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 Logo após o arrebatamento dos salvos e o Tribunal de Cristo seguir-se-á a tão esperada “Bodas do Cordeiro”.
Nesta lição destacaremos alguns fatos sobre o casamento judaico que ilustra este grande evento escatológico.
Pontuaremos também informações detalhadas a respeito desta gloriosa celebração, que a Igreja aguarda anelante.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
ADULTOS - O FINAL DE TODAS AS COISAS - Esperança e glória para os salvos
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIO: SUPERINTENDÊNCIA DAS EBD's DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS EM RECIFE/PE


LIÇÃO 07 – AS BODAS DO CORDEIRO
(Mt 22.1-14)


INTRODUÇÃO
Logo após o arrebatamento dos salvos e o Tribunal de Cristo seguir-se-á a tão esperada “Bodas do Cordeiro”.
Nesta lição destacaremos alguns fatos sobre o casamento judaico que ilustra este grande evento escatológico.
Pontuaremos também informações detalhadas a respeito desta gloriosa celebração, que a Igreja aguarda anelante.


I – O CASAMENTO JUDAICO UMA FIGURA DAS BODAS DO CORDEIRO
As Escrituras, tanto no Antigo como no Novo Testamento, utilizam-se do casamento para simbolizar a glória espiritual final e a alegria dos fiéis servos de Deus. Em muitos trechos do Novo Testamento a relação entre Cristo e a igreja é revelada pelo uso de figuras do noivo e da noiva (Jo 3.29; Rm 7.4; 2Co 11.2; Ef 5.25-33; Ap 19.7,8; 21.1-22.7).
Abaixo destacaremos algumas informações sobre isto:

 

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Fonte: http://portal.rbc1.com.br/licoes-biblicas/index/cod/419 Acesso em 11 fev. 2016.

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 - Já dizia alguém que a ceia das bodas do Cordeiro é a expressão máxima da relação entre Cristo e a igreja. É a figura do casamento, do esposo, e a esposa, que aparece na bíblia em várias passagens (Jo 3.29; II Co 11.2; Ef 5.25-33; Ap 19.7,8; Ap 21.1; 22.7).

 

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PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
ADULTOS - O FINAL DE TODAS AS COISAS - Esperança e glória para os salvos
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIO: PR. JOSAPHAT BATISTA SOARES
ASSEMBLEIA DE DEUS EM IBOTIRAMA/BA


LIÇÃO 7 - AS BODAS DO CORDEIRO


INTRODUÇÃO
- Já dizia alguém que a ceia das bodas do Cordeiro é a expressão máxima da relação entre Cristo e a igreja. É a figura do casamento, do esposo, e a esposa, que aparece na bíblia em várias passagens (Jo 3.29; II Co 11.2; Ef 5.25-33; Ap 19.7,8; Ap 21.1; 22.7).


I – A PARABOLA DAS BODAS DO CORDEIRO EM ANÁLISE
São Mateus 22:2-14
Verso, 2 - O reino dos céus é semelhante a um rei que celebrou as bodas de seu filho.
3 - Enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas, e estes não quiseram vir.
4- Depois enviou outros servos, ordenando: Dizei aos convidados: Eis que tenho o meu jantar preparado; os meus bois e cevados já estão mortos, e tudo está pronto; vinde às bodas.

 

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COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - PR. JOSAPHAT BATISTA SOARES

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NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
AQUI VOCÊ VÊ PONTOS DIFÍCEIS DA LIÇÃO - POLÊMICOS

 

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PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
ADULTOS - O FINAL DE TODAS AS COISAS - Esperança e glória para os salvos
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMPLEMENTOS, ILUSTRAÇÕES E VÍDEOS: EV. LUIZ HENRIQUE DE ALMEIDA SILVA
ASSEMBLEIA DE DEUS EM IMPERATRIZ/MA - CONGREGAÇÃO MONTE HERMOM


LIÇÃO 7 - AS BODAS DO CORDEIRO


NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm
AQUI VOCÊ VÊ PONTOS DIFÍCEIS DA LIÇÃO - POLÊMICOS


TEXTO ÁUREO
"E disse-me: Escreve: Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro. E disse-me: Estas são as verdadeiras palavras de DEUS."
(Ap 19.9)


VERDADE PRÁTICA
Nas Bodas do Cordeiro todos os salvos em JESUS CRISTO estarão reunidos e viverão para sempre com o Senhor.


Fonte: http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao7-ftc-1tr16-as-bodas-do-cordeiro.htm Acesso em 07 fev. 2016.

 

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TEXTO SUJEITO A ATUALIZAÇÃO

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 - A palavra “boda”, em língua portuguesa, significa “celebração de casamento”. Assim, as bodas são comemorações de um casamento. Na linguagem popular, a expressão é mais utilizada para indicar os aniversários da união conjugal,

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PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
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COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP


ESBOÇO Nº 7
LIÇÃO Nº 7 – AS BODAS DO CORDEIRO


As bodas do Cordeiro são solenidade em que Cristo e a Igreja se unirão para todo o sempre.


INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo da Escatologia, analisaremos o segundo evento escatológico entre Cristo e a Igreja após o arrebatamento, que são as bodas do Cordeiro.

- As bodas do Cordeiro são a solenidade em que Cristo e a Igreja de unirão para todo o sempre.


1 – O QUE SÃO BODAS
- A palavra “boda”, em língua portuguesa, significa “celebração de casamento”. Assim, as bodas são comemorações de um casamento. Na linguagem popular, a expressão é mais utilizada para indicar os aniversários da união conjugal, como as conhecidas “bodas de prata” e “bodas de ouro”, que são, respectivamente, as comemorações do 25º e do 50º aniversários do casamento de um homem e uma mulher.

 

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COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

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Transmissão ao vivo da aula a ser ministrada no Estudo Preparatório dos Professores e Amigos da Escola Bíblica Dominical (EPAPED) da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Ministério do Belém - sede - São Paulo/SP, a partir das 19 horas (horário de Brasília) do dia 6 de fevereiro de 2016.

 


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O Tribunal de Cristo é o julgamento dos servos de Deus quanto às suas obras na Terra (2Co 5.10; Rm 14.10).
Analisaremos que neste julgamento não seremos julgados quanto à nossa posição e condição de salvos, e sim, quanto ao nosso desempenho como servos do Senhor

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PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
ADULTOS - O FINAL DE TODAS AS COISAS - Esperança e glória para os salvos
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIO: SUPERINTENDÊNCIA DAS EBD'S DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS EM RECIFE/PE


LIÇÃO 06 – O TRIBUNAL DE CRISTO E OS GALARDÕES
(I Co 3.11-15)


INTRODUÇÃO
O Tribunal de Cristo é o julgamento dos servos de Deus quanto às suas obras na Terra (2Co 5.10; Rm 14.10).
Analisaremos que neste julgamento não seremos julgados quanto à nossa posição e condição de salvos, e sim, quanto ao nosso desempenho como servos do Senhor. Pontuaremos ainda que nesse grande julgamento da Igreja, todos hão de prestar contas de sua administração (Lc 16.2; 19.13), e que naquele dia, o Senhor requererá o nosso “relatório” (Ml 3.16-18). E por fim, concluiremos mostrando que o Senhor nos julgará quanto à mordomia daquilo que nos entregou (Lc 12.16-20; 1Co 6.12; Ef 5.16; 1Pe 4.10).


I - O SIGNIFICADO DO TERMO “TRIBUNAL DE CRISTO”
Tribunal de Cristo é o primeiro dos eventos depois do Arrebatamento da Igreja. Paulo refere-se ao Tribunal como o “bema” (2Co 5.10). O bema era um estrado ou plataforma, utilizado por oradores (púlpito) e atletas (pódio). Os bemas históricos eram plataformas elevadas em que governantes ou juizes se sentavam para fazer discursos (At 12.21) ou julgar casos (At 18.12-17). O Tribunal de Cristo é visto por alguns apenas como um lugar de recompensas (LAHAYE, 2009, p. 462). Paulo, entretanto, chama-o de um lugar de compensação do grego “komizo”. O Senhor atenta para o que fazemos, seja bom “aghathos” ou mau “phaulos” e seremos compensados de acordo com nossas obras (1Co 3.10-15) (Ídem, 2009, pp. 204, 205).

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Fonte: http://portal.rbc1.com.br/licoes-biblicas/index/cod/418 Acesso em 05 fev. 2016.

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 [Comentário: Paulo começa a fazer aqui uma comparação que não foi concluída senão nos versículos 18 a 21. A comparação foi interrompida por uma meditação que continua até o versículo 17.

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PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
JOVENS - JUSTIÇA E GRAÇA - Um estudo sobre a doutrina da salvação na carta aos Romanos
COMENTARISTA: NATALINO DAS NEVES
COMENTÁRIO: PROF. FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA
ASSEMBLEIA DE DEUS EM CAMPINA GRANDE/PB


Lição 7: Adão e o pecado


TEXTO DO DIA
“Pelo que, como por um homem444 entrou o pecado266 no mundo2889, e pelo pecado, a morte, assim também a morte2288 passou a todos os homens, por isso que todos pecaram264.” (Rm 5.12) [Comentário: Paulo começa a fazer aqui uma comparação que não foi concluída senão nos versículos 18 a 21. A comparação foi interrompida por uma meditação que continua até o versículo 17. O texto inicia com o termo “portanto”, nesta versão “Pelo que”, indicando que aquilo que se segue está ligado, na mente de Paulo, com o que precedeu, pelo que a comparação e o contraste que ele traça entre Adão e Cristo é sua elaboração teológica do que já havia sido dito. Paulo salienta a idéia de “um só homem” por toda esta passagem, e isso indica que ele encarava tanto Adão como Cristo como indivíduos históricos.]
Dicionário STRONG:
444 ανθρωπος anthropos:- 1) um ser humano, seja homem ou mulher; 1a) genericamente, inclui todos os indivíduos humanos.
266 αμαρτια hamartia:- 1a) não ter parte em; 1b) errar o alvo; 1c) errar, estar errado; 1d) errar ou desviar-se do caminho de retidão e honra, fazer ou andar no erro; 1e) desviar-se da lei de Deus, violar a lei de Deus, pecado; 2) aquilo que é errado, pecado, uma ofensa, uma violação da lei divina em pensamento ou em ação; 3) coletivamente, o conjunto de pecados cometidos seja por uma única pessoa ou várias.
2889 κοσμος kosmos:- os habitantes da terra, homens, a família humana; a multidão incrédula; a massa inteira de homens alienados de Deus, e por isso hostil a causa de Cristo.
2289 θανατοω thanatoo:- 1) colocar à morte; pela morte, ser liberado do compromisso de algo; literalmente, tornar-se morto em relação à (algo).
264 αμαρτανω hamartano:- 1) não ter parte em; 2) errar o alvo; 3) errar, estar errado; 4) errar ou desviar-se do caminho da retidão e honra, fazer ou andar no erro; 5) desviar-se da lei de Deus, violar a lei de Deus, pecado.

