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NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/videosebdnatv.htm

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2016
ADULTOS - O DEUS DE TODA PROVISÃO - Esperança e sabedoria divina para a Igreja em meio às crises
COMENTARISTA: ELIENAI CABRAL
COMPLEMENTOS, ILUSTRAÇÕES E VÍDEOS: EV. LUIZ HENRIQUE DE ALMEIDA SILVA
ASSEMBLEIA DE DEUS EM IMPERATRIZ/MA - CONGREGAÇÃO MONTE TABOR


LIÇÃO 11 - O SOCORRO DE DEUS PARA LIVRAR O SEU POVO


NÃO DEIXE DE ASSISTIR AOS VÍDEOS DA LIÇÃO ONDE TEMOS MAPAS, FIGURAS, IMAGENS E EXPLICAÇÕES DETALHADAS DA LIÇÃO
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AQUI VOCÊ VÊ PONTOS DIFÍCEIS DA LIÇÃO - POLÊMICOS
AJUDA PARA A LIÇÃO - http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao4-cc-ester-umarainhaaltruista.htm


TEXTO ÁUREO
"Os justos clamam, e o SENHOR os ouve e os livra de todas as suas angústias." (Sl 34.17)


VERDADE PRÁTICA
DEUS é fiel no cumprimento de todas as suas alianças e promessas


Fonte: http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/licao11-dtp-4tr16-o-socorro-de-deus-para-livrar-o-seu-povo.htm Acesso em 07 dez. 2016.

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TEXTO SUJEITO A ATUALIZAÇÃO

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Deus sempre cuidou do povo judeu dando-lhe livramento em toda a sua trajetória, por causa da promessa que fez a Abraão seu amigo.

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QUARTO TRIMESTRE DE 2016
ADULTOS - O DEUS DE TODA PROVISÃO - Esperança e sabedoria divina para a Igreja em meio às crises
COMENTARISTA: ELIENAI CABRAL
COMENTÁRIO: SUPERINTENDÊNCIA DAS EBD'S DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS EM RECIFE/PE


LIÇÃO 11 - O SOCORRO DE DEUS PARA LIVRAR O SEU POVO
Texto: (Et 5.1-6)


INTRODUÇÃO
Deus sempre cuidou do povo judeu dando-lhe livramento em toda a sua trajetória, por causa da promessa que fez a Abraão seu amigo. Nesta lição, veremos um momento histórico em que este povo se viu diante de um possível massacre promovido por um dos seus inimigos. Diante do aperto, os judeus clamaram, Deus ouviu-lhes o clamor, e interviu na situação transformando a tristeza em alegria e o luto em festa.


I – PERSONAGENS DO LIVRO DE ESTER
1.1 Assuero (Et 1.1). Rei da Pérsia, mais conhecido como Assuero (chamado de Xerxes em algumas versões bíblicas) é mencionado no livro de Ester e em Esdras 4.6. Um dos maiores reis do Império Persa, governou de 486 a 465 a.C. Era filho de Dario I, o Grande. No livro de Ester, Assuero é retrato como um rei poderoso, com um grande império “que reinou desde a Índia até Etiópia, sobre cento e vinte e sete províncias” (Et 1.1-b).

1.2 Vasti (Et 1.9). Rainha da Pérsia, esposa do rei Assuero. No último dia do banquete oferecido por este monarca, Vasti foi convocada para mostrar sua beleza diante dos convidados. Ela recusou o convite e essa atitude gerou controvérsias entre os conselheiros do rei. Receosos de que a desobediência da rainha desacreditasse todos os homens do reino diante de suas esposas. Eles aconselharam o rei que depusesse Vasti do cargo e mandasse trazer as donzelas do reino para delas escolher uma nova rainha. O rei anuiu ao conselho e assim o fez (Et 1.9-22; 2.1-4).

1.3 Mardoqueu (Et 2.5). Da tribo de Benjamin, filho de Jair, pai adotivo de Ester, também chamado Mordecai em algumas versões bíblicas. Vivia na fortaleza de Susã durante o exílio do povo judeu, reinado de Assuero, onde criou Ester como se fosse sua própria filha (Et 2.5-7).

