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Texto: 2 Timóteo 4.6-17
Introdução: A morte do crente não é o fim, mas a passagem para a glória eterna, na presença de Deus.

 

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
ADULTOS - A IGREJA E O SEU TESTEMUNHO: As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS - PB. MARCOS JACOB DE MEDEIROS
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SETOR 31 ERMELINO MATARAZZO, SÃO PAULO/SP


Lição 10 - O LÍDER DIANTE DA CHEGADA DA MORTE


Texto: 2 Timóteo 4.6-17
Introdução: A morte do crente não é o fim, mas a passagem para a glória eterna, na presença de Deus.
I. A CONSCIÊNCIA DA MORTE NÃO TRAZ DESESPERO AO CRENTE FIEL
1. Seriedade diante da morte (Fm 1.9; 2Tm 4.6)
1.1 A vida passa e temos que enfrentar outros desafios (Ec 12.1)
1.2 Toda forma física muda e se ajusta para o dia da morte (Ec 12.2-7)
2. A certeza da missão cumprida (2tm 4.7,8)
2.1 Temos que ter certeza de que ‘combatemos o bom combate’. Isto é, pela fé (Jd 3)
2.2 Temos que ter certeza que acabamos a carreira. Mas, sempre olhando para frente (Fp 3.13,14)
2.3 Temos que ter certeza que ‘guardamos a fé’. A vida inteira vivendo pela fé (Gl 3.11)
II. O SENTIMENTO DE ABANDONO
1. O clamor de Paulo na solidão
1.1 Alguns irmãos deixam saudades quando não estão perto (2tm 1.4; 4.9)
1.2 Alguns irmãos se separam e deixam uma lacuna (2Tm 4.10; Cl 4.14; Fm 24)
1.2 Alguns irmãos são companhia certa para todos os momentos (2Tm 4.11; Cl 4.14)
2. A serenidade dos últimos dias
2.1 O estudo da Palavra nos ajuda nos últimos dias (2Tm 4.13)
2.2 Na Palavra encontramos um escudo para os últimos dias (Sl 18:30)
3. Preocupações finais com o discípulo
3.1 Um alerta contra os falsos irmãos (2Tm 4.14,15)
3.2 Assim, Paulo alerta que Timóteo poderá encontrar pessoas boas ou más na sua jornada. (Sl 43.1; Sl 97.11)
III. A CERTEZA DA PRESENÇA DE CRISTO
1. Sozinho perante o tribunal dos homens (2Tm 4.16)
1.1 Jesus sempre estará presente nos seus momentos difíceis (Sl 55.22; Sl 34.19; 37.25)
1.2 Perdoar é o melhor remédio para aquietar o coração (Lc 23.34; At 7.60)
1.3 Nós também fomos perdoados (Sl 103.3)
2. Sentindo a presença de Cristo (2Tm 4.17)
2.1 O Senhor se fez presente na solidão de Paulo (Mt 28.20)
2.2 Deus o livrou da boca do Leão. (Sl 91.7)
3. Palavras e saudações finais (2Tm 4.18)
3.1 Mesmo com tantas aflições, Paulo faz uma bela oração (2Tm 4.22; Tg 5.16)
3.2 Nas saudações, os amigos sempre são lembrados (2tm 4.19-21; Pv 17.17)
Conclusão: O servo de Deus que tem certeza da sua salvação, mediante a obra redentora de Cristo, não teme a morte.


COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - PB. MARCOS JACOB DE MEDEIROS

INTRODUÇÃO
Nos versículos finais da segunda epístola escrita por Paulo a Timóteo, vemos o apóstolo relatando ao jovem
obreiro que a sua morte era certa. No entanto, apesar de estar ciente disso, o servo do Senhor se comporta de forma confiante e esperançosa.

 

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TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
ADULTOS - A IGREJA E O SEU TESTEMUNHO: As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS - SUPERINTENDÊNCIA DAS EBD'S DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS EM RECIFE/PE


LIÇÃO 10 – O LÍDER DIANTE DA CHEGADA DA MORTE - 3º TRIMESTRE DE 2015


(II Tm 4.6-17)


INTRODUÇÃO
Nos versículos finais da segunda epístola escrita por Paulo a Timóteo, vemos o apóstolo relatando ao jovem
obreiro que a sua morte era certa. No entanto, apesar de estar ciente disso, o servo do Senhor se comporta de forma confiante e esperançosa. Nesta lição definiremos a palavra morte; destacaremos qual a postura do apóstolo diante do iminente martírio; pontuaremos quais foram os seus sofrimentos em Roma; e, por fim, que apesar destes o Senhor Jesus esteve sempre ao seu lado.

I – DEFINIÇÃO DA PALAVRA MORTE
“No sentido físico, é o término das atividades vitais do ser humano sobre a terra. É vista, nas Sagradas Escrituras
como a consequência primordial do pecado (Rm 6.23)” (ANDRADE, 2006, p. 270). A morte é também a separação da alma e espírito do corpo (Tg 2.26), pela qual o homem é introduzido no mundo invisível. A morte acontece apenas uma vez para cada ser humano (Hb 9.27) e, embora seja certa (Jó 14.1,2), ninguém sabe quando ela chegará (Tg 4.13-15); mas ela é universal para a humanidade (Gn 3.19; Rm 5.12; 1 Co 15,22). Essa experiência descreve-se biblicamente como: “dormir” (Dt 31.16; Jo 11.11); “o desfazer da casa terrestre” (II Co 5.1); “deixar este tabernáculo” (II Pe 1.14); “descer ao silêncio” (Sl 115.17); “expirar” (At 5.10); “tornar-se em pó” (Gn 3.19); e “partir” (Fp 1.23). Abaixo destacaremos algumas cosmovisões equivocadas sobre a morte e as devidas refutações bíblicas:


Para continuar a ler o artigo CLIQUE NO LINK ABAIXO:

http://www.4shared.com/office/KLdAYHhgce/3T2015_L10_recife.html


Fonte: http://portal.rbc1.com.br/licoes-biblicas/ Acesso em 03 set. 2015.

 [Comentário: “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho” (Fp 1.21). – O verdadeiro crente, vivendo no centro da vontade de Deus, não precisa ter medo da morte. Ele sabe que Deus tem um propósito para o seu viver, e que a morte, quando ela vier, é simplesmente o fim da sua missão terrestre, e o início de uma vida mais gloriosa com Cristo

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TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
ADULTOS - A IGREJA E O SEU TESTEMUNHO: As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS - PROF. FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA
ASSEMBLEIA DE DEUS EM CAMPINA GRANDE/PB

 


Lição 10: O Líder diante da chegada da morte


TEXTO ÁUREO
"Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé." (2 Tm 4.7)
VERDADE PRÁTICA
A morte do crente não é o fim, mas a passagem para a glória eterna, na presença de Deus.
LEITURA DIÁRIA
Segunda - At 9.15,16
Paulo, um vaso escolhido por Deus para pregar aos gentios
Terça - Jd 3
Batalhando pela fé que uma vez nos foi dada
Quarta - Cl 1.29
Combatendo com eficácia o bom combate
Quinta - Fp 3.13,14
Esquecendo as coisas que já passaram
Sexta - Ap 3.11
Guardando o que Deus concede para que ninguém tome
Sábado - Êx 33.14
A presença de Deus traz tranquilidade
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
2 Timóteo 4.6-17
6 - Porque eu já estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício, e o tempo da minha partida está próximo.
7 - Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.
8 - Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda.
9 - Procura vir ter comigo depressa.
10 - Porque Demas me desamparou, amando o presente século, e foi para Tessalônica; Crescente, para a Galácia, Tito, para a Dalmácia.
11 - Só Lucas está comigo. Toma Marcos e traze-o contigo, porque me é muito útil para o ministério.
12 - Também enviei Tíquico a Éfeso.
13 - Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos.
14 - Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe pague segundo as suas obras.
15 - Tu, guarda-te também dele, porque resistiu muito às nossas palavras.
16 - Ninguém me assistiu na minha primeira defesa; antes, todos me desampararam. Que isto lhes não seja imputado.
17 - Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que, por mim, fosse cumprida a pregação e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão.


OBJETIVO GERAL
Desenvolver uma consciência bíblica a respeito da chegada da morte.
HINOS SUGERIDOS: 141, 500, 614 da Harpa Cristã


OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.
Mostrar que, para o crente, a chegada da morte não traz desespero.
Explicar o sentimento de abandono do apóstolo Paulo.
Conscientizar o aluno da certeza da presença de Cristo nas aflições.


INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Segundo as Escrituras, a morte se manifesta numa consciência de vitória na hora de uma aparente derrota: "Alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis" (1 Pe 4.13). Para o crente, a morte não é o fim, mas o início de uma vida nova, onde a certeza de que "o aguilhão" da morte já foi retirado e que agora é um passaporte oficial para a vida eterna com Jesus Cristo (1 Co 15.55). Claro que a experiência da separação traz dor, angústia e tristeza a qualquer ser humano. O luto chega de forma inesperada na vida de qualquer pessoa que sofre a perda de um ente querido. Mas devemos viver as promessas do Mestre na área da perda humana, conforme Ele nos ensinou: "Quem crê em mim, ainda que morra, viverá" (Jo 11.25). Um dia nosso corpo será completamente arrebatado do poder da morte (Rm 8.11; 1 Ts 4.16,17).


COMENTÁRIO
INTRODUÇÃO
Paulo tem consciência de que seu ministério está chegando ao fim. A segunda Epístola a Timóteo, na verdade é uma forma, comovente, de dizer adeus ao seu "amado filho" e à Igreja do Senhor. Paulo exorta Timóteo a respeito da responsabilidade que é estar na liderança de uma igreja e faz uma revisão do caminho que havia percorrido em sua jornada com o Salvador: "Combati o bom combate" (2 Tm 4.7). Paulo não estava pesaroso com a partida, pois suas dores e sofrimentos, com certeza, foram esquecidos, diante da certeza de que fez um bom trabalho e que cumpriu a missão para qual fora designado pelo Senhor.
A morte é inevitável. Um dia líderes e liderados terão que enfrentá-la, porém, o que faz a diferença é a maneira como a encaramos. [Comentário: “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho” (Fp 1.21). – O verdadeiro crente, vivendo no centro da vontade de Deus, não precisa ter medo da morte. Ele sabe que Deus tem um propósito para o seu viver, e que a morte, quando ela vier, é simplesmente o fim da sua missão terrestre, e o início de uma vida mais gloriosa com Cristo. Paulo quando escreve esse texto (Fp 1.21), não anseia pela morte, mas por uma presença mais próxima de Cristo que a morte trará. Para o crente, a morte não é o fim da vida, mas o início de uma plena, sublime e eterna comunhão com Deus. Na continuidade do texto de Fp 1, Paulo utiliza uma expressão em referência à morte – o termo partir – que também é usada para tirar pequenas estacas de barracas ou âncora de um barco; com isso, Paulo nos ensina que a morte significa apenas levantar acampamento e continuar, ou içar as velas para outro porto. Não estamos acostumados a ouvir ensinos acerca da morte, muito menos sobre como enfrentar uma situação de perca de algum ente querido; não se arrisca a falar de um tema tão triste e acabamos deixando esse assunto de lado e, o que é pior, substituindo-o por coisas triviais e terrenas como se jamais fôssemos enfrentar este momento. Todo homem, quer salvo ou não, está sujeito à morte, contudo, o crente encara a morte de modo diferente do não salvo, pois para nós, ela não é o fim da vida, mas um novo começo, como nos inspira Paulo, é um levantar acampamento e partir para uma vida mais plena, é ser liberto de todas as aflições deste mundo para ser revestido da vida e glória celestiais (2Co 5.1-5).]. Vamos pensar maduramente sobre a fé cristã?


PONTO CENTRAL
Embora a morte traga abatimento para os crentes, os discípulos de Jesus não se desesperam diante dela, pois tem uma certeza em Cristo: de que para sempre estaremos com o Senhor.


I. A CONSCIÊNCIA DA MORTE NÃO TRAZ DESESPERO AO CRENTE FIEL
1. Seriedade diante da morte. Enquanto Timóteo ainda era um jovem obreiro, Paulo já estava idoso (Fm 1,9), e tinha consciência de que estava no fim de sua longa, sacrificada e honrosa missão (v. 6). Paulo assegura que seu sangue seria derramado como uma oferta de libação. Esta era uma oferta de caráter voluntário, "de cheiro suave ao Senhor" (Lv 2.2). Segundo a Bíblia de Aplicação Pessoal, "libação era uma oferta líquida e consistia em derramar vinho sobre o altar como um sacrifício a Deus". Não era uma oferta pelos pecados, mas uma oferta de gratidão ao Senhor. [Comentário: Temos convicção de que a morte não é o fim de tudo. O homem não morre como a besta do campo e o crente morre como alguém sem esperança. Pela graça ele crê que Deus lhe deu a vida eterna, e que a morte é o meio pelo qual ele passa para uma experiência mais gloriosa dessa vida: "Tragada foi a morte na vitória" (1Co 15.54). Embora seu corpo retorne ao pó, o mesmo não permanecerá nessa corrupção. Ele será levantado dentre os mortos. O corruptível se vestirá de incorrupção, e o mortal de imortalidade. "Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro" (1Ts 4.16). Paulo pode enfrentar este momento porque tinha consciencia dessa verdade, por isso, ele entende seu mart~irio como uma libação - oferta de líquidos, em geral de vinho ou de azeite, derramados em sacrifício de dedicação a Deus – parte, junto com a oferta de manjares, das ofertas regulares apresentadas todos os dias (Êx 29.38-41). No Novo Testamento, simboliza aquele que derrama a vida pela causa de Cristo (Fp 2.17).]
2. A certeza da missão cumprida (vv. 7,8). No texto, que indica a consciência da proximidade da partida para a eternidade, queremos destacar três aspectos:
a) "Combati o bom combate". Todos os apóstolos de Jesus eram homens que combatiam "pela fé que uma vez foi dada aos santos" (Jd 3). Mas nenhum teve tantas oposições e ameaças quanto Paulo. Foi um obreiro muito perseguido, mas nunca desistiu da luta espiritual em prol do evangelho (1 Tm 1.20; 2 Tm 3.11, 12; 4.14 ). Que você também não desista diante das dificuldades e oposições. Conforme percebemos do texto de 1Timóteo 1,18-19, fica claro que o combate de Paulo não é literalmente uma batalha, uma guerra, mas uma imagem que descreve a vida do cristão, o seu comportamento sobretudo em relação ao perseverar na fé. A vida do cristão é feita de escolhas e a liberdade que nos foi dada faz com que cada vez tenhamos que decidir qual estrada tomar; o bom cristão deve seguir fiel ao ensinamento divino. Esse processo é chamado por Paulo de "combate". O êxito final vai defini-lo como "bom" ou "mau".
b) "Acabei a carreira". O texto indica que Paulo se referia à "pista de corrida", das competições em Atenas e em Roma. Em sua carreira ou "corrida", ele diz que não olhava para trás, mas para as coisas que estavam diante dele, prosseguindo "para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" (Fp 3.13,14). Muitos começam a carreira da vida cristã bem, mas desistem ou recuam ante os obstáculos e os problemas que surgem. O pastor de uma igreja não pode se acovardar diante das dificuldades, mas firmado em Cristo precisa prosseguir até o final. Sem determinação torna-se impossível para o atleta completar a prova. A mesma regra pode ser aplicada em nossas vidas. Isto é, sem perseverarmos nos é impossível transformar sonhos em realidade. ACABEI A CARREIRA, esta é a declaração de profunda alegria de um perseverante no bem. Ele diz que “Terminei minha missão”, “Fiz o que estava em minha alçada” (At 20. 27), “Não me embaracei com os negócios desta vida” (2Tm 2. 4), e “Imitei meu salvador que disse: “Está consumado” (Jo 19. 30).
c) "Guardei a fé". Isso quer dizer que Paulo foi fiel a Deus, em todas as circunstâncias de sua vida cristã. Ele não se embaraçou "com os negócios dessa vida" e militou legitimamente (2 Tm 2.4,5). Guardar a fé significa guardar a fidelidade a Cristo e a seus ensinamentos. O crente precisa guardar a fé até o seu último momento de vida. Paulo ensinou a Timóteo e à Igreja do Senhor a respeito desse cuidado. O crente é consolado pela fé (Rm 1.12); a justiça de Deus é pela fé (Rm 3.22); o homem é justificado pela fé (Rm 3.28; 5.1; Gl 2.16); o justo vive pela fé (Gl 3.11); a salvação é pela fé em Jesus (Ef 2.8). Paulo sabia o que era lutar e guardar a "fé que uma vez foi dada aos santos" (Jd 3).[Comentário: Esta é a consciência de não se ter deixado corromper. Ao afirmar “Guardei a fé”, Paulo quer dizer que “Não negociei a graça de Deus”, “Resisti às tentações” (1Co 9. 27), “Permaneci em comunhão” (1Co 4. 1-5), e “Meu depósito foi guardado para mim por meu Senhor” (2Tm 1. 12). O Apóstolo Paulo convoca Timóteo a combater o bom combate da fé, o que significa nesse contexto específico, resistir ao materialismo, à avareza e as deturpações que levam a conclusão erronea de que "piedade é fonte de lucro". Combater o bom combate, significa também, seguir com firmeza as virtudes distintamente cristãs - Justiça, piedade, fé, amor, constancia e mansidão (v.11). É ainda, viver intensamente o ministério recebido do Senhor (v.14).]

SÍNTESE DO TÓPICO I
A vida do apóstolo Paulo é um exemplo de seriedade cristã diante da morte e uma certeza da missão cumprida.
SUBSÍDIO DIDÁTICO
Professor, em muitas das suas cartas, o apóstolo Paulo afirmava que estava morto para o mundo e vivo no serviço de Cristo (Fp 1.21-23; 2 Co 5.2). Entretanto, o tom presente nesta segunda carta a Timóteo parece mais grave e mais sério. Neste trecho da epístola, há algumas formas literárias que ajuda-nos a descrever a gravidade desse tom na epístola, bem como em outras semelhantes: 1) o reconhecimento de que a morte está próxima; 2) advertências sobre a vinda dos falsos doutores; 3) a designação de sucessores para continuar a tradição apostólica; 4) a correta interpretação de pontos controversos. Assim, é possível perceber a típica forma de Paulo se comunicar neste momento de sofrimento: "oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé" (Fp 2.17); "Combati o bom combate e terminei a carreira" (2 Tm 4.7). Então, a sua última realização foi: "guardei a fé". O apóstolo sabia que restava pouco tempo de vida.
Sugerimos que você repasse essa explicação aos alunos, logo depois de expor o primeiro tópico da lição.
CONHEÇA MAIS
*Coroa da justiça
"A coroa, como símbolo de um prêmio, deriva das culturas gregas e judaicas. Como uma recompensa, a coroa simboliza a honra que Deus quer abençoar seus servos fiéis. A Bíblia menciona três tipos de coroas; a coroa da vida (1 Co 9.25; 2 Tm 2.5); a coroa da justiça; a coroa de glória (1 Pe 5.4). Além disso, Paulo também conclama os tessalonicenses a que se convertam em coroas (1 Ts 2.19). Cada uma dessas coroas será conferida após a volta de Cristo".
Leia mais em Guia do Leitor da Bíblia, CPAD, p. 844.
II. O SENTIMENTO DE ABANDONO
1. O clamor de Paulo na solidão. No início da Segunda Carta, Paulo já havia demonstrado que sentia muito a falta de Timóteo: "[...] desejando muito ver-te [...]" (1.4). No final da epístola, vemos a súplica de Paulo ao seu filho na fé: "Procura vir ter comigo depressa" (4.9). Ele também revela o porquê de sua pressa em rever seu filho na fé. Vejamos:
a) Demas o desamparou. "Porque Demas me desamparou, amando o presente século, e foi para Tessalônica" (2Tm 4. 10). Demas era um dos cooperadores de Paulo (Cl 4.14; Fm 24). Porém, será que ele havia se desviado? Não sabemos ao certo. O texto bíblico mostra que ele abandonou Paulo quando este precisava muito de sua ajuda. O versículo também afirma que no momento, Demas amava mais o "presente século" do que o amigo e irmão em Cristo. Os momentos de adversidade revelam aqueles que são realmente amigos e que nos amam. [Comentário: O apóstolo Paulo,nesse contexto,pedia para que Timóteo estivesse com ele. O homem de Deus estava só. Um dos seus principais colaboradores,Demas,o havia abandonado. Demas é citado por Paulo em Cl 4.14 e Fm 24. Pelo texto de Filemon (v. 24) vemos que Demas começou muito bem, é citado como “colaborador”. Não se sabe a princípio o porquê, mas talvez o desinteresse, a frieza, a indiferença de Demas foram crescendo até ele chegar a esta situação, ao limite perigosíssimo da apostasia. A história de Demas é a história de todos os que não sabem ou não podem perseverar até o fim que é a condição para se obter a coroa da vida!]
b) Só o médico amado ficou com Paulo. Tíquico foi mandado para Éfeso (4.12) e só Lucas ficou junto de Paulo (4.11). Lucas, "o médico amado" (Cl 4.14), escritor do livro de Atos dos Apóstolos e cooperador do apóstolo (Fm 24), fez-se presente, dando toda assistência a Paulo. Sem dúvida alguma, fora providência de Deus. Em idade avançada (Fm 9), Paulo precisava de cuidados médicos, físicos e emocionais. E ali estava o doutor Lucas, seu amigo, que não o desamparou. [Comentário: A Bíblia conta maravilhosas histórias de amizade, e aquim o Novo Testamento nos apresenta uma destas histórias, Lucas e Paulo, Por intermédio de Paulo, sabemos que Lucas era médico (Cl 4.14). Parece que o primeiro encontro entre os dois ocorreu em Trôade (At 16.6-10), onde juntos partiram para a Macedônia. A primeira cidade Macedônia em que eles pregaram o Evangelho foi Filipos. Há historiadores cristãos que concordam que Lucas pastoreou aquela igreja por seis anos (51-57 d.C.). É na última prisão de Paulo que a amizade foi realmente provada. “Só Lucas está comigo”, disse Paulo para seu discípulo Timóteo. Neste período, Paulo está esperando sua execução, que aconteceu, provavelmente, no ano de 68 d.C., por decapitação, por ordem de Nero. Todos os demais companheiros de Paulo o tinham deixado. Lucas, um médico, homem que provou ser culto pela qualidade das obras que escreveu, abriu mão de vários anos de sua vida para acompanhar o apóstolo enquanto estava preso. Num desses períodos, na primeira prisão em Roma (At 28.16), Lucas redige sua obra: o evangelho de Lucas e Atos. Lembrando que estes dois livros também mostram a dedicação de Lucas a outro amigo, a saber, Teófilo (Lc 1.3; At 1.1). A dedicação às pessoas é fruto do amor que transforma vidas. Nós temos uma fé que não pode ser vivida para nós mesmos, mas nossa fé deve se abrir para os outros. Nosso alvo é servir o nosso próximo (Tg 2.14-26). Deus nos escolheu para sermos um povo de boas obras (Ef 2.10; Tt 2.14).]
2. A serenidade dos últimos dias. "Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos" (v. 13). A prisão de Paulo se deu tão de repente que ele não teve tempo para reunir suas coisas. Agora, aproximava-se o inverno (v. 21), e Paulo sentia a necessidade da capa que deixou na casa de Carpo e também dos livros. Sabemos quão rigoroso é o inverno europeu. O texto também nos mostra que até o fim de sua vida, Paulo se preocupou em ler e estudar. Tem você dedicado tempo ao estudo da Palavra de Deus?
O seu julgamento, perante a justiça de Roma, poderia demorar alguns dias ou meses. De qualquer forma, é um eloquente testemunho de que o homem de Deus, quando está seguro com o Senhor, não teme a morte ou qualquer outra adversidade. [Comentário: No mesmo contexto, alguns versículos antes em II Timóteo 4:6-8, Paulo afirma que encerrou sua carreira, e que está prestes a morrer. Mesmo assim, no versículo 13 ele ainda pede que sejam trazidos seus livros. Aprendemos então que Paulo continua tendo interesse em ler, escrever e aprender, mesmo estando prestes a morrer. Uma vez que a Bíblia não afirma expressamente, não podemos afirmar nada com certeza sobre isso. Podemos, entretanto, examinar as Escrituras e ter a melhor compreensão possível e tirar todo aprendizado possível sobre o assunto. Se examinarmos o livro de Atos, perceberemos informações importantes, que possivelmente demonstram como foi que Paulo acabou deixando essas coisas todas em Trôade, na casa de Carpo (Atos 16:8-12).]
3. Preocupações finais com o discípulo. Paulo alerta Timóteo a respeito de "Alexandre, o latoeiro", que foi inimigo do apóstolo (vv. 14,15). "Tu, guarda-te dele." Segundo a Bíblia de Aplicação Pessoal, Alexandre pode ter sido uma testemunha contra Paulo em seu julgamento. O crente fiel sempre vai encontrar pessoas difíceis em sua caminhada, por isso, precisa estar preparados para lidar com toda a sorte de gente, boas e más. [Comentário: Em algumas outras versões da Bíblia este mesmo Alexandre é chamado de ferreiro! Possivelmente este Alexandre fazia utensílios domésticos de metais, ferramentas, escudos, facas, espadas, lanças, etc. Alexandre, o latoeiro, foi pior que Demas! Apesar de também ter saído da Obra, ele passou a perseguir o Apóstolo Paulo, chegando a ponto de interferir na sua sentença em Roma, causando-lhe muitos males (2Tm 4.14). Mesmo assim, Paulo orou por ele e entregou o caso nas Mãos de Deus, pedindo justiça. Segundo alguns estudiosos da Bíblia, há muitas chances deste Alexandre ter sido o mesmo que foi citado na Primeira Carta de Paulo a Timóteo no “Conservando a fé, e a boa consciência, a qual alguns, rejeitando, fizeram naufrágio na fé. 20 - E entre esses foram Himeneu e Alexandre, os quais entreguei a Satanás, para que aprendam a não blasfemar” (1Tm 1.19).]
SÍNTESE DO TÓPICO II
No final do seu ministério, estando preso, o apóstolo Paulo sentiu-se sozinho, abandonado pelos seus pares.
SUBSÍDIO DIDÁTICO
"Bem sabes isto: que os que estão na Ásia todos se apartaram de mim; entre os quais foram Fígelo e Hermógenes. O Senhor conceda misericórdia à casa de Onesíforo, porque muitas vezes me recreou e não se envergonhou das minhas cadeias; antes, vindo ele a Roma, com muito cuidado me procurou e me achou. O Senhor lhe conceda que, naquele Dia, ache misericórdia diante do Senhor. E, quanto me ajudou em Éfeso, melhor o sabes tu" (2 Tm 1.15-18). Este texto, mostra com clareza, que o apóstolo Paulo já havia se queixado da solidão. Esta é uma informação importante que você, prezado professor, deve repassar à classe. O texto de Paulo expresso no capítulo 4 de 2 Timóteo é de caráter bem pessoal, demonstrando o sentimento, a pessoalidade e a dor do apóstolo em ser abandonado por quem deveria apoiá-lo em seu árduo ministério. Enfatize que 2 Timóteo 4 narra os últimos momentos da vida do apóstolo. Podemos afirmar que temos o privilégio de conhecer os últimos momentos da vida de um grande homem de Deus, apóstolo Paulo.
III. A CERTEZA DA PRESENÇA DE CRISTO
1. Sozinho perante o tribunal dos homens (v. 16). Nem Lucas, o "médico amado" se encontrava na cidade, quando Paulo compareceu a audiência. Mas ele não era murmurador, nem guardou mágoa dos amigos ausentes. Pelo contrário, demonstrou que os perdoara, pedindo a Deus "que isto lhes não seja imputado". A atitude de Paulo nos faz recordar a postura de Jesus na cruz, quando Ele exclamou: "[...] Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" (Lc 23.34). Podem os amigos e companheiros nos abandonar nos momentos difíceis, mas Deus é fiel e jamais nos deixa sozinho. [Comentário: Embora os homens tenham abandonado Paulo em sua primeira audiência no tribunal, o Senhor não o fez. Paulo pode usar aquela ocasião para pregar o evangelho. Como cidadão romano, Paulo não poderia ser jogado aos leões no teatro público. Diz a tradição que, como resultado de haver apelado para César, após dois julgamentos no ano 68 d.C., Paulo foi executado. Relata-se que Nero saiu de viagem enquanto Paulo estava em Roma; entrementes, uma de suas concumbinas foi ganha para o Senhor por intermédio do apóstolo. Quando Nero voltou para casa, ela havia se juntado a um grupo cristão, abandonando o imperador. Nero ficou tão furioso que descarregou sua ira sobre Paulo, que foi levado para a Via Óstia onde o executaram.]
2. Sentindo a presença de Cristo (v. 17). Paulo não tinha a companhia dos amigos e irmãos em Cristo, mas pôde sentir, de perto, a gloriosa presença de Deus. O Senhor se fez presente e fortaleceu a alma e o espírito do seu servo. Mesmo estando preso, ele se sentia "livre da boca do leão", o que pode referir-se ao sentimento de libertação espiritual em relação a Satanás, ou de Nero, o sanguinário imperador. Ele não foi liberto da prisão e da morte, pois suas palavras eram de despedida: "Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé" (v. 7). [Comentário: Viver e morrer para o crente significa aceitar a passagem pascal, onde a doação a Cristo e aos irmãos não se realiza sem dificuldades e desilusões, sem passar pelas inúmeras mortes cotidianas até a morte física, etapa obrigatória criada pelo ato redentor de suprema doação de Cristo que morre por amor e ressuscita para que nós possamos ressuscitar com Ele. Agora vivemos uma vida nova, porque aquele que ressuscitou a Cristo Jesus dentre os mortos, dará a vida também aos nossos corpos mortais (Rm 8.11). Livre da boca do leão, essa era uma forma figurada de dizer que os esforços de Satanás em causar a morte prematura de Paulo tinham sido desviados, impedidos até o presente.]
3. Palavras e saudações finais. "E o Senhor me livrará de toda má obra e guardar-me-á para o seu Reino celestial [...]" (v. 18). Paulo não estava se referindo ao livramento físico da morte. Ele já havia se despedido de forma muito comovente nos versículos 6 a 8. Esse texto nos mostra o quanto ele estava tranquilo, aguardando a vontade de Deus sobre sua vida e o fim do seu ministério. E conclui, saudando seu amigo e filho na fé, dizendo: "O Senhor Jesus Cristo seja com o teu espírito. A graça seja convosco. Amém!" (v. 22). [Comentário: Paulo não expressa imunidade à doença fisica. Pelo contrário, ele espera a morte, mas nenhum ataque a ele poderia prejudicá-lo. Sua morte traria a libertação do sofrimento e a entrada no céu.]
SÍNTESE DO TÓPICO III
Sozinho, Paulo se dirigiu ao tribunal para ser julgado, mas com a plena convicção de que a presença de Cristo estava com Ele.
SUBSÍDIO TEOLÓGICO
"A graça seja convosco. Estas são as últimas palavras de Paulo nas Escrituras registradas enquanto ele aguardava o martírio num cárcere romano. Do ponto de vista do mundo, a vida do apóstolo estava para terminar num trágico fracasso.
Durante trinta anos, largara tudo por amor a Cristo; pouca coisa ganhara com isso, a não ser perseguição e inimizade dos seus próprios patrícios. Sua missão e sua pregação aos gentios resultaram no estabelecimento de um bom número de igrejas, mas muitas dessas igrejas estavam decaindo em lealdade a ele e à fé apostólica (2 Tm 1.15). E agora, no cárcere, depois de todos os seus leais amigos o deixarem, a não ser Lucas (vv.11,16), ele aguarda a morte" (Bíblia de Estudo Pentecostal, CPAD, 1995, p.1885).
CONCLUSÃO
Os últimos trechos da Segunda Carta de Paulo a Timóteo nos ensinam que o servo de Deus que tem certeza da sua salvação, mediante a obra redentora de Cristo, não teme a morte. Paulo sabia que a morte física aniquilaria apenas o seu corpo, mas seu espírito e sua alma (o homem interior - 2 Co 4.16) estavam guardados em Cristo Jesus. [Comentário: “Melhor é a boa fama do que o melhor ungüento, e o dia da morte, do que o dia do nascimento de alguém” (Eclesiastes 7:1). O dia da morte do cristão é melhor do que o dia do seu nascimento. Todos os dias do cristão em Cristo sobre a terra são bons, mas estar com Cristo na glória eterna será melhor. Paulo foi abençoado em Cristo sobre a terra, mas o apogeu da bênção para Paulo seria estar com Cristo na glória: “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei, então, o que deva escolher. Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor. Mas julgo mais necessário, por amor de vós, ficar na carne” (Fp 1.21-24). O cristão olha para a morte como uma partida da imperfeição para imperfeição (2Tm 4.6). Paulo viveu uma vida espiritual progressiva. Ela não foi ausente de dificuldade, perseguição e sofrimento. Contudo, essa vida estava em preparação para a morte, pois ele aguardava a experiência com confiança alegre e expectativa esperançosa. A Bíblia refere-se à morte do crente em termos consoladores. A morte para o justo, segundo Lucas, é ser levado pelos anjos “para o seio de Abrão” (Lc 16.22); é ir ao “paraíso”(Lc 23.43); é ir à casa do nosso Pai, onde há “muitas moradas” (Jo 14.2); é uma partida bem-aventurada para “estar com Cristo”(Fp 1.23), e é a ocasião de receber a “coroa da justiça”(2Tm 4.8). Nossa corporal está garantida pela ressurreição de Cristo (At 17.31; 1Co 15.12, 20-23). Essas porções bíblicas ensinam claramente a sobrevivência da alma humana fora do corpo, quer do salvo, quer do ímpio, após a morte. Jesus nos ensina acerca de uma ressurreição da vida, para o crente, e de uma ressurreição de juízo, para o ímpio (Jo 5.28,29). O crente passa do tempo para a eternidade. Paulo usou o substantivo grego kerdos significando ganho, o adjetivo kreitton significando maior, melhor ou superior, e o advérbio mallon significando mais ou muito mais em Filipenses 1.21-23. A combinação das palavras prova que o crente falecido não se torna inferior a uma pessoa quando ele morre: “Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada...E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo” (Rm 8.18,23). O corpo redimido será a finalização ou perfeição do que Deus o Espírito Santo começou na regeneração. O Espírito aplicou o que o Filho de Deus providenciou em Sua morte. O que o Filho providenciou foi em favor do eleito que o Pai lhe deu antes da fundação do mundo http://www.monergismo.com/textos/morte/considerar_morte_best.htm; ] NaquEle que me garante: "Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus" (Ef 2.8)”,
Francisco Barbosa
Campina Grande-PB
Agosto de 2015

Fonte: http://auxilioebd.blogspot.com.br/2015/08/licao-10-o-lider-diante-da-chegada-da_82.html Acesso em 01 set. 2015.

Na sequência do estudo da Segunda Epístola de Paulo a Timóteo, que estamos a finalizar nesta lição, analisaremos o quarto e último capítulo desta carta. A primeira parte deste capítulo quatro, consistente de seus cinco primeiros versículos, traz uma exortação de Paulo a Timóteo para que pregasse a Palavra a tempo e fora de tempo, devendo redarguir, repreender, exortar, com toda a longanimidade e doutrina.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
ADULTOS–A IGREJA E O SEU TESTEMUNHO: As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais
COMENTARISTA : ELINALDO RENOVATO DE LIMA

COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

ESBOÇO Nº 10
LIÇÃO Nº 10 – O LÍDER DIANTE DA CHEGADA DA MORTE


O ministro de Cristo Jesus deve ser exemplo inclusive no modo de encarar a morte física.

INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo da Segunda Epístola de Paulo a Timóteo, que estamos a finalizar nesta lição, analisaremos o quarto e último capítulo desta carta.
- O ministro de Cristo Jesus deve ser exemplo inclusive no modo de encarar a morte física.