 

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Fonte: http://www.auxilioaomestre.com/2016/02/jovenslicao-7-adao-e-o-pecado.html Acesso em 11 fev. 2016.

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Pela herança adâmica, todos os homens nascem na condição espiritualmente de pecadores, ou seja, não nos tornamos pecadores, mas trazemos na essência da natureza humana a inclinação pecaminosa e somos receptivos sempre a pecar, porque somos pecadores (Rm 5:12).


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PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
JOVENS - JUSTIÇA E GRAÇA - Um estudo da doutrina da salvação na carta aos romanos
COMENTARISTA: NATALINO DAS NEVES
COMENTÁRIO: PROF. LUCAS NETO
ASSEMBLEIA DE DEUS EM FORTALEZA/CE


LIÇÃO 7 - ADÃO E O PECADO


A - LEITURA DA INTRODUÇÃO DA LIÇÃO - PÁG. 49 DA REVISTA CPAD - JOVENS - PROFESSOR I - O PECADO DE ADÃO SUSCITOU MORTE


Pela herança adâmica, todos os homens nascem na condição espiritualmente de pecadores, ou seja, não nos tornamos pecadores, mas trazemos na essência da natureza humana a inclinação pecaminosa e somos receptivos sempre a pecar, porque somos pecadores (Rm 5:12)
Quando Adão e Eva foram criados a intenção do nosso Criador, Deus Pai, era que Adão e Eva vivessem eternamente e se Adão e Eva não tivessem desobedecido a Deus, certamente viveriam eternamente.
Todos os homens hoje querem viver eternamente, não querem passar pela morte física, e é exatamente esta herança adâmica de querer viver eternamente que também temos para herdar o pecado, fruto da desobediência de Adão e por isso somos pecadores por herança.
1. ETAPAS DA QUEDA DO HOMEM
A descrição da queda do homem em desgraça é relatado sucintamente etapa por etapa em Gn 3:1-12.
1.1. O SEDUTOR E A SEDUÇÃO
Satanás de forma sagaz se apresenta de forma sedutora a Eva, a mãe de toda a humanidade, e esta apresentação se dar com o seu instrumento mais eficaz de enganação, a palavra mentirosa, contrapondo a ordenança do Senhor Deus.(Gn 3:1-4)

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Fonte:proflucasneto.files.wordpress.com/2013/04/1t_2016_jovens_lic3a7c3a3o-7_adc3a3o-e-o-pecado.pdf  Acesso em 9 fev. 2016.

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1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.


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PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
JOVENS - JUSTIÇA E GRAÇA - Um Estudo da Doutrina da salvação na Carta aos Romanos
COMENTARISTA: NATALINO DAS NEVES
COMENTÁRIO: PROFª SULAMITA MACEDO
ASSEMBLEIA DE DEUS - TEMPLO CENTRAL - NATAL/RN


Lição 07: Adão e o Pecado
Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: Adão e o Pecado.
- Para introduzir o estudo do tema, utilizem a dinâmica “O Salário do pecado”.
- Lembrem-se de que ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
À medida que vocês falarem sobre das bênçãos da justificação, anotem o nome de cada uma delas no quadro, para que haja visualização e melhore a aprendizagem.
Tenham uma excelente e produtiva aula!


Dinâmica: O Salário do Pecado
Objetivo:


Refletir sobre o pecado que originou a morte física e espiritual.
Material:
02 alunos(01 aluno e uma aluna)
Frutas variadas
01 cartolina preta
Procedimento:
- Peçam para que o menino e a menina se posicionem diante da turma e falem que o casal representará Adão e Eva.
- Coloquem uma cesta com vários tipos de fruta diante deles.
- Leiam Gn 2. 15 a 17:
“E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar. E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás”.
- Falem: Lemos nestes versículos acerca da orientação de Deus sobre o que podiam ou não comer dos frutos do jardim.
Escolham 01 fruta e digam que ela vai representar a árvore do conhecimento do bem e do mal.
- Falem: Mas, Adão e Eva desobedeceram:
Leiam: “E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela”(Gênesis 3:6).
Neste momento, “Eva” deve comer parte da fruta proibida e depois passar para “Adão”.
- Falem: Qual foi o pecado?
Certamente vão falar que foi a desobediência.
- Entreguem a metade da cartolina preta para o menino e a outra parte para a menina e falem que representa o pecado.
- Depois, leiam: “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram”(Romanos 5:12).
- Peçam para que o casal distribua pedaços de cartolina preta para todos os alunos, simbolizando que todos pecaram.
- Falem: Agora, temos um problema sério – o pecado e a morte.
“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor”(Rm 6.33).
Vamos agora estudar sobre a morte como consequência do pecado e a vida após a morte.
Por Sulamita Macedo.

Fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/2016/02/jovens-justica-e-graca-um-estudo-da_8.html Acesso em 8 fev. 2016

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Apresentação de slides gentilmente autorizada pelo comentarista do trimestre como auxílio para a preparação do professor de Escola Bíblica Dominical dentro do compromisso do Portal Escola Dominical com o ensino da Palavra de Deus.

Faixa etária dos Jovens.

São José dos Pinhais/PR - Pr. Natalino das Neves:

 

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Conjunto de videoaulas apresentado como auxílio para a preparação dos professores de Escola Bíblica Dominical dentro do compromisso do Portal Escola Dominical com o ensino da Palavra de Deus.

Faixa etária dos Jovens.

CPAD - Pr. Natalino das Neves:

 

São José dos Pinhais/PR - Pr. Natalino das Neves:

 

Fortaleza/CE - Prof. Lucas Neto:

 

Jardim São José/Campinas-SP - Pr. Agnaldo Betti:

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O Espírito Santo nos revela de onde viemos, o que estamos fazendo no planeta terra e para onde iremos quando o Senhor findar os nossos dias de vida terrestre. A paz na alma do salvo em Cristo Jesus vem, quando ele tem a certeza que o seu destino final será de vida abundante e eterna com Deus, livre do juízo de Deus


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PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
JOVENS - JUSTIÇA E GRAÇA - Um estudo da doutrina da salvação na carta aos romanos
COMENTARISTA: NATALINO DAS NEVES
COMENTÁRIO: PROF. LUCAS NETO
ASSEMBLEIA DE DEUS EM FORTALEZA/CE


LIÇÃO 6 - BÊNÇÃOS DA JUSTIFICAÇÃO


A - LEITURA DA INTRODUÇÃO DA LIÇÃO - PÁG. 42 DA REVISTA CPAD - JOVENS - PROFESSOR


I - A BÊNÇÃO DA PAZ COM DEUS
A paz com Deus só é estabelecida pela justificação do pecador, declarado justo pelo Senhor, mediante a fé no sacrifício da morte de Jesus Cristo na cruz do Calvário (Rm 5:1). Mas, o que significa ter a paz com Deus ?
1. A PAZ COM DEUS RELATIVO AO NOSSO DESTINO
O Espírito Santo nos revela de onde viemos, o que estamos fazendo no planeta terra e para onde iremos quando o Senhor findar os nossos dias de vida terrestre. A paz na alma do salvo em Cristo Jesus vem, quando ele tem a certeza que o seu destino final será de vida abundante e eterna com Deus, livre do juízo de Deus. Logo em seu ser reside os seguintes pontos de certezas e de fé:

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Fonte: proflucasneto.files.wordpress.com/2013/04/1t_2016_jovens_lic3a7c3a3o-6_bc3aanc3a7c3a3os-da-justificac3a7c3a3o.pdf  Acesso em 2 fev. 2016.

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Conjunto de videoaulas apresentadas como auxílio para a preparação do professor de Escola Bíblica Dominical dentro do compromisso do Portal Escola Dominical dentro do ensino da Palavra de Deus.

Faixa etária dos Juvenis

Ministério Central de Barueri - Parque dos Camargos/Barueri-SP - Prof.ª Vilma Nascimento:

 

Porto Alegre/RS - Prof.  Liano Ibaldo

 

Telêmaco Borba/PR - Ev. Juninho Espírito Santo (Aristeu Jr.): 

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Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.


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PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
JUVENIS - TEMA - LOUVOR E ADORAÇÃO
COMENTARISTA: ROBSON ROCHA
COMENTÁRIO: PROFª SULAMITA MACEDO
ASSEMBLEIA DE DEUS - TEMPLO CENTRAL - NATAL/RN


Lição 07: Louvor e adoração: um dever de todos
Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, trabalhem o conteúdo da lição. Vejam as sugestões abaixo:
- Escrevam no quadro o tema da aula: Louvor e adoração: um dever de todos.
- Para iniciar o estudo da lição, utilizem a dinâmica “Louvando e adorando com a igreja”.
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição. Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!


Dinâmica: Louvando e adorando com a igreja
Objetivos:

Introduzir o estudo sobre os hinos congregacionais.
Refletir sobre a importância de cantar os hinos com a igreja.
Material:
01 Harpa cristã para cada aluno.
Procedimento:
- Peçam para que cada aluno procure na Harpa Cristã um hino de sua preferência.
- Depois, cada aluno vai falar qual o hino escolhido e a razão dessa escolha.
- Quando cada aluno falar qual o hino, peçam para que a turma cante a 1ª estrofe e o estribilho do hino.
- Depois, perguntem para a turma: Do que fala esse hino?
Aguardem as respostas. Acrescentem outras informações se necessário.
- Falem: Vocês cantaram vários hinos do hinário oficial de nossa denominação, que é conhecido como “Harpa Cristã”.
Outras denominações também possuem seus hinários, tais como: Igreja Presbiteriana tem o hinário “Novo Cântico”, a Igreja Batista tem o “Cantor Cristão”.
Esses hinários contêm hinos que são cantados com toda a igreja e por isso são chamados de congregacionais. Mas, vamos agora começar a estudar sobre este assunto e outros temas na lição de hoje
Por Sulamita Macedo.

Fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/2016/02/juvenis-curriculo-do-ano-2-louvor-e_8.html Acesso em 8 fev. 2016

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Na semana passada vimos Marta preocupada em servir Jesus da melhor forma, se fadigou tanto que ficou nervosa ao ver que sua irmã não lhe ajudava.

 

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PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
JUNIORES - Tema: Os amigos de Jesus
Comentarista: Daniele Pereira
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

LIÇÃO 7 - A AMIGA ATENCIOSA

 

Objetivo

Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seus alunos possam conscientizar-se de que gastamos grande parte do dia em nossos afazeres e brincadeiras, devemos dedicar algum tempo à adoração e meditação a Deus.

 

Para memorizar:

“Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças". (Mc 12.30 - NVI)

 

Texto bíblico em estudo: Jo 12.1-8.

 

Marta afatigada com os afazeres, Maria escolhe ouvir Jesus

Na semana passada vimos Marta preocupada em servir Jesus da melhor forma, se fadigou tanto que ficou nervosa ao ver que sua irmã não lhe ajudava.

Marta se sentia incomodada. Havia tanta coisa para fazer enquanto Maria ficava sentada aos pés de Jesus. Isto a irritou muito:

_ Maria! Venha me ajudar! Mas, sua irmã não fez caso e continuou ouvindo.

Então, muito irritada, ela se dirigiu a Jesus:

_ Mestre, por que não dizes a Maria que venha me ajudar?

Jesus a olhou com ternura e falou:

_ Marta! Marta! Você está preocupada com muitas coisas. O que você faz é importante, mas a sua irmã escolheu a melhor parte. Deixe-a!

Marta entendeu que deveria ter feito o mesmo que Maria - dedicar um tempo para ouvir Jesus, sem deixar de fazer o que precisava.

 

Conclusão

É importante escolhermos ouvir a Jesus, sem deixar de cumprir com nossas obrigações de cada dia. Mas, não esqueçamos de ouvir e falar com Jesus, que é o primeiro e o principal em nossa vida.

 

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva.

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Betânia era uma cidadezinha, ou melhor, um povoado, bem perto de Jerusalém. O Senhor Jesus ia sempre lá porque havia uma casa que sempre o hospedava. Ali Jesus passou os últimos momentos de tranquilidade e paz de Sua vida, ao lado de Seus grandes amigos: Marta, Maria e Lázaro. 

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
JUNIORES - Tema: Os amigos de Jesus
Comentarista: Daniele Pereira
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

LIÇÃO 6 - A AMIGA DISTRAÍDA

 

Objetivo

Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seus alunos possam conscientizar-se de que devemos sempre honrar e dar primazia a Cristo em nossas vidas.

 

Para memorizar:

“Busquem, pois, o Reino de Deus, e essas coisas lhes serão acrescentadas." (Lc 12.31 - NVI)

 

Texto bíblico em estudo: Lc 10.38-42

 

Marta e Maria

Betânia era uma cidadezinha, ou melhor, um povoado, bem perto de Jerusalém. O Senhor Jesus ia sempre lá porque havia uma casa que sempre o hospedava. Ali Jesus passou os últimos momentos de tranquilidade e paz de Sua vida, ao lado de Seus grandes amigos: Marta, Maria e Lázaro.

Em uma das visitas de Jesus a Betânia. Lázaro, Marta e Maria esforçavam-se para hospedarem de forma confortável em sua casa. Marta apreciava muito o Mestre. Era hospitaleira e considerava uma honra receber o Senhor como hóspede.

Essa foi uma atitude correta de Marta. O escritor da carta aos hebreus recomenda que sejamos hospitaleiros, pois alguns, fazendo isso, hospedaram anjos. Marta hospedou o Filho de Deus, o Salvador! Hoje, Jesus bate à porta do nosso coração e diz: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo” (Ap 3.20).

 

A escolha de Marta

Marta fez tudo para oferecer uma boa acolhida ao seu hóspede. Era uma visita muito importante e merecia o melhor. Assim, ela se esmerou para apresentar-lhe uma calorosa recepção. Enquanto realizava um serviço, pensa­va em mais outro … mais outro … e foi ficando desanimada, inquieta, irritada, e começou a murmurar. O seu trabalho de amor estava se tornando uma tarefa pesada demais, pois via que sua irmã Maria não se prestava a ajudá-la!

 

A escolha de Maria

Enquanto Marta se fatigava no trabalho caseiro, Maria, sua irmã, assentada aos pés de Jesus, totalmente absorta, ouvia os Seus ensinos. Bebia cada uma de Suas palavras. Ela sabia que o serviço era coisa secundária. Ela não podia perder a oportunidade de prestar adoração ao Mestre e receber Dele os ensinamentos.

 

A perda de Marta

Marta não podia saborear os ensinos de Jesus, pois estava muito preocupada com pormenores e coisas secundárias. Ela começou a se considerar vítima, e passou a acusar a irmã diante do hóspede amado. Sua irritação era tão grande que ela incluiu Jesus na acusação: “Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha?” E foi além, atrevendo-se a dar ordens ao Mestre: “Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me” (Lc 10.40).

Então, a voz do Mestre se fez ouvir: “Marta! Marta! andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário, ou mesmo uma só cousa” (Lc 10.41-42).

Essas poucas palavras continham sérias advertências:

  1. Marta estava misturando o prioritário com o secundário;
  2. Marta estava perdendo tempo com coisas de pouca importância;
  3. Marta não compreendia que Cristo veio para servir e não para ser servido;
  4. Marta não percebia que Jesus tinha mais interesse na sua pessoa do que no seu serviço.

Essas advertências são dirigidas a nós, hoje.

Há mais uma coisa que devemos notar: precisamos evitar a murmuração. Ela não agrada ao Senhor. Ela não edifica.

  

O ganho de Maria

“Maria, pois, escolheu a boa parte e esta não lhe será tirada” (Lc 10.42). Maria escolheu estar aos pés de Jesus, numa atitude de adoração e como discípula. Ela não precisava ser repreendida, mas sim elogiada, pois havia feito a melhor escolha.

 

Conclusão

O tempo que passamos com Jesus é sempre muito bem empregado. Precisamos organizar a vida de tal forma aprender de Cristo seja o mais importante para nós.

 

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva.

Avaliação do Usuário

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Somente o Espírito Santo é capaz de operar o milagre de levar os santos a sentir o mesmo no Senhor – o amor e a dedicação em transmitir as Boas Novas, o Evangelho. Anunciando à humanidade o grande amor de Deus e a salvação que está preparada a todos os que crerem e aceitarem.  Por essa razão reafirmo que somente o Espírito é capaz de levar-nos além dos ajuntamentos coletivos, reuniões solenes, liturgias incrementadas. Se deixarmos ser guiados por Ele, teremos o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.

 

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
ADOLESCENTES - Tema: Jesus, o melhor exemplo
Comentarista: Thiago Santos
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

LIÇÃO 7 – O SEMEADOR DA PALAVRA

 

Objetivo

Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seu aluno possa compreender o propósito do ministério terreno de Jesus e do trabalho que seus discípulos e nós (igreja) devemos fazer.

 

Para refletir

Depois disso Jesus ia passando pelas cidades e povoados proclamando as boas novas do Reino de Deus. Os Doze estavam com ele” (Lc 8.1 - NVI).

 

Texto Bíblico: Lc 8.4-15.

 

Introdução

Somente o Espírito Santo é capaz de operar o milagre de levar os santos a sentir o mesmo no Senhor – o amor e a dedicação em transmitir as Boas Novas, o Evangelho. Anunciando à humanidade o grande amor de Deus e a salvação que está preparada a todos os que crerem e aceitarem.  Por essa razão reafirmo que somente o Espírito é capaz de levar-nos além dos ajuntamentos coletivos, reuniões solenes, liturgias incrementadas. Se deixarmos ser guiados por Ele, teremos o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus. Nada fazendo por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente a ponto de considerarmos os outros superiores a nós mesmos e cuidando não somente dos nossos interesses, mas também dos interesses dos outros (Fp 2.3,4 - NVI).

 

O significado do vocábulo “Evangelho”

Evangelho é uma palavra de um significado profundo e abrangente. O seu real sentido talvez seja o mais sublime dos significados. É a palavra mais esperançosa que o nosso vocabulário já pode produzir. Sem ela e o que ela significa o que seria de nós? Sem ela o que restaria seriam apenas más notícias. A palavra Evangelho é uma palavra de origem grega que significa “boa notícia”.

Essa boa notícia é a mensagem de salvação e esperança trazida por Jesus Cristo ao mundo e depois proclamada pelos apóstolos e outros discípulos, e após eles, proclamada por centenas de gerações até o dia de hoje. Jesus falou das boas notícias e as mostrou para as pessoas: “E percorria Jesus todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades.” (Mt 9.35). “O Senhor me deu o seu Espírito. Ele me escolheu para levar boas notícias aos pobres e me enviou para anunciar a liberdade aos presos, dar vista aos cegos, libertar os que estão sendo oprimidos e anunciar que chegou o tempo em que o Senhor salvará o seu povo. ” (Lc .18-19 – NTLH)

Essa mesma incumbência foi entregue a nós Igreja, Corpo terreno de nosso Senhor Jesus Cristo, para darmos continuidade a Obra Redentora de Deu para com toda a humanidade – Deus nos ama e quer que moremos eternamente com Ele.

 

A parábola do semeador

A parábola do semeador é registrada em: Mateus 13.1-8, Marcos 4.1-9 e Lucas 8.4-8. Tomando o registro de Lucas como ponto de partida, lemos.

  1. Lucas 8: 4-8

"E, ajuntando-se uma grande multidão, e vindo de todas as cidades ter com ele, disse por parábola: Um semeador saiu a semear a sua semente e, quando semeava, caiu alguma junto do caminho, e foi pisada, e as aves do céu a comeram; E outra caiu sobre pedra e, nascida, secou-se, pois que não tinha umidade; E outra caiu entre espinhos e crescendo com ela os espinhos, a sufocaram; E outra caiu em boa terra, e, nascida, produziu fruto, a cento por um. Dizendo ele estas coisas, clamava: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.”

O tempo em que Jesus escolheu para dizer essa parábola, não foi acidental. Realmente, como o versículo 4 nos diz: "E ajuntando-se uma grande multidão, que vinham de várias cidades, ele [quando viu esta multidão] falou por uma parábola ..." Jesus disse esta parábola quando muitas pessoas vinham ter com ele para ouvir a Palavra de Deus. Como veremos, a parábola é sobre a escuta da Palavra. Assim, Jesus, ao dizer essa parábola, queria fazer com que todos os que vinham à ele para ouvir a Palavra, conscientes das escolhas disponíveis.