1.4 Ester (Et 2.7). O nome hebraico dessa mulher era “Hadassah”, que significa “murta”, o nome de uma planta. Ester era o nome persa que lhe foi dado, quando ela tornou-se parte do harém real. Era uma jovem judia, da tribo de Benjamin, cujos pais morreram na época do exílio babilônico. Foi criada por seu primo Mardoqueu (Et 2.5-7). Estavam entre os judeus que habitavam na fortaleza de Susã, sob o reinado de Assuero. A vida de Ester mudou, quando foi levada para o harém real junto com outras donzelas de Susã. Depois de um ano de embelezamento, ela foi eleita pelo rei como a mais linda jovem entre todas as que foram apresentadas (Et 2.8-17).

1.5 Hamã (Et 3.1). Era Filho de Hamedata e tinha um alto cargo político no reinado de Assuero, na Pérsia. Josefo, historiador judeu, diz que Hamã era um amalequita (2004, p. 522). “Ele é descrito como 'agagita', talvez por causa da sua descendência de Agague, o rei amalequita (I Sm 15.8,33)” (BEACON, p. 550 – acréscimo nosso). Ele desfrutava de muita confiança do rei (Et 3.10). Hamã tinha um grande ódio de Mardoqueu, bem como de todos os judeus (Et 3.5-6;10).


II – O PROJETO DIABÓLICO PARA DESTRUIÇÃO DOS JUDEUS
2.1 A nomeação de Hamã (Et 3.1). O livro de Rute nos informa que Assuero engrandeceu a um homem chamado Hamã. Segundo Beacon (2008, p. 550): Hamã “foi elevado à posição de primeiro ministro. Esta posição lhe trouxe a maior condição entre os príncipes da corte persa, e tornou-se o segundo abaixo do rei em poder. De acordo com a ordem do monarca, segundo o costume dos governos orientais antigos, as princesas e nobres, assim como o povo em geral, todos precisavam inclinar-se perante o grão-vizir quando ele passava pelo palácio e pelas ruas de Susã”. De fato, todos os servos do rei se inclinavam diante de Hamã, no entanto, Mardoqueu o judeu, descumpria esta ordem (Et 3.2). Josefo (2004, p. 503) diz que: “Mardoqueu era o único que não lhe prestava essa homenagem, porque a lei de Deus o proibia”. Talvez uma alusão ao Decálogo, que condenava a adoração a qualquer coisa em lugar de Deus (Êx 20.3-6; Dt 5.7-10).

2.2 O ódio de Hamã (Et 3.5,6). Ao ver que Mardoqueu não se prostava diante de si, contrariando a ordenação real, Hamã encheu-se de furor. Sua atitude em seguida deste sentimento foi de executar Mardoqueu e também todo o povo judeu a quem ele pertencia. O registro bíblico nos diz que Hamã se tornou adversário dos judeus (Et 3.10).

2.3 O decreto de Hamã (Et 3.7-15). Para levar adiante o seu plano de provocar um genocídio dos judeus, Hamã, que tinha acesso direto ao rei, lhe propôs exterminar e saquear os bens de um povo que segundo ele tinha leis e costumes diferentes dos povos que estavam sob o domínio de Assuero (Et 3.8). Além de Hamã estar propondo varrer do reino um povo “insubmisso ao rei”, prometeu-lhe também que pagaria ao rei por esta prestação de serviço (Et 3.9). Ao que o rei consentiu, colocando-lhe na mão o seu anel com o qual o decreto poderia ser assinado (Et 3.10). O decreto de morte então foi assinado, para ser colocado em prática no dia 13 do mês de Adar, segundo consultou os seus deuses (Et 3.7,12-14).


III – A REAÇÃO DO POVO JUDEU ANTE A AMEAÇA DE EXTINÇÃO
Depois que o edito real assinado por Hamã começou a ganhar notoriedade, a cidade de Susã “estava confusa” (Et 3.15). Mardoqueu e os judeus que estavam na Pérsia, resolveram agir (Et 4.3). Vejamos quais foram as suas atitudes:

3.1 Oração (Et 4.1-3). Diante da ameaça iminente, os judeus se puseram a orar. Mardoqueu foi o primeiro (Et 4.1). Todo o povo começou a clamar também (Et 4.3). A oração é uma prece dirigida pelo homem ao seu Criador, com o objetivo de adorá-Lo, pedir-lhe perdão pelas faltas cometidas, agradecer-lhe pelos favores recebidos, buscar proteção e, acima de tudo, uma comunhão mais íntima com Ele. Essa atividade é descrita como: invocar a Deus (Sl 17.6); invocar o nome do Senhor (Gn 4.26); clamar ao Senhor (Sl 3.4); levantar nossa alma ao Senhor (Sl 25.1). Este deve ser o primeiro e não o último recurso utilizado pelo crente em todo tempo e principalmente diante das dificuldades (Sl 4.1; 18.6; 77.2; 91.15).