I – A EXORTAÇÃO DE PAULO A TIMÓTEO PARA A PREGAÇÃO EM TODAS AS OCASIÕES.
- Na sequência do estudo da Segunda Epístola de Paulo a Timóteo, que estamos a finalizar nesta lição, analisaremos o quarto e último capítulo desta carta.
- A primeira parte deste capítulo quatro, consistente de seus cinco primeiros versículos, traz uma exortação de Paulo a Timóteo para que pregasse a Palavra a tempo e fora de tempo, devendo redarguir, repreender, exortar, com toda a longanimidade e doutrina.
- Paulo havia acabado de mostrar a importância das Escrituras Sagradas para a vida espiritual, pois eram elas divinamente inspiradas para ensinar, redarguir, corrigir e instruir em justiça.
- Ora, se a Palavra de Deus era fundamental para a vida espiritual das pessoas, a começar do próprio Timóteo, não se poderia abrir mão de pregá-la a tempo e fora de tempo para que a membresia da igreja local pudesse ter crescimento espiritual, pudesse sobreviver espiritualmente.
- A necessidade desta pregação encontra-se na própria expressão do apóstolo Paulo quando ele conjura Timóteo diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que haveria de julgar os vivos e os mortos, na Sua vinda e no Seu reino, para que Timóteo tomasse essa atitude (II Tm.4:1).
- Como afirma Matthew Henry: “…Paulo, com grande solenidade e seriedade, compele Timóteo a ser diligente e consciencioso na execução do seu trabalho e ofício como evangelista; e a ordem que foi dada a ele deve ser obedecida por todos os ministros (vv. 1-5).…” (Comentário Novo Testamento Atos a Apocalipse obra completa. Trad. de Degmar Ribas Júnior, p. 717).
- Paulo “…dirige a atenção de Timóteo para Deus e Cristo Jesus, em cuja presença a incumbência é delegada e recebida. Ele põe Timóteo sob juramento de cumprir a incumbência. É a Deus e ao Salvador Ungido que Timóteo (e Paulo também, naturalmente) terá de prestar contas. E este é o Cristo que ‘está para julgar’…” (HENDRIKSEN, William. Comentário I Timóteo, II Timóteo e Tito. Trad. de Válter Graciano Martins, p. 378).
- Como se pode observar, a missão precípua do ministro de Jesus Cristo na igreja local é a proclamação da Palavra, a pregação do Evangelho. Assim como se fazem juramentos para o início do exercício de uma profissão, juramentos estes que têm o significado de fazer prova da consciência do profissional a respeito de seus deveres e responsabilidades, de tal maneira que não possa alegar qualquer ignorância quando for responsabilizado, do mesmo modo, o apóstolo Paulo deixa claro a Timóteo de que ele deve ter plena consciência de que sua missão principal é o “ministério da Palavra”, algo, aliás, que já era tido como fundamental desde o início da Igreja, ainda em Jerusalém, como dão conta os apóstolos em At.6:2,4.
- As palavras solenes de Paulo mostram a seriedade deste tema não só para Timóteo mas para todos os ministros na igreja local. O ministério da Palavra é a obrigação primeira de qualquer obreiro, é o que primeiro será cobrado do Senhor, Senhor este que, lembrou bem Paulo, será Aquele que julgará tanto os vivos quanto os mortos. Nunca nos esqueçamos, aliás, que, salvos ou não, teremos de prestar contas ao Senhor por tudo que tivermos feito durante nossa existência terrena. Como diz o escritor aos hebreus: “E não há criatura alguma encoberta diante dele: antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos d’Aquele com quem temos de tratar” (Hb.4:13).
- “…Mais uma vez Paulo o [Timóteo – observação nossa] coloca diante do semblante divino, longe de todos os veredictos humanos. Você está diante de Deus e do Messias, o Juiz de todos, devendo prestação de contas a Ele. O que pessoas afirmam sobre você não terá importância no dia do juízo final, motivo pelo qual você deve libertar-se disso desde já, a fim de poder cumprir livremente sua tarefa, inclusive quando ela acarretar sofrimento e perseguição…” (BÜRKI, Hans. Cartas a Timóteo II Timóteo Comentário Esperança. Trad. de Werner Fuchs, p.57).
- Trata de assunto sério, diríamos até o mais sério assunto da vida ministerial: o de pregar a Palavra de Deus. Os ministros serão julgados diante de Deus, pelo Senhor Jesus, em primeiro lugar, sobre se desincumbiram a contento do ministério da Palavra. Assim, diante do Tribunal de Cristo (Rm.14:10; I Co.3:10-15; II Co.5:10), aqueles que forem fiéis e arrebatados, serão julgados sobre o modo como desempenharam o ministério da Palavra, recebendo, ou não, galardão por isso, até porque, aos ministros, está reservada a coroa de glória (I Pe.5:4).
OBS: “…Ele [Timóteo – observação nossa] é conjurado a pregar a palavra. Essa é a função dos ministros: uma revelação é confiada a eles. Não são as suas próprias ideias e concepções que devem pregar, mas a pura e clara Palavra de Deus; e eles não a devem corromper, mas com sinceridade falam de Cristo, como de Deus na presença de Deus (II Co. 2:17).…” (HENRY, Matthew. op.cit., p.718).
- Pior situação, entretanto, terão aqueles ministros que não forem achados fiéis (Cf. I Co.4:1,2) e que, portanto, não serão arrebatados. Estes terão de comparecer ao juízo do trono branco (Ap.20:11-15), onde serão condenados ao tormento eterno, mas terão, certamente, um juízo ainda mais terrível, diante da negligência que tiveram com o ministério da Palavra. Que Deus nos guarde!
- Timóteo deveria pregar a Palavra a tempo e fora de tempo. “…A tempo, quando estiverem livres para ouvir a ti, quando alguma oportunidade especial se apresentar de falar a eles. Não somente isso, mas faze-o fora de tempo, mesmo quando não há a aparente probabilidade para despertá-los para o evangelho, porque tu não sabes, mas o Espírito de Deus pode fazer isso neles; porque o vento sopra onde quer; e pela manhã, semeamos a nossa semente e, à tarde, não retiramos a nossa mão” (Ec 11.6). Devemos fazê-lo a tempo, isto é, não deixar escapar a oportunidade; e fazê-lo fora de tempo, isto é, não esquivar-nos do dever, com o pretexto de que é fora de tempo.…” (HENRY. Matthew. op.cit., p.718).
- Devemos, portanto, entender este “fora de tempo” da exortação de Paulo em consonância com o que havia dito antes e o que diria em seguida a Timóteo, ou seja, a pregação da Palavra deveria se dar sempre, ainda quando se estivesse no tempo em que os ouvintes não quisessem ouvir a Palavra (Cf. II Tm.4:3), ou seja, os tempos da apostasia de que Paulo já tratara com seu filho na fé.
- Bem se vê, portanto, que este “fora de tempo” não tem o sentido que alguns inadvertidamente têm dado para justificar a pregação do Evangelho em locais e horários inapropriados e inadequados, como, por exemplo, o servo de Cristo que resolve “pregar o Evangelho” em vez de exercer a sua tarefa no local de trabalho ou de assistir às aulas num estabelecimento escolar. O texto aqui nada tem que ver com tais procedimentos, que não são condutas que se esperam de um servo de Jesus que é submisso às autoridades, como, aliás, faz questão de lembrar Paulo em I Tm.6:1 bem como em Rm.13:1,2.
- O ministro de Cristo Jesus tem de pregar a Palavra quer as pessoas ouçam ou deixem de ouvir (Ez.2:5,7), pois esta é a sua tarefa, a sua mais importante missão, a razão de ser de sua chamada para o ministério e o primeiro item da pauta do julgamento, quando terá de prestar contas diante do Senhor Jesus, seja no Tribunal de Cristo, seja no Juízo do Trono Branco.
- A pregação da Palavra, que é a sã doutrina, sem quaisquer invencionices ou inovações, deve seguir as mesmas funções das Escrituras, ou seja, deve ser uma pregação que ensine a membresia o que há na Bíblia Sagrada, deve ser um Palavra de redarguição, ou seja, de repetição do ensino, bem como deve ser uma palavra de repreensão, ou seja, correção, bem assim de exortação.
- O ministro de Cristo Jesus deve pregar a Palavra com todas estas finalidades, visando ensinar, repetir o ensino (redarguir), corrigir (repreender) e exortar, de modo a que seja o instrumento divino para que toda a igreja local seja instruída em justiça.
- Mas, além do conteúdo da pregação, o apóstolo Paulo também fala a respeito do modo da pregação. A pregação deve ser feita com toda a longanimidade, ou seja, com paciência, de modo manso e pacífico, sem insultos, humilhações, manifestações de ódio ou raiva, como, lamentavelmente, ocorre com certa frequência em muitas igrejas locais, onde se confunde correção, repreensão e exortação com falta de respeito, ira ou rispidez. É triste vermos alguns obreiros se vangloriando diante de seus colegas de que foi ríspido com a membresia, de que “sentou o pau” no povo. Tais ministros precisam, urgentemente, rever seus conceitos, antes que seja tarde demais, pois terão de prestar contas ao Senhor por tal comportamento.
OBS: “…longanimidade (tardio em irar-se, amável e paciente para com as pessoas que têm errado)…” (HENDRIKSEN, William. op.cit., p.382).
- Mas, além da longanimidade, a pregação deve ser feita “com doutrina”. Como afirma William Hendriksen, trata-se aqui da “disposição para ensinar”. O ministro deve pregar com disposição para ensinar, empenhado em ser compreendido pelos ouvintes, com o nítido propósito de que os membros da igreja local aprendam a Palavra de Deus. Quem está disposto a ensinar não mede esforços para que o aprendizado se dê, dedicando-se ao estudo da Palavra, dando proeminência à Palavra nas reuniões e incentivando toda e qualquer atividade na igreja local que vise ao crescimento do conhecimento do povo de Deus nas Escrituras Sagradas.
- Não é, entretanto, que temos visto em grande parte das igrejas locais na atualidade, onde não há qualquer incentivo ou estímulo para a frequência nos chamados “cultos de doutrina”, onde os ministros são faltosos nas Escolas Bíblicas Dominicais, onde não há apoio por parte dos obreiros na melhoria das condições das Escolas Bíblicas Dominicais como também na realização de eventos voltados para o ensino da Palavra de Deus. Como se isto fosse pouco, não são poucas as igrejas locais onde abundam eventos que não trazem qualquer proveito para a estruturação doutrinária da membresia, sem falar no pouquíssimo tempo que se dedica, nos cultos, à pregação da Palavra, com o preenchimento do tempo com outras atividades, como o louvor, jograis, peças teatrais e até danças, deixando-se a Palavra não em segundo, mas em quinto, décimo e até centésimo planos. É exatamente isto que o apóstolo Paulo está a combater em sua exortação a Timóteo.
- “…Estes cinco concisos imperativos, que se emparelham a outros quatro no versículo 5, resumem a tarefa do ministério: (1) Prega. É a primeira e grande tarefa básica da transmissão da mensagem fundamental, como fazia o próprio Paulo (I Co. 15:1-11) e Jesus (Lc. 5:1; 8:11, 21). (2) Insta. Estar pronto, preparado, quando for conveniente e quando não for. (3) Corrige, intimamente relacionado com a ideia de "convencer" (3:16; …), é a mesma palavra que foi usada em Tt.1:9 ("exortar"), 13 ("repreender"); 2:15 ("exortar"); I Tm. 5:20 ("repreender"). (4) Repreende foi traduzido para advertir em Mt. 12:16; advertir em Mc. 8:30; repreender em Mc. 10:48; e advertir em Lc. 9:21. Significa cobrar uma responsabilidade não cumprida. A ideia essencial é, frequentemente, a exigência implícita da restituição quando apontado o erro. (5) Exorta costuma ser traduzido para confortar ou suplicar. É uma ansiosa súplica em qualquer circunstância da vida, possível por causa da presença do Confortador, cujo nome é uma forma diferente a mesma palavra. A frase, com toda a longanimidade e doutrina (ensinamentos), não deve ser tomada só com o último dos imperativos, mas deve acompanhar todos os cinco mandamentos. Paciente transmissão de ensinamentos é a mais sólida das bases para um sucesso final no ministério (cons. 2:25).…” (HARRISON, Everett F. II Timóteo Comentário Moody, pp.16-7).
- A exortação de Paulo não se restringe a Timóteo, até porque o tempo a que ele se refere em que a maior parte dos membros da igreja local não quereriam sofrer a sã doutrina mas, tendo comichão nos ouvidos, amontariam para si doutores conforme as suas próprias concupiscências, não era o tempo em que Timóteo estava a pastorear a igreja de Éfeso que, muitos anos depois, era tida como um exemplo nesta matéria pelo Senhor Jesus na carta que dirigiu a ela (Ap.2:2), mas, sim, aos últimos tempos da dispensação da graça, quando a apostasia atingiria níveis alarmantes, ou seja, os dias em que estamos a viver.
OBS: “…Não é o arauto do evangelho quem falha, mas o ouvir dos homens, volúveis que formam o auditório! Eles têm ouvidos que comicham( de um verbo que no ativo significa fazer cócegas; daí, no passivo, sentir cócegas, e assim, coçar; figura: ‘sentir um desejo irritante’). Seu anseio é ter mestres que se ajustem às suas fantasias ou gostos pervertidos…” (HENDRIKSEN, William. op.cit., p.383) (destaques originais).
- Este tempo já chegou. Com efeito, verificamos, com muitíssima tristeza, a imensa maioria dos membros das igrejas locais “fugindo” da sã doutrina, boicotando os cultos de ensino, as Escolas Bíblicas Dominicais e tudo fazendo para que o tempo da Palavra seja sensivelmente diminuído nas reuniões, reuniões em que o que impera, na atualidade, são as “cantarolas” que ocupam quase que a totalidade do tempo, sem se falar em pregações que, ou não ensinam a sã doutrina, sendo repletas de heresias e mensagens de autoajuda, ou, então, não passam de encenações teatrais, muitas vezes repletas de estratégias e técnicas de neurolinguística, com clichês, chavões e atitudes que nada mais são que “enchimento de linguiça”, para tentar esconder o vazio espiritual e de mensagem dos preletores.
- Não são poucos os que cristãos se dizem ser que estão “fugindo” da sã doutrina, que não têm qualquer interesse em ouvir a Palavra de Deus e que andam atrás de “reteteté”, “reveladores”, “louvorzões”, “sessões de descarrego” e de “mensagens de autoajuda”, onde chegam rapidamente a uma histeria, que confundem com “poder de Deus”, mas que não têm qualquer interesse em conhecer a genuína e autêntica Palavra de Deus.
- São pessoas que estão correndo atrás daqueles que falem o que eles querem ouvir. São ouvintes que estão em busca de quem confirme os seus sentimentos, as suas vontades, pouco se importando com o que diz o Senhor em Sua Palavra. São pessoas que fazem parte da turma do “me engana que eu gosto”.
- Diante de tais atitudes e mentalidades, muitos ministros de Cristo Jesus, para serem “simpáticos”, “populares”, “contemporâneos” e, sobretudo, para que obtenham vantagens econômico-financeiras, amoldam-se a este comportamento desenvolvido por boa parte dos que cristãos se dizem ser, não só aderindo a estas práticas lamentáveis, mas as estimulando, incentivando e fomentando em suas igrejas locais. O resultado disto é o que se vê em nossos dias: o avanço assustador da apostasia espiritual e a transformação das igrejas locais em estabelecimentos de entretenimento e de engodo.
- Paulo, entretanto, diz a Timóteo que, diante deste comportamento, ele deveria ser sóbrio em tudo, sofrendo as aflições, fazendo a obra dum evangelista, cumprindo o seu ministério (II Tm.4:5), ou seja, bem ao contrário do que fazem muitos dos ministros da atualidade, o apóstolo diz que Timóteo, diante do ânimo dos ouvintes em buscar outra coisa que não fosse a sã doutrina, deveria se manter sóbrio, ou seja, equilibrado, continuando a pregar a Palavra, estando preocupado em agradar a Deus e não aos homens, rejeitando fazer uso de fábulas ou de mentiras, mas continuando a pregar a Cristo e este crucificado (Cf. I Co.2:2).
- Timóteo deveria estar pronto a cumprir o seu chamado ministerial, sabendo que quem o havia escolhido era o Senhor e não a membresia, de modo que não poderia querer fazer o que a membresia desejava, mas, sim, cumprir a missão que lhe fora confiada pelo Senhor, sabendo que é a Ele que ele deve prestar contas naquele dia.
- Timóteo deveria fazer a obra dum evangelista, ou seja, deveria pregar o Evangelho, nada mais, nada menos do que isto. Não deveria se impressionar pela resistência dos ouvintes, nem procurar apresentar um outro discurso que pudesse “amenizar” as resistências. Obreiro do Senhor Jesus não foi feito para agradar o auditório, mas, sim, para agradar a Deus. O apóstolo podia ensinar isto a seu filho na fé, porque ele havia sempre vivido deste modo, tanto que disse aos gálatas que se estivesse ainda a agradar aos homens não poderia ser considerado servo de Jesus Cristo (Gl.1:10).
- O ministro de Cristo Jesus não pode se amoldar aos desejos dos ouvintes, nem tampouco ao “discurso politicamente correto” tão em voga no mundo hodierno. Deve, isto sim, pregar a Palavra de Deus, insistir nesta pregação, ainda que as pessoas, rejeitando tal mensagem, ameacem abandonar ou realmente abandonem a congregação. O ministro deve imitar seu Senhor que, ante um duro discurso, não se intimidou com o abandono de muitos discípulos, tendo, ao ser como que “avisado” pelos que ainda restavam de que o discurso era duro demais, deixado os que ainda O ouviam à vontade para também irem embora (Jo.6:66-68).
- O ministro deve pregar o Evangelho, não pode alterar a mensagem das Escrituras Sagradas, devendo ensinar única e exclusivamente a sã doutrina, pouco se importando se as pessoas estão, ou não, de acordo com o que é ensinado. Não deve ter medo do abandono de muitos por causa disto, pois é muito mais importante estar a agradar a Deus do que ter a simpatia e popularidade dos homens.
- Isto, à evidência, não significa que o obreiro deve ser ríspido e mal educado, afugentando, com sua falta de polidez, o auditório. Lembremo-nos de que, antes de falar sobre isto, o apóstolo disse que a pregação deve ser com longanimidade e doutrina. O obreiro deve, sim, pregar a verdade, não deve se moldar a padrões ditados pela concupiscência daqueles que, com comichão nos ouvidos, não querem abandonar a sua vida pecaminosa e por isso não suportam o ensino bíblico genuíno, mas isto não autoriza falta de polidez e de respeito aos ouvintes por parte dos pregadores.
- Aliás, é precisamente por causa do tempo da apostasia que o obreiro deve manter o seu compromisso de ministrar a Palavra de Deus. Como afirma Tomás de Aquino, o grande teólogo da Idade Média: “…"Virá o tempo em que os homens não suportarão a sã doutrina." Isso mostra a necessidade da admoestação acima, que é tríplice, segundo vem dos ouvintes, ou do apóstolo Timóteo. A primeira, de parte dos ouvintes, é a sua falta de vontade de ouvir, não querendo ouvir o que é proveitoso, mas o agradável. Então ele diz relativamente à primeira: como dispostos a acatar a sã doutrina, insiste-lhes, conforta-lhes os ouvidos, "porque o tempo virá quando os homens não suportarão a sã doutrina", e que é o tempo quando haverá maus doutores; "Eu sei que depois da minha partida você terá que atacar lobos vorazes" (At 20:29). Onde se diz: "Eles não vão sofrer", isto é, ser-lhes-á odiosa a doutrina de Cristo (Pv 8).…” (AQUINO, Tomás de . Comentário da Segunda Epístola de Paulo a Timóteo. Cit. II Tm.4:1-5. n. 13. Disponível em: http://www.clerus.org/bibliaclerusonline/pt/index.htm Acesso em 17 jun. 2015) (tradução nossa de texto em espanhol).


II – PAULO PREVÊ A SUA MORTE
- Paulo, em seguida, traz a Timóteo mais uma revelação do Espírito Santo, a como que explicar o alto grau de solenidade e seriedade da exortação para que seu filho na fé cumprisse o seu ministério mesmo diante da apostasia. O apóstolo iria morrer, não sairia vivo da prisão, como acontecera na vez anterior: “estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício, e o tempo da minha partida está próximo” (II Tm.4:6).
- Paulo faz esta afirmação com serenidade, porque não tinha medo da morte. Ele já havia dito que a vida que vivia o fazia na fé do Filho de Deus, pois não era ele mais quem vivia, mas, sim, Cristo vivia nele (Gl.2:20). Ele já havia morrido para o mundo (Gl.6:14) e não tinha a sua vida por preciosa (At.20:24), sabendo que o morrer para ele era ganho (Fp.1:21) e entendendo que a morte lhe traria algo muito melhor do que esta existência terrena (Fp.1:23).
- Paulo vivia nesta terra com um único e exclusivo propósito que era o de cumprir com alegria a sua carreira e o ministério que recebera do Senhor Jesus, para dar testemunho do Evangelho da graça de Deus (At.20:24). Assim, na primeira prisão em Roma, embora desejasse estar com Cristo, que era algo muito melhor do que ficar nesta Terra, o apóstolo havia compreendido de que ainda não era o tempo da partida, que tinha ainda algo a fazer para o Senhor na Sua obra, entre as quais, ir novamente a Filipos para confortar e animar os crentes daquela igreja local.
- Agora, porém, quando já tinha ido a Filipos, provavelmente ido a Espanha e retornado a Ásia, onde foi preso em Trôade, talvez por uma denúncia de Alexandre, o latoeiro, o apóstolo chegava à conclusão de que sua carreira havia terminado, que não lhe restava nada mais a fazer na obra do Senhor senão se oferecer como aspersão de sacrifício, do que ser mártir, dando a sua vida por causa da fé em Jesus.
- O apóstolo faz esta revelação a Timóteo porque esperava de seu filho na fé a mesma disposição. Ele não deveria se preocupar com a grande perseguição que a Igreja sofria no reinado de Nero, nem tampouco ter medo de ter, também, de dar a sua vida por causa da fé. Sua única e exclusiva preocupação deveria ser cumprir o ministério, fazer a obra dum evangelista, pregar a Palavra, impedir a proliferação de falsos ensinos na membresia da igreja de Éfeso e deixar-se ficar nas mãos do Senhor, inclusive, se fosse o caso, também enfrentando o martírio, se fosse esta a vontade de Deus.
- Sabemos que ninguém aceita de bom grado a morte física, visto que o homem não foi criado para morrer e este evento, consequência da entrada do pecado no mundo, é algo que contraria o propósito divino originário de nossa criação, motivo pelo qual se trata de fato que não encontra em nossas mentes e interior aceitação, nem pode ter tal aceitação.
- No entanto, conquanto seja algo que não seja de nossa aceitação, é uma realidade com a qual devemos conviver, que devemos enfrentar e o salvo em Cristo Jesus deve ter uma atitude de resignação, de esperança e de consciência.
- A atitude de resignação no sentido de que todos os salvos em Cristo Jesus morrerão, com exceção daqueles que estiverem vivos no dia do arrebatamento da Igreja. Sendo assim, devemos nos conformar com a ideia de que a morte física é uma possibilidade real para todo salvo e que, portanto, devemos viver de modo a que não sejamos surpreendidos com tal evento. Isto envolve, além da nossa santificação e vigilância, para que, no dia de nossa morte física, não sejamos apanhados em pecado, como também a própria tomada de providências concernentes à nossa ausência neste mundo, inclusive medidas para que nossos familiares e entes queridos não fiquem desamparados e sejam sobremaneira prejudicados com a nossa morte.
- Não adianta querer lutar contra a realidade da morte física, buscando, como faziam os alquimistas da Idade Média, o “elixir da longa vida”. É lógico que devemos cuidar de nossa saúde, devemos pedir a cura das enfermidades ao Senhor, mas que isto nunca represente a ilusão de que somos “imunes” à morte. Não devemos desejar morrer, mas temos de reconhecer que esta é uma possibilidade muito grande em nossa existência terrena.
- Paulo sabia desta realidade e a enfrentava com naturalidade. Quando de sua viagem a Jerusalém, avisado de que muito sofreria e seria encarcerado, por meio de profecias, foi resoluto ao afirmar que estava pronto para morrer. Anos haviam se passado desde então, tinha ele sido poupado da morte pelo Senhor mas agora o mesmo Deus lhe dizia que estava próximo o tempo de sua partida e o apóstolo, resignadamente, conta isto a Timóteo, tomando as devidas providências diante desta realidade, como podemos observar na sequência da epístola: pede a Timóteo que viesse depressa, a tempo de o apóstolo poder vê-lo antes de sua morte, devendo trazer com ele a Marcos (II Tm.4:9,11); pede que lhe sejam trazidas capa e livros, que havia deixado por ocasião de sua prisão em Trôade (II Tm.4:13), manda saudações a irmãos que sabia que nunca mais veria (II Tm.4:19).
- Tal conduta de Paulo mostra, assim, a atitude de esperança com que o apóstolo encarava a morte, pois, ao saber, pelo Espírito Santo, que não escaparia da condenação à morte diante da acusação política que agora pairava sobre ele, não entrou em desespero, nem ficou a choramingar ou a suplicar a Timóteo que “levantasse um clamor” com a igreja de Éfeso para a absolvição e consequente libertação da prisão.
- O apóstolo tinha consciência de que havia acabado a carreira, havia feito tudo quanto era da vontade de Deus que fizesse em seu ministério e, portanto, nada mais havia para que o apóstolo fizesse nesta Terra, tendo, portanto, chegado o tempo de descansar das suas obras, aguardando a ressurreição no dia do arrebatamento da Igreja. Ora, se o objetivo da vida de Paulo era cumprir o ministério que lhe fora confiado, por que razão deveria ele agora se desesperar diante da iminência da morte? Sua vida só tinha sentido em fazer a vontade de Deus e Deus agora nada mais queria que ele fizesse sobre a face da Terra.
- O servo de Cristo Jesus almeja desfrutar da eternidade com Deus. Seu objetivo de vida é chegar aos céus e a morte física nada mais representa senão precisamente esta passagem para a eternidade, um primeiro estágio para aquilo que representará a consumação de todo o processo da salvação, que é a glorificação, o que ocorrerá apenas no dia do arrebatamento da Igreja. No entanto, a morte física traz o descanso a todos os que labutaram incansavelmente nesta peregrinação terrena na obra de Deus (Ap.14:13).
- Paulo sabia que chegara o momento de ele descansar dos seus trabalhos e ir para o local aonde fora levado em arrebatamento anos antes (Cf. II Co.12:1-4), lugar que já sabia ser glorioso e que fizera com que Paulo afirmasse, quando ainda preso pela primeira vez, que era muito melhor estar com Cristo do que neste mundo.
- Diante da morte, o servo de Jesus não pode ficar desesperado, angustiado ou alarmado, mas deve demonstrar que sua vida tem um alvo, que é o de desfrutar da eternidade com Deus. Nosso saudoso pai, que partiu para a eternidade recentemente, quando teve de decidir sobre a realização de uma cirurgia de alto risco, na qual não resistiu, foi bem claro ao afirmar que não tinha que temer o risco da morte, visto que havia pregado durante toda a sua vida que o céu era bom e não poderia negar toda a sua vida ministerial temendo morrer. É esta a atitude que deve ter um genuíno e autêntico servo de Cristo: saber que aquele que crê em Cristo Jesus, ainda que esteja morto, viverá (Jo.11:25).
- Resulta disto, aliás, a terceira atitude, que é a atitude de consciência. O servo de Cristo Jesus deve ter consciência que, desde o momento em que recebeu a Cristo como seu Senhor e Salvador, sua vida tem um único propósito: fazer a vontade de Deus. Sua vida não mais lhe pertence, ele é propriedade de Cristo (I Co.6:20), de forma que deve estar à disposição do Senhor não só para ir aonde o Senhor mandar, para fazer o que o Senhor quer se faça, mas, também, para cessar de fazer todas as coisas e partir para o Paraíso.
- O Senhor Jesus tinha esta consciência, tanto que disse que a Sua comida era fazer a vontade d’Aquele que o enviara e de realizar a Sua obra (Jo.4:34), tendo, ainda, na Sua oração sacerdotal, dito que havia glorificado o Pai na terra tendo realizado a obra que lhe dera a fazer (Jo.17:4) e, com uma palavra de vitória, ter dito, na cruz, que estava consumada esta mesma obra (Jo.19:30), ocasião em que entregou Seu espírito nas mãos do Pai e expirou (Lc.23:46), a nos mostrar que a morte vem quando cumprimos tudo quanto Deus quis que fizéssemos sobre a face da Terra.
- Paulo, tendo esta consciência, diz que havia combatido o bom combate, acabado a carreira e guardado a fé (II Tm.4:8). Sabedor de que iria morrer, o apóstolo chegou à conclusão que nada mais lhe restava fazer em termos de ministério e podia humildemente e em gratidão a Deus dizer que, neste momento final, havia sido fiel, havia mantido a sua luta contra as hostes espirituais da maldade e permanecido em comunhão com o Senhor.
- Assim, em vez de procurar prolongar a vida, de se apegar à existência terrena, o ministro de Cristo Jesus, que é um exemplo para todos os fiéis (I Tm.4:12; Hb.13:7; I Pe.5:3), deve mostrar à membresia da igreja local e a todos os homens que a vida somente tem sentido se for vivida como uma luta incessante contra as hostes espirituais da maldade, como uma existência que deve sempre cumprir a vontade de Deus e, por fim, como um esforço para jamais abandonar a fé em Jesus Cristo.
- “…Combati o bom combate. Aquilo para o que Timóteo foi convocado (1Tm 6.12) foi cumprido pessoalmente pelo apóstolo e suportado até o vitorioso fim. Ele ‘proclamou o evangelho de Deus mediante grande luta’. Agora acabou a luta, esgotou-se a luta da vida, o bom combate chegou a bom fim. Ele lutou contra poderes sombrios da maldade, contra Satanás, contra vícios judaicos, cristãos e gentílicos, hipocrisia, violência, conflitos e imoralidades em Corinto, fanáticos e desleixados em Tessalônica, gnósticos helenistas judeus em Éfeso e Colossos, e não por último – no poder do Espírito Santo – o velho ser humano dentro de si mesmo, tribulações externas e temores internos. Acima de tudo e em tudo, porém, lutou em prol do evangelho, a grande luta de sua vida, seu bom combate. Completei a corrida. A imagem do atleta competidor que alcançou a meta e por quem espera a coroa da vitória. Agora não cabe mencionar os incontáveis obstáculos que ele certamente conhece e poderia enumerar, mas o final da corrida, a perseverança té o alvo. Nada pôde deter sua trajetória, por nada ele foi interrompido significativamente. Agora tampouco poderes mundanos destruirão sua vida de forma autocrática, ele é ‘prisioneiro do Senhor’. O que ele anunciou aos anciãos de Éfeso na despedida se cumpriu agora: Todavia, não me importo, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão-somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor Jesus me confiou, de testemunhar o evangelho da graça de Deus’ Tu, Timóteo, cumpre cabalmente teu ministério, assim como eu agora concluí minha tarefa. Uma vida cumpriu seu propósito quando a tarefa foi reconhecida e concretizada e quando Deus é glorificado assim. Guardei a fé. Será que se deve traduzir aqui com a frase que se tornou linguajar corrente ‘Guardei a fidelidade’? Sem dúvida tem-se em vista ‘a fidelidade até a morte’; é intencional a ligação com 2Tm 2.11-13; também a fidelidade do administrador, do qual se demanda prestação de contas no juízo; a aprovação do colaborador e sua paciência até o fim no trabalho penoso, quando os frutos estão maduros. Tudo está englobado, mas antes de tudo e em tudo vale uma só coisa: ‘Aqui se trata da perseverança dos santos, os que guardam fielmente os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.’ ‘Guardei a fé’, isso é o alfa e o ômega, origem e alvo daquele que por ocasião do primeiro aprisionamento confessou: Cristo é minha vida e morrer para mim é lucro. Poder crer até o fim, ser sustentado na fé em Jesus, receber constantemente essa fé renovada e aprofundada: essa é a graça máxima, dádiva imerecida, exaltação da fidelidade de Deus. O soldado, o corredor, o administrador (agricultor) – todas as três metáforas que Paulo lançou a Timóteo para encorajá-lo, todas direcionadas para o fim dos tempos, cumpriram-se em Paulo. Essas declarações não são marcadas pelo enaltecimento próprio, mas pela gratidão e adoração àquele que o tornou forte na luta, que o conduziu à perfeição, que o presenteou com a fé e o preservou.…” (BÜRKI, Hans. op.cit., p.61).
- Diante da constatação de que nada mais lhe restava fazer em termos de ministério, o apóstolo diz que o que aguardava era tão somente a coroa da justiça que o Senhor, justo juiz, lhe daria naquele dia e não somente a ele mas também a todos que amarem a vinda do Senhor (II Tm.4:8).
- Com esta afirmação, Paulo mostra-nos que há um hiato entre a ida ao Paraíso e o Tribunal de Cristo, período de descanso dos trabalhos, descanso este que não deve ser confundido com o “sono da alma”, esta falsa doutrina ensinada por alguns segmentos religiosos. Os que morrem no Senhor vão para o Paraíso onde, conscientemente, aguardam a ressurreição, que ocorrerá no dia do arrebatamento da Igreja, quando, então, serão levados ao encontro com o Senhor nos ares e lá serão levados ao Tribunal de Cristo, onde receberão o galardão, a recompensa pelos seus trabalhos.
- A coroa de justiça é o galardão que terão todos aqueles que tiverem agido como o apóstolo Paulo, cumprindo o seu ministério, lutado contra o mal e se mantido fiéis ao Senhor durante toda a sua existência terrena após terem se tornado “novas criaturas” (II Co.5:17).
- “…desde que tenho lutado com coragem e completou a corrida, o que resta senão esperar a coroa? Chama-a coroa da justiça, porque Deus vai dar-lhe justiça. Mas, pelo contrário, que sabermos que a vida eterna é dada pela bela graça de Deus (Rm.6; Rm.8), logo não de justiça. Respondo: está lá a graça quanto à raiz do mérito; a justiça quanto ao ato, que procede da vontade ou, diga-se, a coroa da justiça a que se dá de justiça, porque dá aos justos o que corresponde a suas obras justas. "Dizei aos justos que bem lhes irá porque comerão do fruto das suas obras” (Is.3:10). Esta coroa é dupla: um principal e um secundário. A primeira é a recompensa essencial, que é nada mais do que o gozo de usufruir a verdade. "Naquele dia o Senhor dos Exércitos será por coroa gloriosa, e por grinalda formosa, para os restantes do Seu povo” (Is.28:5). Assim, Deus é nossa coroa. A segunda é a que se deve a obras qualificadas e de muito boa textura, a aura, uma das quais é devida aos mártires. (AQUINO, Tomás de. op.cit. Disponível em: http://www.clerus.org/bibliaclerusonline/pt/index.htm Acesso em 17 jun. 2015) (tradução nossa de texto em espanhol).
- A expressão “amam a Sua vinda” é assim explicada por William Hendriksen: “…De todos os indícios de que alguém ama o Senhor, um dos melhores é este fervoroso anelo que Ele regresse, porque tal pessoa está pensando não só em si e em sua glória pessoal, mas também em seu Senhor e na vindicação pública dele. A coroa aguarda tais pessoas…” (op.cit., pp.389-90). Este é o verdadeiro e genuíno desejo da Igreja, sendo, aliás, a oração conjunta que ela faz com o Espírito Santo (Ap.22:17). O anelo da Igreja é, portanto, não ficar vivo aqui na Terra, mas, sim, ser arrebatado pelo Senhor, pouco importando se vivo no dia do arrebatamento ou se já morto, tendo de ressuscitar primeiro para o encontro com o Senhor nos ares.
- Após tal afirmação categórica de confiança e de esperança ante a morte, o apóstolo pede que Timóteo viesse depressa, inclusive avisando ter mandado Tíquico para Éfeso (II Tm.4:12), como que a indicar que não deixaria a igreja efésia acéfala durante o tempo em que Timóteo fosse até Roma para se despedir do apóstolo, a mostrar o cuidado pastoral do apóstolo, numa coerência que demonstrava quão sereno estava o apó stolo mesmo diante da proximidade da morte.
- Paulo, apesar desta serenidade diante da proximidade da sua morte, não deixa de mostrar o seu sentimento de solidão, já que só Lucas estava com ele como também não deixa de mostrar sua tristeza pelo abandono sofrido por parte de Demas, que resolvera deixar o ministério e se dedicar à vida terrena (II Tm.4:10), como também de pedir a Deus que tomasse as devidas providências diante dos males que lhe foram causados por Alexandre, o latoeiro, que deve ter sido o pivô da sua segunda prisão (II Tm.4:14). Neste particular, Paulo mostra todo o seu espírito cristão, pois não pede vingança nem demonstra ressentimento, mas apenas faz a constatação do que tais atitudes desagradáveis acarretaria a seus autores.
- Paulo ainda pede a Timóteo que lhe trouxesse os livros, inclusive os pergaminhos, como a capa que havia deixado na casa de Carpo. O apóstolo mostra a Timóteo que, apesar de estar no final de seu ministério, ainda deveria meditar nas Escrituras (que são os pergaminhos), pois isto dizia respeito a sua vida devocional, e não apenas a seu ministério. Mesmo sabendo que iria morrer, Paulo não havia desistido de se alimentar espiritualmente com a Palavra de Deus. Que exemplo para obreiros que desprezam o estudo da Palavra de Deus…
- Paulo revela, ainda, os fatos que ocorreram quando de sua primeira audiência, quando se viu solitário, sem a assistência de qualquer pessoa, mas tendo experimentado a companhia do Senhor, a mostrar como as circunstâncias que abalam nossas emoções não têm o condão nem o podem ter em nosso relacionamento espiritual com o Senhor.
- O apóstolo não havia perdido a esperança em Deus e confiava que, apesar de todas estas contrariedades, o Senhor o livraria de realizar uma má obra, de perder a sua santidade, de deixar de prosseguir o restante de vida que possuía sobre a face da Terra. O apóstolo mostra-nos que, mesmo diante da iminência da morte, não podemos vacilar, devendo nos manter vigilantes e dependentes da graça e da companhia do Senhor para que cheguemos até o fim.
- E, com esta demonstração exemplar de serenidade e de confiança em Deus, Paulo encerra o seu ministério epistolar, sendo um estímulo e exemplo a ser seguido por todos nós, que devemos ter o Senhor Jesus com o nosso espírito. Amém.
Caramuru Afonso Francisco