 

  1. "À beira do caminho"

Um olhar sobre a passagem de Lucas acima mostra que a parábola é sobre uma semente que caiu em quatro diferentes tipos de terra, a primeira delas foi "à beira do caminho". Como Lucas 8.5 nos diz: "Um semeador saiu a semear a sua semente: e, quando semeava, uma parte caiu à beira do caminho, e foi pisada e as aves do céu comeram-na."

Algumas das sementes que o semeador semeou caiu "à beira do caminho" e, portanto, não floresceu, nem deu qualquer fruta, mas foi pisada e comida pelos pássaros.

A explicação desta parte da parábola é dada alguns versos mais tarde. Assim, em Lucas 8.11-12, lemos: "Esta é, pois, a parábola: A semente é a palavra de Deus; E os que estão junto do caminho, estes são os que ouvem; depois vem o diabo, e tira-lhes do coração a palavra, para que não se salvem, crendo; "

Além disso, Mateus 13.19, explicando a mesma parte, diz: "Quando alguém ouve a palavra do reino, e não a entende, o Maligno vem e arrebata o que foi semeado do seu coração. Isso é, o que foi semeado à beira do caminho."

De acordo com as passagens acima, a semente que é semeada é A PALAVRA DE DEUS, ou "a palavra do reino". No entanto, esta Palavra não dá os mesmos resultados em todos os lugares, já que sua fecundidade depende do terreno onde ela cai. Um dos tipos possíveis de solo é também aquele "à beira do caminho", que, de acordo com a interpretação da parábola, são as pessoas que, apesar de ouvirem a Palavra de Deus, "não entendem". O que se entende por "não entender" é algo que veremos a partir do contexto. Realmente, a palavra grega traduzida como "entender" na passagem acima, é o verbo "suniemi" que é usado 6 vezes em Mateus 13, 5 nos quais há relação com nossa parábola. Assim, Mateus 13:13-15 nos diz: "... vendo, não vejam, e ouvindo não ouvem, nem entendem [grego: suniemi]. E neles [nos que vendo não vêem e ouvindo não entendem] a profecia de Isaías é cumprida, que diz: "Ouvindo ouvireis e não entenderão [grego: suniemi], e vendo, vereis e não perceberão; POIS [esta é a razão pela qual eles não entendem o que ouvem] o coração deste povo tornou-se calejado. Seus ouvidos são duros de ouvido, e seus olhos se fecharam. Para que não vejam com os olhos e ouçam com os ouvidos, para que não entendam [grego: suniemi] com seus corações e por sua vez, se convertam, de modo que eu os cure "

Enquanto que com os ouvidos se ouve a Palavra, com o coração (a parte interior da mente), a "entendemos". Não é, portanto, uma compreensão mental simples da Palavra da qual a parábola do semeador fala. É antes uma compreensão, uma aceitação da Palavra com o coração, a parte interna da mente. É por isso que o resultado que a semente da Palavra terá dependerá do solo, dos corações daqueles que ouvem a Palavra. A mesma semente caindo em diferentes tipos de solo, isto é, nos corações de qualidade diferente, dá resultados diferentes. Quando o coração está calejado, quando a semente da Palavra cair será o mesmo que cair à beira do caminho. Ele nem vai florescer nem, naturalmente, fornecer qualquer fruto.

 

  1. "Algumas caíram em terreno pedregoso"

Tendo examinado o primeiro tipo de terra onde a semente da Palavra cai, vamos agora avançar para a segunda. Mateus 13.5-6 nos fala sobre isso: "E outra parte [sementes] caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda; Mas, vindo o sol, queimou-se, e secou-se, porque não tinha raiz.”

A semente pode brotar em vários tipos de solo. No entanto, ela não vai sobreviver e dar frutos em todos eles. Um dos solos no qual a semente, apesar de inicialmente surgir, mas no final, não vai sobreviver é o chão pedregoso. A razão pela qual a semente não pode sobreviver lá, é porque as pedras não lhe permitem lançar raízes profundas que são necessárias para encontrar a umidade. Assim, com o primeiro vento definha.

Marcos vai para a explicação desta parte da parábola, onde lemos Marcos 4.16-17: "E da mesma forma os que recebem a semente sobre pedregais; os quais, ouvindo a palavra, logo com prazer a recebem; Mas não têm raiz em si mesmos, antes são temporãos e aguentam apenas por um tempo; depois, sobrevindo tribulação ou perseguição, por causa da palavra, logo se escandalizam."

Como pode ser visto, o terreno pedregoso é composto de pessoas que ouvindo a Palavra, a recebem imediatamente com alegria. No entanto, isso não dura por muito tempo, pois quando as perseguições e aflições surgem, essas pessoas, imediatamente, caem. Como é óbvio, o problema que finalmente as levam a queda é que elas são muito fracas na perseguição e aflição. Assim, quando o diabo traz essas coisas contra eles, elas imediatamente caem. Sua queda não é causada porque a aflição é muito pesada para suportarem, pois em de 2 Coríntios 4.17, 1 Coríntios 10.12-13 e 1 Pedro 5.10 está escrito que a aflição vai ser leve e certamente não maior do que aquilo que podemos suportar (1 Coríntios 10.12-13). Em vez disso, ela é causada porque eles não estão dispostos a mostrar, a menor resistência ao diabo (e caem imediatamente como diz o texto). Assim como Tiago 4.7 nos diz: "Portanto, sujeitai-vos a Deus. Resisti ao diabo e [como resultado de sua resistência] ele fugirá de vós."

Se não resistirmos ao diabo, ele não vai fugir de nós. Em contraste, ele devora aqueles que não resistem a ele. Para esta categoria de alimento em potencial do diabo pertencem também as pessoas desta segunda categoria. Quando o diabo vem, trazendo aflições, elas imediatamente caem e tornam-se um alimento fácil para ele. Eles têm um bom começo, mas, infelizmente, um mau fim.

 

  1. A terceira categoria

Tendo considerado as duas primeiras categorias de pessoas que ouvem a Palavra, vamos agora avançar para a terceira. Marcos 4.7, nos diz: "E algumas sementes caíram entre os espinhos, e os espinhos cresceram, e sufocaram-na, e não deu fruto"

 

O terceiro tipo de solo é a do chão espinhoso. A semente que cai neste solo é sufocada, não dando assim nenhum fruto. Para entender o que se entende por esta parte da parábola, iremos para Marcos 4.18-19. Ali nós lemos: "E outros são os que recebem a semente entre espinhos, os quais ouvem a palavra; Mas os cuidados deste mundo, e os enganos das riquezas e as ambições de outras coisas, entrando, sufocam a palavra, e fica infrutífera."

Infelizmente, esta terceira categoria de pessoas também é problemática. O problema com esta categoria é que a Palavra de Deus é mantida em seus corações, juntamente com outras coisas como "os cuidados deste mundo, a sedução das riquezas e as ambições de outras coisas". Essas coisas, enfim, agem como os espinhos para o crescimento da Palavra, sufocando-a e tornando-a infrutífera. Em contraste com o que as pessoas dessa categoria fazem, Jesus Cristo disse em Mateus 6.25-34 "Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário? Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura? E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé? Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? (Porque todas estas coisas os gentios procuram). De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.”

 

Primeiro são as coisas do reino de Deus e só então todas as outras coisas. Se aplicarmos este princípio, então todas as outras coisas serão acrescentadas a nós. Se, no entanto, não a aplicarmos, mas na primeira posição, colocarmos os cuidados e outras coisas, então essas outras coisas que sufocam a Palavra, tornando-a infrutífera. O fio dos cuidados deste mundo, a sedução das riquezas e os desejos de outras coisas é muito grave. No artigo: "A parábola do semeador: e a que caiu entre espinhos" lidamos com cada um destes aspectos em separado.

 

  1. "E outra caiu em boa terra"

Até agora temos examinado três tipos de solo no qual a semente da palavra caiu. Infelizmente, nenhum deles foi capaz de fazer a semente fecunda. Assim, o primeiro tipo de solo, que foi "à beira do caminho", foi tão forte que a semente não brotou mesmo. Além disso, o segundo foi o pedregoso, não permitindo a semente lançar raízes profundas. Finalmente, o terceiro foi o solo espinhoso, sufocando a semente e tornando-a infrutífera. Após a analise de três categorias infrutíferas, agora é tempo para ver como a boa terra que dá fruto é. Mateus 13.8 nos fala sobre isso: "E outra caiu em boa terra e deu fruto, um a cem, outro a sessenta e outro a trinta"

E aqui está a explicação dada em Mateus 13.23:

"Mas o que foi semeado em boa terra é aquele que ouve a palavra, e entende [grego: suniemi] dá fruto e produz:Um a cem, outro a sessenta e outro a trinta"

Desta vez, a semente não caiu à beira do caminho, ou em um terreno pedregoso, ou entre os espinhos, mas em uma boa terra, nos corações das pessoas que ouvem a Palavra e a compreendem [grego: suniemi]. Como Lucas 8.15 explica esse "entender": "Mas as que cairam em boa terra são aquelas que, caíram em um coração honesto e bom, que tendo ouvido a palavra, a mantém, e dão fruto com perseverança."

Como podemos lembrar, a primeira categoria de pessoas não podiam "entender", receber a Palavra em seus corações pois estavam calejadas, rígidas. Em contraste, as pessoas da categoria frutífera entendem a Palavra e a colocam em seu coração bom e honesto. Esta categoria frutífera tem tudo o que as outras três categorias infrutíferas não tem. Assim, na primeira categoria as pessoas tinham corações endurecidos, aqui porém o coração é bom e honesto. Também na segunda categoria o povo não tinha resistência, e caiu imediatamente com a aflição, aqui todavia o povo é paciente (eles "dão fruto com perseverança" como diz o texto) e não desistem. Finalmente, na terceira categoria a Palavra de Deus foi sufocada pelos cuidados diversos e desejos, mas aqui ele é mantida em primeiro lugar nos corações dessas pessoas, não perdendo a sua posição para qualquer outra coisa. Esta é a categoria frutífera. E como Cristo disse em João 15: "Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor Toda vara em mim que não dá fruto ele tira:. E todo ramo que dá fruto, ele limpa, para que dê mais fruto .... Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. ... pois nisso é glorificado meu Pai, que deis muito fruto, assim você vai ser meu discípulo ... vós não me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos designei para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça: para que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos dê. "

Deus limpa toda aquela que dá fruto, para que ela produza mais. Quanto mais frutífero, mais Deus é glorificado.

Para concluir, portanto: a Palavra de Deus pode ser falada para vários tipos de pessoas. No entanto, os resultados serão diferentes como diferente é a qualidade dos corações que ouvem a Palavra. Assim, alguns vão rejeitá-la, outros irão aceitá-la até a aflição chegar, e os outros vão recebê-la, mas eventualmente iram colocá-la em última posição colocando outras coisas (cuidados, riquezas, outros desejos) sobre ela, e, finalmente, outros vão mantê-la em um coração bom e honesto onde darão frutos. É por isso que Jesus, terminando a interpretação da parábola disse: "Acautelai-vos, como você ouve" (Lucas 8:18). Não é só que se ouve a Palavra, mas também é como ele ouve, pois muitos podem ouvir a Palavra, mas apenas aqueles que a ouvem e a mantém em um coração bom e honesto será frutífera. Que todos nós possamos ser e continuar nesta categoria.

 

Conclusão

Para concluir, portanto: a Palavra de Deus pode ser falada para vários tipos de pessoas. No entanto, os resultados serão diferentes como diferente é a qualidade dos corações que ouvem a Palavra. Assim, alguns vão rejeitá-la, outros irão aceitá-la até a aflição chegar, e os outros vão recebê-la, mas eventualmente iram colocá-la em última posição colocando outras coisas (cuidados, riquezas, outros desejos) sobre ela, e, finalmente, outros vão mantê-la em um coração bom e honesto onde darão frutos. É por isso que Jesus, terminando a interpretação da parábola disse: "Acautelai-vos, como você ouve" (Lucas 8.18). Não é só que se ouve a Palavra, mas também é como ele ouve, pois muitos podem ouvir a Palavra, mas apenas aqueles que a ouvem e a mantém em um coração bom e honesto será frutífera. Que todos nós possamos ser e continuar nesta categoria.

 

Fontes Consultadas:

  • Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
  • Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
  • Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
  • Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
  • Bíblia de Estudo da Mulher – Editora Mundo Cristão/SBB – Edição 2003
  • Dicionário Vine – Editora CPAD – 3ª Edição 2003
  • 365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia - Rio de Janeiro Editora CPAD
  • Richards – Lawrence O. – Guia do leitor da Bíblia – Editora CPAD – 8ª Edição/2009

 

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva

 

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Conjunto de videoaulas apresentado como auxílio para a preparação do professor da Escola Bíblica Dominical dentro do compromisso do Portal Escola Dominical com o ensino da Palavra de Deus.

Faixa etária dos Adolescentes.

 

Porto Alegre/RS - Prof. Liano Ibaldo:

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Os israelitas estavam prontos para cruzar o rio Jordão para Canaã. Antes, porém, Josué enviou dois espiões. Disse-lhes: ‘Vejam como é o país e a cidade de Jericó.’

 

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PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
JARDIM DE INFANCIA – Tema: Família, um presente do meu Amigo
Comentarista: Cristiane Alves

Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

LIÇÃO 7 - UM PRESENTE PARA TODA A FAMÍLIA

 

Texto Bíblico: Js 1.1,2; 2.1-24

 

Objetivo

Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seus alunos possam conscientizar-se de que Deus sempre recompensa nossas boas ações e nossa fé, protegendo toda a nossa família.

 

Para memorizar:

“O SENHOR é bom, um refúgio em tempos de angústia. Ele protege os que nele confiam” (Na 1.7 - NVI)

 

Aprendendo a Bíblia

Os israelitas estavam prontos para cruzar o rio Jordão para Canaã. Antes, porém, Josué enviou dois espiões. Disse-lhes: ‘Vejam como é o país e a cidade de Jericó.’

Quando os espiões chegaram a Jericó, foram à casa de Raabe que era em cima das muralhas. Mas alguém informou o rei de Jericó:

_ ‘Dois israelitas entraram aqui hoje à noite para espionar o país.’ Ouvindo isso, o rei mandou homens a Raabe, ordenando:

_ ‘Traga para fora os homens que você tem na casa!’ Mas Raabe havia escondido os espiões no telhado. De modo que ela disse:

_ ‘Alguns homens vieram para cá, mas eu não sabia donde eram. Partiram quando escureceu, antes de se fechar o portão da cidade. Se correrem, poderão alcançá-los!’ De modo que os homens foram correr atrás deles.

Depois de irem embora, Raabe subiu ao telhado e disse aos espias:

_ ‘Sei que Deus lhes entregará esta terra. Soubemos que Ele secou o mar Vermelho quando vocês saíram do Egito, e que entregaram nações e reis em vossas mãos. Eu fui bondosa com vocês; por isso, prometam-me que serão bondosos comigo. Salvem meu pai e minha mãe, e meus irmãos e irmãs.’

Os espiões prometeram-lhe isso, mas Raabe tinha de fazer algo. ‘Tome esta corda vermelha e prenda-a à janela’, disseram-lhe, ‘e ajunte todos os seus parentes na sua casa. Quando todos voltarmos para tomar Jericó, veremos esta corda na sua janela e não mataremos a ninguém na sua casa’. Quando os espiões voltaram a Josué, contaram-lhe tudo.

Alguns dias depois, os israelitas marcharam em volta da cidade em silêncio. Daí, Israel passou a marchar em volta de Jericó durante seis dias, uma marcha por dia. Agora, o sétimo dia tinha chegado, mas havia algo diferente. Como mencionado no início deste artigo, a marcha começou ao nascer do sol, mas após a primeira volta o exército continuou marchando em volta de Jericó. (Js 6.15) O que os israelitas estavam fazendo? O que aconteceria a seguir?

Ao fim da sétima marcha do sétimo dia, o exército parou. O som das buzinas se calou. O silêncio pairava no ar. Dava para sentir a tensão naquela cidade. Daí, a um sinal de Josué, o exército de Israel elevou sua voz pela primeira vez, dando um poderoso grito. Será que os guardas em cima da muralha de Jericó pensaram que isso era uma forma diferente de ataque? Se pensaram, não foi por muito tempo. A sólida muralha começou a tremer sob os pés deles. Ela balançou, rachou e então caiu rente ao chão. Mas, quando a poeira baixou, podia-se ver que uma parte da muralha estava intacta. A casa de Raabe ainda estava de pé, um monumento solitário à fé daquela mulher. Imagine o que ela sentiu ao ver como Deus a havia protegido. Sua família estava a salvo — Josué 6.10, 16, 20, 21.

 

Aplicação da lição

Enfatize aos pequenos que os israelitas ficaram impressionados com a fé de Raabe. Quando eles viram aquela única casa de pé em meio às ruínas, souberam que Deus estava com essa mulher. Ela e sua família foram poupadas da execução que sobreveio àquela cidade perversa.

 

Oficina criativa

Imprimir o desenho no link abaixo para os pequenos fazer a atividade

 

Imagem: http://2.bp.blogspot.com/_TGVpqTnh6t8/S8Ef5CE-5PI/AAAAAAAABFo/aJRWGVmQs4M/s1600/5.jpg

 

Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof.  Jaciara da Silva

 

 

 

 

 

 

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Jacó tinha doze filhos Rubem, Simeão, Levi, Judá, Issacar, Zebulom, Dã, Naftali, Gade, Aser, José e Benjamim. Os dez irmãos mais velhos eram muito ciumentos e encrenqueiros. Viviam criando confusão. José era um rapaz muito obediente e bondoso. Benjamim era o caçulinha. Jacó deixava bem claro que José e Benjamim eram os seus filhos prediletos. E isso era muito ruim porque fez crescer o ciúme no coração dos outros irmãos

 

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PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
JARDIM DE INFANCIA – Tema: Família, um presente do meu Amigo
Comentarista: Cristiane Alves

Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

LIÇÃO 6 – O CIÚME NÃO FAZ PARTE DO PRESENTE

 

Texto Bíblico: Gn 37.1-36

 

Objetivo

Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seus alunos possam conscientizar-se de que em nossa família, todos têm seus talentos especiais, e nós também. Não precisamos ficar tristes por que às vezes não fazermos as mesmas coisas que nossos irmãozinhos (as). Todos somos especiais, devemos nos respeitar e amar, sendo obedientes a Deus.

 

Para memorizar:

“Pois onde há inveja e ambição egoísta, aí há confusão e toda espécie de males” (Tg 3.16 - NVI)

 

Aprendendo a Bíblia

Jacó tinha doze filhos Rubem, Simeão, Levi, Judá, Issacar, Zebulom, Dã, Naftali, Gade, Aser, José e Benjamim. Os dez irmãos mais velhos eram muito ciumentos e encrenqueiros. Viviam criando confusão. O coração deles era assim. José era um rapaz muito obediente e bondoso. Benjamim era o caçulinha. Jacó deixava bem claro que José e Benjamim eram os seus filhos prediletos. E isso era muito ruim porque fez crescer o ciúme no coração dos outros irmãos

Jacó elogiava muito José diante dos outros irmãos e eles ficavam muito aborrecidos com aquilo e a raiva deles aumentava mais. Por outro lado, quando os irmãos faziam alguma coisa errada, José tentava corrigi-los e, se não conseguia, contava tudo para o pai e eles levavam a maior bronca. Assim, a raiva deles por José crescia cada vez mais. Para piorar as coisas, um dia Jacó deu uma túnica muito bonita, toda colorida para José. Os irmãos olharam para suas roupas simples e se encheram de inveja de José. Nenhum deles tinha ganhado uma roupa tão bonita assim! Eles ficaram mortos de inveja. Ah! Se eles pudessem se livrar dele, fariam isso na mesma hora. E a raiva deles ficou maior ainda.

Deus queria revelar coisas muito importantes para José por isso, uma noite, José teve dois sonhos estranhos. No primeiro sonho, José estava amarrando feixes de trigo com seus irmãos. De repente, os onze feixes que seus irmãos amarram levantaram-se e começaram a inclinar-se diante do feixe de trigo de José. No segundo sonho, José viu o Sol, a Lua e onze estrelas. Todos se inclinavam diante dele. Era muito fácil entender o que aqueles sonhos queriam dizer. Quem consegue explicá-los? [Dar tempo para as respostas.] Muito bem.

Os irmãos de José entenderam direitinho o que o sonho queria dizer e ficaram furiosos. Eles disseram: “Você pensa que nós seremos seus escravos?”  Pensem bem: José era o filho predileto de Jacó, tinha ganhado uma roupa linda, que só as pessoas importantes usam e, agora, sonhava que seus irmãos se inclinavam diante dele. O irmãos pensaram que talvez Jacó quisesse que José, o mais novo, mandasse neles, os mais velhos. E isso os deixou furiosos.  O coração deles ficou muito, muito cheio de raiva.

Um dia os irmãos de José viajaram, procurando pasto para o rebanho. Como eles não davam notícias, Jacó ficou preocupado e mandou que José fosse até lá para ver o que tinha acontecido. José preparou comida para os irmãos e foi procurá-los. Ele andou muito, muito e ficou bem cansado. Mas não quis parar para descansar enquanto não encontrasse seus irmãos. Quando eles viram que ele estava se aproximando, usando sua roupa colorida, o ódio deles aumentou muito e disseram: “Lá vem o sonhador! Vamos atirá-lo em um poço e diremos ao papai que uma fera o devorou.”

Que horror! Coitado do José. Nem imaginava o que o esperava.

Ruben, o irmão mais velho ficou com pena de José. Mas ele tinha medo de contrariar os irmãos. Por isso, ele tentou ganhar tempo. Ele disse: “Não vamos matar José. Vamos jogá-lo vivo dentro de um desses poços do deserto.” Ruben pensava em tirar José do poço quando os outros irmãos não estivessem vendo.

Quando José chegou, todo feliz por encontrar seus irmãos, ao invés de o abraçarem e oferecerem comida, eles agarraram José e tiraram a sua túnica. José gritava: “O que vocês estão fazendo? Por favor, me deixem!”

Mas eles não o atenderam e o jogaram dentro de um poço seco. O poço era muito profundo e José jamais teria chance de escapar. Enquanto José estava no poço chorando, seus irmãos sentaram-se para comer a comida que ele lhes trouxera... Que homens maus!

Naquele momento, uma caravana de mercadores aproximou-se com seus camelos. Eles iam para o Egito. Judá teve uma idéia: “Vamos vender José aos mercadores. Assim ganharemos algum dinheiro.” E os outros concordaram. Tiraram José do poço e o venderam por vinte moedas de prata. Quando José percebeu o que estavam fazendo, suplicou a cada um deles: “Por favor, não me venda, querido irmão!”

Alguns até quiseram ajudar José, mas ficaram com medo dos outros e não fizeram nada. E, assim, José foi levado embora. O coração dele ficou assim. Quando Ruben voltou, foi até o poço, mas José não estava lá. Então chorou: “O rapaz se foi, e agora o que farei?”

Ruben sentiu-se mal porque não falou com autoridade para livrar José. Mas era tarde demais! Por ter sido covarde, seu irmão agora era um escravo.

Para esconder o que fizeram, aqueles covardes mataram um cabrito e molharam o sangue dele na linda túnica colorida de José. Depois, mostraram a túnica a Jacó e disseram que haviam encontrado ela no campo.”

Jacó reconheceu a túnica e chorou muito: “É a túnica de José! Uma fera deve tê-lo feito em pedaços...”

E Jacó rasgou as suas vestes para mostrar que estava muito, muito triste. Ele chorou por José durante vários dias. Os irmãos, vendo o sofrimento do pai, sentiram-se muito mal por terem vendido José e mentido para o pai. Mas agora era tarde. Eles tentaram alegrar Jacó, mas ele dizia que nunca mais seria feliz outra vez. Ele falava: “Morrerei com a minha tristeza por ter perdido meu garoto.”

E os irmãos de José sabiam que a culpa de tudo era deles. Que tristeza não é mesmo!?

 

Aplicação da lição

Enfatize aos pequenos que a mentira, a inveja, o ódio e a desobediência sempre trazem tristeza. Não devemos ter inveja e nem raiva de nossos irmãozinhos (as). Se alguma vez sentir isso, ore e o Senhor Jesus nos ajudará.

 

Oficina criativa

Imprimir o desenho no link abaixo para os pequenos fazer a atividade

 

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Colaboração para Portal Escola Dominical – Prof.  Jaciara da Silva

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Jesus cresceu e tornou-se um  homem obediente a Deus. Ele também trabalhava com seu pai José na carpitania. Mas ele sabia que nascu para a missão de trazer salvação a toda a humanidade. Ele queria fazer tudo como Deus mandasse.

 

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
PRIMÁRIOS - Tema: Conhecendo a vida de Jesus
Comentarista: Telma Bueno
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

LIÇÃO 7 - JESUS É BATIZADO

 

Objetivo

Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seu aluno possa entender que Jesus mesmo sendo Deus, se achava em corpo humano e se esforçava para agradar a Deus Pai em tudo

 

Memorizando

“Então uma voz dos céus disse: "Este é o meu Filho amado, em quem me agrado"..(Mt 3.17 – NVI).

 

Texto bíblico em estudo: Lc 3.21-22

 

Explorando a Bíblia

Jesus cresceu e tornou-se um  homem obediente a Deus. Ele também trabalhava com seu pai José na carpitania. Mas ele sabia que nascu para a missão de trazer salvação a toda a humanidade. Ele queria fazer tudo como Deus mandasse.

Quando fez 30 anos, chegou o tempo de iniciar seu ministério terreno, para isso precisava cumprir todas as etapas para uma vida de trabalho a Deus. Precisava ser batizado também.

João Batista estava batizando as pessoas no rio Jordão e Jesus foi até lá.

_ "Você não precisa ser batizado, você não tem pecado" - disse João Batista para Jesus. Mas Jesus queria ser batizado, ele queria fazer direitinho tudo o que Deus mandou.

Entrou na água do rio  Jordão com João Batista e foi batizado. Deus ficou muito feliz e disse lá do céu:

_ "Este é o meu Filho amado!"

E também apareceu uma linda pombinha  bem branquinha que simbolizava o Espírito santo. Deus estava contente com as atitudes de Jesus.

 

Aplicação da Lição

Enfatize aos pequenos como é bom fazer o que Deus quer. Ele fica muito feliz... e nós também ficamos quando fazemos o que é correto.

 

Oficina criativa

Imprimir o desenho abaixo para os pequenos fazer a atividade

 

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Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva.

Avaliação do Usuário

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Quando Jesus era menino ainda, seus pais o perderam no meio da multidão. Eles ficaram desesperados!!! Foi assim, era época da Páscoa em Jerusalém e centenas de pessoas de todas as partes estavam na cidade para a festa. José e Maria, os pais de Jesus, também foram à cidade para celebrar.

 

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PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
PRIMÁRIOS - Tema: Conhecendo a vida de Jesus
Comentarista: Telma Bueno
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

LIÇÃO 6 – O MENINO JESUS VISITA A CASA DE DEUS

 

Objetivo

Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seu aluno possa entender que Jesus mesmo sendo Deus era obediente aos seus pais terrenos. Ser obediente sempre traz alegrias e evita problemas.

 

Memorizando

“Então foi com eles para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, guardava todas essas coisas em seu coração".(Lc 2.51 – NVI).

 

Texto bíblico em estudo: Lc 2.41-45

 

Explorando a Bíblia

Quando Jesus era menino ainda, seus pais o perderam no meio da multidão. Eles ficaram desesperados!!!

Foi assim, era época da Páscoa em Jerusalém e centenas de pessoas de todas as partes estavam na cidade para a festa. José e Maria, os pais de Jesus, também foram à cidade para celebrar.

No caminho de volta para casa, notaram que Jesus não estava com eles. Acharam que estivesse com algum parente ou com os amigos, mas quando perceberam que Jesus estava perdido, ficaram muito preocupados!

Os pais de Jesus ficaram muito felizes quando encontraram seu precioso filho no templo! Mas ficaram curiosos ao saber o que Jesus estava fazendo lá. Bem, naquela época, mesmo Jesus sendo apenas um menino, estava sentado com os anciãos do templo, ensinando coisas a respeito de Deus!

Imaginem só! Um jovenzinho ensinando os professores sobre Deus! Jesus estava ensinando com tanta sabedoria e entendimento, que todos estavam admirados. Maria perguntou a Jesus por que ele tinha vindo ao templo. Jesus disse a ela e a José: "Por que vocês estavam me procurando? Não sabiam que eu preciso estar na casa de meu Pai?"

Mas eles não entenderam tudo o que Jesus quis dizer com isso.

O que vocês acham que Jesus queria dizer?

Espere um pouco para que as crianças dêem suas opiniões e depois diga: Jesus sabia que o lugar mais natural para ele estar era perto de seu Pai Celestial - seu templo ou casa.

Jesus também sabia que os mestres tinham muito a aprender sobre Deus. O Senhor Deus Pai, mandou Jesus para nos ensinar e era justamente isso que estava fazendo! Vamos ver se descobrimos por que devemos aprender a respeito de Deus e qual é a importância disso.

 

Aplicação da Lição

Enfatize aos pequenos que como Jesus era obediente aos pais, nos deixou o exemplo para aprendermos com Ele.

 

Oficina criativa

Imprimir o desenho abaixo para os pequenos fazer a atividade

 

 

Imagem: http://4.bp.blogspot.com/-iOuk9-Dnjqc/T-5bzG8jlHI/AAAAAAAAcZE/DXU4cPD5098/s1600/Jesus-Qdo-crianca-Maternal.JPG

 

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva.

Avaliação do Usuário

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“Regeneração” é a tradução de uma palavra grega que significa: NOVO NASCIMENTO. Encontramos esta palavra apenas duas vezes no Novo Testamento, em Mateus 19:28 e Tito 3:5. No primeiro texto, Cristo se refere à época vindoura e à nova criação, a renovação do mundo. Na segunda passagem, Paulo se refere claramente à experiência do crente na hora da conversão, ao seu novo nascimento e renovação pelo Espírito Santo

 

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2016
PRE ADOLESCENTES - Tema: O maravilhoso Plano da Salvação
Comentarista: Karen Bandeira
Comentário: Prof. Jair César S. Oliveira
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

 LIÇÃO 7- FUI RESTAURADO

 

Texto bíblico   Lc 19.1-10

 

Objetivos

Os alunos devem entender o que e regeneração, como ela ocorre, e quais as mudanças que vem na vida da pessoa que foi regenerada.   

 

Introdução

O significado da Regeneração

“Regeneração” é a tradução de uma palavra grega que significa: NOVO NASCIMENTO. Encontramos esta palavra apenas duas vezes no Novo Testamento, em Mateus 19:28 e Tito 3:5. No primeiro texto, Cristo se refere à época vindoura e à nova criação, a renovação do mundo. Na segunda passagem, Paulo se refere claramente à experiência do crente na hora da conversão, ao seu novo nascimento e renovação pelo Espírito Santo.

 Em Português a palavra regenerar tem dois significados: “tornar a gerar” ou “emendar-se, reabilitar-se”. Às vezes falamos de um ladrão que parou de roubar, que ele é uma “pessoa regenerada”. Mas este não é o significado bíblico para a Regeneração. A Bíblia ensina que o homem não pode salvar-se apenas “reformando-se”, “emendando-se” ou “corrigindo-se”. Cristo confirma essa verdade ao dizer que é impossível remendar um pano velho colocando um pedaço de pano novo, pois quando o novo encolher “faz-se maior o rasgo” (Mateus 9:16). Nem que se pode pôr “vinho novo em odres velhos”, pois o gás se expande e estoura o odre (Mateus 9:17). Portanto a Regeneração não é um “remendo” no velho homem adâmico mas sim uma completa renovação. Necessitamos de um novo nascimento, uma nova vida!

Como nascer de novo?

 Nicodemos queria saber como nascer de novo (João 3:4). Cristo explicou que: “Aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus” (João 3:5). Esta mesma verdade é ensinada em Tito 3:5: Deus “nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo”. A “água” citada por Jesus significa  a mesma coisa que a “lavagem da regeneração” mencionada por Paulo; o “nascer do Espírito” é equivalente a “renovação do Espírito Santo” de Tito 3:5. A “água” e a “lavagem”  são símbolos da Palavra de Deus (Isaías 55:10, 11; Tiago 1:18; I Pedro 1:23-25) e nada têm a ver com o batismo!

fonte: http://irmaorocha.webnode.com.br/estudos-biblicos/a%20regenera%C3%A7%C3%A3o/

 

I – Uma nova pessoa

“Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo” (2Co 5.17).

Como é maravilhoso quando compramos algo novo! Pode ser a compra de um eletrodoméstico ou de uma roupa que desejamos. Tudo que é novo tem um aspecto bonito e desejável, por isso ficamos muito felizes quando adquirimos. Sabemos que por mais que tentemos consertar ou recauchutar o que é velho, nunca voltará a ficar novo como antes. Sempre terá a marca do tempo.

Mas quando ouvimos o apóstolo Paulo dizer: “Quem está unido com Cristo é uma nova pessoa; acabou-se o que era velho, e já chegou o que é novo” temos que lembrar que esta é uma ação de Deus, e por isso é perfeita. Ele transforma o que era velho em algo completamente novo. Somos novas pessoas em Cristo, transformadas por Deus para uma nova vida. Esta garantia temos no batismo que recebemos, somos lavados, purificados e assim feitos novos através de Jesus Cristo.

Não podemos tentar comparar nossas ações com a ação de Deus. Tudo que tentamos fazer se torna imperfeito, como transformar algo velho em novo. Por isso, sofremos muito neste mundo com as tentações do Diabo e com o modo que tratamos uns aos outros. Temos que lembrar que a nova pessoa, a nova natureza gerada pelo Espírito Santo, já é realidade para quem crê em Cristo, mesmo que o corpo e a velha humanidade ainda existam neste mundo.

Temos que lembrar, que para nós, o mais importante é viver esta nova vida que Jesus Cristo nos deu. Vivê-la com fé e amor para com nosso próximo.

Somos chamados por Deus para viver uma nova vida. Uma vida de fé e de amor. Para que assim, possamos ajudar os que sofrem, mostrando a eles esta nova vida, este novo ser que somos em Jesus Cristo, nosso Senhor.

Fonte: http://www.horaluterana.org.br/multimidia/uma-nova-pessoa/

 

II – O Espírito Santo me regenerou

Regeneração é a palavra que estamos estudando e significa que somos, na realidade, uma nova criação. Não somos mais quem éramos. É essa a expectativa ardente da criação.

O Apóstolo Paulo explicou quem nós éramos antes de ter Jesus. Efésios 2:1-2: “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência;”.

Andávamos segundo o príncipe das potestades do ar. Há pessoas que seguiam cartomante, quiromante, faziam consultas a búzios, pulavam em cemitério, comiam e mordiam pescoço de galinhas, serviam às redes, aos tentáculos orientalistas do diabo, mas eram ovelhas. Nós éramos, na carne, como os demais, como se fôssemos filhos da ira, filhos da perdição.

Depois da regeneração, dizem os versículos 3-5: “entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, – pela graça sois salvos,”.

Agora, vê Romanos 3:10-12 “como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer.”

Quem era o homem que poderia se auto-regenerar? Quem poderia se auto-salvar? Estávamos mortos. Não buscávamos. Não há um justo, não há um sequer. Não há quem entenda.

Em Efésios 2:11-13 Paulo explica um pouco mais sobre quem nós éramos antes daregeneração: “Portanto, lembrai-vos de que, outrora, vós, gentios na carne, chamados incircuncisão por aqueles que se intitulam circuncisos, na carne, por mãos humanas, naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo. Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo.” Na carne, fomos gentios, mas, no espírito, sempre fomos ovelhas. Estávamos mortos, mas Jesus nos deu vida, nos regenerou.

Nota uma coisa: a regeneração é um ato instantâneo. Não demora 100 anos para acontecer. Não podemos dizer que estamos nos regenerando constantemente. Ela é instantânea porque é o Espírito Santo quem regenera. O indivíduo que mentia, não mente mais. Fornicava, não fornica mais. Adulterava, não adultera mais. Roubava, não rouba mais. Usava mal a sua língua, não usa mais. Isso é um ato instantâneo. Zacarias 3:9 explica isso: “Porque eis aqui a pedra que pus diante de Josué; sobre esta pedra única estão sete olhos, eis que eu lavrarei a sua escultura, diz o SENHOR dos Exércitos, e tirarei a iniqüidade desta terra, num só dia.”

Ora, se Satanás, através de Adão, nos manchou em um dia, por que Cristo não poderia tirar o pecado da nossa vida também num dia?

João 1:29 diz: “No dia seguinte, viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!”

O Senhor Jesus Cristo tirou o pecado da nossa vida quando O recebemos como Senhor e Salvador. Nessa hora, instantaneamente, o nosso passado, presente e futuro foram mudados. A nossa vida velha passou, tudo se fez novo.

Diz, em Romanos 5:12: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.”

Quando Adão pecou, todos pecaram. Num único dia, todo o mundo morreu. Ora, se num único dia Adão matou todo o mundo, seria difícil para Jesus salvar a todos que predestinou, num dia? Vamos ver: Versículos 15, 17: “Todavia, não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um só, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos.” “Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da Graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo.” Tu precisas entender isso, para depois poderes saber como foste regenerado.

O Salmo 51:5 diz: “Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe.” Quando nascemos, quando mamãe e papai nos conceberam, já éramos pecadores. Adão já havia destruído tudo.

Diz o Salmo 32:2: “Bem-aventurado o homem a quem o SENHOR não atribui iniqüidade e em cujo espírito não há dolo.” Nascemos em pecado e deixamos essa condição de pecadores. Essa mudança de pecador para não pecador se chama regeneração.Quem faz essa obra é o Espírito Santo.

Fonte; http://igrejacristovive.com.br/mensagens/somos-regenerados-pelo-espirito-santo/

 

III – Agora tenho comunhão com Deus

No começo Deus criou Adão e Eva.  Eles eram inocentes de qualquer pecado e viviam em comunhão com seu Criador (Gn 3:8). Contudo, eles pecaram ao comerem o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal e ficaram espiritualmente separados de Deus (Gn 2:16-17; 3:11-12).  Além de perderem sua comunhão com Deus, eles também foram expulsos do Jardim do Éden.

A Bíblia é a história do desenvolvimento do plano de Deus para restaurar a comunhão dele com o homem. Deus não deseja estar afastado do homem e assim ele providenciou, através de Jesus Cristo, um meio de o homem ser restaurado na comunhão com seu Criador. A comunhão divina é um privilégio, mas precisamos entender como é estabelecida e mantida

A palavra grega mais freqüentemente traduzida como "comunhão," por definição e uso bíblico, dá o sentido de participação num interesse ou projeto comum.

No Novo Testamento, a palavra é sempre usada em assuntos espirituais, nunca para atividades sociais. A palavra envolve, usualmente, dois elementos:  relação e ação.  

Quando duas ou mais pessoas têm um interesse espiritual em comum por causa de sua relação espiritual, elas têm comunhão ao participarem desse interesse comum. Sem essa relação, a participação em algum interesse ou trabalho não constitui comunhão no sentido bíblico da palavra.  Duas pessoas que são cristãs têm uma relação de comunhão;  ambas pertencem à família espiritual de Deus. 

 

Quando elas co-participam de responsabilidades espirituais, elas têm comunhão entre si e com Deus. As palavras "comunhão" e "irmandade" são confundidas, às vezes, mas "comunhão" quase sempre significa co-participação, enquanto "irmandade" ressalta a relação.

O relacionamento com Deus é a base para o nosso relacionamento com o próximo, com os irmãos. Estão intimamente relacionados (1 Jo 4.20-21).

 

 

Estar em comunhão com Deus é a maior dádiva que alguém pode possuir, quando estamos em comunhão com o Pai sentimos segurança, não temos medo de ofertar a nossa vida em favor das pessoas que sofrem, temos certeza de que tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus.

A comunhão com Deus é como um casamento, quando o casal deixa o primeiro amor e cai na rotina, quando um dos dois perde aquele sentimento de "querer agradar" e esquece como foi bom o início do namoro, e começam a se distanciar... Eles vão perdendo a comunhão um com o outro. Viver em comunhão é estar sempre em contato, é o amar como no início.

O apóstolo João escreveu o seguinte: "Ora, a mensagem que, da parte dele, temos ouvido e vos anunciamos é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma. 

Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 Jo 1:5-7). 

O homem não pode caminhar na escuridão, isto é, viver no pecado, e ter comunhão com Deus. A pessoa que nunca pecou está caminhando na luz, como estavam Adão e Eva antes de seu pecado no Jardim.

Deus jamais nos esquece, jamais deixou de fazer o bem pra nós, porém quando nós nos esquecemos do primeiro amor, perdemos a comunhão com Ele.

O que significa a nossa vida de comunhão com Deus com base em Pv 3.1-12.

Vejamos agora As  condições para “Viver em comunhão com Deus"

 

Tenha confiança no Senhor

 A base dessa confiança é a sabedoria que nos é transmitida pela Palavra de Deus (Provérbios 2.6). Quando esperamos confiantemente pelo Senhor e nele confiamos, sem nos estribarmos nos nossos próprios conhecimentos, ele coloca os nossos pés sobre a rocha e firma os nossos passos nos seus caminhos (Sl 40.1-3). A nossa vida passa a ter a firmeza do monte Sião que não se abala (Sl 125.1-2).

 

A vida fundamentada na confiança em Deus tem condições de crescer em graça diante de Deus e dos homens (Pv 3.4; Lc 2.52). A palavra graça além de significar favor imerecido, significa também beleza, encanto. A vida do crente é bela, frutífera, atrativa (At 2.47).

A busca dos ensinos do Senhor nos leva a termos intimidade com ele e a vivermos a verdadeira felicidade (Pv 3.32, 16.20).

 

 Seja Submisso ao Deus soberano

 Reconhecer Deus em todos os nossos caminhos (Pv 3.6), significa nos submetermos à sua soberania em todas as áreas da nossa vida (família, negócios, lazer, espiritualidade.). Significa buscar Deus em primeiro lugar na certeza de que as demais coisas nos serão acrescentadas (Mt 6.33). Na vida do cristão não há separação entre o sagrado e o profano. Em tudo o que somos e fazemos, Deus é o Senhor soberano e a ele devemos prestar contas.

 Dessa forma, o Senhor endireita todas as nossas veredas e nos guia por caminhos certos, sem erradas (Sl 23.3).

A prosperidade ensinada no livro de Provérbios é o resultado de vidas inteiramente submissas aos propósitos de Deus. Quando isto acontece, ele nos guia com segurança até ao alvo final das nossas vidas. As decisões e ações humanas não invalidam a providência divina, como afirmou José a seus irmãos: “Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem” (Gênesis 50.20).

 

 Mantenha uma vida disciplinada

 É um ato de sabedoria a nossa submissão à disciplina de Deus (Provérbios 3.11. Sem disciplina não há prosperidade em nenhuma área da nossa vida.

O motivo dessa submissão é que somos filhos de Deus (Pv 3.12). Sem disciplina seriamos bastardos, não filhos (Hb 12.7-8). A disciplina revela o caráter do nosso Deus como pai amoroso e justo.

A disciplina, quando aplicada, não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza. No entanto, produz o resultado de santidade e paz (Hb 12.9-11).

Somos ensinados pela Palavra que o pecado faz separação entre nós e Deus e nos priva dessa comunhão bendita. Mas ele, pela sua graça, vem ao nosso encontro e sela a aliança conosco no sangue do seu Filho, o Cordeiro que tira o pecado do mundo e que nos reconcilia com o Pai. A nossa comunhão é com o Pai e o seu Filho (1 Jo 1.1-3).

 Com exceção de Jesus, todas as pessoas responsáveis têm pecado!  Paulo concluiu em sua carta aos Romanos, "pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (3:23). Jesus obedeceu a vontade do Pai perfeitamente (Hb 4:15), mas todos os outros homens, tanto judeus como gentios, têm pecado e assim não podem ter comunhão com Deus, baseados nas suas próprias obras perfeitas. Quando o homem peca, seu pecado o separa de seu Criador e ele não pode gozar da comunhão com Deus (Isaías 59:1-3). O profeta Amós perguntou, "Andarão dois juntos, se não houver entre eles um acordo?" (3:3). Deus não será parceiro no pecado. Se andarmos nas trevas, teremos de andar sem Deus!

Felizmente, Deus providenciou outro meio para o homem ser justificado. Para todos os que têm pecado, a comunhão com Deus só é possível através da fé, isto é, através do evangelho. Somente aqueles que foram perdoados de todos os pecados passados podem ser participantes com Deus. Podemos ser perdoados de nossos pecados através do sacrifício de Jesus Cristo, uma manifestação da graça de Deus (Rm 3:21-26;  4:5-8, 23-25; 5:1-2; 6:17-18) 

 Quando somos batizados em Cristo, deixamos o império das trevas e somos transportados para o reino da luz (Gl 3:26-27; Cl 1:13).  Tornamo-nos partes da família espiritual de Deus e estabelecemos uma relação de comunhão com o Pai, com Jesus Cristo e com todos os cristãos que constituem esta irmandade (Jo 3:3-5; 1 Pe 1:3; 1 Jo 1:1-3,5).

Uma vez que tenhamos estabelecido esta relação espiritual com nosso Pai do céu, tornamo-nos participantes de nossa salvação com ele.  Tornamo-nos participantes da divina natureza, isto é, temos que ser santo como aquele que nos chamou é santo (1 Pe 1:15-16; 2 Pedro 1:4; Hb 12:10). Tornamo-nos participantes dos sofrimentos de Cristo quando suportamos a perseguição por sua causa (1 Pe 2:21; 4:13; 2 Co1:5). Tornamo-nos participantes com nossos companheiros cristãos na meta comum de glorificar Deus (Ef 3:20-21; 1 Pe 2:9).

A manutenção de nossa comunhão com Deus exige que continuemos a andar na luz, como ele está na luz (1 Jo 1:7). Andar na luz não significa perfeito conhecimento das Escrituras. Nossa comunhão com o Pai não foi estabelecida na base do perfeito conhecimento das Escrituras, nem é mantida nessa base.  Um dos exemplos de conversão a Cristo no livro de Atos é a do carcereiro de Filipos  (At 16:19-34).  

Ele ouviu a mensagem da salvação e obedeceu ao evangelho na mesma noite, estabelecendo a comunhão com Deus. É óbvio que ele não tinha perfeito ou completo conhecimento da Palavra de Deus inteira.  

Contudo, aqueles que estão em comunhão com Deus precisam estudar a Palavra e crescer em conhecimento. A palavra de Deus está disponível para nós e não podemos usar a ignorância como uma desculpa para a desobediência.  Os novos cristãos precisam alimentar-se com o "leite," isto é, as bases da Palavra e, com o crescimento, estarão aptos a aceitar a carne da Palavra (1 Co 3:1-2;  Hb 5:11-14).

O filho de Deus tem que estar sempre pronto para se arrepender de qualquer pecado cometido em sua vida e confessá-lo, buscando o perdão (1 Jo 1:9).

Caminhar na luz também não significa uma vida sem pecado. Pelo contrário, João escreveu, "Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 Jo 1:7). Ao mesmo tempo em que estamos andando na luz, estamos sendo purificados pelo sangue de Jesus, indicando que o cristão que anda na luz pecará ocasionalmente. 

De fato, João afirmou que o cristão que declara não ter cometido pecado está enganado e a verdade não está com ele (1 Jo 1-8). O apóstolo João, certamente, não estava encorajando o pecado, mas em vez disso estava observando que os cristãos pecarão e podem ser perdoados desses pecados ( 2:1-2). 

Ele também afirmou que o cristão não pode continuar no pecado (1 Jo 3:7-10; Rm 6:1-11). O filho de Deus tem que estar sempre pronto para se arrepender de qualquer pecado cometido em sua vida e confessá-lo, buscando o perdão (1 Jo 1:9).

Deus deseja que seus filhos tenham comunhão uns com os outros. A comunhão com outros homens depende de nossa comunhão com Deus. Como foi observado anteriormente, quando nos tornamos filhos de Deus, também nos tornamos parte de uma irmandade espiritual. Há um sentido no qual todos os filhos espirituais de Deus compartilham uma fé comum e uma salvação comum  (Tt 1:4; Jd 3).

No primeiro século, os grupos locais de santos se encontravam para adorar a Deus e para trabalhar juntos pela causa de Cristo. Eles partilhavam o ensinamento do evangelho, tanto pessoalmente como pelo sustento dos pregadores do evangelho (Gl  6:6;  Fp 1:3-5;  4:15). 

Eles partilhavam a educação mútua.  Eles tinham comunhão na celebração da ceia do Senhor (At 2:42; 1 Co 10:16), no canto de louvor a Deus e na oração. Os cristãos primitivos compartilhavam suas coisas materiais como os santos que tinham necessidade (Rm 15:26; 2 Co 8:4; 9:13). O escritor de Hebreus observou que aqueles cristãos que deixavam de congregar com outros cristãos para participar de tais atos de comunhão estavam no pecado (Hb 10:24-25).Assim como Deus não terá comunhão com o pecado, também nós precisamos recusar participação no erro. Paulo escreveu, "E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas; antes, porém, reprovai-as" (Ef 5:11). Os cristãos em Corinto aceitavam como fiel um irmão em Cristo que estava cometendo fornicação e Paulo repreendeu-os, observando que eles precisavam disciplinar o irmão que estava errando (1 Co 5). 

Quando os da igreja se afastaram do irmão pecador, eles estavam reconhecendo publicamente o fato que ele já tinha quebrado sua comunhão com Deus e que eles também não podiam mais ter comunhão com ele. O apóstolo João escreveu que não podemos dar apoio ou encorajamento àqueles que ensinam falsas doutrinas ou nos tornaremos participantes do erro deles.

Adão e Eva perderam sua comunhão com Deus por causa do pecado, mas, graças a Deus, através de Jesus Cristo podemos novamente gozar da comunhão com nosso Criador. O que foi perdido no Jardim do Éden pode ser conseguido mais uma vez em Cristo.

Que bênção e que privilégio caminhar diariamente com Deus agora, esperando aquele dia quando poderemos viver eternamente em sua presença, no céu!

Viver em Comunhão é viver O amando e fazer a Sua obra com o mesmo amor do início de tudo.

texto: Jânio Santos de Oliveira

 

Conclusão

  Através da Regeneração Deus escreve Suas leis em nossos corações e mentes (Ezequiel 36:27; Hebreus 8:10; 10:16; II Coríntios 3:2,3) e por isso passamos a ter disposição de obedecermos à Sua vontade. “Segundo o homem interior (o espírito renovado), tenho prazer na lei de Deus”, mas o “velho homem” insiste em querer me dominar (Romanos 7:22, 23; 16:20) e isto causa um conflito permanente dentro de nós (Romanos 7:15-25; Gálatas 5:17).

Por isso é importante o crente alimentar bem o seu espírito através da Palavra, oração e comunhão com Cristo e Seu povo, para que possa crescer na graça e “mortificar ao velho homem” (Romanos 8:13; Colossenses 3:5). Conforme fizermos isso,  cresceremos “na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (I Pedro 3:18) e seremos transformados pouco a pouco em nosso “entendimento” ou mente. (Romanos 12:1, 2; II Coríntios 3:18).

 Essa transformação gradativa chama-se Santificação. Enquanto a Regeneração ocorre instantaneamente, a Santificação é progressiva e gradativa: “A vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais a mais até ser dia perfeito” (Provérbios 4:18).

Fonte: http://irmaorocha.webnode.com.br/estudos-biblicos/a%20regenera%C3%A7%C3%A3o/

 

Colaboração para o Portal Escola Dominical - Prof. Jair César S. Oliveira

 

 

 

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Videoaula apresentada como auxílio para os professores da Escola Bíblica Dominical dentro do compromisso do Portal Escola Dominical com o ensino da Palavra de Deus.

Faixa etária dos Pré-adolescentes.

Porto Alegre/RS - Prof. Liano Ibaldo:

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