3.2 Quebrantamento (Et 4.1-3). Além de os judeus orarem, o registro sagrado diz de que forma eles oraram: “e em todas as províncias aonde a palavra do rei e a sua lei chegava, havia entre os judeus grande luto, com jejum, e choro, e lamentação; e muitos estavam deitados em saco e em cinza” (Et 4.3). Segundo Champlin (2004, p. 620), “o ato de rasgar as próprias vestes era uma maneira comum e simbólica de exprimir alguma emoção forte, como ira, tristeza ou consternação”. O que Deus requer de cada um de nós é um espírito quebrantado (II Cr 7.14; Sl 34.18; 51.17; Is 57.15).

3.3 Jejum (Et 4.15-17). Ester ficou sabendo por meio dos seus servos que o seu parente Mardoqueu estava a porta do rei clamando por misericórdia, mandou procurar saber do próprio Mardoqueu o porque daquela atitude (Et 4.4-7). Ele deu a ela uma cópia do decreto assinado de morte assinado pelo rei e mandou dizer-lhe que como era a rainha e estava no palácio, deveria comparecer diante do rei para suplicar em favor do seu povo (Et 4.7-9). Ester sabia que não podia comparecer ante o rei sem ser chamada (Et 4.11). Diante desta dificuldade, Ester propôs que junto com ela os demais judeus recorressem a Deus em jejum para que Ele pudesse intervir nesse caso (Et 4.10-16). O jejum é a abstinência parcial ou total de alimentos com finalidades específicas. Prática comum entre os judeus em ocasiões específicas, sendo a principal delas os momentos de aflição (II Cr 20.3; Dn 9.3; Jl 1.1-14).


IV – A AÇÃO DE DEUS PARA PROTEGER O SEU POVO
O livro de Ester descreve a soberania e o cuidado de Deus para com o seu povo. Ele relata o grande livramento dado por Deus ao povo judeu na Pérsia. Embora o nome de Deus não seja mencionado no livro, cada página está cheia dEle. Mattew Henry (2010, p. 845), diz: “Ainda que o nome de Deus não se encontre nele, o mesmo não se pode dizer da sua mão, guiando minuciosamente os fatos que culminaram na libertação de seu povo”. Vejamos:

4.1 Agindo previamente. O livro de Ester nos mostra Deus agindo antes que o mal se levantasse sobre o seu povo, por exemplo: (a) a nomeação de Ester a rainha (Et 2.17), se deu antes da nomeação de Hamã para primeiro ministro (Et 3.1); (b) a recompensa pelo livramento que Mardoqueu deu ao rei Assuero (Et 2.21-23), somente aconteceu na ocasião que Hamã intentava lhe pendurar numa forca. Deus fez que ao invés de morto, Mardoqueu fosse honrado pelo próprio opositor (Et 5.14; 6.1-12).

4.2 Agindo providencialmente. O povo de Israel é a semente de Abraão, a qual Deus fez a seguinte promessa: “e abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3-b). Portanto, pelejar contra a nação de Israel só resultará em desvantagem. Tal concepção foi assimilada pela própria mulher de Hamã, após ele ter chegado frustrado de sua tentativa de executar o judeu Mardoqueu (Et 6.13). Embora Satanás tente através de governantes e nações aniquilar a semente abraâmica jamais conseguirá (Zc 14.1-15). Mardoqueu estava convicto de que Deus providenciaria livramento de uma forma ou de outra (Et 4.14).

4.3 Agindo sabiamente. Por certo, Deus orientou a Ester que junto com os judeus orassem e jejuassem por três dias, para que no no terceiro dia, mesmo sem ser chamada, ela comparecesse diante do trono real arriscando a sua própria vida (Et 4.11-16). No terceiro dia, