de refletir nesse mundo em trevas a luz de Cristo em nossa vida. E o que é essa luz? É a luz da salvação, a luz da vida eterna, a luz do conhecimento de Deus, a luz da alegria da salvação, a luz da esperança e a luz que brilha nas trevas. É a luz que abre os olhos dos cegos e os faz ver a luz da glória de Deus na face de Jesus Cristo.
Estamos sendo sal da terra e luz do mundo? Ou estamos corrompidos (putrefatos) e em trevas. Devemos ter sempre na lembrança que somos representantes de Cristo neste mundo corrompido e em trevas.
Se algum de nós não tem sido encontrado como sal da terra e luz do mundo, temos de pedir a Deus misericórdia e que Ele nos conduza para esta finalidade, sem a qual o mundo entrará em colapso moral e espiritual.
Portanto, não devemos ser religiosos e ter uma Vida de aparência. Deve-se abundantemente sobejar em nossas vidas o arrependimento, o compromisso e a santidade.


“Portanto, fortaleçam as mãos enfraquecidas e os joelhos vacilantes. Façam caminhos retos para os seus pés, para que o manco não se desvie, mas antes seja curado. Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor.”
Hebreus 12:10-14

COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - PR. MARCOS ALEXANDRE FERREIRA

Um pastor estava preocupado com a ausência de um homem que normalmente vinha aos cultos. Depois de algumas semanas, ele decidiu visitá-lo. Quando o pastor chegou à casa deste homem, ele o encontrou sozinho, sentado diante de uma lareira.O pastor puxou uma cadeira e se sentou ao lado do homem. Mas depois de sua saudação inicial, ele não disse mais nada.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
JOVENS – NOVOS TEMPOS, NOVOS DESAFIOS: Conhecendo os desafios do século XXI
COMENTARISTA: CÉSAR MOISÉS CARVALHO
COMENTÁRIOS – PROFª. SULAMITA MACEDO
ASSEMBLEIA DE DEUS – TEMPLO CENTRAL - NATAL/RN

 

 


Lição 09: A Nova Religiosidade


Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: A Nova Religiosidade.
- Escrevam no quadro ou cartolina a palavra “Desigrejados”.
- Depois, perguntem: O que vocês podem falar sobre esta palavra?
Aguardem as respostas e depois acrescentem outras informações.
- Em seguida, reforcem a importância do jovem está reunido numa igreja local, para receber o ensino da Palavra de Deus, fortalecer os relacionamentos e comunhão com o Senhor.
- Para enfatizar este assunto, leiam o texto “Sermão Silencioso”.
– Lembrem-se de que ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “Você é importante”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Texto de Reflexão


Sermão Silencioso
Que importância tem a nossa comunhão com a Igreja local? Deixe-me responder a esta pergunta com uma história.
Um pastor estava preocupado com a ausência de um homem que normalmente vinha aos cultos. Depois de algumas semanas, ele decidiu visitá-lo. Quando o pastor chegou à casa deste homem, ele o encontrou sozinho, sentado diante de uma lareira. O pastor puxou uma cadeira e se sentou ao lado do homem. Mas depois de sua saudação inicial, ele não disse mais nada.
Os ficaram sentados em silêncio por alguns minutos, enquanto o pastor olhava para as chamas na lareira. Então pegou as pinças e tomou cuidadosamente uma brasa acesa das chamas e a colocou de lado. Sentou-se de volta na sua cadeira, ainda em silêncio. O seu anfitrião observou em reflexão silenciosa como a brasa começou a tremular e se pagou. Pouco depois, estava fria e sem vida.
O pastor olhou no seu relógio e disse que tinha que ir embora, mas antes disso pegou a brasa fria e a colocou de volta no fogo. Imediatamente, ela começou a luzir novamente com a luz e o calor do carvão aceso ao seu redor.
Quando o pastor se levantou para sair, o homem também se levantou e lhe deu um aperto de mão. Então, com um sorriso no seu rosto, ele disse: “Obrigado pelo sermão, pastor. Eu vejo o senhor na Igreja, no domingo”.
Autoria do texto: David Roper


Dinâmica: Você é importante


Objetivos:
Refletir sobre a valorização pessoal.
Enfatizar a importância de frequentar uma igreja.
Material:
01 quebra-cabeça para cada grupo
Observação: Adquiram quebra-cabeça com poucas peças. Vocês podem encontrar com preço bastante baixo nas lojas de material importado.
Procedimento:
- Dividam os alunos em grupos.
- Distribuam para cada grupo um quebra-cabeça faltando uma peça, mas não falem isto para eles.
- Peçam para que cada grupo monte o quebra-cabeça. Observem o trabalho deles. Logo, eles vão falar que está faltando uma peça.
- Depois, questionem:
Está peça é importante para o quebra-cabeça?
Todas as peças estão montadas e somente uma faz falta? Por quê?
- Depois, falem: Faz de conta que as peças são vocês, todos são importantes para o grupo. Vocês são importantes para suas famílias e para a igreja.
- Então, entreguem a peça que falta para cada grupo e solicitem para que concluam o preenchimento do quebra-cabeça.
- Depois, trabalhem com os alunos sobre a valorização pessoal e a importância de estar participando de uma igreja.
Por Sulamita Macedo.
Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/2015/08/jovens-novos-tempos-novos-desafios_24.html Acesso em 24 ago. 2015.

Reunião de conjunto de videoaulas da lição de Jovens como auxílio ao preparo das aula pelo professor de EBD.

CPAD - Pr. César Moisés Carvalho:

 

Fortaleza/CE - Prof. Lucas Neto:

Jardim São José/Campinas-SP - Pr. Agnaldo Betti:

 

Joinville/SC - Prof.ª Andréa Nogueira:

Principais Noticias

Grid List

Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição. Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.

 PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
JUVENIS – QUEDA E REDENÇÃO
COMENTARISTA: REYNALDO ODILO
COMENTÁRIOS – PROF.ª SULAMITA MACEDO
ASSEMBLEIA DE DEUS – TEMPLO CENTRAL – NATAL/RN

 


Lição 09: O sacrifício do Redentor


Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais,deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, trabalhem o conteúdo da lição. Vejam as sugestões abaixo:
- Apresentem o título da lição: O sacrifício do Redentor.
- Depois, utilizem a dinâmica “O Sofrimento de Cristo”.
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição. Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: O Sofrimento de Cristo


Objetivo: Iniciar o estudo sobre o sofrimento de Jesus.

Material:
01 corrente confeccionada de papel ou EVA
01 Chicote ou um cinto ou um cinturão
01 alfinete ou agulha
01 folha de papel madeira ou cartolina
Procedimento:
- Perguntem:
. Alguém aqui passou por uma situação em que ficou trancado sem poder sair de algum lugar? Como você se sentiu?
Para este aluno que vai relatar este caso, entreguem uma corrente, para representar a situação vivenciada.
. Alguém já sofreu uma agressão física de algum colega numa discussão ou briga? Como você se sentiu quando apanhou?
Para este aluno que vai relatar este caso, entreguem um cinto, para representar a situação vivenciada.
. Alguém já se furou com algo perfurante, como prego, alfinete etc?
Para este aluno que vai relatar este caso, entreguem uma agulha, para representar a situação vivenciada.
- Falem: Todas estas situações causaram sofrimento, tristeza etc. Mas, hoje vamos estudar sobre uma pessoa que sofreu muito e nem se compara com o que vocês relataram.
- Falem: Vocês já sabem que antes da crucificação de Jesus, aconteceram várias situações que provocaram muito sofrimento para Ele.
- Apresentem uma folha de madeira ou cartolina com um desenho de uma cruz em tamanho grande.
- Falem que a cruz vai representar o sofrimento de Jesus.
- Peçam para que os alunos citem estes fatos que eles lembram que causaram sofrimento de Jesus antes de sua morte na cruz. As respostas devem ser escritas ao redor da cruz.
Preso
Acusado com falsas testemunhas
Chicoteado
Torturado
Cuspiram no rosto dele
Coroa de espinhos na cabeça
Morte na cruz
- Perguntem: Por que Jesus passou por este sofrimento além da morte de cruz?
Enfatizem que a morte de Jesus foi para nos salvar e nos dá vida abundante.
- Leiam: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando”(Jo 15.13 e 14).
- Agora, trabalhem os pontos levantados na lição.
Por Sulamita Macedo.
Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/2015/08/juvenis-curriculo-do-ano-1-queda-e_24.html Acesso em 24 ago. 2105.

Professoras e professores, observem estas orientações:1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:- Cumprimentem os alunos.

 PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
JUVENIS – QUEDA E REDENÇÃO
COMENTARISTA: REYNALDO ODILO
COMENTÁRIOS – PROF.ª SULAMITA MACEDO
ASSEMBLEIA DE DEUS – TEMPLO CENTRAL – NATAL/RN


Lição 08: A Graça de Deus
Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, trabalhem o conteúdo da lição. Vejam as sugestões abaixo:
- Apresentem o título da lição: A Graça de Deus.
- Depois, utilizem a dinâmica “Caixa de Presente”.
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição.  Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!
Dinâmica: Graça de Deus
Objetivo: Refletir sobre a Graça de Deus que é para todos.
Material:
01 caixa de presente
Balas ou chocolate(01 para cada aluno)
Versículo digitado em tamanho pequeno – Tito 2.11 “Porque a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos e os homens”.
Frase digitada da largura da caixa: “Este presente não é somente seu, distribua com os colegas”.
Papéis para sorteio
Procedimento:
ANTES DA AULA:
- Fixem os versículos nas balas com grampeador, se preferir vocês podem colar.
- Escrever o nome dos alunos para o sorteio.
- Arrumem a caixa da seguinte forma:
As balas no fundo da caixa.
Por cima das balas, coloquem a frase digitada no papel da largura da caixa: “Este presente não é somente seu, distribua com os colegas”.
DURANTE A AULA:
- Apresentem a caixa de presentes.
- Falem que na caixa há algo muito importante.
- Falem: Quem deseja receber este presente?
- Façam o sorteio do presente.
- Orientem ao ganhador para que ele abra caixa de presentes.
O aluno deverá abri-la e realizar a orientação contida na caixa, já descrita acima.
- Depois, os alunos deverão ler o versículo que está pregado na bala.
- Para concluir falem, a salvação pela Graça é para todos, é um presente muito valioso que recebemos de Deus. Da mesma forma, que o presente(apresentem a caixa) não era somente para um, mas para todos vocês, assim também a salvação para todos quantos aceitam a Cristo.
Por Sulamita Macedo.
Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/2015/08/juvenis-curriculo-do-ano-1-queda-e_17.html Acesso em 18 ago. 2015.

A palavra “discípulos” se refere a um “aprendiz” ou “seguidor”. A palavra “apóstolo” se refere a “alguém que é enviado”. Enquanto Jesus estava na terra, os doze eram chamados discípulos. Os 12 discípulos seguiram a Jesus Cristo, aprenderam com Ele, e foram treinados por Ele.

 PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
JUNIORES - Tema: A vida de Jesus
Comentarista: Daniele Vital
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
Assembleia de Deus – Ministério do Ipiranga – sede – São Paulo/SP


LIÇÃO 9 - A ESCOLHA DOS AJUDANTES


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu alunos (as) a conhecer os discípulos escolhidos por Jesus.


Memorizando
“Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos." (Jo 15.13 - NVI).

Texto Bíblico: Mt 4.18-22; Lc 6.12-16

A escolha dos doze discípulos
A palavra “discípulos” se refere a um “aprendiz” ou “seguidor”. A palavra “apóstolo” se refere a “alguém que é enviado”. Enquanto Jesus estava na terra, os doze eram chamados discípulos. Os 12 discípulos seguiram a Jesus Cristo, aprenderam com Ele, e foram treinados por Ele. Após a ressurreição e a ascensão de Jesus, Ele enviou os discípulos ao mundo (Mateus 28.18-20) para que fossem Suas testemunhas. Eles então passaram a ser conhecidos como os doze apóstolos. No entanto, mesmo quando Jesus ainda estava na terra, os termos discípulos e apóstolos eram de certa forma usados alternadamente, enquanto Jesus os treinava e enviava para pregarem.
A escolha dos doze homens para atuar como apóstolos de Jesus foi um acontecimento central no ministério terreno de Jesus. O termo apóstolo significa "enviado". Os doze foram designados para estar com Jesus e, depois, ser enviados a pregar, a curar e a apresentar Jesus ao mundo. Jesus passou muito tempo com os doze preparando-os e instruindo-os para esse trabalho. Para muitos deles, o chamado para o apostolado marcou o terceiro passo significativo em seu relacionamento com Jesus. Em primeiro lugar, houve um período em que conheceram Jesus (veja Jo 1.35-51); depois, passaram para um período de companhia constante (Mc 1.16-20); agora, era a vez da escolha para serem emissários oficiais (Lc 6.12-16; Mc 3.13-19).
Antes de Jesus escolher esses homens, ele passou a noite toda orando a Deus. A oração era fundamental na vida de Jesus. Ele orava a noite toda antes de tomar uma decisão importante como essa. Muitas vezes, Jesus nem tinha tempo para orar durante o dia, então levantava-se bem cedo ou ficava acordado até tarde para poder orar. Se, mesmo sendo Filho de Deus, Jesus cria na importância da oração o bastante para perder uma noite de sono orando, a oração deve ser a prioridade máxima para nós.
A lista dos escolhidos por Jesus para ser apóstolos não é muito impressionante do nosso ponto de vista. Jesus escolheu quatro pescadores (Pedro, André, Tiago e João), um coletor de impostos (Mateus), um terrorista (Simão Zelote), Filipe, que às vezes parecia muito difícil de entender as coisas (Jo 6.5-7; 12.21-22; 14.8-9), Tomé, que em geral parecia pessimista (Jo 11.16; 14.5; 20), Judas, que o traiu, e três outros a respeito de quem simplesmente não sabemos coisa alguma. É óbvio que Jesus não levava em conta o sucesso do mundo, a inteligência, etc. como critério importante para ser útil a ele.

Aplicação da lição
Enfatize aos alunos (as) que Jesus chamou doze homens para estarem com Ele. Sua influência divina, Seus ensinos, Seu exemplo, fariam pessoas plenamente capacitadas para dar continuidade à obra iniciada. A autoridade transferida para pregar, ensinar, curar e expulsar demônios, traria à lembrança das grandes multidões o mesmo poder manifestado em Cristo.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jaciara da Silva

Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu alunos (as) a conscientizar-se que todo ser humano está propenso a tentação e a pecar, mas a toda oferta que nos afasta de Deus devemos dizer não.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
JUNIORES - Tema: A vida de Jesus
Comentarista: Daniele Vital

LIÇÃO 8 - A TENTAÇÃO DE JESUS


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu alunos (as) a conscientizar-se que todo ser humano está propenso a tentação e a pecar, mas a toda oferta que nos afasta de Deus devemos dizer não.

Memorizando
“Pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado." (Hb 4.15 - NVI).
Texto Bíblico: Lc 4.1-15

O que é a tentação
A tentação é como uma doença que, desde a queda espiritual de Adão e Eva, vem comprometendo até mesmo os crentes mais santificados.
Oriunda do vocábulo latino tentatione, a palavra "tentação" significa: indução, seja externa, seja interna, que impulsiona o ser humano à prática de coisas condenáveis diante de Deus e dos seres humanos.
Estímulo que leva à prática do pecado. Embora a tentação, em si, não constitua pecado, o atender às suas reivindicações caracteriza a transgressão das leis divinas. Eis porque, na Oração Dominical, o Senhor Jesus nos ensinou a clamar ao Pai: "E não nos induzas à tentação, mas livra-nos do mal; porque teu é o Reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém!" (Mt 6.13).

A tentação de Jesus
Após o batismo, Jesus foi para o deserto, "conduzido pelo Espírito". Depois de 40 dias de jejum total, Jesus, sem dúvida alguma, encontrava-se debilitado fisicamente. Todo o seu ser, por certo, exigia ser saciado. Tanto a água quanto o pão são elementos necessários para a manutenção do corpo. Não há, portanto, nada de errado com o desejo de comer ou beber. Todavia, se esse desejo é apenas para uma gratificação pessoal, como queria o Diabo, então ele se converte em pecado.
Satanás queria que Jesus visse as coisas materiais como sendo mais necessárias do que as espirituais. Jesus mostra que mais importante do que o pão material era o pão espiritual, a Palavra de Deus. Ainda hoje, o Diabo usa a mesma artimanha quando convence os homens de que ter abundância, fartura ou prosperidade material é melhor do que desfrutar da comunhão com Deus.
Jesus experimenta três tentações específicas. As tentações de Jesus seguem três padrões que são comuns a todos os homens.
A primeira tentação diz respeito à concupiscência da carne (Mt 4.3-4), a qual inclui todos os tipos de desejos físicos. O Nosso Senhor teve fome, e o diabo o tentou a transformar pedras em pão, mas Ele respondeu citando Deuteronômio 8.3.
A segunda tentação foi acerca da soberba da vida (Mt 4.5-7), e aqui o diabo tentou usar uma passagem da Escritura contra Ele (Sl 91.11-12), mas novamente o Senhor respondeu com a Escritura em sentido contrário (Dt 6.16), afirmando que seria errado abusar de Seus próprios poderes.
A terceira tentação foi acerca da concupiscência dos olhos (Mt 4.8-10), e se algum atalho ao Messias fosse possível, evitar a paixão e crucifixão para as quais Ele originalmente veio seria a forma. O diabo já tinha o controle sobre os reinos do mundo (Ef 2.2), mas estava pronto a dar tudo a Cristo em troca de Sua lealdade. O mero pensamento quase causa a natureza divina do Senhor a tremer, e Ele responde agressivamente: "Retire-se, Satanás! Pois está escrito: ‘Adore o Senhor, o seu Deus e só a Ele preste culto’" (Mt 4.10; Dt 6.13).
Jesus resiste à tentação do Diabo afirmando que mais importante é obedecer à Palavra de Deus e confiar no Senhor que cuida de nós. Jesus obedece à Palavra de Deus, embora implique em fome física.

Aplicação da lição
Enfatize aos alunos (as) que a necessidade de manterem-se em elevado nível espiritual, mediante a oração e a comunhão com Deus resistir as tentações e se esforçar para uma transformação diária de suas vidas, segundo a imagem moral de Cristo. Reforce essa mensagem lendo com eles Romanos 13.14: "Revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências".


Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jaciara da Silva

Videoaula com o objetivo de melhor realizar a preparação do professor de EBD para a aula da Escola Bíblica Dominical

 

Joinville/SC - Pr. Marcos Tedesco:

 Para refletir: “Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta.." (Tg 2.17 - NVI). Texto Bíblico: At 242-46; 4.32-37.Aqui estão incluídos os pobres, enfermos, deficientes físicos, crianças, idosos, desamparados, desabrigados, encarcerados, bem como os incapazes de retribuir quaisquer favores recebidos (Lc 14.13,14).

 

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015

ADOLESCENTES - Tema: Vivendo em sociedade
Comentarista: Telma Bueno

 


LIÇÃO 9 - SOCIEDADE E MISSÃO INTEGRAL


Para refletir
“Assim também a fé, por si só, se não for acompanhada de obras, está morta.." (Tg 2.17 - NVI).
Texto Bíblico: At 242-46; 4.32-37.

Ação Social no Antigo Testamento (Dt 15.10,11)
Esta é uma das muitas referências do Antigo Testamento sobre o nosso dever de ajudar, assistir e socorrer os necessitados. Devemos atender ao pedinte (Dt 15.7-10) e ao carente de víveres para a sua subsistência (Sl 132.15). Ver Lv 19.10; 23.22; Êx 23.11. A justiça social ordenada por Deus determinava que os ricos não desprezassem os pobres (Dt 15.7-11), e que o estrangeiro, a viúva e o órfão fossem atendidos em suas necessidades (Êx 22.22; Dt 10.18; 14.29).

Ação Social no Novo Testamento (Mt 26.11; Gl 2.10)
Aqui estão incluídos os pobres, enfermos, deficientes físicos, crianças, idosos, desamparados, desabrigados, encarcerados, bem como os incapazes de retribuir quaisquer favores recebidos (Lc 14.13,14). Quando Cristo veio ao mundo, a Palestina passava por graves problemas socioeconômicos, de sorte que muitos o buscavam apenas para saciar a fome (Jo 6.26). É justamente nesse contexto que devemos estudar a ação social da igreja primitiva. Ler At 2.43-46; 6.1; Rm 15.25-27; 1 Co 16.1-4; 2 Co 8; 9; Cl 2.9; Fp 4.18,19, etc.

A responsabilidade social da igreja primitiva
Após o derramamento do Espírito Santo no Dia de Pentecostes em Jerusalém, e a conversão de quase três mil almas a Cristo, houve um grande despertamento espiritual entre os primeiros crentes. A despeito de os apóstolos jamais deixarem arrefecer a principal missão da Igreja na Terra, que compreende: a pregação do evangelho, a doutrina, a comunhão, a fraternidade e a oração (At 2.42; 4.31; 5.42), o Espírito Santo também inspirou e guiou aqueles servos de Deus rumo ao cumprimento da missão social da igreja.

1. Doutrina
“E perseveravam na doutrina dos apóstolos”. A doutrina cristã, ensinada por Jesus durante seu ministério terreno, continuou no coração e na mente dos apóstolos. Agora, o Espírito Santo vivificava e consolidava em suas mentes tudo quanto o Senhor ensinara, como Jesus havia predito (Jo 14.26; 15.26; 16.13). A primeira coisa que cuidaram na igreja nascente foi a doutrina, que é essencial à fé cristã.

2. Comunhão
“E perseveravam na comunhão”. Comunhão quer dizer “aquilo que é comum a todos”; “fraternidade”; “compartilhar de um interesse comum”. Portanto, é relacionamento íntimo e fraternal entre os irmãos. Na igreja primitiva, era uma prática que fortalecia o relacionamento social e despertava a sensibilidade dos crentes pelas necessidades uns dos outros (At 2.44-46; 4.32-36).

3. Solidariedade
“E perseveravam no partir do pão”. Em Atos 2.42, pode referir-se tanto às refeições comuns quanto à Ceia do Senhor. Era costume, entre os judeus, representar a comunhão entre as pessoas, segurando com as mãos o pão e partindo-o em pedaços, ao invés de cortá-lo (Lc 22.19; 1 Co 11.24). Era um ato de fraternidade e solidariedade entre os irmãos. Essa prática sugere a necessidade de a Igreja partilhar, por meio do serviço social, o pão material com os necessitados.
Ao invés de a igreja primitiva discutir se era ou não de sua responsabilidade suprir as necessidades dos cristãos pobres, realizava esse serviço movida de amor e compaixão de Deus. O bem-estar social de cada irmão em Cristo tinha sua base nos valores espirituais e morais da igreja nascente.
A igreja era caridosa (At 2.45). Os versículos 43 e 44 indicam três qualidades da igreja cristã: temor, fervor pentecostal e unidade. No original, os verbos dos vv.43,44 descrevem uma ação repetida e contínua — os discípulos continuavam sendo cheios de temor e vendendo seus bens à medida que as necessidades individuais surgiam: “repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade” (v.45). O temor dos crentes não era medo, mas um profundo reconhecimento de que tudo o que estava acontecendo com eles procedia de Deus. A Igreja era pentecostal, no sentido bíblico da palavra, e unida: “tinham tudo em comum”. A consciência dos crentes foi despertada para sair da neutralidade e da omissão social.
Consciência das necessidades materiais dos cristãos (At 11.27-30). A Bíblia registra a profecia concernente à grande fome e empobrecimento que atingiu o mundo de então. Esse fato ocorreu no governo de Cláudio César, imperador de Roma, entre 45-54 d.C. Josefo, historiador judeu, registra uma grande fome na Judéia em 46 d.C. Foi nesse período de extrema necessidade que os cristãos de Antioquia enviaram suprimentos à igreja de Jerusalém. A igreja missionária em Antioquia se preocupava com o estado dos demais cristãos no mundo, especialmente com a igreja-mãe em Jerusalém. Os cristãos foram estimulados a contribuírem conforme suas posses, enviando as ofertas por meio de Barnabé e Paulo, e assim socorreram os irmãos da Judéia.
A igreja primitiva cumpria sua missão social (2 Co 8.3,4; 9.13). A igreja não apenas pregava o evangelho, mas também atendia àqueles que necessitavam de socorro físico e material (Cl 2.9,10). Os seguintes princípios devem nortear o serviço social da igreja:
• Mutualidade — isto é, ser generoso, recíproco, solidário.
• Responsabilidade — trata-se de privilégio e não obrigação (2 Co 8.4; 9.7);
• Proporcionalidade — contribuição de acordo com as possibilidades individuais (2 Co 9.6,7).

Conclusão
Atender ao pobre em suas necessidades é um preceito bíblico (Lv 23.22; Dt 15.11; Sl 41.1; 82.3; At 11.28-30; Cl 2.10). A missão assistencial da Igreja no mundo é a continuação da obra iniciada por Jesus. Assim como o Senhor jamais se esqueceu dos pobres, a Igreja não deve desprezá-los (Lc 4.18,19). O imperativo da Grande Comissão inclui, na essência da mensagem do evangelho, o atendimento às pessoas necessitadas. Ver Mt 25.35-40; Jo 13.14,15.

Fonte consultada:
• BÍBLIA. Português. Bíblia Shedd. Tradução João Ferreira de Almeida, Revista e Atualizada. 2ª Edição, São Paulo, Editora Vida Nova, 1997.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª Jaciara da Silva

 

Objetivo: Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir seus alunos a confiar em Deus, pois até o mar abre para seu povo passar.Memória em ação:" Ensina-me o teu caminho, Senhor; conduze-me por uma vereda segura por causa dos meus inimigos." (Sl 27.11 - NVI)

 PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
JARDIM DE INFÂNCIA - Tema: O meu Amigo Guarda e cuida do seu povo
Comentarista: Verônica Araújo
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
Assembleia de Deus – Ministério do Ipiranga – sede – São Paulo/SP


LIÇÃO 9 - OS SOLDADOS SE AFOGAM


Texto Bíblico: Êx 14.1-31

Objetivo:
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir seus alunos a confiar em Deus, pois até o mar abre para seu povo passar.

Memória em ação:
" Ensina-me o teu caminho, Senhor; conduze-me por uma vereda segura por causa dos meus inimigos." (Sl 27.11 - NVI)

Explorando a Bíblia
Faraó mandou os israelitas embora, após a décima praga de Deus sobre os egípcios. Saíram uns 600.000 homens israelitas, e as mulheres e crianças. Também foi muita outra gente, que cria em Deus. Todos levaram consigo suas ovelhas, seus cabritos e seu gado.
Antes de partir, os israelitas pediram aos egípcios roupa, e objetos de ouro e de prata. Os egípcios tinham muito medo, por causa daquela última praga. Deram aos israelitas o que pediram.
Após alguns dias, os israelitas chegaram ao Mar Vermelho. Ali descansaram. No ínterim, Faraó e seus homens lamentaram ter mandado os israelitas embora. ‘Perdemos os escravos!’ disseram.
Assim, Faraó novamente mudou de ideia. Aprontou depressa seu carro de guerra e o exército. Eles foram atrás dos israelitas com 600 carros especiais e todos os outros do Egito.
Vendo os israelitas a Faraó e seu exército, ficaram com medo. Não havia meio de fugir. Dum lado, havia o Mar Vermelho, e doutro lado vinham os egípcios. Mas, Deus pôs uma nuvem entre seu povo e os egípcios. Assim, estes não podiam ver os israelitas para atacá-los.
Jeová disse então a Moisés que estendesse a vara sobre o Mar Vermelho. Quando fez isso, Jeová trouxe um grande vento oriental. As águas do mar foram divididas e retidas em ambos os lados.
Então, os israelitas atravessaram o mar em terra seca. Levou horas para os milhões de pessoas passarem a salvo com todos os animais. Por fim, os egípcios conseguiram ver de novo os israelitas. Seus escravos estavam fugindo! Entraram então no mar, atrás deles.
Quando fizeram isso, Deus fez as rodas dos carros cair. Os egípcios ficaram com muito medo e gritaram: ‘Deus está lutando pelos israelitas contra nós. Vamos sair daqui!’ Mas, já era tarde.
Foi então que Jeová mandou Moisés estender a vara sobre o Mar Vermelho, como vê no desenho. Quando Moisés fez isso, as muralhas de água voltaram e cobriram os egípcios e seus carros. Todo o exército havia ido atrás dos israelitas para dentro do mar. Nenhum dos egípcios escapou com vida!
Como ficou feliz todo o povo de Deus com a salvação! Os homens cantaram agradecimentos a Deus, dizendo: ‘Deus ganhou gloriosa vitória. Lançou no mar os cavalos e seus cavaleiros.’ Miriã, irmã de Moisés, tomou seu pandeiro, e todas as mulheres fizeram o mesmo. E, dançando com alegria, cantaram também: ‘O SENHOR ganhou gloriosa vitória. Lançou no mar os cavalos e seus cavaleiros.’

Aplicação da Lição
Professor (a) enfatize aos pequenos que assim como Deus salvou os israelitas, auxilia todos os que confiam Nele.

Oficina criativa
Imprimir o desenho no link abaixo para os pequenos fazer a atividade
copie o link e cole no navegador
http://4.bp.blogspot.com/-GOMAnEQa7Xk/Tf07c8O-dII/AAAAAAAAEQM/WcYZ6BLuSmI/s1600/2.jpg

Fontes Consultadas:
Bíblia na Linguagem de Hoje
Bíblia da Galerinha
Bíblia de Estudo Pentecostal.

Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jaciara da Silva

 

Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir seus alunos a COMPREENDER que Deus sempre está conosco cuidando de tudo, sempre a nos proteger.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFANCIA – CPAD
3º Trimestre de 2015
Tema: O meu Amigo Guarda e cuida do seu povo
Comentaristas: Verônica Araújo


LIÇÃO 7 - O MEU AMIGO VIAJA COM SEU POVO


Texto Bíblico: Êx 12.31-51
Objetivo:
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir seus alunos a COMPREENDER que Deus sempre está conosco cuidando de tudo, sempre a nos proteger.
Memória em ação:
" Vocês sairão em júbilo e serão conduzidos em paz; os montes e colinas irromperão em canto diante de vocês, e todas as árvores do campo baterão palmas." (Is 55.12 )
Explorando a Bíblia
O povo de Israel ao sair do Egito ficaram muito alegres.
Imagine como para as crianças era tudo novidade?
Aliás para todos... era a primeira vez que saiam do Egito.
Que alegria!!!!
Mas conforme o dia ia passando e eles se afastavam do Egito, maior era o calor, e ao cair da noite o frio aumenta extremamente.
No deserto as temperaturas podem chegar a 50º C durante o dia e -5º C à noite. Com estas condições climáticas e também as geográficas é praticamente impossível a sobrevivência de crianças e idosos, como havia no povo israelita.
Mas Deus é a nossa proteção! Ele tem cuidado de nós.
Deus colocou as colunas de nuvem e de fogo como evidência da sua presença, do seu amor e do seu cuidado por Israel.
Durante o dia a coluna de nuvem refrescava do calor escaldante, e a noite a coluna de fogo aquecia e mantinha longe animais perigosos.
A presença da nuvem e do fogo permaneceu entre eles até chegarem à terra prometida, quarenta anos mais tarde. Os israelitas tinham a proteção de Deus durante sua caminhada no deserto.
Conclusão
Professor (a) enfatize aos pequenos que como povo de Deus também podemos contar com a mesma proteção. É preciso ter fé. A fé é a maior arma que existe na Terra. Através dela, todos os inimigos são derrotados.
Precisamos sempre buscar mais a Deus. É na de oração que falamos com Deus e as promessas divinas são avivadas e nossa fé aumentada.
Oficina criativa
Imprimir o desenho no link abaixo para os pequenos fazer a atividade
copie o link e cole no navegador
http://portalsementinhakids.com/wp-content/uploads/2009/04/Deus+protegeu+o+povo+de+Israel+no+deserto.jpg
Fontes Consultadas:
Bíblia na Linguagem de Hoje
Bíblia da Galerinha
Bíblia de Estudo Pentecostal.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jaciara da Silva

Muitos dias se passaram, depois que o povo de Israel saiu do Egito, e a comida acabou. Ali, no deserto, todos eles começaram a reclamar contra Moisés e Arão, dizendo assim: Teria sido melhor que o SENHOR tivesse nos matado no Egito! Lá, nós podíamos pelo menos nos sentar e comer carne e outras comidas à vontade.

 PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
PRIMÁRIOS – Tema: Conhecendo a Viagem do Povo de Deus pelo Deserto
Comentarista: Fabiana Almeida
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
Assembleia de Deus – Ministério do Ipiranga – sede – São Paulo/SP


LIÇÃO 9 - REFEIÇÕES GARANTIDAS


Texto Bíblico: Ex cap. 16

Objetivo:
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir seus alunos a conscientizar-se de que Deus sempre está atendo as nossas dificuldades e nos socorre.

Memória em ação:
" Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal" (Mt 6.34 - NVI)

Explorando a Bíblia
Muitos dias se passaram, depois que o povo de Israel saiu do Egito, e a comida acabou. Ali, no deserto, todos eles começaram a reclamar contra Moisés e Arão, dizendo assim: Teria sido melhor que o SENHOR tivesse nos matado no Egito! Lá, nós podíamos pelo menos nos sentar e comer carne e outras comidas à vontade.
O SENHOR Deus disse a Moisés: Diga ao povo que hoje à tarde, antes de escurecer, eles comerão carne. E amanhã de manhã comerão pão à vontade. Aí ficarão sabendo que eu, o SENHOR, sou o Deus deles. À tarde apareceu um grande bando de codornas; eram tantas, que cobriram o acampamento.
E no dia seguinte, de manhã, havia orvalho em volta de todo o acampamento. Quando o orvalho secou, por cima da areia do deserto ficou uma coisa parecida como flocos brancos. Os israelitas viram aquilo e não sabiam o que era. Então perguntaram uns aos outros: — O que é isso? Moisés lhes disse: — Isso é o alimento que o SENHOR está mandando para vocês comerem.
Quando as pessoas provaram, perceberam que tinha gosto de bolo de mel. Deram a esse alimento o nome de maná, que significa “que é isto”?
Moisés disse aos israelitas: Todas as manhãs vocês encontrarão o maná sobre a terra. Levantem cedo e colham o suficiente para o dia inteiro, mas não guardem nada para o dia seguinte.
Mas alguns não obedeceram à ordem de Moisés e guardaram uma parte daquele alimento. E no dia seguinte o que tinha sido guardado estava cheio de bichos e cheirava mal. Aí Moisés ficou muito irritado com eles.
Depois da primeira semana, todos entenderam que precisavam obedecer às instruções de Deus. Durante quarenta anos, enquanto estava no deserto, o povo de Israel teve maná para comer! Deus o alimentou!

Aplicação da lição
professor (a) enfatize aos pequenos que Senhor sustentou os israelitas durante todo o tempo que eles andaram no deserto, quando deixaram o Egito, e partiram para a terra prometida, Canaã. Deus é fiel e cuida das necessidades dos seus filhos. Tenha um coração grato ao Senhor. A cada dia agradeça pelo que Ele tem te dado a você. Agradecimento é o segredo para ser abençoado!

Oficina criativa
Imprimir o desenho no link abaixo para os pequenos fazer a atividade
copie o link e cole no navegador
http://www.jornallivre.com.br/images_enviadas/deus-manda-mana-16-jpg.jpg

Fontes Consultadas:
Bíblia na Linguagem de Hoje
Bíblia da Galerinha
Bíblia de Estudo Pentecostal.

Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jaciara da Silva

 

 

Uma das maiores necessidades de quem está no deserto é água. Após sair do Egito, a felicidade de estar em liberdade dos israelitas é ofuscada pela necessidade de água para beber. Dentro de pouco tempo, a água que tinham acabou. Todos no acampamento inteiro dos israelitas estavam com muita, muita sede e tristes, pois a única água disponível era amarga.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
PRIMÁRIOS - Tema: Conhecendo a Viagem do Povo de Deus pelo Deserto
Comentarista: Fabiana Almeida


LIÇÃO 8 - ARGH, ÁGUAS AMARGAS


Texto Bíblico: Ex 17.17-22

Objetivo:
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir seus alunos a conscientizar-se de que Deus supre nossas necessidades físicas e espirituais.

Memória em ação:
" Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos." (Mt 5.6 - NVI)

Explorando a Bíblia
Uma das maiores necessidades de quem está no deserto é água.
Após sair do Egito, a felicidade de estar em liberdade dos israelitas é ofuscada pela necessidade de água para beber. Dentro de pouco tempo, a água que tinham acabou. Todos no acampamento inteiro dos israelitas estavam com muita, muita sede e tristes, pois a única água disponível era amarga.
Eles começaram então a queixar‑se e a reclamar a Moisés. Moisés sabia que Deus não havia abandonado Seu povo. Sabia que Deus satisfaria suas necessidades. Então, Moisés orou a Deus e pediu ajuda. Deus disse a Moisés que procurasse um arbusto ou um pedaço de pau e o jogasse na água. Moisés fez isso e a água ficou boa. Mais uma vez, as pessoas correram até a água. Desta vez, todos ficaram felizes e beberam tanto quanto quiseram daquela água gostosa e fresquinha. Deus realizara um milagre para satisfazer as necessidades deles, inclusive a necessidade de água no deserto. Todos agradeceram a Deus por cuidar deles e de suas necessidades. Vamos agradecer a Deus agora a boa água que Ele nos dá.

Aplicação da lição
Esta lição fala sobre adoração. Nossas orações devem transbordar de agradecimento a Deus por suprir nossas necessidades básicas como alimento e água. Quando Lhe agradecemos essas coisas, estamos verdadeiramente adorando a Ele, pois Lhe damos o crédito que muitas vezes tomamos para nós mesmos. Agradecer a Deus por suprir nossas necessidades faz parte da adoração a Ele.

Oficina criativa
Imprimir o desenho no link abaixo para os pequenos fazer a atividade
copie o link e cole no navegador
http://1.bp.blogspot.com/-IPWyX_SCxVI/U9QsM0-TRmI/AAAAAAAAJ7Q/36ffY932ALc/s1600/mc513b.jpg
Fontes Consultadas:
Bíblia na Linguagem de Hoje
Bíblia da Galerinha
Bíblia de Estudo Pentecostal.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jaciara da Silva

 

Imagine uma cidade onde não existe dor, sofrimento, tristeza, solidão e nem culpa; uma cidade onde todos seus habitantes serão iguais; suas ruas são de puro ouro, seus muros são de jaspe, enfeitados com todos os tipos de pedras preciosas que existem.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
PRE ADOLESCENTES - Tema: Jesus, o Salvador
Comentarista: Sergio Sodré
COMENTÁRIO: PROF. JAIR CÉSAR
ASSEMBLEIA DE DEUS – MINISTÉRIO DO IPIRANGA – SEDE – SÃO PAULO/SP


LIÇÃO 9- JESUS: A ÚNICA PONTE COM O PAI


Objetivos Aprender que Jesus é o único mediador entre Deus e os homens, pois Jesus é totalmente Deus e totalmente homem, este relacionamento com Deus tem por base a fé.


Texto bíblico João 14.1-7 1 Tm 2.5,6
Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.
Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.
E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.
Mesmo vós sabeis para onde vou, e conheceis o caminho.
Disse-lhe Tomé: Senhor, nós não sabemos para onde vais; e como podemos saber o caminho?
Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto.
Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.
O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo


Introdução
Imagine uma cidade onde não existe dor, sofrimento, tristeza, solidão e nem culpa; uma cidade onde todos seus habitantes serão iguais; suas ruas são de puro ouro, seus muros são de jaspe, enfeitados com todos os tipos de pedras preciosas que existem. (Apocalipse, capítulo 21 e versículo 18) Lugar de paz e harmonia… Onde não existe noite e não necessita de luz do sol, porque a glória do Senhor é a própria luz. (Apocalipse, capítulo 21 e versículo 23) e Tem também um rio de águas claras como cristal que desce do trono de Deus (Apocalipse, capítulo 22 e versículo 1).
Esta cidade é a cidade de Deus… Agora, imagine você e toda a sua família indo morar lá e todos os dias da eternidade, poder andar e conversar com Deus.. Vê-lo realmente como Ele é e poder contemplar toda a sua glória… Não seria maravilhoso poder contemplar tudo isso? Mas é isso o que o Senhor deseja, para toda a humanidade. O desejo de Deus é que todos um dia fossem ir morar no céu; porque há um lugar no céu reservado para cada pessoa que Deus ama. Desde a fundação do mundo. Este lugar está guardado para você e toda a sua família. Tudo isso porque Deus te ama…
O que fazer para ir morar no céu? Jesus é a “ponte” que leva para o lado de lá… Jesus é o único caminho, que leva ao Pai. Se você deseja ir morar com Deus… Apenas tem que escolher Jesus e deixar de viver por suas próprias vontades (porque nossas vontades não são as de Deus). Jesus disse que se alguém quiser ir após ele, deve renunciar a si mesmo (Mateus, capítulo 16 e versículo 24) Se quisermos seguir a Jesus devemos deixar tudo aquilo que não agrada a Deus, mas lembrando-se sempre que o maior sacrifício ele já fez por nós que foi morrer na cruz do calvário. Aquele que nem se quer conheceu o pecado, morreu para nos dar a salvação. Se com tua boca, confessares ao Senhor Jesus e em teu coração creres que Deus o ressuscitou… Serás salvo (Romanos, capítulo 10 e versículo 9).
Fonte; https://gritodaverdade.wordpress.com/2012/04/22/cristo-a-ponte-que-leva-a-deus/


I-Nunca houve e jamais haverá outro caminho que nos leve a Deus Pai
Jesus é o único caminho para o Céu?
“Sou basicamente uma boa pessoa, então vou para o Céu.” “OK, então eu faço algumas coisas ruins, mas faço mais coisas boas, então vou para o Céu.” “Deus não vai me enviar para o inferno só porque não vivo de acordo com a Bíblia. Os tempos mudaram!” “Apenas pessoas realmente más como molestadores de crianças e assassinos vão para o inferno.” “Acredito em Deus, apenas o sigo do meu próprio jeito. Todos os caminhos levam a Deus.”
Todas estas são conclusões comuns entre a maioria das pessoas, mas a verdade é que são todas mentiras. Satanás, o qual tem poder sobre o mundo, planta estes pensamentos nas nossas mentes. Ele, e qualquer um que siga os seus caminhos, é um inimigo de Deus (1 Pedro 5:8). Satanás sempre se disfarça como bom (2 Coríntios 11:14), mas tem controle sobre todas as mentes que não pertencem a Deus. “...[Satanás, ] o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus” (2 Coríntios 4:4).
É uma mentira acreditar que Deus não se importa com pecados menores e que o inferno é destinado às “pessoas más”. Todo pecado nos separa de Deus, mesmo uma “pequena mentirinha”. Todos pecaram e ninguém é bom o suficiente para ir ao Céu por sua própria conta (Romanos 3:23). Entrar no Céu não se baseia no nosso bem superar o nosso mal; todos perderíamos se este fosse o caso. “E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça” (Romanos 11:6). Não há nada bom que possamos fazer para ganhar a nossa entrada no Céu (Tito 3:5).
“Entrai pela porta estreita: porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela” (Mateus 7:13). Mesmo que todo mundo esteja vivendo uma vida de pecado, e crer em Deus não seja popular, Deus não vai perdoar isto. “nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, o espírito que agora atua nos filhos da desobediência” (Efésios 2:2).
Quando Deus criou o mundo, este era perfeito. Tudo era bom. Então ele fez Adão e Eva, e deu-lhes o seu próprio livre-arbítrio, de forma que teriam a escolha de seguir e obedecer a Deus ou não. No entanto, Adão e Eva, as primeiras pessoas que Deus fez, foram tentados por Satanás a desobedecer a Deus, e eles pecaram. Isto os impediu (e a todos os que vieram depois deles, incluindo a nós) de ter uma relação íntima com Deus. Ele é perfeito e não pode estar no meio do pecado. Como pecadores, nós não poderíamos chegar lá pela nossa própria vontade. Então, Deus criou uma forma pela qual poderíamos estar unidos com Ele no Céu. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23). Jesus nasceu para que pudesse nos ensinar o caminho e morreu por nossos pecados para que não o tivéssemos de fazer. Três dias após a Sua morte, Ele ressuscitou do sepulcro (Romanos 4:25), provando ser vitorioso sobre a morte. Ele completou o caminho entre Deus e o homem para que este pudesse ter uma relação pessoal com Ele, precisando apenas acreditar.
“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3). A maioria das pessoas acredita em Deus, até Satanás acredita. Entretanto, para receber a salvação, é preciso se voltar para Deus, formar uma relação pessoal com Ele, voltar-se contra os nossos pecados e seguir a Ele. Devemos acreditar em Jesus com tudo o que temos e em tudo o que fazemos. “Justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os que creem; porque não há distinção” (Romanos 3:22). A Bíblia nos ensina que não há outro caminho para salvação a não ser através de Cristo. Jesus diz em João 14:6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.”
Jesus é o único caminho para a salvação porque Ele é o Único que pode pagar o preço pelos nossos pecados (Romanos 6:23). Nenhuma outra religião ensina a profundidade ou seriedade do pecado e das suas conseqüências. Nenhuma outra religião oferece o pagamento infinito que só Jesus poderia dar pelo pecado. Nenhum outro “fundador religioso” foi Deus vindo como homem (João 1:1,14) – a única forma pela qual um débito infinito poderia ser pago. Jesus tinha que ser Deus para que pudesse pagar nosso débito. Jesus tinha que ser homem para que pudesse morrer. A salvação está disponível apenas pela fé em Jesus Cristo! “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:12).
Fonte: http://www.pastorantoniojunior.com.br/perguntas-biblicas/perguntas-sobre-salvacao/jesus-e-o-unico-caminho-para-o-ceu#ixzz3jwojRkm


Todos os caminhos levam a Deus?
Você já deve ter ouvido a frase: Todos os caminhos levam a Deus! Mas isso não é verdade. O único e verdadeiro caminho é Jesus. Ele mesmo disse em Jo 14:6: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”. Não existe outro caminho verdadeiro e que conduza a Deus, senão Jesus. Mas o problema é que queremos andar por outros caminhos, e esses caminhos nos afastam de Deus. E quando percebemos, estamos longe, cansados, fracos e desanimados. Posso dizer que entra aqui o texto de Pv 16:25: “Há caminho que parece direito ao homem, mas o fim dele são caminhos de morte”.
Mas algumas coisas me chamam a atenção:
1) Sempre nos lembramos do único e verdadeiro caminho
A memória é algo fascinante. A Bíblia nos ensina a esquecermos as coisas ruins e erradas que fizemos, mas nos incentiva a lembrar-nos das coisas boas e daquilo que pode nos dar esperança. E mesmo estando longe, esse caminho sempre é lembrado por nós. Esse caminho só é lembrado porque Ele está em evidência e porque Ele estar aberto.
2) Sempre temos acesso a esse caminho
Mesmo quando nos afastamos, caímos, Deus nos dá oportunidade de mudança e restauração, e mesmo se nos afastamos do verdadeiro e único caminho nós temos acesso a Ele. Quando Jesus morreu na cruz, Ele morreu de braços abertos, ou seja, Ele esta pronto para te receber, só basta você crer n´Ele. O convite já foi feito por Jesus em Mt 11:28: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso”, só basta uma atitude sua, pois o véu foi rasgado, e você tem livre acesso a Ele.
3) Podemos andar por esse caminho
A forma de andarmos por esse caminho é através da Fé e da Bíblia. Pois ela nos dirá o que fazer e o que não fazer, como ser e como não ser, e não somente isso, mas explica o porquê e quais resultados terão de acordo com as nossas escolhas. Jesus é a melhor realidade que podemos viver. Ele não é um mito, sua história não se baseia apenas em boatos, mas Ele é real, e andar nesse caminho que conduz a Deus é uma realidade que se você quiser, pode viver.
Temos uma parábola na Bíblia que retrata isso: A Parábola do Filho Pródigo. Resumindo de uma forma bem rápida, o Filho Pródigo, estava na casa do Pai, mas quis viver a sua vida longe de lá. E depois de gastar o dinheiro, acabaram os amigos e tudo mais, e para não morrer de fome foi trabalhar em uma fazenda para cuidar de porcos, mas se lembrou de seu Pai, então ele se levantou e foi para lá, e quando estava ainda longe, indo pelo “caminho” o seu Pai o viu e muito se alegrou (Lc 15:11-32). Quero chamar a sua atenção a isso: Não importa o que você fez, onde você esteve, quando fez, é possível voltar encontrar Deus. Ele te espera para te restaurar. A sua esperança é e esta em Jesus. Ele é o único capaz de fazer milagre na sua vida e te fazer ter comunhão com Deus.
Que Deus te abençoe, em nome de Jesus.
Texto;Presb. Claudio Schimidt Junior


II-Jesus Cristo, o homem nosso mediador
Jesus Cristo homem é o único Mediador - É como está escrito em 1ª Tm 2.5. assim: "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem".
Jesus é o Sumo-Sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque (Hb.6:19,20), que intercede pelos pecadores (Is.53:12); pela Igreja (Jo.7:9; Rm.8:34; Hb.7:25).
Nas passagens de Lv.9; Hb.5:1-4; 7:25 encontramos as principais características do ofício sacerdotal, as quais destacamos a seguir:
a) sacerdote é tomado dentre os homens para ser o seu representante;
b) Ele é constituído por Deus, conforme o versículo Hb.5:4;
c) Ele age como mediador entre Deus e os homens, buscando os interesses dos homens nas coisas pertencentes a Deus;
d) Sua tarefa especial consiste em oferecer a Deus sacrifícios pelos pecados;
e) Ele fazia intercessão pelo povo e os abençoava, conforme Lv.9:22.
A Palavra de Deus, ainda no Velho Testamento, prediz e apresenta o Sacerdote Eterno e o Sacerdócio do Redentor que haveria de vir. Há claras referências a isto em Gn.14:18-20; Sl.110; Zc.6:13. Cristo Jesus é o Sacerdote Eterno, segundo a ordem de Melquisedeque.
No Novo Testamento, há várias passagens que se referem à Obra sacerdotal de Cristo Jesus, mas somente na epístola aos Hebreus é que encontramos uma exposição mais clara e completa sobre este importantíssimo tema. Ele o nosso único, verdadeiro, eterno e perfeito Sumo-Sacerdote, constituído por Deus, que assumiu, substitutivamente, o nosso lugar e, pelo sacrifício de Si mesmo, obteve uma perfeita redenção (Rm.3:24,25; 5:6-8; 1ª Co.5:7; 15:3; Ef.5:2; Hb.3:1; 4:14; 5:1-10; 6:19,20; 7:1-28; 8:1-13; 9:11-15, 24-28; 10:11-14; 1ª Jo.2:2; 4:10).


A Obra sacrificial de Cristo Jesus tem os seguintes aspectos principais:
1) Possui natureza expiatória e substitutiva:
As Sagradas Escrituras testificam o fato de que os sacrifícios de animais, instituídos na Lei dada a Moisés, como nas ofertas pelo pecado e pelas transgressões, tinham o caráter expiatório (Lv.1:4; 4:29-35; 5:10): no ato da imposição de mãos que simbolizava a transferência do pecado e da culpa, para a vítima, como em Lv.16:21,22; no derramamento e aspersão do sangue sobre o Altar de Bronze (pelos sacerdotes levitas) e sobre o Propiciatório (pelo Sumo-Sacerdote uma vez ao ano, no Dia da Expiação), como em Lv.16 e 17; no perdão das ofensas cometidas daquele que trazia sua oferta pelos pecados: Lv.4:26-31.
2) Possui Natureza Profética:
Os sacrifícios ordenados por Deus tinham um caráter profético, e se destinavam a prefigurar os sofrimentos vicários do Senhor Jesus Cristo e a Sua morte expiatória na cruz. No Salmo 40:6-8, o Messias é apresentado como aquele que substitui os sacrifícios previstos na Lei, pelo Seu próprio Sacrifício, conforme constatamos ao lermos Hb.10:5-10.
Há claras indicações no Novo Testamento de que os sacrifícios previstos na Lei prefiguravam Cristo e Seu sacrifício vicário, como em Hb.9:19-24; 10:1; 13:10-13. Ele é o “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29), em cumprimento a Êx.12 e Is.53; Ele é o “Cordeiro sem defeito e sem mácula” (IPe.1:19); e “nosso Cordeiro Pascal”, que foi imolado por nós (I Co.5:7).


3) Seu Propósito:
Os sacrifícios previstos na Lei não podiam expiar os pecados, mas eram figuras do verdadeiro sacrifício vicário de Cristo, ainda por vir (Hb.9:1-14). Em Hb.10, lemos que aqueles sacrifícios não podiam aperfeiçoar o ofertante (v.1); não podiam remover pecados (v.4). Na verdade, eles somente tinham significação real de salvação para Deus, quando realizados com verdadeira fé e arrependimento, na medida em que levavam a atenção do ofertante a fixar-se no Redentor vindouro e na Redenção prometida.
Importante é compreender que Cristo é o Sumo Sacerdote, não somente terreno, mas também, e especialmente, celestial. Ele é, mesmo quando assentado à destra de Deus, com majestade celeste, "ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem" (Hb.8:2).
Em Hb.8:5, lemos: "...como Moisés foi divinamente avisado, estando já para acabar o tabernáculo; porque foi dito: Olha, faze tudo conforme o modelo que no monte se mostrou". Ele é o Sacerdote verdadeiro (o Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque - Hb.5:1-11); o Sumo-Sacerdote de fato e de direito, conforme o Decreto irrevogável de Deus Pai (Sl.110:4); a servir no verdadeiro santuário, do qual o tabernáculo de Israel era apenas uma sombra imperfeita (e transitória). Ele exerce o Sumo-Sacerdócio diante do Trono de Deus, no Tabernáculo não feito por mãos humanas, apresentando-se a Si Mesmo, pelos que nEle crêem, como Sacrifício Vivo e Eterno, ao PAI. Assim sendo, Ele é nosso intercessor junto ao Pai (Sl.110:5).
Cristo, como o nosso Advogado, intercede por nós junto ao Pai e contra Satanás, o nosso acusador - Hb.7:25; 1ª Jo.2:1; Ap.12:10. Outros textos neotestamentários que falam da obra intercessória do Senhor Jesus Cristo acham-se em Rm.8:24; Hb.7:25; 9:24.


4) A natureza da Obra intercessória de Cristo:
É impossível dissociar a obra intercessória de Cristo de Seu sacrifício expiatório na cruz. Este é apenas um aspecto da obra sacerdotal de Cristo. No entanto, como afirma L.Berkhof:
"A essência da Intercessão é a Expiação de Cristo. A Expiação é real - um sacrifício e uma oferta reais, e não um mero sofrimento passivo - porque, em sua própria natureza, é uma intercessão ativa e infalível; ao passo que, por outro lado, a Intercessão é uma Intercessão judicial, representativa e sacerdotal, e não uma mera influência a favor de alguém - porque é essencial que haja Expiação, ou seja, uma oblação substitutiva, feita uma vez por todas no Calvário, agora apresentada perpetuamente e usufruindo perpétua aceitação no céu." Hb.10:9-14.
Exatamente como o sumo sacerdote, no grande dia da Expiação, entrava no lugar santíssimo, isto é, no Santo dos Santos, com o sacrifício consumado, para apresentá-lo a Deus, assim Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, entrou no Lugar Santíssimo, isto é, no Tabernáculo Celestial, pelo sacrifício de Si mesmo, santo, perfeito, imaculado, insubstituível, único e imutável. Hb.9:24.
Há também um elemento judicial na intercessão, precisamente como na expiação. Mediante a expiação, Cristo Jesus satisfez as justas exigências da lei, de modo que nenhuma acusação legal pode, com justiça, ser feita contra aqueles pelos quais Ele pagou o preço. Contudo, Satanás, o acusador, sempre está a lançar acusações contra os eleitos e remidos; mas o Senhor e Salvador Jesus Cristo nos justifica pela apresentação de Seu próprio Sangue e Obra Expiatórios, diante de Deus. (Ap 12.11).
O apóstolo Paulo, em Rm.8:33,34, afirma: "Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu, ou antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós". Aí está o elemento judicial presente claramente.
Um outro ponto relativo à Obra intercessória de Cristo, é que ela está relacionada com a nossa santificação completa, integral (posicional, vivencial ou prática-progressiva e final). Quando nos dirigimos ao Pai, em nome de Cristo (Mt.18:18-20; Jo.14:13), as nossas orações imperfeitas são aperfeiçoadas nEle; os nossos pecados são perdoados por Ele; as nossas limitações humanas e materiais são plenamente suplantadas e superadas pela Sua divindade eterna. Aleluia! Leia-se: Hb.2:17,18; 3:1-6; 4:15;1Pe.2:4,5.


5) Por quem ele intercede?
O Senhor Jesus Cristo intercede por todos aqueles por quem Ele fez expiação, e somente por estes. Pode-se inferir disto do caráter limitado da expiação somente os que crêem, os que são nascidos de novo, é que são beneficiados por ela, embora o Sacrifício de Cristo tenha sido feito por todos (Mt.10:32,33; Mc.16:16; 1Jo.2:1,2).
Em passagens como Rm.8:1,2,34; Hb.7:25,26 e 9:24, a palavra "nós" se refere somente aos salvos. Além disso, na oração sacerdotal registrada em Jo.17, o Senhor Jesus Cristo diz ao Pai que ora por Seus discípulos que ali estão e "por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra" (v.9,20).
No versículo 9, do mesmo capítulo, Ele faz uma declaração sumária a respeito do caráter restritivo de Sua intercessão, quando diz: "É por eles que Eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste". E o versículo 20, nos ensina que Ele não intercede somente pelos discípulos presentes, mas por todos os que ainda haveriam de ser salvos.
Neste sentido, o Senhor Jesus Cristo está posto como Sumo Sacerdote dos que são declarados filhos de Deus, por meio dELE. Não significa, no entanto, que Ele nunca interceda pelos que não são salvos, como lemos em Lc.23:33, pois aqui o vemos como Filho do Homem, em seu estado de humilhação. Agora, porém, não O vemos desta forma, mas como Aquele que está à direita de Deus Pai, glorificado e que intercede por nós: "o Sumo Sacerdote dos bens futuros". Leia-se, ainda, Jo.17:17,24; Hb.4:14-16; 10:21,22; 1Pe.2:5.
A oração intercessória de Cristo é uma oração que nunca falha. Junto ao túmulo de Lázaro o Senhor Jesus expressou a certeza de que o Pai sempre O ouve, Jo.11:42. Suas orações intercessórias em favor do Seu povo estão baseadas em Sua obra expiatória. Os remidos de Deus podem auferir consolo e fortaleza do fato de contar com um intercessor tão eficaz junto ao Pai! (Jo 14.13-14).
Fonte: http://mensagemdacruz-djalma.blogspot.com.br/2008/01/jesus-cristo-o-nico-mediador-entre-deus.html


III-Temos livre acesso ao Pai
O véu rasgado
Jesus ficou pregado na cruz durante seis horas, desde às 9:00 horas da manhã até a três horas da tarde. Foram momentos terríveis, onde Jesus agüentou calado, em silêncio, como ovelha muda levada ao matadouro. Nossos pecados estavam sobre Jesus naquela hora. A multidão assistia aquele acontecimento de humilhação que Jesus passava. A própria natureza se manifestou naquele momento.
Neste versículo a bíblia diz que o véu do templo se rasgou de alto a baixo. Este foi o terceiro milagre que aconteceu no momento da crucificação do Senhor Jesus. O primeiro foi às trevas sobre toda a terra, da hora sexta, até a hora nona. O segundo foi o terremoto que aconteceu e muitos sepulcros foram abertos. Esses dois últimos milagres aconteceram quando Jesus deu um grande brado na hora nona, entregando o espírito ao Pai, dizendo:”Está consumado”. O terremoto rasgou o véu que separava o lugar Santo do Santíssimo, sem derrubar o templo.
a) O que o Véu Simbolizava?
1- Separação entre o pecador e Deus.
- Separava o Lugar Santo do Santíssimo.
- Só era transposto no dia da Expiação, pelo sumo sacerdote levando o sangue da expiação e o incenso santo.
2- Simbolizava a mudança da dispensação.
- Saindo da dispensação da Lei e iniciando a dispensação da Graça.
- O véu se rasgando foi um divisor de águas.
b) A Divisão do Templo.
1- O Átrio. Era o pátio da congregação. Ali o povo entrava.
2- O Lugar Santo. Ali ficava o altar dos sacrifícios, onde só entravam os sacerdotes para oferecerem os sacrifícios e fazer expiação pelos pecados.
- O altar dos sacrifícios apontava para a cruz, onde seria imolado o Cordeiro de Deus.
3- O Santo dos Santos. Ali ficava a Arca (simbolizava a comunhão com Deus), coberta pelo propiciatório, sobre o qual era aspergido o sangue da expiação.
- O acesso a Deus só é possível através do sangue de Jesus.
Hb. 9.22- E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão.
c) Aberto o Caminho para Deus.
1- Rasgou-se o véu.
- Não até a metade, mas, de alto a baixo.
- Estava livre o caminho para Deus.
- Alguns estudiosos dizem que esse véu era muito espesso, e que nenhum homem conseguiria rasgá-lo, sem ajuda de uma ferramenta de corte.
Hb. 10.19,20- Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus.
Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne.
- O véu foi rasgado no momento em que Jesus expirou:
a) O véu foi rasgado por uma mão invisível.
b) Sem derrubar o templo.
c) Sem cair em pedaços. A bíblia diz que se fendeu em dois.
d) Não por alguém entrando à força.


2- O brado de Cristo.
V.37- E Jesus, dando um brado, expirou.
- Proclamou a vitória contra as potestades das trevas.
Cl. 2.14,15- Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou de nós, cravando-a na cruz.
E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo.
- A missão de Cristo estava consumada.


3- Quando foi rasgado o véu?
- Na hora nona. As três horas da tarde.
- Na hora do sacrifício da tarde.
- O sumo sacerdote vendo estas coisas acontecerem disse: “Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus”.
4- Este fato estabeleceu o fim do sacerdócio Aarônico.
- Nunca mais o sumo sacerdote teria de levar sangue de animais para dentro do véu.
- O acesso ao Santo dos Santos foi liberado.
- Agora, nós, salvos, filhos de Deus, podemos entrar no Santo dos Santos, até a presença de Deus.
Ef. 3.12- No qual temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele.
- Antes, o povo ficava fora, no Átrio.
- Agora todos podem entrar.
Hb. 10.22- Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência e o corpo lavado com água limpa.
Fonte: http://www.adjabaquara.com.br/mensagens/11.06.2011.html
Conclusão
Antes o acesso a Deus estava vedado, mas Cristo anulou o pecado e abriu-nos o caminho da salvação.
Hoje não precisamos ficar do lado de fora, esperando o sumo sacerdote nos representar perante Deus.
Hoje cada um de nós temos o livre acesso na presença de Deus, pela pessoa bendita do Senhor Jesus Cristo.
- Jesus é a porta de acesso a Deus.
Jo. 10.9- Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.
- O véu foi rasgado.
- O acesso ao Santo dos Santos está livre.
Fonte; http://www.adjabaquara.com.br/mensagens/11.06.2011.html


Colaboração para o Portal Escola Dominical – Profº Jair César

 

As Escrituras ensinam que Deus fez o homem à sua imagem e semelhança (Gn 1.26). Antes da Queda a morte não tinha domínio sobre o homem.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
PRÉ-ADOLESCENTES - Jesus, o Salvador
Comentarista: Sergio Sodré

 

LIÇÃO 8- ELE VENCEU A MORTE


Texto biblico 1 Co 15.53-58
Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade.
E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.
Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?
Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.
Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.
Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.
Objetivos mostrar que a morte não é o fim de tudo, pois Jesus ressuscitara os seus servos, devemos ter esperança na ressurreição.

Introdução

As Escrituras ensinam que Deus fez o homem à sua imagem e semelhança (Gn 1.26). Antes da Queda a morte não tinha domínio sobre o homem. Todavia, como um ser moralmente livre, o homem pecou fazendo com que o pecado entrasse no mundo e, com ele, a morte. A morte passou então a todos os homens.
Ainda na Antiga Aliança, o Senhor deu vida aos mortos para revelar o seu poder sobre a morte. E mesmo ainda não estando totalmente revelada, a doutrina da ressurreição já era crida por santos do Antigo Testamento (Jó 19.25). Eles anelavam pela redenção do corpo.
Jesus se revelou como o Messias prometido e a sua morte e ressurreição garantiram que a penalidade do pecado — a morte —, fosse vencida. Em Cristo, o direito de viver eternamente em um corpo físico tornou-se novamente real
fonte:http://aquieuaprendi.blogspot.com.br/2015/06/a-ressurreicao-de-jesus-jesus-o-homem.html

I-Guerra de verdade


O AGUILHÃO DA MORTE A vida é considerada uma batalha contra a morte. Por mais que faça a nível de cuidados de saúde, de alimentação, de manter o corpo em forma… mais tarde ou mais cedo, a morte acaba vencendo esta batalha.
Quando temos conhecimento do propósito de Deus para a morte e o pós morte, nos temos condições de transformar o acto da morte numa vitória eterna.
A Bíblia fala da vitória sobre a morte e do seu fim, mas será que isso está dependente dos sucessos da ciência e da engenharia médica?
Não! a Bíblia não se refere a isso. a Bíblia não fala de pessoas com corpos remendados de transplantes de órgãos artificiais para manter o ser humano vivo.
A Bíblia fala de algo muito mais grandioso. Fala de uma transformação radical em que através da ressurreição dos mortos e uma súbita transformação dos vivos, em que seus corpos num abrir e fechar de olhos serão revestidos de incorruptibilidade e imortalidade.
Ainda que a ciência por mero acaso viesse a conseguir o feito de tornar o homem imortal, isso não era nada em relação ao que a Bíblia fala.
As conquistas e sucesso da ciência caso o consegui-se, só poderia conceder esse beneficio em relação ao futuro. A bíblia fala sobre algo mais tremendo e maravilhoso.
A ciência nada poderia fazer pelos que já morreram, mas a Bíblia fala que um dia os mortos nos túmulos, ouvirão a voz de Deus e sairão para a vida eterna.
A ciência tem conseguido através dos tempos erradicar certas doenças causadoras de milhões de mortes, mas existe no homem algo mais terrível que a pior das doenças e que a ciência nada pode fazer para a combater; que é retirar a sua natureza pecaminosa.
A Bíblia fala do pecado como sendo a pior de todos os males do homem, porque o pecado leva não somente à morte física, como também à morte espiritual.
O pecado foi a causa da morte ter entrado neste mundo ( o salário do pecado é a morte. Rm.6:23).
Para que o homem tivesse consciência e conhecimento da gravidade do pecado, Deus deu-lhe a sua a lei.
A lei não foi dada para justificar o homem mas para lhe mostrar que é pecador e incapaz de cumprir a lei e por isso terá de ser condenado. (Romanos 7:7)
Deus não seria justo se apenas desse a lei ao homem para lhe mostrar que é pecador e que está sob condenação, e não lhe desse um escape de como fugir a essa condenação.
Durante séculos, Deus requereu do homem sacrifícios de animais em que o seu sangue seria aceite para cobrir seus pecados. Na base da obediência e realização desses sacrifícios, Deus concedia o perdão.
Tudo isto era transitório, porque desta forma a justiça de Deus não era efectuada, porque para que a justiça de Deus fosse efectuada conforme requeria a lei, o pecado teria de ser punido.
Foi por isso que Jesus teve de vir a este mundo, porque ninguém poderia guardar toda a lei, nem o sangue dos animais podiam remir os pecados do homem.
Então como planeado desde antes da fundação do mundo e no tempo determinado por Deus, que o Senhor Jesus veio a este mundo, com a missão de trazer ao homem solução para o seu pecado.
Ao tomar a natureza humana, o Senhor Jesus sem conhecer o pecado, foi feito pecado por todos nós.Isso aconteceu na cruz do calvário, quando Jesus não sendo pecador foi contado como sendo o pior dos pecadores. Sendo inocente, o Senhor Jesus pôde carregar os nossos pecados e assim dar satisfação à justiça de Deus.
Só desta forma, chamada de substituição, que foi de Jesus morrer no lugar de cada um de nós, que a lei e a justiça de Deus foi executada.
No entanto e apesar do Senhor Jesus tudo ter feito para justificar o homem, grande parte dos homens querem merecer por eles próprios ou ganhar a sua salvação; fazendo obras, pagando promessas, dando esmolas, fazendo caridade, sendo moralistas… mas Deus diz que pelas obras da lei não há justificação, e que a única forma de salvação só se encontra no Senhor Jesus.
Se alguém não tem ainda esta certeza e deseja ser salvo, só tem uma coisa a fazer; crer no Senhor Jesus.
Para crer em Jesus não é preciso nada mais que crer.
Por vezes alguns preocupam-se com as coisas erradas que fizeram no passado, ou as que estão fazendo no presente, pensando não estar em condições para aceitar Jesus. Acham que primeiramente precisam resolver ou pôr em ordem a sua vida e só depois aceitar Jesus.
Se estás pensando isso, nunca irá conseguir fazê-lo, e entretanto partirás deste mundo perdido.
É Jesus quem faz esse trabalho. O pecador apenas tem que dar permissão para Ele entrar na sua vida, e então, Ele fará aquilo que é preciso fazer na tua vida.
Quando decidires dar o passo para Jesus, não fiques preocupado se tudo não mudar de um dia para o outro, porque a salvação, essa sim, é realizada por Deus no mesmo instante que se abre o coração para Jesus, mas a nossa santificação irá sendo feita gradualmente.
Preocupa-te sim, se depois de dizeres que já abris-te o coração para Jesus e nada mudou em ti. Isso sim, é sinal de que Ele ainda não entrou.
Quando Jesus entra, Ele muda a nossa vida e o nosso pensar, e quando Ele o fizer na tua vida, poderás então ler esta passagem de I Coríntios 15 e ter a certeza de que a morte não poderá fazer-te dano algum.
Isso porque a morte só tem poder onde o pecado ainda existe. Pela morte deve-se entender morte espiritual, o mesmo que separação de Deus eternamente.
Pois quanto à morte física, isso será a última coisa a fazer conforme nos diz os vs. 25,26,54.
Depois que Jesus voltar e estabelecer o Seu reino esmagando todos os inimigos, por fim, chegará a vez da morte ser aniquilada definitivamente.
Espero que o que foi dito tenha sido claro e suficiente para que quem ainda não tomou a decisão de entregar a sua vida a Jesus, possa fazer a sua decisão hoje mesmo.
Essa decisão fará com que recebas a certeza da vida eterna. Não uma vida eterna física, mas uma vida muito mais importante porque é uma vida sem qualquer tipo de problemas e aflições, em que cessarão a dor, a tristeza, a doença, e toda a espécie de coisas negativas.
Por mais que cuides e evites adoecer e consigas levar uma vida tranquila e boa, essa tua vida um dia vai terminar.
No momento seguinte começará uma nova vida que não terá fim. Essa vida será no céu se deres ouvidos ao que diz a palavra de Deus.
Mas se desprezares a salvação que Deus te quer dar, essa vida não será no céu, mas será no inferno, um lugar que a Bíblia diz que será de terrível sofrimento e de onde não se pode sair nunca mais.
Queria aconselhar-te a fazer a melhor escolha. Se a fizeres nunca te irás arrepender.
Que Deus te ajude a escolher a vida que Ele te oferece por meio do Senhor Jesus. Amén.
Texto: Carlos A. Oliveira

POR QUE TEMOS TANTO MEDO DA MORTE E DO MORRER?


Para compreendermos melhor este tema temos que diferenciar medo da morte do medo de morrer.
O medo de morrer é um medo natural, espontâneo e necessário. Ele vem do nosso instinto de conservação que serve para a preservação da nossa vida. Este medo natural de morrer nos protege de situações arriscadas, como por exemplo, correr a 160km/h, aproximar-se de um precipício sem uma segurança, atravessar uma rua averiguando bem se vem algum veículo, etc. Este medo natural, então, é um mecanismo para a nossa proteção. Quando este medo torna-se exagerado, passa a ser um medo patológico, fóbico que merece tratamento especializado. Portanto, o medo de morrer é necessário, bom e útil dentro de um limite equilibrado.
Já o medo da morte é inadequado. É um medo quase sempre aprendido dentro da cultura onde vivemos. As pessoas não gostam de falar sobre a morte. A morte é um tabu. Quantas vezes ouvimos alguém dizer: “Tanta coisa para se falar, vamos falar justamente de morte? Vira esta boca prá lá?”
Evitar falar sobre a morte é uma das formas que utilizamos para nos defender ou nos pouparmos do sofrimento.
Falarmos sobre a morte nos incomoda, não é tão interessante. Por quê?
Porque atinge o ser humano em seus dois “medos básicos”: o medo da morte e o medo de ficar louco. Observe que ambos tem um significado de vazio, do nada, da não existência. E não existir, perder a personalidade, perder as funções mentais e cognitivas é o caos.
Então, o que nós vamos fazer com este medo da morte?
Procurar esclarecimentos, refletir, estudar, pois a causa do medo é o desconhecimento.
O Dr. Franklin Santana (Phd, médico geriatra) é um dos organizadores do curso de pós-graduação de Tanatologia, da USP-SP. A Tanatologia é uma ciência que vem ajudar muito o ser humano a vencer o medo da morte. Ele nos diz que falarmos da morte é fundamental para a construção do significado da vida.
O escritor francês Leon Dennis, grande pesquisador do assunto, também recomenda-nos: “Devíamos encarar a morte face a face. Desembaraçá-la das sombras e das quimeras que a envolvem para nos prepararmos melhor para este acontecimento natural e necessário no curso da vida.”
A Dra.Elizabeth Kulber Ross (Phd, médica psiquiatra suiça, radicada nos Estados Unidos, uma das maiores pesquisadoras do mundo sobre o tema) fala que o nosso inconsciente não admite a idéia da própria morte. Em nosso inconsciente acreditamos em nossa imortalidade.
De maneira bem simples, simbolicamente, o nosso inconsciente é um porão. E porão é um lugar onde se guarda um montão de coisas, um local escuro, um tanto fechado. Abrir janelas, permitir a luz do entendimento adentrar-se; tornar este conteúdo consciente vai atenuar bastante esse medo.
A Dra.Dora Incontri (Phd em Filosofia da Educação pela USP-SP) fala que este é um tema que deveria ser estudado nas escolas com naturalidade, numa visão plural e interdisciplinar.
Este era o velho sonho do escritor, professor e filósofo brasileiro José Herculano Pires que defendia a idéia de se instituir um curso regular sobre Educação para a Morte. Dizia: “Saber morrer é saber viver. Para morrer bem era preciso viver bem.”
fonte: http://www.kennedymartins.com.br/artigo_view.asp?id=56

II- Dentre os mortos Jesus ressuscitou!

O QUE É RESSURREIÇÃO
Sentido original.
Duas palavras gregas (anastasis e egeiró) definem o termo ressurreição. Elas claramente indicam “tornar à vida”, “levantar-se”, “erguer-se”, “despertar”, “acordar”.
Sentido doutrinário.
Ressurreição é a outorga da vida ao que havia se extinguido fisicamente. E o ato do levantamento daquilo que havia estado no sepulcro. Várias vezes nos deparamos com a expressão “ressurreição dos mortos“ (1Co 15.12,13,21,42), que se refere a uma ressurreição geral, de justos e ímpios. Porém, quando se refere aos justos, a expressão no original é restritiva e se traduz por “ressurreição de entre os mortos”. A expressão “de entre os mortos” quer dizer os mortos tirados do meio de outros mortos.

A NATUREZA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS
1. Uma ressurreição literal.
O testemunho do terceiro Evangelho é de uma ressurreição física e literal. O próprio Jesus, quando ressuscitou, disse: “Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; tocai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” (Lc 24.39).
“porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo” Rm 5.17
2. Uma ressurreição corporal.
A apologética cristã sempre assegurou que a ressurreição de Jesus foi um evento físico no qual o seu corpo foi revivificado. Isto significa que, apesar de transformado, Cristo ressuscitou com o mesmo corpo físico que fora sepultado. Lucas põe em relevo esse fato quando registra Jesus comendo com os discípulos após a ressurreição (Lc 24.43). Em sua primeira Carta aos Coríntios o apóstolo Paulo assevera que toda a fé cristã é falsa se a ressurreição de Jesus não aconteceu de forma corporal (1Co 15.14,15).[1]
Através da ressurreição de Jesus, Deus nos concede o dom da vida ressurreta.
“Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo” 1Co 15.22
A maravilhosa Promessa e a seleta Esperança "Jesus a Ressurreição e a Vida."
“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;" Jo 11.25
A ressurreição de Cristo foi corporal e literalmente. Nosso Senhor apareceu aos discípulos durante 40 dias.
*O Sepulcro Vazio
"Na tradição judaica da época de Jesus, os sepultamentos normalmente tinham dois estágios. No primeiro, o corpo seria lavado e ungido, a boca amarrada, e o corpo envolvido em tiras de linho depositado em uma prateleira em uma caverna. O clima quente fazia com que os corpos se decompusessem com muita rapidez e, algumas vezes, a caverna poderia ser usada por mais de um corpo, assim especiarias eram acrescentadas para atenuar o mau cheiro da decomposição."
Leia mais em Guia Cristão de Leitura da Bíblia CPAD.pg.104

EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE JESUS
1. Evidências diretas.
As Escrituras apresentam muitas evidências da ressurreição de Jesus. Os apologistas classificam essas evidências em diretas e indiretas. O texto de Lucas 24.13-35 narra o encontro que dois discípulos, no caminho de Emaús, tiveram com Jesus após a sua ressurreição. Trata-se de uma evidência direta da ressurreição porque mostra Jesus ressuscitado com um corpo físico e tangível. Evidência semelhante pode ser vista no relato da ressurreição do Evangelho de João 20.10-18. Nesses relatos observamos que as pessoas para as quais o Senhor apareceu viram o seu corpo, conversaram com Ele e até mesmo chegaram a tocá-lo. Não se tratava, portanto, de uma visão ou sonho, mas de um encontro real!
2. Evidências indiretas.
Como vimos, os Evangelhos apresentam muitas provas diretas da ressurreição do Senhor, todavia, apresentam também outras provas indiretas. Antes da ressureição encontramos um grupo de discípulos desanimado, triste e cabisbaixo. Era um cenário desanimador. Após a ressurreição e Pentecostes, esses mesmos discípulos se apresentam ao povo com uma ousadia nunca vista. Eles agora passaram a testemunhar que o Senhor deles estava vivo e apresentavam provas disso. Eles curavam os doentes, levantavam os paralíticos, expeliam os demônios e testemunhavam: “Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas” (At 2.32). A ressurreição de Jesus se tornou o principal tema da pregação apostólica.[1]
A confissão da igreja cristã
Antes de qualquer coisa, não há como negar a contundência confessional da igreja cristã. A igreja não apenas sempre afirmou a imortalidade do corpo da ressurreição, mas também sua materialidade. A igreja sempre concordou com o apóstolo Paulo de que o corpo da ressurreição é um corpo "espiritual", ou seja, um corpo dirigido pelo espírito, porém, jamais negou que fosse também um corpo material. Isto está de acordo com o que o apóstolo ensina: "Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual" (1Co 15.44).
O testemunho apostólico
Desde o princípio, a igreja cristã confessou que o corpo físico de Jesus foi elevado ao céu. Esta convicção está baseada em várias referências explícitas do Novo Testamento e em vastas evidências tangíveis. O próprio Jesus disse que o corpo que Ele ressuscitou era de "carne e ossos" (Lc 24.39). Falando sobre a ressurreição de Cristo, Pedro insistiu neste assunto ao pregar que a "carne dele (Jesus) não viu a corrupção" (At 2.31). Escrevendo posteriormente sobre a ressurreição, João declarou que Jesus veio [e permaneceu] em carne" (1Jo 4.2. Cf. 2Jo 7). O corpo que emergiu da tumba na manhã pascal foi visto por aqueles que duvidaram (Mt 28.17), foi ouvido por Maria (Jo 20.15,16), e até mesmo abraçado pelos discípulos (Mt 28.9) em muitas ocasiões depois da ressurreição. Além disso, Jesus se alimentou pelo menos quatro vezes após sua ressurreição (Lc 24.30; 24.42,43; Jo 21.12,13). Ele também mostrou as cicatrizes de sua crucificação quando desafiou Tomé, dizendo: "Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente" (Jo 20.27).
fonte: http://aquieuaprendi.blogspot.com.br/2015/06/a-ressurreicao-de-jesus-jesus-o-homem.html

III- "Onde esta .Ò morte , a tua vitoria?"
"Por que a ressurreição de Jesus Cristo é tão importante?"
Resposta: A ressurreição de Cristo é importante por vários motivos. Primeiro, é um testemunho do imenso poder de Deus. Acreditar na ressurreição é acreditar em Deus. Se Deus realmente existe, e se Ele criou o universo e tem poder sobre o mesmo, então Ele tem poder de ressuscitar os mortos. Se Ele não tem tal poder, Ele não é um Deus digno de nossa fé e louvor. Apenas Aquele que criou a vida pode ressuscitá-la depois da morte; só Ele pode reverter o horror que a morte é, e só Ele pode remover o aguilhão que é a morte e a vitória que pertence ao túmulo. Ao ressuscitar Cristo dos mortos, Deus nos faz lembrar de Sua absoluta soberania sobre a morte e vida.
Segundo, a ressurreição de Jesus é um testemunho da ressurreição de seres humanos, que é uma doutrina básica da fé Cristã. Ao contrário de outras religiões, o Cristianismo possui um fundador que transcende a morte e promete que os Seus seguidores farão o mesmo. Todas as outras (falsas) religiões foram fundadas por homens e profetas cujo fim foi o túmulo. Como Cristãos, podemos nos confortar com o fato de que Deus Se tornou homem, morreu pelos nossos pecados, foi morto e ressuscitou no terceiro dia. O túmulo não podia segurá-lO. Ele vive hoje e se senta à direita do Pai no Céu. A igreja viva tem um Cabeça vivo!
Em 1 Coríntios 15, Paulo explica em detalhe a importância da ressurreição de Cristo. Alguns em Corinto não acreditavam na ressurreição dos mortos, e nesse capítulo Paulo lista seis consequências desastrosas se a ressurreição nunca tivesse ocorrido: 1) pregar sobre Cristo seria em vão (v.14); 2) fé em Cristo seria em vão (v.14); 3) todas as testemunhas e pregadores da ressurreição seriam mentirosos (v.15); 4) ninguém poderia ser redimido do pecado (v.17); 5) todos os Cristãos que dormiam teriam perecido (v.18); e 6) Cristãos seriam os mais infelizes de todos os homens (v.19). Mas Cristo realmente ressuscitou dos mortos e é “as primícias dos que dormem” (v.20), assegurando-nos de que vamos segui-lO na ressurreição.
A inspirada Palavra de Deus garante a ressurreição do crente na vinda de Cristo para o Seu Corpo (a Igreja) durante o arrebatamento. Tal esperança e segurança são ilustradas em uma grande canção de triunfo que Paulo escreve em 1 Coríntios 15:55: “Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” Como é que esses versículos se relacionam com a importância da Ressurreição? Paulo responde: “o vosso trabalho não é vão” (v.58). Ele nos lembra que por sabermos que vamos ser ressuscitados a uma nova vida, podemos sofrer perseguição e perigo pela causa de Cristo (v.29-31), assim como Ele o fez, e assim como milhares de mártires por toda a história, que de bom grado trocaram suas vidas terrenas por vida eterna através da ressurreição.
A Ressurreição é a vitória triunfante e gloriosa para todo o crente em Jesus Cristo, pois Ele morreu, foi enterrado e ressuscitou no terceiro dia de acordo com as Escrituras. E Ele voltará! Os mortos em Cristo vão ser ressuscitados, e aqueles que permanecem vivos na Sua vinda vão ser transformados e receber corpos novos e glorificados (1 Tessalonicenses 4:13-18). Por que a ressurreição de Cristo é tão importante? Por ter demonstrado que Deus aceitou o sacrifício de Jesus a nosso favor. Ela prova que Deus tem o poder de nos ressuscitar dos mortos. Ela garante que aqueles que acreditam em Cristo não vão permanecer mortos, mas serão ressuscitados à vida eterna. Essa é a nossa abençoada esperança!
fonte: http://www.gotquestions.org/Portugues/ressurreicao-Cristo-importante.html
Conclusão
A tanatofobia, mais conhecida como medo da morte, afeta milhões de pessoas ao redor do mundo. Em algumas, ela causa ansiedade e/ou pensamentos obsessivos. Embora a tanatofobia seja o medo da própria mortalidade, o medo de gente morrendo ou dos mortos é chamado de necrofobia e esses medos são diferentes; no entanto, ambos podem estar relacionados ao medo de aspectos do desconhecido relacionado à morte, que é conhecido como xenofobia. Em outras palavras, é a possibilidade de encontrar algo além do que já é conhecido. Isso pode ser especialmente verdadeiro em pessoas chegando ao fim da vida, já que as incertezas sobre o processo da morte podem multiplicar-se à medida que a realidade dela se aproxima.[3] Para se sentir mais confortável com a incógnita que é o fim da vida, você precisa entender sua fobia e trabalhar para superar os efeitos dela.
fonte: http://pt.wikihow.com/Superar-o-Medo-da-Morte


Colaboração para o Portal Escola Dominical- Prof Jair César