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
TEMA –A IGREJA E O SEU TESTEMUNHO – as ordenanças de Cristo nas cartas pastorais
COMENTARISTA : ELINALDO RENOVATO DE LIMA
PLANO DE AULA Nº 10
LIÇÃO Nº 10 – O LÍDER DIANTE DA CHEGADA DA MORTE
1º SLIDE INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo da Segunda Epístola de Paulo a Timóteo, que estamos a finalizar nesta lição, analisaremos o quarto e último capítulo desta carta.
- O ministro de Cristo Jesus deve ser exemplo inclusive no modo de encarar a morte física.
2º SLIDE I – A EXORTAÇÃO DE PAULO A TIMÓTEO PARA A PREGAÇÃO EM TODAS AS OCASIÕES.
- A primeira parte deste capítulo quatro, consistente de seus cinco primeiros versículos, traz uma exortação de Paulo a Timóteo para que pregasse a Palavra a tempo e fora de tempo, devendo redarguir, repreender, exortar, com toda a longanimidade e doutrina.
- Se a Palavra de Deus era fundamental para a vida espiritual das pessoas, a começar do próprio Timóteo, não se poderia abrir mão de pregá-la a tempo e fora de tempo para que a membresia da igreja local pudesse ter crescimento espiritual, pudesse sobreviver espiritualmente.
3º SLIDE
- Paulo usa uma expressão solene, pondo Timóteo sob juramento, para mostrar que a pregação da Palavra, o ministério da Palavra é a missão principal do ministro de Cristo Jesus.
- As palavras solenes de Paulo mostram a seriedade deste tema não só para Timóteo mas para todos os ministros na igreja local.
4º SLIDE
- Os ministros serão julgados diante de Deus, pelo Senhor Jesus, em primeiro lugar, sobre se desincumbiram a contento do ministério da Palavra.
- Timóteo deveria pregar a Palavra a tempo e fora de tempo, ou seja, quer os ouvintes quisessem, ou não, ouvir (Ez.2:5,7).
5º SLIDE
- O ministro de Cristo Jesus deve pregar a Palavra visando ensinar, repetir o ensino (redarguir), corrigir (repreender) e exortar, de modo a que seja o instrumento divino para que toda a igreja local seja instruída em justiça.
- A pregação deve ser feita com toda a longanimidade, ou seja, com paciência, de modo manso e pacífico, sem insultos, humilhações, manifestações de ódio ou raiva, bem como com disposição para ensinar, isto é, “com doutrina”.
6º SLIDE
- Esta conduta deve ser mantida pelo ministro de Cristo Jesus mesmo diante do comportamento da membresia em não querer suportar a sã doutrina, em querer amontoar doutores segundo as suas próprias concupiscências.
- Timóteo deveria estar pronto a cumprir o seu chamado ministerial, sabendo que quem o havia escolhido era o Senhor e não a membresia, de modo que não poderia querer fazer o que a membresia desejava, mas, sim, cumprir a missão que lhe fora confiada pelo Senhor, sabendo que é a Ele que ele deve prestar contas naquele dia.
7º SLIDE II – PAULO PREVÊ A SUA MORTE
- Paulo dá a notícia a Timóteo de que iria morrer, não sairia vivo da prisão, como acontecera na vez anterior: “estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício, e o tempo da minha partida está próximo” (II Tm.4:6).
- Paulo faz esta afirmação com serenidade, porque não tinha medo da morte, pois vivia nesta terra com um único e exclusivo propósito que era o de cumprir com alegria a sua carreira e o ministério que recebera do Senhor Jesus, para dar testemunho do Evangelho da graça de Deus (At.20:24).
8º SLIDE
- Ninguém aceita de bom grado a morte física, visto que o homem não foi criado para morrer.
- No entanto, conquanto seja algo que não seja de nossa aceitação, é uma realidade com a qual devemos conviver, que devemos enfrentar e o salvo em Cristo Jesus deve ter uma atitude de resignação, de esperança e de consciência.
9º SLIDE
- Atitude de resignação – conformar-se com a ideia de que a morte física é uma possibilidade real para todo salvo e que, portanto, devemos viver de modo a que não sejamos surpreendidos com tal evento.
- Isto envolve, além da nossa santificação e vigilância, para que, no dia de nossa morte física, não sejamos apanhados em pecado, como também a própria tomada de providências concernentes à nossa ausência neste mundo, inclusive medidas para que nossos familiares e entes queridos não fiquem desamparados e sejam sobremaneira prejudicados com a nossa morte.
10º SLIDE
- Atitude de esperança – não entrar em desespero diante da proximidade da morte, mas reconhecimento de que a morte física é o meio pelo qual descansaremos dos nossos trabalhos, aguardando a ressurreição no dia do arrebatamento da Igreja.
- A atitude de esperança também revela que o objetivo de todo salvo em Cristo Jesus é desfrutar da eternidade com Deus, não o de ficar nesta terra, pois quem crê em Cristo, ainda que esteja morto, vive (Jo.11:25).
11º SLIDE
- Atitude de consciência – A vida terrena só tem sentido se for para fazer a vontade de Deus, para cumprir o ministério. Findos estes propósitos, não há mais razão para viver sobre a face da Terra.
- Em vez de procurar prolongar a vida, de se apegar à existência terrena, o ministro de Cristo Jesus, que é um exemplo para todos os fiéis (I Tm.4:12; Hb.13:7; I Pe.5:3), deve mostrar à membresia da igreja local e a todos os homens que a vida somente tem sentido se for vivida como uma luta incessante contra as hostes espirituais da maldade, como uma existência que deve sempre cumprir a vontade de Deus e, por fim, como um esforço para jamais abandonar a fé em Jesus Cristo.
12º SLIDE
- A coroa de justiça é o galardão que terão todos aqueles que tiverem agido como o apóstolo Paulo, cumprindo o seu ministério, lutado contra o mal e se mantido fiéis ao Senhor durante toda a sua existência terrena após terem se tornado “novas criaturas” (II Co.5:17).
- Amar a vinda de Jesus é um indício veemente de que a pessoa pertence à Igreja e que está em estrita comunhão com o Espírito Santo (Ap.22:17).
13º SLIDE
- Após A afirmação categórica de confiança e de esperança ante a morte, o apóstolo pede que Timóteo viesse depressa, inclusive avisando ter mandado Tíquico para Éfeso (II Tm.4:12), como que a indicar que não deixaria a igreja efésia acéfala durante o tempo em que Timóteo fosse até Roma para se despedir do apóstolo, a mostrar o cuidado pastoral do apóstolo, numa coerência que demonstrava quão sereno estava o apóstolo mesmo diante da proximidade da morte.
- Paulo, apesar desta serenidade diante da proximidade da sua morte, não deixa de mostrar o seu sentimento de solidão, como também de mostrar seu desagrado com as atitudes de Demas e de Alexandre, o latoeiro.
14º SLIDE
- Paulo ainda pede a Timóteo que lhe trouxesse os livros, inclusive os pergaminhos, como a capa que havia deixado na casa de Carpo.
- O apóstolo mostra a Timóteo que, apesar de estar no final de seu ministério, ainda deveria meditar nas Escrituras (que são os pergaminhos), pois isto dizia respeito a sua vida devocional, e não apenas a seu ministério. Mesmo sabendo que iria morrer, Paulo não havia desistido de se alimentar espiritualmente com a Palavra de Deus. Que exemplo para obreiros que desprezam o estudo da Palavra de Deus…
15º SLIDE
- Paulo revela, ainda, os fatos que ocorreram quando de sua primeira audiência, quando se viu solitário, sem a assistência de qualquer pessoa, mas tendo experimentado a companhia do Senhor, a mostrar como as circunstâncias que abalam nossas emoções não têm o condão nem o podem ter em nosso relacionamento espiritual com o Senhor.
- O apóstolo mostra-nos que, mesmo diante da iminência da morte, não podemos vacilar, devendo nos manter vigilantes e dependentes da graça e da companhia do Senhor para que cheguemos até o fim.


COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

Para fazer download do texto em PDF:

http://www.4shared.com/office/eFE2uBJEba/3T2015_L10_caramuru.html

 

Paulo tem consciência de que seu ministério está chegando ao fim. A segunda Epístola a Timóteo, na verdade é uma forma, comovente, de dizer adeus ao seu "amado filho" e à Igreja do Senhor. Paulo exorta Timóteo a respeito da responsabilidade que é estar na liderança de uma igreja e faz uma revisão do caminho que havia percorrido em sua jornada com o Salvador: "Combati o bom combate" (2 Tm 4.7).

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TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
ADULTOS - A IGREJA E O SEU TESTEMUNHO: As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMPLEMENTOS, ILUSTRAÇÕES, QUESTIONÁRIOS E VÍDEOS - EV. LUIZ HENRIQUE DE ALMEIDA SILVA
ASSEMBLEIA DE DEUS - IMPERATRIZ/MA - CONGREGAÇÃO MONTE HERMOM


LIÇÃO 10 - O LÍDER DIANTE DA CHEGADA DA MORTE


Questionário Figuras Ilustrativas em: http://ebdnatv.blogspot.com/
NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm


TEXTO ÁUREO
"Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé." (2 Tm 4.7)


VERDADE PRÁTICA
A morte do crente não é o fim, mas a passagem para a glória eterna, na presença de DEUS.





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Transmissão ao vivo da aula ministrada no Estudo Preparatório dos Professores e Amigos da Escola Bíblica Dominical da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Ministério do Belém - sede - São Paulo, às 19 horas (horário de Brasília) do dia 29 de agosto de 2015.

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Principais Noticias

Conjunto de videoaulas como auxílio para a preparação das aulas da faixa etária dos Jovens pelo professor da Escola Bíblica Dominical. Iniciativa do Portal Escola Dominical. Faixa etária - Jovens.

Fortaleza/CE - Prof. Lucas Neto:

 

 

CPAD - Pr. César Moisés Carvalho:

 

Jardim São José/Campinas-SP - Pr. Agnaldo Betti:

 

Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles. Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

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TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
JOVENS - NOVOS TEMPOS, NOVOS DESAFIOS: Conhecendo os desafios do século XXI
COMENTARISTA: CÉSAR MOISÉS CARVALHO
COMENTÁRIOS: PROF.ª SULAMITA MACEDO
ASSEMBLEIA DE DEUS - TEMPLO CENTRA\L - NATAL/RN

 


Lição 10: A Ascensão Econômica


Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: A Ascensão Econômica.
- Depois, utilizem a dinâmica “Ascensão Econômica?”
- Façam uma roda de conversa sobre a crise econômica atual da nação brasileira.
- Lembrem-se de que ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Ascensão Econômica?


Objetivo:
Refletir sobre as desigualdades sociais.
Material:
01 rolo de fita crepe ou durex colorido
01 caixa de chocolate
Procedimento:
- Usando fita crepe ou durex colorido, façam um quadrado grande.
Solicitem para todos os alunos se posicionem ao redor deste quadrado.
- Falem: Este quadrado representa a sociedade, cujas leis definem igualdade de direitos e oportunidades para todos.
Peçam para que todos os alunos entrem no quadrado(todos os alunos devem caber dentro dele).
- Depois, façam um quadrado menor dentro do quadrado grande.
- Agora solicitem para que todos os alunos entrem no quadrado menor. Com certeza não caberão! Insistam aqueles que estão dentro ofereçam oportunidade de acesso para os demais.
Mas, é lógico, que por ser espaço pequeno não haverá a igualdade de acesso, permanecendo então a maioria no quadrado maior.
Para os que entraram no quadrado menor, distribuam 01 chocolate.
- Agora, perguntem para os dois grupos:
Como se sentiram diante deste exemplo de inclusão e exclusão social?
Agora, reflitam sobre este tipo de sociedade: uns poucos que podem e possuem muito, e, a grande maioria que sofre injustiça social.
- Agora falem: Isto que estamos refletindo na sociedade atual, também é o tema observado em contextos de vários povos.
- Agora, deem prosseguimento ao estudo da lição.
Ideia original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.


Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/2015/08/jovens-novos-tempos-novos-desafios_30.html Acesso em 31 ago. 2015.

Para bem ilustrarmos a postura a qual devemos desempenhar na sociedade, citaremos o exemplo usado pelo comentarista da revista que foi o Sal da Terra e a Luz do Mundo uma vez que estes possuem, em suas propriedades, qualidades que podem ser aplicadas a situações reais em nossa vida. Assim, comparando o crente com o sal, podemos destacar algumas verdades.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
JOVENS - NOVOS TEMPOS, NOVOS DESAFIOS: Conhecendo os desafios do século XXI
COMENTARISTA: CÉSAR MOISÉS CARVALHO
COMENTÁRIOS: PR. MARCOS ALEXANDRE FERREIRA
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SETOR 19, GUARULHOS/SP


Lição nº 9 – A Nova Religiosidade.


A conclusão de nossa revista nos afirma que é urgente que vivamos como sal e luz deste mundo, pois temos uma tarefa que é inadiável e intransferível que é ir, fazer discípulos de todas as nações, batizá-los em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensiná-los a guardar todas as coisas que O Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo nos mandou; lembrando que Ele nos garantiu que estaria conosco todos os dias, até a consumação dos séculos.
No entanto, para que a Igreja cumpra esta importantíssima missão é necessário que nós nos portemos de modo que venha estar de acordo com a vontade de Deus e, desta forma, seremos referência para os demais que nos observam procurando, com este modo de viver em santidade, despertar nas pessoas o interesse de conhecer o nosso Mestre através do Bom Testemunho.
Para bem ilustrarmos a postura a qual devemos desempenhar na sociedade, citaremos o exemplo usado pelo comentarista da revista que foi o Sal da Terra e a Luz do Mundo uma vez que estes possuem, em suas propriedades, qualidades que podem ser aplicadas a situações reais em nossa vida.
Podemos observar que o cristão é comparado ao sal porque este produto é o principal tempero utilizado na culinária dando um sabor agradável aos alimentos. Assim devemos proceder no nosso testemunho e diante dos homens temperando o meio em que vivemos.
Já o mau crente, que perdeu o temor de Deus e procede desonestamente no seio da comunidade em que vive, é comparado ao sal insípido, não mais presta senão para ser lançado fora e ser pisado pelos homens.
Assim, comparando o crente com o sal, podemos destacar algumas verdades.
Em primeiro lugar, o sal é preservador uma vez que conserva e preserva, daí ser figura de pureza. Sua cor branca também fala disso. Ele evita a deterioração. No caso da destruição de Sodoma e Gomorra, Deus disse, “Não a destruirei por amor dos dez justos” (Gn 18.32). Era o sal que estava impedindo a destruição.
Em segundo lugar, o sal produz sede. Em Atos 2.37, a multidão perguntou logo depois do sermão de Pedro: “Que faremos varões irmãos?” e o carcereiro em Filipos clamou: “Senhores! Que é necessário que eu faça para me salvar?” (Atos 16.31). São as multidões a procura de Jesus ( Mt 4.25, 8.1, 12.15, 14.14). São os oficiais de Justiça dizendo: “Nunca ninguém falou como este homem”. O crente como sal cria sede espiritual nas pessoas ao seu redor.
Em certo sentido os cristãos são a “luz do mundo” (Mt 5.14). Cristo é original e essencialmente a Luz do mundo (Jo 8.12), mas ele disse que depois da sua partida essa função seria dos seus discípulos (Jo 9.5).
Em Efésios 5.8,9 Paulo diz: “Porque outrora vocês eram trevas, mas agora sois luz no Senhor. Vivei como filhos da luz”. Outrora éramos trevas, mas agora somos luz no Senhor. Em outras palavras todos os seus professores, políticos, filósofos, cientistas, tecnocratas, estrelas de cinema, e gurus religiosos, por mais que possam cooperar positivamente na sociedade, mas sem crer nas Escrituras Sagradas, sem crer em Deus e sem receber a Cristo permanecem ainda nas trevas. Mas neste mundo de trevas profundas, Deus plantou sua igreja como a luz. São pessoas simples, humildes, desprezíveis, mas são estes que Jesus disse ser a luz deste mundo.
Temos de refletir nesse mundo em trevas a luz de Cristo em nossa vida. E o que é essa luz? É a luz da salvação, a luz da vida eterna, a luz do conhecimento de Deus, a luz da alegria da salvação, a luz da esperança e a luz que brilha nas trevas. É a luz que abre os olhos dos cegos e os faz ver a luz da glória de Deus na face de Jesus Cristo.
Estamos sendo sal da terra e luz do mundo? Ou estamos corrompidos (putrefatos) e em trevas. Devemos ter sempre na lembrança que somos representantes de Cristo neste mundo corrompido e em trevas.
Se algum de nós não tem sido encontrado como sal da terra e luz do mundo, temos de pedir a Deus misericórdia e que Ele nos conduza para esta finalidade, sem a qual o mundo entrará em colapso moral e espiritual.
Portanto, não devemos ser religiosos e ter uma Vida de aparência. Deve-se abundantemente sobejar em nossas vidas o arrependimento, o compromisso e a santidade.


“Portanto, fortaleçam as mãos enfraquecidas e os joelhos vacilantes. Façam caminhos retos para os seus pés, para que o manco não se desvie, mas antes seja curado. Esforcem-se para viver em paz com todos e para serem santos; sem santidade ninguém verá o Senhor.”
Hebreus 12:10-14

COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - PR. MARCOS ALEXANDRE FERREIRA

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Videoaula como auxílio para a preparação das aulas da faixa etária dos Juvenis pelo professor da Escola Bíblica Dominical. Iniciativa do Portal Escola Dominical. Faixa etária - Juvenis.

Jardim São José/Campinas-SP - Pr. Agnaldo Betti:

Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição. Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

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TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
JUVENIS - QUEDA E REDENÇÃO
COMENTARISTA: REYNALDO ODILO
COMENTÁRIOS - PROFª SULAMITA MACEDO
ASSEMBLEIA DE DEUS - TEMPLO CENTRAL - NATAL/RN

 


Lição 10: Arrependimento


Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, trabalhem o conteúdo da lição. Vejam as sugestões abaixo:
- Apresentem o título da lição: Arrependimento.
- Depois, utilizem a dinâmica “O Peso do Pecado”.
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição. Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!


Dinâmica: O Peso do Pecado


Objetivo: Demonstrar os efeitos do pecado e a liberdade que Jesus nos dá através do perdão.
Material: 01 objeto pesado ou uma fruta grande (melancia ou jaca).
Procedimento:
- Falem sobre o pecado e suas consequências, do fardo que o homem carrega quando peca.
- Escolham um aluno e solicitem que fique em pé na frente da turma.
- Entreguem o objeto ou a fruta para este aluno e continuem falando sobre o pecado e suas consequências.
- Depois de um certo tempo, perguntem para o aluno: Está incomodado? Está pesado?
Certamente o aluno responderá que está incomodado com o peso que está segurando.
- Falem que há uma solução para isto. Então leiam João 1.29: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, enfatizando a palavra TIRA e nesse momento retirem o objeto ou a fruta das mãos do aluno e coloquem sobre uma mesa ou cadeira.
- Perguntem para o aluno: Como está se sentindo agora?
Falem que só Jesus pode nos perdoar, livrando-nos do fardo do pecado.
- Leiam ainda Mateus 11.28 a 30.
- Concluam, afirmando que Jesus nos concede o perdão, mas o pecador deve reconhecer que pecou, arrependendo-se, confessar suas culpas através da oração e abandonar o pecado. Dessa forma, a pessoa passará a ter uma vida transformada, pois o arrependimento produz vida.
Ideia Original desconhecida.
Esta versão da dinâmica por Sulamita Macedo.
Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/2015/08/juvenis-curriculo-do-ano-1-queda-e_30.html Acesso em 31 ago. 2015.

Este é o padrão de todo àquele que quer ser filho de Deus, devem ter em mente que esta forma habitual de ver a vida espiritual (que vemos hoje em muitos) que é o ter pelo fazer enfatizando o ser, é contrário ao Ensino de Jesus e dos seus apóstolos que realçava o poder de ser, somente depois de ser, servo de Deus, era diferente do ensino dos fariseus...

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
JUNIORES - A vida de Jesus
Comentarista: Daniele Vital
Comentários - Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP


LIÇÃO 10 – UM GRANDE SERMÃO


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seu aluno possa:
Compreender que a verdadeira felicidade, consiste em sermos obedientes à Palavra de Deus, cumprindo a Sua Vontade; Manifestar, em seu cotidiano, comportamento, ações, palavras, enfim, que todas as suas atitudes sejam pautadas pela Palavra de Deus;
Demonstrar desejo em ser útil na Obra de Deus, seja no auxilio à EBD, ou em outras funções da Igreja.


Memorizando
“Como é feliz o homem que põe no Senhor a sua confiança, e não vai atrás dos orgulhosos, dos que se afastam para seguir deuses falsos!” (Sl 40.4 – ARC).
Texto bíblico em estudo: Mt 5.1-12.


Introdução
Podemos dizer sem sombra de dúvida que, entre os sermões proferidos pelo Senhor Jesus aos seus discípulos, o mais conhecido é o Sermão do Monte, ou, as Bem-aventuranças.
Este sermão nos traz de forma marcante e extremamente clara, a essência e a natureza da Doutrina de Cristo. Esforcemo-nos, pois, para fazer desse ensino o ideal de vida para nós, e para os que o SENHOR nos confiou, de forma que venhamos a praticar em nosso cotidiano o cristianismo genuíno que nos foi ensinado pelo MESTRE os mestres.


O Ministério de Jesus
Falando dentro de um contexto geográfico, a maior parte do ministério do Senhor Jesus se desenvolveu ao norte de Israel, nas redondezas do Mar da Galiléia. Naquelas imediações está o Monte das bem aventuranças, ali o SENHOR ensinou acerca dos princípios gerais do Reino de Deus, ou seja, o SENHOR explanou de forma pedagógica as vigas mestras, ou seja, as bases, que constituem o modelo de vida cristã, isto é, a sua ética, para todos quantos desejam fazer parte do Reino de Deus.
As bem-aventuranças e os demais princípios do Sermão do Monte apontam para “compromisso”, este é o padrão ético constituído por Deus para o seu povo, com o qual cada crente deve estar comprometido, é o referencial que norteia a vida cristã. Nas bem-aventuranças o cristão é conclamado a (em quaisquer circunstâncias que possam surgir em sua vida) viver permanentemente sob a graça de Deus em Cristo.
As Bem-aventuranças ou beatitudes expressam como deve ser a vida do cristão, onde está sua verdadeira realização e como conseguirá obter não somente a felicidade, mas a vida eterna. Não em vão as bem-aventuranças foram chamadas “O compêndio do Plano de Deus para o Homem”.
No Sermão do Monte (Mt 5.17.27), encontramos os atributos primários das pessoas que recebem a regra do Reino que Jesus traz. Há nove referencias diretas do Reino pedindo:
1. Humildade (5.3);
2. Disposição e sofrer perseguição (5.10);
3. Recusa em substituir comportamento genuinamente correto por falsa religiosidade (5.20);
4. Uma vida de oração (6.10,13);
5. Prioridade para os valores espirituais sobre os valores materiais (6.33);
6. Reconhecimento da Autoridade do SENHOR ao obedecer à vontade revelada de Deus (7.21).

Neste Sermão, vemos claramente a autoridade que o Senhor Jesus espera delegar aos seus servos será exercida somente para aqueles que estão dispostos a aceitar a regeneração da alma e a renovação de comportamento. Estes são os chamados à vida e o ministério do Reino inclui a expectativa de que o Fruto e os Dons gerados pelo Espírito Santo se desenvolverão no crente. O mesmo Espírito que distribui Dons de Poder para o serviço no Reino, também age em nós para originar qualidades divinas de vida, de amor e um caráter consagrado a Deus.
Amado (a) enfatize aos seus alunos que, todo o Evangelho é um convite para viver das virtudes e dos dons do Espírito Santo. Cada passo da vida de Jesus, cada palavra saída de sua boca nos leva a buscar a Deus com mais amor, a vencer as tentações, a agir bem. Se assim fizermos verdadeiramente seremos felizes.

Qualidades do Bem Aventurado (Mt 5.116).
Cada Beatitude inclui um pronunciamento de benção, e uma explicação, ou seja, o porquê, dessa benção.
“Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus”: ser pobre no espírito é dar a Cristo o absoluto primeiro lugar, o trono, o controle total da minha vida pela fé, obediência, e humildade. Ser pobres de espírito é ter a capacidade de esvaziar-se de todos os sentimentos egoístas, é não nos julgarmos auto-suficientes.
Os pobres de espírito não vivem ansiosos, nem autoconfiantes, mas dependem sempre do SENHOR pela fé, pela oração, firmados nas promessas divinas e na esperança do reino dos céus na sua plenitude.
Obedecer resultará em: Vida eterna; Maturidade em compreender-me, aceitar-me e agir sob o ponto de vista de Deus; Maturidade em submeter-me a Deus e às autoridades.
Desobedecer resultará em: Condenação eterna (Rm 6.23); Espírito crítico e insubmisso (Pv 13.10; 29.1, 23).
“Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados”: chorar biblicamente é o pesar do arrependimento, é chorar pelos meus pecados; ser sensível à voz de Deus; e às reais necessidades dos outros. Esta segunda bem aventurança nos leva ao quebrantamento, não é autocomiseração, ou de tristeza egocêntrica. Mas é quebrantar-se com “tristeza segundo Deus” (2 Co 7.10), em razão de nosso próprio pecado.
Obedecer resultará em: Vida com propósito; orações respondidas.
Desobedecer resultará em: Falta de visão (Pv 29.18); Espírito insensível, frívolo (Ef 5.4); Orações não respondidas (Tg 4.2,3)
“Bem aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra”: ser manso não denota fraqueza, ou ser conivente e omisso com os erros, mas sim uma energia controlada. A palavra no original contém a idéia de humildade e autodisciplina. Ser manso é perceber que todos “meus” bens, “meus” direitos, realmente pertencem a Deus! Foi-me apenas temporariamente cedido, para administrá-los segundo a Vontade e para a glória do SENHOR, a Quem tudo pertence. A mansidão se contrapõe ao ódio, à violência e ao estilo agressivo das conquistas humanas. Quando os que possuem “espírito manso” se apresentam, inibem atitudes que poderiam resultar em conflitos.
Obedecer resultará em: Viver pela fé; Habilidade para esperar nas promessas de Deus; Vitória sobre ira e preocupação.
Desobedecer resultará em: Espírito teimoso, rebelde (1 Sm 15.23); Espírito ansioso (Fp 4.6); Espírito iracundo (Ef 4.30-32; Pv 22.24,25).
“Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos”: ter fome e sede de justiça é desejar profundamente agradar meu Senhor, a tal ponto que meu supremo objetivo é fazer todos os princípios da Palavra tornarem-se parte natural da minha vida. “Fome e sede” são termos que denotam estrema necessidade. Digamos que é como um organismo faminto e sedento, o cristão não desfrutará de paz e calma de espírito enquanto não sentir a presença de Deus, o que implica viver não somente em retidão espiritual, mas também não se conformar com as injustiças e opressões que prevalecem no mundo.
Obedecer resultará em: Crescimento espiritual; Real satisfação; Gozo real.
Desobedecer resultará em: Vazio espiritual (Ec 12.8; Mt 12.44,45; Lc 15.19); Mornidão espiritual (Ap 3.15,16); Retardamento, paralisia, estagnação, e até atrofia espiritual (1 Co 3.1,2).
“Bem aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia”: ser misericordioso é ter empatia e simpatia, expressar amor sincero e tangível pelo meu próximo, especialmente quando em necessidade; é genuína (e unilateralmente) perdoar aqueles que me ofenderam. Aqui expressa um sentimento emanante do amor de Deus e do coração daqueles que são guiados pelo Espírito Santo, a misericórdia é uma expressão do amor e da graça de Deus, deste modo é impossível entende-la como um sentimento ou uma virtude existente independente Dele. Mesmo os cristãos que a demonstra em suas ações têm consciência de que a amabilidade e a paciência com que tratam os outros, são derivadas da misericórdia divina.
Obedecer resultará em: Poder para entender o amor de Deus, e para comunicá-lo.
Desobedecer resultará em: Espírito ferido (Pv 18.14); Raiz de amargura (Hb 12.15).
“Bem aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus”: ser limpo de coração é purificar meu coração por permitir ao Espírito Santo controlar totalmente meus motivos, pensamentos, emoções, desejos, ações, e meu corpo. A pureza de coração é condição indispensável àqueles que buscam habitar com Deus no monte de sua santidade. Fomos chamados à pureza. Conservamos-a.
Obedecer resultará em: Autocontrole (espiritual, mental e físico).
Desobedecer resultará em: Vida de pensamentos impuros (Rm 1.28); Sensualidade (Jd 1, 7,19); Impulsos incontroláveis (1 Ts 4.28).
“Bem aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus”: ser pacificador é pedir perdão a quem ofendi, confessando meu pecado e restaurando-me tanto quanto possível, sem esperar nem exigir ser perdoado, nem recíproco pedido de perdão. Procurar fazer a paz entre indivíduos e Deus, e entre indivíduos e indivíduos. Deus é pacificador, e seus filhos devem ser também. Deus está à procura de homens e mulheres que estejam prontos a levantar a bandeira das Boas Novas em meio aos conflitos e guerras deste mundo. A pacificação é uma qualidade inerente àqueles que amam e promovem a Paz.
Obedecer resultará em: Demonstração de genuíno amor cristão; Paz interior; Consciência sem culpa por ofensas.
Desobedecer resultará em: Atitude condenatória (Rm 2.1); Culpa, tristeza interior (Rm 7.15, 24).
“Bem aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus”: suportar perseguição por causa da justiça é não temer (mesmo que sozinho ou tendo que ser parte de um grupo de perniciosos) ficar do lado da justiça, identificar-me verbalmente com Cristo e compartilhar minha fé. Tudo isto ciente, em paz interna, que muitos não me aceitarão unido a Cristo como Senhor da minha vida, e assim me rejeitarão e perseguirão. Somente aqueles que se assemelham a Cristo no seu sofrimento, a Ele se assemelharão no seu triunfo final.
Obedecer resultará em: Ousadia no testemunhar; Uma recompensa especial nos céus (Mt 5.12).
Desobedecer resultará em: Espírito de temor (2 Tm 1.7,8.); Falta de força de vontade (Rm 7.18).
“Bem aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa.”: suportar injúrias, perseguições e calúnias, por causa de Cristo é saber sofrer, mantendo a visão, a paz e a objetividade, no meio de ameaças à minha integridade. Lembremo-nos das palavras do apóstolo Pedro: “Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus.” (1 Pe 4.14 - ARA).
O compromisso com o Evangelho não admite outra opção (Mt 6.24), não há como ser amigo do mundo e, ao mesmo tempo, agradar a Deus. Lembremo-nos das palavras do apostolo João: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.” ( 1 Jo 2.15).
Obedecer resultará em: Verdadeiro amor e coragem.
Desobedecer resultará em: Fazer concessões (Gl 1:10); Medo dos outros (1Jo 4:18; Pv 29:25).
Obedecendo às condições de Mt 5:316, serei bem aventurado (feliz)!

Conclusão
Este é o padrão de todo àquele que quer ser filho de Deus, devem ter em mente que esta forma habitual de ver a vida espiritual (que vemos hoje em muitos) que é o ter pelo fazer enfatizando o ser, é contrário ao Ensino de Jesus e dos seus apóstolos que realçava o poder de ser, somente depois de ser, servo de Deus, era diferente do ensino dos fariseus... que viviam uma devoção de fachada, para que os outros vissem, desprezando a verdadeira piedade, a verdadeira fé, a comunhão que emana do profundo da alma realmente convertida e consagrada a Deus.
Amado (a) faça um apelo aos seus alunos, pois eles necessitam de uma vida cristã pura, de um contato genuíno com Deus, chame aqueles que querem verdadeiramente servir ao Senhor para orarem à Deus, faça uma oração apresentando-os ao SENHOR, para que Ele os guarde em Seu Caminho e os auxilie em servi-Lo.
Deus abençoe ricamente seu ministério. Amém.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jaciara da Silva

A palavra “discípulos” se refere a um “aprendiz” ou “seguidor”. A palavra “apóstolo” se refere a “alguém que é enviado”. Enquanto Jesus estava na terra, os doze eram chamados discípulos. Os 12 discípulos seguiram a Jesus Cristo, aprenderam com Ele, e foram treinados por Ele.

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TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
JUNIORES - Tema: A vida de Jesus
Comentarista: Daniele Vital
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
Assembleia de Deus – Ministério do Ipiranga – sede – São Paulo/SP


LIÇÃO 9 - A ESCOLHA DOS AJUDANTES


Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu alunos (as) a conhecer os discípulos escolhidos por Jesus.


Memorizando
“Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos." (Jo 15.13 - NVI).

Texto Bíblico: Mt 4.18-22; Lc 6.12-16

A escolha dos doze discípulos
A palavra “discípulos” se refere a um “aprendiz” ou “seguidor”. A palavra “apóstolo” se refere a “alguém que é enviado”. Enquanto Jesus estava na terra, os doze eram chamados discípulos. Os 12 discípulos seguiram a Jesus Cristo, aprenderam com Ele, e foram treinados por Ele. Após a ressurreição e a ascensão de Jesus, Ele enviou os discípulos ao mundo (Mateus 28.18-20) para que fossem Suas testemunhas. Eles então passaram a ser conhecidos como os doze apóstolos. No entanto, mesmo quando Jesus ainda estava na terra, os termos discípulos e apóstolos eram de certa forma usados alternadamente, enquanto Jesus os treinava e enviava para pregarem.
A escolha dos doze homens para atuar como apóstolos de Jesus foi um acontecimento central no ministério terreno de Jesus. O termo apóstolo significa "enviado". Os doze foram designados para estar com Jesus e, depois, ser enviados a pregar, a curar e a apresentar Jesus ao mundo. Jesus passou muito tempo com os doze preparando-os e instruindo-os para esse trabalho. Para muitos deles, o chamado para o apostolado marcou o terceiro passo significativo em seu relacionamento com Jesus. Em primeiro lugar, houve um período em que conheceram Jesus (veja Jo 1.35-51); depois, passaram para um período de companhia constante (Mc 1.16-20); agora, era a vez da escolha para serem emissários oficiais (Lc 6.12-16; Mc 3.13-19).
Antes de Jesus escolher esses homens, ele passou a noite toda orando a Deus. A oração era fundamental na vida de Jesus. Ele orava a noite toda antes de tomar uma decisão importante como essa. Muitas vezes, Jesus nem tinha tempo para orar durante o dia, então levantava-se bem cedo ou ficava acordado até tarde para poder orar. Se, mesmo sendo Filho de Deus, Jesus cria na importância da oração o bastante para perder uma noite de sono orando, a oração deve ser a prioridade máxima para nós.
A lista dos escolhidos por Jesus para ser apóstolos não é muito impressionante do nosso ponto de vista. Jesus escolheu quatro pescadores (Pedro, André, Tiago e João), um coletor de impostos (Mateus), um terrorista (Simão Zelote), Filipe, que às vezes parecia muito difícil de entender as coisas (Jo 6.5-7; 12.21-22; 14.8-9), Tomé, que em geral parecia pessimista (Jo 11.16; 14.5; 20), Judas, que o traiu, e três outros a respeito de quem simplesmente não sabemos coisa alguma. É óbvio que Jesus não levava em conta o sucesso do mundo, a inteligência, etc. como critério importante para ser útil a ele.

Aplicação da lição
Enfatize aos alunos (as) que Jesus chamou doze homens para estarem com Ele. Sua influência divina, Seus ensinos, Seu exemplo, fariam pessoas plenamente capacitadas para dar continuidade à obra iniciada. A autoridade transferida para pregar, ensinar, curar e expulsar demônios, traria à lembrança das grandes multidões o mesmo poder manifestado em Cristo.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jaciara da Silva

A Igreja é o corpo místico de Cristo, ou seja, o corpo que deve dar continuidade ao seu ministério enquanto andou aqui na terra. A Igreja é o conjunto de todos os salvos em Cristo. É citada no Novo Testamento no singular - “igreja” - nos textos de At 20.28; 1 Co 12.28; Ef 1.22; 5.27; 1 Tm 3.15; Hb 12.23. No plano eterno de Deus, a Igreja universal foi arquitetada por Ele antes da fundação do mundo (Ef 1.4,9,10), e, tem um caráter geral porque inclui todos os cristãos remidos por Cristo, dentre todos os povos.

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TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
ADOLESCENTES - : Vivendo em sociedade

Comentarista: Telma Bueno

Comentários: Prof.ª Jaciara da Silva

ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP


LIÇÃO 10 – IGREJA E SOCIEDADE


Para refletir
“Simão Pedro respondeu: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo". (Mt 16.16 - NVI).
Texto Bíblico: Mt 16.16-18; At 4.11,12


O que é Igreja
A Igreja é o corpo místico de Cristo, ou seja, o corpo que deve dar continuidade ao seu ministério enquanto andou aqui na terra. A Igreja é o conjunto de todos os salvos em Cristo. É citada no Novo Testamento no singular - “igreja” - nos textos de At 20.28; 1 Co 12.28; Ef 1.22; 5.27; 1 Tm 3.15; Hb 12.23. No plano eterno de Deus, a Igreja universal foi arquitetada por Ele antes da fundação do mundo (Ef 1.4,9,10), e, tem um caráter geral porque inclui todos os cristãos remidos por Cristo, dentre todos os povos.
A palavra igreja, em sentido literal, abrange o conceito de “congregar” e “reunir”, pois se trata da reunião dos fiéis em um local específico. A Bíblia emprega o plural “igrejas”, a fim de referir-se às igrejas locais (At 9.31; 16.5; Rm 16.4; 16.19; 2 Co 8.1; Gl 1.2). No entanto, quando o termo está no singular, cita-se a região na qual a igreja local encontra-se (At 14.23; Rm 16.1; 1 Co 1.2; 4.17; 1 Ts 1.1).
A perspectiva local da igreja fortalece o fato de que o trato e relacionamento de Deus com ela não é só universal, mas local, congregacional e direto.
A Igreja deve manifestar toda a verdade da Palavra de Deus: "Pelo que, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; antes, rejeitamos as coisas que, por vergonha, se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de. Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade" (2 Co 4.1,2). A Igreja não é constituída por cimento, tijolos e ferros, mas por aqueles que experimentaram o novo nascimento e amam a Jesus de todo o coração. O valor da Igreja não é resultado de sua arquitetura, de suas obras sociais ou da quantidade de filiais que possui, mas do precioso sangue de Cristo. Igreja, portanto, não foi edificada por Cristo para construir escolas, fundar hospitais ou assumir cargos políticos, por mais dignas que sejam tais realizações, mas para cumprir com o mandato de "ir por todo o mundo e pregar o evangelho a toda criatura" (Mc 16.15).


O que é sociedade
Definição
• Agrupamento de seres que convivem em estado gregário e em colaboração mútua.
• Grupo humano que habita em certo período de tempo e espaço, seguindo um padrão comum; coletividade.

A definição mais geral de sociedade pode ser resumida como um sistema de interações humanas culturalmente padronizadas. Assim, e sem contradição com a definição anterior, sociedade é um sistema de símbolos, valores e normas, como também é um sistema de posições e papéis.

Uma sociedade é uma rede de relacionamentos sociais, podendo ser ainda um sistema institucional, por exemplo, sociedade anônima, sociedade civil, sociedade artística etc. A origem da palavra sociedade vem do latim societas, que significa associação amistosa com outros.

O termo sociedade é comumente usado para o coletivo de cidadãos de um país, governados por instituições nacionais que aspiram ao bem-estar dessa coletividade. Todavia, a sociedade não é um mero conjunto de indivíduos vivendo juntos em um determinado lugar, é também a existência de uma organização social, de instituições e leis que regem a vida dos indivíduos e suas relações mútuas. Há também alguns pensadores cujo debate insiste em reforçar a oposição entre indivíduo e sociedade, reduzindo, com frequência, ao conflito entre o genético e o social ou cultural. Durkheim, Marx e Weber conceituaram de maneiras diferentes a definição de sociedade. Cada um definiu a constituição da sociedade a partir do papel político, social ou econômico do indivíduo.

Para Émile Durkheim, o homem é coagido a seguir determinadas regras em cada sociedade, o qual chamou de fatos sociais, que são regras exteriores e anteriores ao indivíduo e que controlam sua ação perante aos outros membros da sociedade. Fato social é a coerção do indivíduo, constrangido a seguir normas sociais que lhe são impostas desde seu nascimento e que não tem poder para modificar.
Em outras palavras, a sociedade é que controla as ações individuais, o individuo aprende a seguir normas que lhe são exteriores (não foram criadas por ele), apesar de ser autônomo em suas escolhas; porém essas escolhas estão dentro dos limites que a sociedade impõe, pois caso o indivíduo ultrapasse as fronteiras impostas será punido socialmente.

Para Karl Marx, a sociedade sendo heterogênea, é constituída por classes sociais que se mantêm por meio de ideologias dos que possuem o controle dos meios de produção, ou seja, as elites. Numa sociedade capitalista, o acúmulo de bens materiais é valorizado, enquanto que o bem-estar coletivo é secundário.
Numa sociedade dividida em classes, o trabalhador troca sua força de trabalho pelo salário, que é suficiente apenas para ele e sua família se manterem vivos, enquanto que o capitalista acumula capital (lucro), que é o símbolo maior de poder, de prestígio e status social.
A exploração do trabalhador se dá pela mais-valia, a produção é superior ao que recebe de salário, sendo o excedente da produção o lucro do capitalista, que é o proprietário dos meios de produção. Assim se concretiza a ideologia do capitalista: a dominação e a exploração do operário/trabalhador para obtenção do lucro.
Para Marx, falta ao trabalhador a consciência de classe para superar a ideologia dominante do capitalista e assim finalmente realizar a revolução, para se chegar ao socialismo.

Max Weber não tem uma teoria geral da sociedade concebida, sendo que está mais preocupado com o estudo das situações sociais concretas quanto à suas singularidades. Além da ação social, que é a expressão do comportamento externo do indivíduo, trabalha também o conceito de poder. A sociedade, para Weber, constitui um sistema de poder, que perpassa todos os níveis da sociedade, desde as relações de classe a governados e governantes, como nas relações cotidianas na família ou na empresa. O poder não decorre somente da riqueza e do prestígio, mas também de outras fontes, tais como: a tradição, o carisma ou o conhecimento técnico-racional.
O poder por meio da dominação tradicional se dá através do costume, quando já está naturalizada em uma cultura e, portanto, legitimada. Por exemplo, uma fonte de dominação tradicional é o poder dos pais sobre os filhos, do professor sobre o aluno etc.
O domínio do poder carismático ocorre quando um indivíduo submete os outros à sua vontade, por meio da admiração/fascinação e sem uso da violência. O líder carismático controla os demais pela sensação de proteção, que atrai as pessoas ao seu redor.
A ação racional com relação aos fins ocorre na burocracia, visando organizar as transações tanto comerciais como estatais, para que funcionem de forma eficiente. Por conta dessa organização, os indivíduos são submetidos às normas e diretrizes da empresa ou do Estado, para que o funcionamento dessas organizações seja eficiente e eficaz.


Deveres cristãos como cidadãos brasileiros
Jesus vivia de acordo com os costumes e tradições da sociedade judaica. Ainda criança, foi levado, certa vez, por seus pais a Jerusalém por ocasião da Páscoa. Quando adulto frequentava a sinagoga, pagava impostos e, sempre que convidado, participava de eventos sociais. Foi numa festa de casamento que realizou o seu primeiro milagre. Em seu estilo de vida simples e modesto, vivia como um homem do povo, embora fosse o Rei dos reis e Senhor dos senhores.
Foi em meio às pessoas que Ele transformou a sociedade e o mundo. Pregava, ensinava, curava os enfermos, libertava os oprimidos pelo demônio e compadecia-se dos que tinham fome. Ele cumpriu a sua missão de tal forma que ficou conhecido como o “amigo de pecadores” (Mt 11.19). Como Igreja de Deus, temos uma missão a cumprir junto à sociedade como sal da terra e luz do mundo (Mt 5.13,14). Nossa missão é transformá-la através do poder do Evangelho de Cristo.
A Igreja de Cristo é como um farol em meio à escuridão deste mundo, por isto seus membros devem ter uma conduta ilibada (Fp 2.15). Caso contrário, não terão a credibilidade necessária ao pregar a Palavra de Deus. A Igreja do Senhor não deve ser insensível diante dos sofrimentos e mazelas que infelicitam a sociedade. Nossa obrigação é estender as mãos aos necessitados (1 Jo 3.17).
Sabemos que algumas medidas têm de ser tomadas pelo poder público para que os sofrimentos sociais sejam minorados. Todavia, a igreja local pode e deve contribuir, realizando campanhas como, por exemplo, alfabetização de adultos, exames preventivos, socorro às vítimas de tragédias e catástrofes, etc. Contribuamos, pois, com ações que cooperem para melhorar a sociedade, demonstrando, na prática, o amor de Cristo e a eficácia completa do Evangelho (1 Tm 6.5).

Conclusão
A Igreja universal é um organismo vivo e espiritual. A local, por sua vez, é uma organização centrada na autoridade da Palavra de Deus. Como parte do Corpo de Cristo, a igreja visível deve cumprir sua missão evangelizadora e proclamadora do evangelho, sem, contudo, deixar de amar e obedecer plenamente às Sagradas Escrituras.
Como servos de Deus, somos agentes de sua graça salvadora para evangelizar, fazer missões e mostrar a todos, na prática, o nosso amor (Cl 6.10). É tempo de oferecer à sociedade tanto o Pão que desceu do céu, Jesus Cristo, como o pão que brota da terra. O mesmo Senhor que ordenou: “Ide e pregai” também recomendou: “Dai-lhe vós de comer”. Através da Bíblia Sagrada, influenciemos e transformemos a sociedade, para que o nome de Cristo seja glorificado entre os homens.

Fonte consultada:
• BÍBLIA. Português. Bíblia Shedd. Tradução João Ferreira de Almeida, Revista e Atualizada. 2ª Edição, São Paulo, Editora Vida Nova, 1997.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª Jaciara da Silva

 

Videoaula com o objetivo de melhor realizar a preparação do professor de EBD para a aula da Escola Bíblica Dominical

 

Joinville/SC - Pr. Marcos Tedesco:

Objetivo: Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir seus alunos a confiar em Deus, pois até o mar abre para seu povo passar.Memória em ação:" Ensina-me o teu caminho, Senhor; conduze-me por uma vereda segura por causa dos meus inimigos." (Sl 27.11 - NVI)

 PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
JARDIM DE INFÂNCIA - Tema: O meu Amigo Guarda e cuida do seu povo
Comentarista: Verônica Araújo
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
Assembleia de Deus – Ministério do Ipiranga – sede – São Paulo/SP


LIÇÃO 9 - OS SOLDADOS SE AFOGAM


Texto Bíblico: Êx 14.1-31

Objetivo:
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir seus alunos a confiar em Deus, pois até o mar abre para seu povo passar.

Memória em ação:
" Ensina-me o teu caminho, Senhor; conduze-me por uma vereda segura por causa dos meus inimigos." (Sl 27.11 - NVI)

Explorando a Bíblia
Faraó mandou os israelitas embora, após a décima praga de Deus sobre os egípcios. Saíram uns 600.000 homens israelitas, e as mulheres e crianças. Também foi muita outra gente, que cria em Deus. Todos levaram consigo suas ovelhas, seus cabritos e seu gado.
Antes de partir, os israelitas pediram aos egípcios roupa, e objetos de ouro e de prata. Os egípcios tinham muito medo, por causa daquela última praga. Deram aos israelitas o que pediram.
Após alguns dias, os israelitas chegaram ao Mar Vermelho. Ali descansaram. No ínterim, Faraó e seus homens lamentaram ter mandado os israelitas embora. ‘Perdemos os escravos!’ disseram.
Assim, Faraó novamente mudou de ideia. Aprontou depressa seu carro de guerra e o exército. Eles foram atrás dos israelitas com 600 carros especiais e todos os outros do Egito.
Vendo os israelitas a Faraó e seu exército, ficaram com medo. Não havia meio de fugir. Dum lado, havia o Mar Vermelho, e doutro lado vinham os egípcios. Mas, Deus pôs uma nuvem entre seu povo e os egípcios. Assim, estes não podiam ver os israelitas para atacá-los.
Jeová disse então a Moisés que estendesse a vara sobre o Mar Vermelho. Quando fez isso, Jeová trouxe um grande vento oriental. As águas do mar foram divididas e retidas em ambos os lados.
Então, os israelitas atravessaram o mar em terra seca. Levou horas para os milhões de pessoas passarem a salvo com todos os animais. Por fim, os egípcios conseguiram ver de novo os israelitas. Seus escravos estavam fugindo! Entraram então no mar, atrás deles.
Quando fizeram isso, Deus fez as rodas dos carros cair. Os egípcios ficaram com muito medo e gritaram: ‘Deus está lutando pelos israelitas contra nós. Vamos sair daqui!’ Mas, já era tarde.
Foi então que Jeová mandou Moisés estender a vara sobre o Mar Vermelho, como vê no desenho. Quando Moisés fez isso, as muralhas de água voltaram e cobriram os egípcios e seus carros. Todo o exército havia ido atrás dos israelitas para dentro do mar. Nenhum dos egípcios escapou com vida!
Como ficou feliz todo o povo de Deus com a salvação! Os homens cantaram agradecimentos a Deus, dizendo: ‘Deus ganhou gloriosa vitória. Lançou no mar os cavalos e seus cavaleiros.’ Miriã, irmã de Moisés, tomou seu pandeiro, e todas as mulheres fizeram o mesmo. E, dançando com alegria, cantaram também: ‘O SENHOR ganhou gloriosa vitória. Lançou no mar os cavalos e seus cavaleiros.’

Aplicação da Lição
Professor (a) enfatize aos pequenos que assim como Deus salvou os israelitas, auxilia todos os que confiam Nele.

Oficina criativa
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Fontes Consultadas:
Bíblia na Linguagem de Hoje
Bíblia da Galerinha
Bíblia de Estudo Pentecostal.

Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jaciara da Silva

 

Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir seus alunos a COMPREENDER que Deus sempre está conosco cuidando de tudo, sempre a nos proteger.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
JARDIM DE INFANCIA – CPAD
3º Trimestre de 2015
Tema: O meu Amigo Guarda e cuida do seu povo
Comentaristas: Verônica Araújo


LIÇÃO 7 - O MEU AMIGO VIAJA COM SEU POVO


Texto Bíblico: Êx 12.31-51
Objetivo:
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir seus alunos a COMPREENDER que Deus sempre está conosco cuidando de tudo, sempre a nos proteger.
Memória em ação:
" Vocês sairão em júbilo e serão conduzidos em paz; os montes e colinas irromperão em canto diante de vocês, e todas as árvores do campo baterão palmas." (Is 55.12 )
Explorando a Bíblia
O povo de Israel ao sair do Egito ficaram muito alegres.
Imagine como para as crianças era tudo novidade?
Aliás para todos... era a primeira vez que saiam do Egito.
Que alegria!!!!
Mas conforme o dia ia passando e eles se afastavam do Egito, maior era o calor, e ao cair da noite o frio aumenta extremamente.
No deserto as temperaturas podem chegar a 50º C durante o dia e -5º C à noite. Com estas condições climáticas e também as geográficas é praticamente impossível a sobrevivência de crianças e idosos, como havia no povo israelita.
Mas Deus é a nossa proteção! Ele tem cuidado de nós.
Deus colocou as colunas de nuvem e de fogo como evidência da sua presença, do seu amor e do seu cuidado por Israel.
Durante o dia a coluna de nuvem refrescava do calor escaldante, e a noite a coluna de fogo aquecia e mantinha longe animais perigosos.
A presença da nuvem e do fogo permaneceu entre eles até chegarem à terra prometida, quarenta anos mais tarde. Os israelitas tinham a proteção de Deus durante sua caminhada no deserto.
Conclusão
Professor (a) enfatize aos pequenos que como povo de Deus também podemos contar com a mesma proteção. É preciso ter fé. A fé é a maior arma que existe na Terra. Através dela, todos os inimigos são derrotados.
Precisamos sempre buscar mais a Deus. É na de oração que falamos com Deus e as promessas divinas são avivadas e nossa fé aumentada.
Oficina criativa
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Fontes Consultadas:
Bíblia na Linguagem de Hoje
Bíblia da Galerinha
Bíblia de Estudo Pentecostal.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jaciara da Silva

Muitos dias se passaram, depois que o povo de Israel saiu do Egito, e a comida acabou. Ali, no deserto, todos eles começaram a reclamar contra Moisés e Arão, dizendo assim: Teria sido melhor que o SENHOR tivesse nos matado no Egito! Lá, nós podíamos pelo menos nos sentar e comer carne e outras comidas à vontade.

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TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
PRIMÁRIOS – Tema: Conhecendo a Viagem do Povo de Deus pelo Deserto
Comentarista: Fabiana Almeida
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
Assembleia de Deus – Ministério do Ipiranga – sede – São Paulo/SP


LIÇÃO 9 - REFEIÇÕES GARANTIDAS


Texto Bíblico: Ex cap. 16

Objetivo:
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir seus alunos a conscientizar-se de que Deus sempre está atendo as nossas dificuldades e nos socorre.

Memória em ação:
" Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo. Basta a cada dia o seu próprio mal" (Mt 6.34 - NVI)

Explorando a Bíblia
Muitos dias se passaram, depois que o povo de Israel saiu do Egito, e a comida acabou. Ali, no deserto, todos eles começaram a reclamar contra Moisés e Arão, dizendo assim: Teria sido melhor que o SENHOR tivesse nos matado no Egito! Lá, nós podíamos pelo menos nos sentar e comer carne e outras comidas à vontade.
O SENHOR Deus disse a Moisés: Diga ao povo que hoje à tarde, antes de escurecer, eles comerão carne. E amanhã de manhã comerão pão à vontade. Aí ficarão sabendo que eu, o SENHOR, sou o Deus deles. À tarde apareceu um grande bando de codornas; eram tantas, que cobriram o acampamento.
E no dia seguinte, de manhã, havia orvalho em volta de todo o acampamento. Quando o orvalho secou, por cima da areia do deserto ficou uma coisa parecida como flocos brancos. Os israelitas viram aquilo e não sabiam o que era. Então perguntaram uns aos outros: — O que é isso? Moisés lhes disse: — Isso é o alimento que o SENHOR está mandando para vocês comerem.
Quando as pessoas provaram, perceberam que tinha gosto de bolo de mel. Deram a esse alimento o nome de maná, que significa “que é isto”?
Moisés disse aos israelitas: Todas as manhãs vocês encontrarão o maná sobre a terra. Levantem cedo e colham o suficiente para o dia inteiro, mas não guardem nada para o dia seguinte.
Mas alguns não obedeceram à ordem de Moisés e guardaram uma parte daquele alimento. E no dia seguinte o que tinha sido guardado estava cheio de bichos e cheirava mal. Aí Moisés ficou muito irritado com eles.
Depois da primeira semana, todos entenderam que precisavam obedecer às instruções de Deus. Durante quarenta anos, enquanto estava no deserto, o povo de Israel teve maná para comer! Deus o alimentou!

Aplicação da lição
professor (a) enfatize aos pequenos que Senhor sustentou os israelitas durante todo o tempo que eles andaram no deserto, quando deixaram o Egito, e partiram para a terra prometida, Canaã. Deus é fiel e cuida das necessidades dos seus filhos. Tenha um coração grato ao Senhor. A cada dia agradeça pelo que Ele tem te dado a você. Agradecimento é o segredo para ser abençoado!

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Fontes Consultadas:
Bíblia na Linguagem de Hoje
Bíblia da Galerinha
Bíblia de Estudo Pentecostal.

Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jaciara da Silva

 

 

Uma das maiores necessidades de quem está no deserto é água. Após sair do Egito, a felicidade de estar em liberdade dos israelitas é ofuscada pela necessidade de água para beber. Dentro de pouco tempo, a água que tinham acabou. Todos no acampamento inteiro dos israelitas estavam com muita, muita sede e tristes, pois a única água disponível era amarga.

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TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
PRIMÁRIOS - Tema: Conhecendo a Viagem do Povo de Deus pelo Deserto
Comentarista: Fabiana Almeida


LIÇÃO 8 - ARGH, ÁGUAS AMARGAS


Texto Bíblico: Ex 17.17-22

Objetivo:
Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir seus alunos a conscientizar-se de que Deus supre nossas necessidades físicas e espirituais.

Memória em ação:
" Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, pois serão satisfeitos." (Mt 5.6 - NVI)

Explorando a Bíblia
Uma das maiores necessidades de quem está no deserto é água.
Após sair do Egito, a felicidade de estar em liberdade dos israelitas é ofuscada pela necessidade de água para beber. Dentro de pouco tempo, a água que tinham acabou. Todos no acampamento inteiro dos israelitas estavam com muita, muita sede e tristes, pois a única água disponível era amarga.
Eles começaram então a queixar‑se e a reclamar a Moisés. Moisés sabia que Deus não havia abandonado Seu povo. Sabia que Deus satisfaria suas necessidades. Então, Moisés orou a Deus e pediu ajuda. Deus disse a Moisés que procurasse um arbusto ou um pedaço de pau e o jogasse na água. Moisés fez isso e a água ficou boa. Mais uma vez, as pessoas correram até a água. Desta vez, todos ficaram felizes e beberam tanto quanto quiseram daquela água gostosa e fresquinha. Deus realizara um milagre para satisfazer as necessidades deles, inclusive a necessidade de água no deserto. Todos agradeceram a Deus por cuidar deles e de suas necessidades. Vamos agradecer a Deus agora a boa água que Ele nos dá.

Aplicação da lição
Esta lição fala sobre adoração. Nossas orações devem transbordar de agradecimento a Deus por suprir nossas necessidades básicas como alimento e água. Quando Lhe agradecemos essas coisas, estamos verdadeiramente adorando a Ele, pois Lhe damos o crédito que muitas vezes tomamos para nós mesmos. Agradecer a Deus por suprir nossas necessidades faz parte da adoração a Ele.

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Fontes Consultadas:
Bíblia na Linguagem de Hoje
Bíblia da Galerinha
Bíblia de Estudo Pentecostal.


Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof. Jaciara da Silva

 

Imagine uma cidade onde não existe dor, sofrimento, tristeza, solidão e nem culpa; uma cidade onde todos seus habitantes serão iguais; suas ruas são de puro ouro, seus muros são de jaspe, enfeitados com todos os tipos de pedras preciosas que existem.

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TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
PRE ADOLESCENTES - Tema: Jesus, o Salvador
Comentarista: Sergio Sodré
COMENTÁRIO: PROF. JAIR CÉSAR
ASSEMBLEIA DE DEUS – MINISTÉRIO DO IPIRANGA – SEDE – SÃO PAULO/SP


LIÇÃO 9- JESUS: A ÚNICA PONTE COM O PAI


Objetivos Aprender que Jesus é o único mediador entre Deus e os homens, pois Jesus é totalmente Deus e totalmente homem, este relacionamento com Deus tem por base a fé.


Texto bíblico João 14.1-7 1 Tm 2.5,6
Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.
Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.
E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.
Mesmo vós sabeis para onde vou, e conheceis o caminho.
Disse-lhe Tomé: Senhor, nós não sabemos para onde vais; e como podemos saber o caminho?
Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto.
Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.
O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo


Introdução
Imagine uma cidade onde não existe dor, sofrimento, tristeza, solidão e nem culpa; uma cidade onde todos seus habitantes serão iguais; suas ruas são de puro ouro, seus muros são de jaspe, enfeitados com todos os tipos de pedras preciosas que existem. (Apocalipse, capítulo 21 e versículo 18) Lugar de paz e harmonia… Onde não existe noite e não necessita de luz do sol, porque a glória do Senhor é a própria luz. (Apocalipse, capítulo 21 e versículo 23) e Tem também um rio de águas claras como cristal que desce do trono de Deus (Apocalipse, capítulo 22 e versículo 1).
Esta cidade é a cidade de Deus… Agora, imagine você e toda a sua família indo morar lá e todos os dias da eternidade, poder andar e conversar com Deus.. Vê-lo realmente como Ele é e poder contemplar toda a sua glória… Não seria maravilhoso poder contemplar tudo isso? Mas é isso o que o Senhor deseja, para toda a humanidade. O desejo de Deus é que todos um dia fossem ir morar no céu; porque há um lugar no céu reservado para cada pessoa que Deus ama. Desde a fundação do mundo. Este lugar está guardado para você e toda a sua família. Tudo isso porque Deus te ama…
O que fazer para ir morar no céu? Jesus é a “ponte” que leva para o lado de lá… Jesus é o único caminho, que leva ao Pai. Se você deseja ir morar com Deus… Apenas tem que escolher Jesus e deixar de viver por suas próprias vontades (porque nossas vontades não são as de Deus). Jesus disse que se alguém quiser ir após ele, deve renunciar a si mesmo (Mateus, capítulo 16 e versículo 24) Se quisermos seguir a Jesus devemos deixar tudo aquilo que não agrada a Deus, mas lembrando-se sempre que o maior sacrifício ele já fez por nós que foi morrer na cruz do calvário. Aquele que nem se quer conheceu o pecado, morreu para nos dar a salvação. Se com tua boca, confessares ao Senhor Jesus e em teu coração creres que Deus o ressuscitou… Serás salvo (Romanos, capítulo 10 e versículo 9).
Fonte; https://gritodaverdade.wordpress.com/2012/04/22/cristo-a-ponte-que-leva-a-deus/


I-Nunca houve e jamais haverá outro caminho que nos leve a Deus Pai
Jesus é o único caminho para o Céu?
“Sou basicamente uma boa pessoa, então vou para o Céu.” “OK, então eu faço algumas coisas ruins, mas faço mais coisas boas, então vou para o Céu.” “Deus não vai me enviar para o inferno só porque não vivo de acordo com a Bíblia. Os tempos mudaram!” “Apenas pessoas realmente más como molestadores de crianças e assassinos vão para o inferno.” “Acredito em Deus, apenas o sigo do meu próprio jeito. Todos os caminhos levam a Deus.”
Todas estas são conclusões comuns entre a maioria das pessoas, mas a verdade é que são todas mentiras. Satanás, o qual tem poder sobre o mundo, planta estes pensamentos nas nossas mentes. Ele, e qualquer um que siga os seus caminhos, é um inimigo de Deus (1 Pedro 5:8). Satanás sempre se disfarça como bom (2 Coríntios 11:14), mas tem controle sobre todas as mentes que não pertencem a Deus. “...[Satanás, ] o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus” (2 Coríntios 4:4).
É uma mentira acreditar que Deus não se importa com pecados menores e que o inferno é destinado às “pessoas más”. Todo pecado nos separa de Deus, mesmo uma “pequena mentirinha”. Todos pecaram e ninguém é bom o suficiente para ir ao Céu por sua própria conta (Romanos 3:23). Entrar no Céu não se baseia no nosso bem superar o nosso mal; todos perderíamos se este fosse o caso. “E, se é pela graça, já não é pelas obras; do contrário, a graça já não é graça” (Romanos 11:6). Não há nada bom que possamos fazer para ganhar a nossa entrada no Céu (Tito 3:5).
“Entrai pela porta estreita: porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela” (Mateus 7:13). Mesmo que todo mundo esteja vivendo uma vida de pecado, e crer em Deus não seja popular, Deus não vai perdoar isto. “nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, o espírito que agora atua nos filhos da desobediência” (Efésios 2:2).
Quando Deus criou o mundo, este era perfeito. Tudo era bom. Então ele fez Adão e Eva, e deu-lhes o seu próprio livre-arbítrio, de forma que teriam a escolha de seguir e obedecer a Deus ou não. No entanto, Adão e Eva, as primeiras pessoas que Deus fez, foram tentados por Satanás a desobedecer a Deus, e eles pecaram. Isto os impediu (e a todos os que vieram depois deles, incluindo a nós) de ter uma relação íntima com Deus. Ele é perfeito e não pode estar no meio do pecado. Como pecadores, nós não poderíamos chegar lá pela nossa própria vontade. Então, Deus criou uma forma pela qual poderíamos estar unidos com Ele no Céu. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23). Jesus nasceu para que pudesse nos ensinar o caminho e morreu por nossos pecados para que não o tivéssemos de fazer. Três dias após a Sua morte, Ele ressuscitou do sepulcro (Romanos 4:25), provando ser vitorioso sobre a morte. Ele completou o caminho entre Deus e o homem para que este pudesse ter uma relação pessoal com Ele, precisando apenas acreditar.
“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3). A maioria das pessoas acredita em Deus, até Satanás acredita. Entretanto, para receber a salvação, é preciso se voltar para Deus, formar uma relação pessoal com Ele, voltar-se contra os nossos pecados e seguir a Ele. Devemos acreditar em Jesus com tudo o que temos e em tudo o que fazemos. “Justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo, para todos os que creem; porque não há distinção” (Romanos 3:22). A Bíblia nos ensina que não há outro caminho para salvação a não ser através de Cristo. Jesus diz em João 14:6: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.”
Jesus é o único caminho para a salvação porque Ele é o Único que pode pagar o preço pelos nossos pecados (Romanos 6:23). Nenhuma outra religião ensina a profundidade ou seriedade do pecado e das suas conseqüências. Nenhuma outra religião oferece o pagamento infinito que só Jesus poderia dar pelo pecado. Nenhum outro “fundador religioso” foi Deus vindo como homem (João 1:1,14) – a única forma pela qual um débito infinito poderia ser pago. Jesus tinha que ser Deus para que pudesse pagar nosso débito. Jesus tinha que ser homem para que pudesse morrer. A salvação está disponível apenas pela fé em Jesus Cristo! “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:12).
Fonte: http://www.pastorantoniojunior.com.br/perguntas-biblicas/perguntas-sobre-salvacao/jesus-e-o-unico-caminho-para-o-ceu#ixzz3jwojRkm


Todos os caminhos levam a Deus?
Você já deve ter ouvido a frase: Todos os caminhos levam a Deus! Mas isso não é verdade. O único e verdadeiro caminho é Jesus. Ele mesmo disse em Jo 14:6: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”. Não existe outro caminho verdadeiro e que conduza a Deus, senão Jesus. Mas o problema é que queremos andar por outros caminhos, e esses caminhos nos afastam de Deus. E quando percebemos, estamos longe, cansados, fracos e desanimados. Posso dizer que entra aqui o texto de Pv 16:25: “Há caminho que parece direito ao homem, mas o fim dele são caminhos de morte”.
Mas algumas coisas me chamam a atenção:
1) Sempre nos lembramos do único e verdadeiro caminho
A memória é algo fascinante. A Bíblia nos ensina a esquecermos as coisas ruins e erradas que fizemos, mas nos incentiva a lembrar-nos das coisas boas e daquilo que pode nos dar esperança. E mesmo estando longe, esse caminho sempre é lembrado por nós. Esse caminho só é lembrado porque Ele está em evidência e porque Ele estar aberto.
2) Sempre temos acesso a esse caminho
Mesmo quando nos afastamos, caímos, Deus nos dá oportunidade de mudança e restauração, e mesmo se nos afastamos do verdadeiro e único caminho nós temos acesso a Ele. Quando Jesus morreu na cruz, Ele morreu de braços abertos, ou seja, Ele esta pronto para te receber, só basta você crer n´Ele. O convite já foi feito por Jesus em Mt 11:28: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso”, só basta uma atitude sua, pois o véu foi rasgado, e você tem livre acesso a Ele.
3) Podemos andar por esse caminho
A forma de andarmos por esse caminho é através da Fé e da Bíblia. Pois ela nos dirá o que fazer e o que não fazer, como ser e como não ser, e não somente isso, mas explica o porquê e quais resultados terão de acordo com as nossas escolhas. Jesus é a melhor realidade que podemos viver. Ele não é um mito, sua história não se baseia apenas em boatos, mas Ele é real, e andar nesse caminho que conduz a Deus é uma realidade que se você quiser, pode viver.
Temos uma parábola na Bíblia que retrata isso: A Parábola do Filho Pródigo. Resumindo de uma forma bem rápida, o Filho Pródigo, estava na casa do Pai, mas quis viver a sua vida longe de lá. E depois de gastar o dinheiro, acabaram os amigos e tudo mais, e para não morrer de fome foi trabalhar em uma fazenda para cuidar de porcos, mas se lembrou de seu Pai, então ele se levantou e foi para lá, e quando estava ainda longe, indo pelo “caminho” o seu Pai o viu e muito se alegrou (Lc 15:11-32). Quero chamar a sua atenção a isso: Não importa o que você fez, onde você esteve, quando fez, é possível voltar encontrar Deus. Ele te espera para te restaurar. A sua esperança é e esta em Jesus. Ele é o único capaz de fazer milagre na sua vida e te fazer ter comunhão com Deus.
Que Deus te abençoe, em nome de Jesus.
Texto;Presb. Claudio Schimidt Junior


II-Jesus Cristo, o homem nosso mediador
Jesus Cristo homem é o único Mediador - É como está escrito em 1ª Tm 2.5. assim: "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem".
Jesus é o Sumo-Sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque (Hb.6:19,20), que intercede pelos pecadores (Is.53:12); pela Igreja (Jo.7:9; Rm.8:34; Hb.7:25).
Nas passagens de Lv.9; Hb.5:1-4; 7:25 encontramos as principais características do ofício sacerdotal, as quais destacamos a seguir:
a) sacerdote é tomado dentre os homens para ser o seu representante;
b) Ele é constituído por Deus, conforme o versículo Hb.5:4;
c) Ele age como mediador entre Deus e os homens, buscando os interesses dos homens nas coisas pertencentes a Deus;
d) Sua tarefa especial consiste em oferecer a Deus sacrifícios pelos pecados;
e) Ele fazia intercessão pelo povo e os abençoava, conforme Lv.9:22.
A Palavra de Deus, ainda no Velho Testamento, prediz e apresenta o Sacerdote Eterno e o Sacerdócio do Redentor que haveria de vir. Há claras referências a isto em Gn.14:18-20; Sl.110; Zc.6:13. Cristo Jesus é o Sacerdote Eterno, segundo a ordem de Melquisedeque.
No Novo Testamento, há várias passagens que se referem à Obra sacerdotal de Cristo Jesus, mas somente na epístola aos Hebreus é que encontramos uma exposição mais clara e completa sobre este importantíssimo tema. Ele o nosso único, verdadeiro, eterno e perfeito Sumo-Sacerdote, constituído por Deus, que assumiu, substitutivamente, o nosso lugar e, pelo sacrifício de Si mesmo, obteve uma perfeita redenção (Rm.3:24,25; 5:6-8; 1ª Co.5:7; 15:3; Ef.5:2; Hb.3:1; 4:14; 5:1-10; 6:19,20; 7:1-28; 8:1-13; 9:11-15, 24-28; 10:11-14; 1ª Jo.2:2; 4:10).


A Obra sacrificial de Cristo Jesus tem os seguintes aspectos principais:
1) Possui natureza expiatória e substitutiva:
As Sagradas Escrituras testificam o fato de que os sacrifícios de animais, instituídos na Lei dada a Moisés, como nas ofertas pelo pecado e pelas transgressões, tinham o caráter expiatório (Lv.1:4; 4:29-35; 5:10): no ato da imposição de mãos que simbolizava a transferência do pecado e da culpa, para a vítima, como em Lv.16:21,22; no derramamento e aspersão do sangue sobre o Altar de Bronze (pelos sacerdotes levitas) e sobre o Propiciatório (pelo Sumo-Sacerdote uma vez ao ano, no Dia da Expiação), como em Lv.16 e 17; no perdão das ofensas cometidas daquele que trazia sua oferta pelos pecados: Lv.4:26-31.
2) Possui Natureza Profética:
Os sacrifícios ordenados por Deus tinham um caráter profético, e se destinavam a prefigurar os sofrimentos vicários do Senhor Jesus Cristo e a Sua morte expiatória na cruz. No Salmo 40:6-8, o Messias é apresentado como aquele que substitui os sacrifícios previstos na Lei, pelo Seu próprio Sacrifício, conforme constatamos ao lermos Hb.10:5-10.
Há claras indicações no Novo Testamento de que os sacrifícios previstos na Lei prefiguravam Cristo e Seu sacrifício vicário, como em Hb.9:19-24; 10:1; 13:10-13. Ele é o “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29), em cumprimento a Êx.12 e Is.53; Ele é o “Cordeiro sem defeito e sem mácula” (IPe.1:19); e “nosso Cordeiro Pascal”, que foi imolado por nós (I Co.5:7).


3) Seu Propósito:
Os sacrifícios previstos na Lei não podiam expiar os pecados, mas eram figuras do verdadeiro sacrifício vicário de Cristo, ainda por vir (Hb.9:1-14). Em Hb.10, lemos que aqueles sacrifícios não podiam aperfeiçoar o ofertante (v.1); não podiam remover pecados (v.4). Na verdade, eles somente tinham significação real de salvação para Deus, quando realizados com verdadeira fé e arrependimento, na medida em que levavam a atenção do ofertante a fixar-se no Redentor vindouro e na Redenção prometida.
Importante é compreender que Cristo é o Sumo Sacerdote, não somente terreno, mas também, e especialmente, celestial. Ele é, mesmo quando assentado à destra de Deus, com majestade celeste, "ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem" (Hb.8:2).
Em Hb.8:5, lemos: "...como Moisés foi divinamente avisado, estando já para acabar o tabernáculo; porque foi dito: Olha, faze tudo conforme o modelo que no monte se mostrou". Ele é o Sacerdote verdadeiro (o Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque - Hb.5:1-11); o Sumo-Sacerdote de fato e de direito, conforme o Decreto irrevogável de Deus Pai (Sl.110:4); a servir no verdadeiro santuário, do qual o tabernáculo de Israel era apenas uma sombra imperfeita (e transitória). Ele exerce o Sumo-Sacerdócio diante do Trono de Deus, no Tabernáculo não feito por mãos humanas, apresentando-se a Si Mesmo, pelos que nEle crêem, como Sacrifício Vivo e Eterno, ao PAI. Assim sendo, Ele é nosso intercessor junto ao Pai (Sl.110:5).
Cristo, como o nosso Advogado, intercede por nós junto ao Pai e contra Satanás, o nosso acusador - Hb.7:25; 1ª Jo.2:1; Ap.12:10. Outros textos neotestamentários que falam da obra intercessória do Senhor Jesus Cristo acham-se em Rm.8:24; Hb.7:25; 9:24.


4) A natureza da Obra intercessória de Cristo:
É impossível dissociar a obra intercessória de Cristo de Seu sacrifício expiatório na cruz. Este é apenas um aspecto da obra sacerdotal de Cristo. No entanto, como afirma L.Berkhof:
"A essência da Intercessão é a Expiação de Cristo. A Expiação é real - um sacrifício e uma oferta reais, e não um mero sofrimento passivo - porque, em sua própria natureza, é uma intercessão ativa e infalível; ao passo que, por outro lado, a Intercessão é uma Intercessão judicial, representativa e sacerdotal, e não uma mera influência a favor de alguém - porque é essencial que haja Expiação, ou seja, uma oblação substitutiva, feita uma vez por todas no Calvário, agora apresentada perpetuamente e usufruindo perpétua aceitação no céu." Hb.10:9-14.
Exatamente como o sumo sacerdote, no grande dia da Expiação, entrava no lugar santíssimo, isto é, no Santo dos Santos, com o sacrifício consumado, para apresentá-lo a Deus, assim Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, entrou no Lugar Santíssimo, isto é, no Tabernáculo Celestial, pelo sacrifício de Si mesmo, santo, perfeito, imaculado, insubstituível, único e imutável. Hb.9:24.
Há também um elemento judicial na intercessão, precisamente como na expiação. Mediante a expiação, Cristo Jesus satisfez as justas exigências da lei, de modo que nenhuma acusação legal pode, com justiça, ser feita contra aqueles pelos quais Ele pagou o preço. Contudo, Satanás, o acusador, sempre está a lançar acusações contra os eleitos e remidos; mas o Senhor e Salvador Jesus Cristo nos justifica pela apresentação de Seu próprio Sangue e Obra Expiatórios, diante de Deus. (Ap 12.11).
O apóstolo Paulo, em Rm.8:33,34, afirma: "Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo Jesus quem morreu, ou antes, quem ressuscitou, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós". Aí está o elemento judicial presente claramente.
Um outro ponto relativo à Obra intercessória de Cristo, é que ela está relacionada com a nossa santificação completa, integral (posicional, vivencial ou prática-progressiva e final). Quando nos dirigimos ao Pai, em nome de Cristo (Mt.18:18-20; Jo.14:13), as nossas orações imperfeitas são aperfeiçoadas nEle; os nossos pecados são perdoados por Ele; as nossas limitações humanas e materiais são plenamente suplantadas e superadas pela Sua divindade eterna. Aleluia! Leia-se: Hb.2:17,18; 3:1-6; 4:15;1Pe.2:4,5.


5) Por quem ele intercede?
O Senhor Jesus Cristo intercede por todos aqueles por quem Ele fez expiação, e somente por estes. Pode-se inferir disto do caráter limitado da expiação somente os que crêem, os que são nascidos de novo, é que são beneficiados por ela, embora o Sacrifício de Cristo tenha sido feito por todos (Mt.10:32,33; Mc.16:16; 1Jo.2:1,2).
Em passagens como Rm.8:1,2,34; Hb.7:25,26 e 9:24, a palavra "nós" se refere somente aos salvos. Além disso, na oração sacerdotal registrada em Jo.17, o Senhor Jesus Cristo diz ao Pai que ora por Seus discípulos que ali estão e "por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra" (v.9,20).
No versículo 9, do mesmo capítulo, Ele faz uma declaração sumária a respeito do caráter restritivo de Sua intercessão, quando diz: "É por eles que Eu rogo; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste". E o versículo 20, nos ensina que Ele não intercede somente pelos discípulos presentes, mas por todos os que ainda haveriam de ser salvos.
Neste sentido, o Senhor Jesus Cristo está posto como Sumo Sacerdote dos que são declarados filhos de Deus, por meio dELE. Não significa, no entanto, que Ele nunca interceda pelos que não são salvos, como lemos em Lc.23:33, pois aqui o vemos como Filho do Homem, em seu estado de humilhação. Agora, porém, não O vemos desta forma, mas como Aquele que está à direita de Deus Pai, glorificado e que intercede por nós: "o Sumo Sacerdote dos bens futuros". Leia-se, ainda, Jo.17:17,24; Hb.4:14-16; 10:21,22; 1Pe.2:5.
A oração intercessória de Cristo é uma oração que nunca falha. Junto ao túmulo de Lázaro o Senhor Jesus expressou a certeza de que o Pai sempre O ouve, Jo.11:42. Suas orações intercessórias em favor do Seu povo estão baseadas em Sua obra expiatória. Os remidos de Deus podem auferir consolo e fortaleza do fato de contar com um intercessor tão eficaz junto ao Pai! (Jo 14.13-14).
Fonte: http://mensagemdacruz-djalma.blogspot.com.br/2008/01/jesus-cristo-o-nico-mediador-entre-deus.html


III-Temos livre acesso ao Pai
O véu rasgado
Jesus ficou pregado na cruz durante seis horas, desde às 9:00 horas da manhã até a três horas da tarde. Foram momentos terríveis, onde Jesus agüentou calado, em silêncio, como ovelha muda levada ao matadouro. Nossos pecados estavam sobre Jesus naquela hora. A multidão assistia aquele acontecimento de humilhação que Jesus passava. A própria natureza se manifestou naquele momento.
Neste versículo a bíblia diz que o véu do templo se rasgou de alto a baixo. Este foi o terceiro milagre que aconteceu no momento da crucificação do Senhor Jesus. O primeiro foi às trevas sobre toda a terra, da hora sexta, até a hora nona. O segundo foi o terremoto que aconteceu e muitos sepulcros foram abertos. Esses dois últimos milagres aconteceram quando Jesus deu um grande brado na hora nona, entregando o espírito ao Pai, dizendo:”Está consumado”. O terremoto rasgou o véu que separava o lugar Santo do Santíssimo, sem derrubar o templo.
a) O que o Véu Simbolizava?
1- Separação entre o pecador e Deus.
- Separava o Lugar Santo do Santíssimo.
- Só era transposto no dia da Expiação, pelo sumo sacerdote levando o sangue da expiação e o incenso santo.
2- Simbolizava a mudança da dispensação.
- Saindo da dispensação da Lei e iniciando a dispensação da Graça.
- O véu se rasgando foi um divisor de águas.
b) A Divisão do Templo.
1- O Átrio. Era o pátio da congregação. Ali o povo entrava.
2- O Lugar Santo. Ali ficava o altar dos sacrifícios, onde só entravam os sacerdotes para oferecerem os sacrifícios e fazer expiação pelos pecados.
- O altar dos sacrifícios apontava para a cruz, onde seria imolado o Cordeiro de Deus.
3- O Santo dos Santos. Ali ficava a Arca (simbolizava a comunhão com Deus), coberta pelo propiciatório, sobre o qual era aspergido o sangue da expiação.
- O acesso a Deus só é possível através do sangue de Jesus.
Hb. 9.22- E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão.
c) Aberto o Caminho para Deus.
1- Rasgou-se o véu.
- Não até a metade, mas, de alto a baixo.
- Estava livre o caminho para Deus.
- Alguns estudiosos dizem que esse véu era muito espesso, e que nenhum homem conseguiria rasgá-lo, sem ajuda de uma ferramenta de corte.
Hb. 10.19,20- Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no Santuário, pelo sangue de Jesus.
Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne.
- O véu foi rasgado no momento em que Jesus expirou:
a) O véu foi rasgado por uma mão invisível.
b) Sem derrubar o templo.
c) Sem cair em pedaços. A bíblia diz que se fendeu em dois.
d) Não por alguém entrando à força.


2- O brado de Cristo.
V.37- E Jesus, dando um brado, expirou.
- Proclamou a vitória contra as potestades das trevas.
Cl. 2.14,15- Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou de nós, cravando-a na cruz.
E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo.
- A missão de Cristo estava consumada.


3- Quando foi rasgado o véu?
- Na hora nona. As três horas da tarde.
- Na hora do sacrifício da tarde.
- O sumo sacerdote vendo estas coisas acontecerem disse: “Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus”.
4- Este fato estabeleceu o fim do sacerdócio Aarônico.
- Nunca mais o sumo sacerdote teria de levar sangue de animais para dentro do véu.
- O acesso ao Santo dos Santos foi liberado.
- Agora, nós, salvos, filhos de Deus, podemos entrar no Santo dos Santos, até a presença de Deus.
Ef. 3.12- No qual temos ousadia e acesso com confiança, pela nossa fé nele.
- Antes, o povo ficava fora, no Átrio.
- Agora todos podem entrar.
Hb. 10.22- Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé; tendo o coração purificado da má consciência e o corpo lavado com água limpa.
Fonte: http://www.adjabaquara.com.br/mensagens/11.06.2011.html
Conclusão
Antes o acesso a Deus estava vedado, mas Cristo anulou o pecado e abriu-nos o caminho da salvação.
Hoje não precisamos ficar do lado de fora, esperando o sumo sacerdote nos representar perante Deus.
Hoje cada um de nós temos o livre acesso na presença de Deus, pela pessoa bendita do Senhor Jesus Cristo.
- Jesus é a porta de acesso a Deus.
Jo. 10.9- Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.
- O véu foi rasgado.
- O acesso ao Santo dos Santos está livre.
Fonte; http://www.adjabaquara.com.br/mensagens/11.06.2011.html


Colaboração para o Portal Escola Dominical – Profº Jair César

 

As Escrituras ensinam que Deus fez o homem à sua imagem e semelhança (Gn 1.26). Antes da Queda a morte não tinha domínio sobre o homem.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015
PRÉ-ADOLESCENTES - Jesus, o Salvador
Comentarista: Sergio Sodré

 

LIÇÃO 8- ELE VENCEU A MORTE


Texto biblico 1 Co 15.53-58
Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade.
E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.
Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?
Ora, o aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.
Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.
Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.
Objetivos mostrar que a morte não é o fim de tudo, pois Jesus ressuscitara os seus servos, devemos ter esperança na ressurreição.

Introdução

As Escrituras ensinam que Deus fez o homem à sua imagem e semelhança (Gn 1.26). Antes da Queda a morte não tinha domínio sobre o homem. Todavia, como um ser moralmente livre, o homem pecou fazendo com que o pecado entrasse no mundo e, com ele, a morte. A morte passou então a todos os homens.
Ainda na Antiga Aliança, o Senhor deu vida aos mortos para revelar o seu poder sobre a morte. E mesmo ainda não estando totalmente revelada, a doutrina da ressurreição já era crida por santos do Antigo Testamento (Jó 19.25). Eles anelavam pela redenção do corpo.
Jesus se revelou como o Messias prometido e a sua morte e ressurreição garantiram que a penalidade do pecado — a morte —, fosse vencida. Em Cristo, o direito de viver eternamente em um corpo físico tornou-se novamente real
fonte:http://aquieuaprendi.blogspot.com.br/2015/06/a-ressurreicao-de-jesus-jesus-o-homem.html

I-Guerra de verdade


O AGUILHÃO DA MORTE A vida é considerada uma batalha contra a morte. Por mais que faça a nível de cuidados de saúde, de alimentação, de manter o corpo em forma… mais tarde ou mais cedo, a morte acaba vencendo esta batalha.
Quando temos conhecimento do propósito de Deus para a morte e o pós morte, nos temos condições de transformar o acto da morte numa vitória eterna.
A Bíblia fala da vitória sobre a morte e do seu fim, mas será que isso está dependente dos sucessos da ciência e da engenharia médica?
Não! a Bíblia não se refere a isso. a Bíblia não fala de pessoas com corpos remendados de transplantes de órgãos artificiais para manter o ser humano vivo.
A Bíblia fala de algo muito mais grandioso. Fala de uma transformação radical em que através da ressurreição dos mortos e uma súbita transformação dos vivos, em que seus corpos num abrir e fechar de olhos serão revestidos de incorruptibilidade e imortalidade.
Ainda que a ciência por mero acaso viesse a conseguir o feito de tornar o homem imortal, isso não era nada em relação ao que a Bíblia fala.
As conquistas e sucesso da ciência caso o consegui-se, só poderia conceder esse beneficio em relação ao futuro. A bíblia fala sobre algo mais tremendo e maravilhoso.
A ciência nada poderia fazer pelos que já morreram, mas a Bíblia fala que um dia os mortos nos túmulos, ouvirão a voz de Deus e sairão para a vida eterna.
A ciência tem conseguido através dos tempos erradicar certas doenças causadoras de milhões de mortes, mas existe no homem algo mais terrível que a pior das doenças e que a ciência nada pode fazer para a combater; que é retirar a sua natureza pecaminosa.
A Bíblia fala do pecado como sendo a pior de todos os males do homem, porque o pecado leva não somente à morte física, como também à morte espiritual.
O pecado foi a causa da morte ter entrado neste mundo ( o salário do pecado é a morte. Rm.6:23).
Para que o homem tivesse consciência e conhecimento da gravidade do pecado, Deus deu-lhe a sua a lei.
A lei não foi dada para justificar o homem mas para lhe mostrar que é pecador e incapaz de cumprir a lei e por isso terá de ser condenado. (Romanos 7:7)
Deus não seria justo se apenas desse a lei ao homem para lhe mostrar que é pecador e que está sob condenação, e não lhe desse um escape de como fugir a essa condenação.
Durante séculos, Deus requereu do homem sacrifícios de animais em que o seu sangue seria aceite para cobrir seus pecados. Na base da obediência e realização desses sacrifícios, Deus concedia o perdão.
Tudo isto era transitório, porque desta forma a justiça de Deus não era efectuada, porque para que a justiça de Deus fosse efectuada conforme requeria a lei, o pecado teria de ser punido.
Foi por isso que Jesus teve de vir a este mundo, porque ninguém poderia guardar toda a lei, nem o sangue dos animais podiam remir os pecados do homem.
Então como planeado desde antes da fundação do mundo e no tempo determinado por Deus, que o Senhor Jesus veio a este mundo, com a missão de trazer ao homem solução para o seu pecado.
Ao tomar a natureza humana, o Senhor Jesus sem conhecer o pecado, foi feito pecado por todos nós.Isso aconteceu na cruz do calvário, quando Jesus não sendo pecador foi contado como sendo o pior dos pecadores. Sendo inocente, o Senhor Jesus pôde carregar os nossos pecados e assim dar satisfação à justiça de Deus.
Só desta forma, chamada de substituição, que foi de Jesus morrer no lugar de cada um de nós, que a lei e a justiça de Deus foi executada.
No entanto e apesar do Senhor Jesus tudo ter feito para justificar o homem, grande parte dos homens querem merecer por eles próprios ou ganhar a sua salvação; fazendo obras, pagando promessas, dando esmolas, fazendo caridade, sendo moralistas… mas Deus diz que pelas obras da lei não há justificação, e que a única forma de salvação só se encontra no Senhor Jesus.
Se alguém não tem ainda esta certeza e deseja ser salvo, só tem uma coisa a fazer; crer no Senhor Jesus.
Para crer em Jesus não é preciso nada mais que crer.
Por vezes alguns preocupam-se com as coisas erradas que fizeram no passado, ou as que estão fazendo no presente, pensando não estar em condições para aceitar Jesus. Acham que primeiramente precisam resolver ou pôr em ordem a sua vida e só depois aceitar Jesus.
Se estás pensando isso, nunca irá conseguir fazê-lo, e entretanto partirás deste mundo perdido.
É Jesus quem faz esse trabalho. O pecador apenas tem que dar permissão para Ele entrar na sua vida, e então, Ele fará aquilo que é preciso fazer na tua vida.
Quando decidires dar o passo para Jesus, não fiques preocupado se tudo não mudar de um dia para o outro, porque a salvação, essa sim, é realizada por Deus no mesmo instante que se abre o coração para Jesus, mas a nossa santificação irá sendo feita gradualmente.
Preocupa-te sim, se depois de dizeres que já abris-te o coração para Jesus e nada mudou em ti. Isso sim, é sinal de que Ele ainda não entrou.
Quando Jesus entra, Ele muda a nossa vida e o nosso pensar, e quando Ele o fizer na tua vida, poderás então ler esta passagem de I Coríntios 15 e ter a certeza de que a morte não poderá fazer-te dano algum.
Isso porque a morte só tem poder onde o pecado ainda existe. Pela morte deve-se entender morte espiritual, o mesmo que separação de Deus eternamente.
Pois quanto à morte física, isso será a última coisa a fazer conforme nos diz os vs. 25,26,54.
Depois que Jesus voltar e estabelecer o Seu reino esmagando todos os inimigos, por fim, chegará a vez da morte ser aniquilada definitivamente.
Espero que o que foi dito tenha sido claro e suficiente para que quem ainda não tomou a decisão de entregar a sua vida a Jesus, possa fazer a sua decisão hoje mesmo.
Essa decisão fará com que recebas a certeza da vida eterna. Não uma vida eterna física, mas uma vida muito mais importante porque é uma vida sem qualquer tipo de problemas e aflições, em que cessarão a dor, a tristeza, a doença, e toda a espécie de coisas negativas.
Por mais que cuides e evites adoecer e consigas levar uma vida tranquila e boa, essa tua vida um dia vai terminar.
No momento seguinte começará uma nova vida que não terá fim. Essa vida será no céu se deres ouvidos ao que diz a palavra de Deus.
Mas se desprezares a salvação que Deus te quer dar, essa vida não será no céu, mas será no inferno, um lugar que a Bíblia diz que será de terrível sofrimento e de onde não se pode sair nunca mais.
Queria aconselhar-te a fazer a melhor escolha. Se a fizeres nunca te irás arrepender.
Que Deus te ajude a escolher a vida que Ele te oferece por meio do Senhor Jesus. Amén.
Texto: Carlos A. Oliveira

POR QUE TEMOS TANTO MEDO DA MORTE E DO MORRER?


Para compreendermos melhor este tema temos que diferenciar medo da morte do medo de morrer.
O medo de morrer é um medo natural, espontâneo e necessário. Ele vem do nosso instinto de conservação que serve para a preservação da nossa vida. Este medo natural de morrer nos protege de situações arriscadas, como por exemplo, correr a 160km/h, aproximar-se de um precipício sem uma segurança, atravessar uma rua averiguando bem se vem algum veículo, etc. Este medo natural, então, é um mecanismo para a nossa proteção. Quando este medo torna-se exagerado, passa a ser um medo patológico, fóbico que merece tratamento especializado. Portanto, o medo de morrer é necessário, bom e útil dentro de um limite equilibrado.
Já o medo da morte é inadequado. É um medo quase sempre aprendido dentro da cultura onde vivemos. As pessoas não gostam de falar sobre a morte. A morte é um tabu. Quantas vezes ouvimos alguém dizer: “Tanta coisa para se falar, vamos falar justamente de morte? Vira esta boca prá lá?”
Evitar falar sobre a morte é uma das formas que utilizamos para nos defender ou nos pouparmos do sofrimento.
Falarmos sobre a morte nos incomoda, não é tão interessante. Por quê?
Porque atinge o ser humano em seus dois “medos básicos”: o medo da morte e o medo de ficar louco. Observe que ambos tem um significado de vazio, do nada, da não existência. E não existir, perder a personalidade, perder as funções mentais e cognitivas é o caos.
Então, o que nós vamos fazer com este medo da morte?
Procurar esclarecimentos, refletir, estudar, pois a causa do medo é o desconhecimento.
O Dr. Franklin Santana (Phd, médico geriatra) é um dos organizadores do curso de pós-graduação de Tanatologia, da USP-SP. A Tanatologia é uma ciência que vem ajudar muito o ser humano a vencer o medo da morte. Ele nos diz que falarmos da morte é fundamental para a construção do significado da vida.
O escritor francês Leon Dennis, grande pesquisador do assunto, também recomenda-nos: “Devíamos encarar a morte face a face. Desembaraçá-la das sombras e das quimeras que a envolvem para nos prepararmos melhor para este acontecimento natural e necessário no curso da vida.”
A Dra.Elizabeth Kulber Ross (Phd, médica psiquiatra suiça, radicada nos Estados Unidos, uma das maiores pesquisadoras do mundo sobre o tema) fala que o nosso inconsciente não admite a idéia da própria morte. Em nosso inconsciente acreditamos em nossa imortalidade.
De maneira bem simples, simbolicamente, o nosso inconsciente é um porão. E porão é um lugar onde se guarda um montão de coisas, um local escuro, um tanto fechado. Abrir janelas, permitir a luz do entendimento adentrar-se; tornar este conteúdo consciente vai atenuar bastante esse medo.
A Dra.Dora Incontri (Phd em Filosofia da Educação pela USP-SP) fala que este é um tema que deveria ser estudado nas escolas com naturalidade, numa visão plural e interdisciplinar.
Este era o velho sonho do escritor, professor e filósofo brasileiro José Herculano Pires que defendia a idéia de se instituir um curso regular sobre Educação para a Morte. Dizia: “Saber morrer é saber viver. Para morrer bem era preciso viver bem.”
fonte: http://www.kennedymartins.com.br/artigo_view.asp?id=56

II- Dentre os mortos Jesus ressuscitou!

O QUE É RESSURREIÇÃO
Sentido original.
Duas palavras gregas (anastasis e egeiró) definem o termo ressurreição. Elas claramente indicam “tornar à vida”, “levantar-se”, “erguer-se”, “despertar”, “acordar”.
Sentido doutrinário.
Ressurreição é a outorga da vida ao que havia se extinguido fisicamente. E o ato do levantamento daquilo que havia estado no sepulcro. Várias vezes nos deparamos com a expressão “ressurreição dos mortos“ (1Co 15.12,13,21,42), que se refere a uma ressurreição geral, de justos e ímpios. Porém, quando se refere aos justos, a expressão no original é restritiva e se traduz por “ressurreição de entre os mortos”. A expressão “de entre os mortos” quer dizer os mortos tirados do meio de outros mortos.

A NATUREZA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS
1. Uma ressurreição literal.
O testemunho do terceiro Evangelho é de uma ressurreição física e literal. O próprio Jesus, quando ressuscitou, disse: “Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; tocai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” (Lc 24.39).
“porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo” Rm 5.17
2. Uma ressurreição corporal.
A apologética cristã sempre assegurou que a ressurreição de Jesus foi um evento físico no qual o seu corpo foi revivificado. Isto significa que, apesar de transformado, Cristo ressuscitou com o mesmo corpo físico que fora sepultado. Lucas põe em relevo esse fato quando registra Jesus comendo com os discípulos após a ressurreição (Lc 24.43). Em sua primeira Carta aos Coríntios o apóstolo Paulo assevera que toda a fé cristã é falsa se a ressurreição de Jesus não aconteceu de forma corporal (1Co 15.14,15).[1]
Através da ressurreição de Jesus, Deus nos concede o dom da vida ressurreta.
“Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo” 1Co 15.22
A maravilhosa Promessa e a seleta Esperança "Jesus a Ressurreição e a Vida."
“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;" Jo 11.25
A ressurreição de Cristo foi corporal e literalmente. Nosso Senhor apareceu aos discípulos durante 40 dias.
*O Sepulcro Vazio
"Na tradição judaica da época de Jesus, os sepultamentos normalmente tinham dois estágios. No primeiro, o corpo seria lavado e ungido, a boca amarrada, e o corpo envolvido em tiras de linho depositado em uma prateleira em uma caverna. O clima quente fazia com que os corpos se decompusessem com muita rapidez e, algumas vezes, a caverna poderia ser usada por mais de um corpo, assim especiarias eram acrescentadas para atenuar o mau cheiro da decomposição."
Leia mais em Guia Cristão de Leitura da Bíblia CPAD.pg.104

EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE JESUS
1. Evidências diretas.
As Escrituras apresentam muitas evidências da ressurreição de Jesus. Os apologistas classificam essas evidências em diretas e indiretas. O texto de Lucas 24.13-35 narra o encontro que dois discípulos, no caminho de Emaús, tiveram com Jesus após a sua ressurreição. Trata-se de uma evidência direta da ressurreição porque mostra Jesus ressuscitado com um corpo físico e tangível. Evidência semelhante pode ser vista no relato da ressurreição do Evangelho de João 20.10-18. Nesses relatos observamos que as pessoas para as quais o Senhor apareceu viram o seu corpo, conversaram com Ele e até mesmo chegaram a tocá-lo. Não se tratava, portanto, de uma visão ou sonho, mas de um encontro real!
2. Evidências indiretas.
Como vimos, os Evangelhos apresentam muitas provas diretas da ressurreição do Senhor, todavia, apresentam também outras provas indiretas. Antes da ressureição encontramos um grupo de discípulos desanimado, triste e cabisbaixo. Era um cenário desanimador. Após a ressurreição e Pentecostes, esses mesmos discípulos se apresentam ao povo com uma ousadia nunca vista. Eles agora passaram a testemunhar que o Senhor deles estava vivo e apresentavam provas disso. Eles curavam os doentes, levantavam os paralíticos, expeliam os demônios e testemunhavam: “Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas” (At 2.32). A ressurreição de Jesus se tornou o principal tema da pregação apostólica.[1]
A confissão da igreja cristã
Antes de qualquer coisa, não há como negar a contundência confessional da igreja cristã. A igreja não apenas sempre afirmou a imortalidade do corpo da ressurreição, mas também sua materialidade. A igreja sempre concordou com o apóstolo Paulo de que o corpo da ressurreição é um corpo "espiritual", ou seja, um corpo dirigido pelo espírito, porém, jamais negou que fosse também um corpo material. Isto está de acordo com o que o apóstolo ensina: "Semeia-se corpo natural, ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual" (1Co 15.44).
O testemunho apostólico
Desde o princípio, a igreja cristã confessou que o corpo físico de Jesus foi elevado ao céu. Esta convicção está baseada em várias referências explícitas do Novo Testamento e em vastas evidências tangíveis. O próprio Jesus disse que o corpo que Ele ressuscitou era de "carne e ossos" (Lc 24.39). Falando sobre a ressurreição de Cristo, Pedro insistiu neste assunto ao pregar que a "carne dele (Jesus) não viu a corrupção" (At 2.31). Escrevendo posteriormente sobre a ressurreição, João declarou que Jesus veio [e permaneceu] em carne" (1Jo 4.2. Cf. 2Jo 7). O corpo que emergiu da tumba na manhã pascal foi visto por aqueles que duvidaram (Mt 28.17), foi ouvido por Maria (Jo 20.15,16), e até mesmo abraçado pelos discípulos (Mt 28.9) em muitas ocasiões depois da ressurreição. Além disso, Jesus se alimentou pelo menos quatro vezes após sua ressurreição (Lc 24.30; 24.42,43; Jo 21.12,13). Ele também mostrou as cicatrizes de sua crucificação quando desafiou Tomé, dizendo: "Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente" (Jo 20.27).
fonte: http://aquieuaprendi.blogspot.com.br/2015/06/a-ressurreicao-de-jesus-jesus-o-homem.html

III- "Onde esta .Ò morte , a tua vitoria?"
"Por que a ressurreição de Jesus Cristo é tão importante?"
Resposta: A ressurreição de Cristo é importante por vários motivos. Primeiro, é um testemunho do imenso poder de Deus. Acreditar na ressurreição é acreditar em Deus. Se Deus realmente existe, e se Ele criou o universo e tem poder sobre o mesmo, então Ele tem poder de ressuscitar os mortos. Se Ele não tem tal poder, Ele não é um Deus digno de nossa fé e louvor. Apenas Aquele que criou a vida pode ressuscitá-la depois da morte; só Ele pode reverter o horror que a morte é, e só Ele pode remover o aguilhão que é a morte e a vitória que pertence ao túmulo. Ao ressuscitar Cristo dos mortos, Deus nos faz lembrar de Sua absoluta soberania sobre a morte e vida.
Segundo, a ressurreição de Jesus é um testemunho da ressurreição de seres humanos, que é uma doutrina básica da fé Cristã. Ao contrário de outras religiões, o Cristianismo possui um fundador que transcende a morte e promete que os Seus seguidores farão o mesmo. Todas as outras (falsas) religiões foram fundadas por homens e profetas cujo fim foi o túmulo. Como Cristãos, podemos nos confortar com o fato de que Deus Se tornou homem, morreu pelos nossos pecados, foi morto e ressuscitou no terceiro dia. O túmulo não podia segurá-lO. Ele vive hoje e se senta à direita do Pai no Céu. A igreja viva tem um Cabeça vivo!
Em 1 Coríntios 15, Paulo explica em detalhe a importância da ressurreição de Cristo. Alguns em Corinto não acreditavam na ressurreição dos mortos, e nesse capítulo Paulo lista seis consequências desastrosas se a ressurreição nunca tivesse ocorrido: 1) pregar sobre Cristo seria em vão (v.14); 2) fé em Cristo seria em vão (v.14); 3) todas as testemunhas e pregadores da ressurreição seriam mentirosos (v.15); 4) ninguém poderia ser redimido do pecado (v.17); 5) todos os Cristãos que dormiam teriam perecido (v.18); e 6) Cristãos seriam os mais infelizes de todos os homens (v.19). Mas Cristo realmente ressuscitou dos mortos e é “as primícias dos que dormem” (v.20), assegurando-nos de que vamos segui-lO na ressurreição.
A inspirada Palavra de Deus garante a ressurreição do crente na vinda de Cristo para o Seu Corpo (a Igreja) durante o arrebatamento. Tal esperança e segurança são ilustradas em uma grande canção de triunfo que Paulo escreve em 1 Coríntios 15:55: “Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” Como é que esses versículos se relacionam com a importância da Ressurreição? Paulo responde: “o vosso trabalho não é vão” (v.58). Ele nos lembra que por sabermos que vamos ser ressuscitados a uma nova vida, podemos sofrer perseguição e perigo pela causa de Cristo (v.29-31), assim como Ele o fez, e assim como milhares de mártires por toda a história, que de bom grado trocaram suas vidas terrenas por vida eterna através da ressurreição.
A Ressurreição é a vitória triunfante e gloriosa para todo o crente em Jesus Cristo, pois Ele morreu, foi enterrado e ressuscitou no terceiro dia de acordo com as Escrituras. E Ele voltará! Os mortos em Cristo vão ser ressuscitados, e aqueles que permanecem vivos na Sua vinda vão ser transformados e receber corpos novos e glorificados (1 Tessalonicenses 4:13-18). Por que a ressurreição de Cristo é tão importante? Por ter demonstrado que Deus aceitou o sacrifício de Jesus a nosso favor. Ela prova que Deus tem o poder de nos ressuscitar dos mortos. Ela garante que aqueles que acreditam em Cristo não vão permanecer mortos, mas serão ressuscitados à vida eterna. Essa é a nossa abençoada esperança!
fonte: http://www.gotquestions.org/Portugues/ressurreicao-Cristo-importante.html
Conclusão
A tanatofobia, mais conhecida como medo da morte, afeta milhões de pessoas ao redor do mundo. Em algumas, ela causa ansiedade e/ou pensamentos obsessivos. Embora a tanatofobia seja o medo da própria mortalidade, o medo de gente morrendo ou dos mortos é chamado de necrofobia e esses medos são diferentes; no entanto, ambos podem estar relacionados ao medo de aspectos do desconhecido relacionado à morte, que é conhecido como xenofobia. Em outras palavras, é a possibilidade de encontrar algo além do que já é conhecido. Isso pode ser especialmente verdadeiro em pessoas chegando ao fim da vida, já que as incertezas sobre o processo da morte podem multiplicar-se à medida que a realidade dela se aproxima.[3] Para se sentir mais confortável com a incógnita que é o fim da vida, você precisa entender sua fobia e trabalhar para superar os efeitos dela.
fonte: http://pt.wikihow.com/Superar-o-Medo-da-Morte


Colaboração para o Portal Escola Dominical- Prof Jair César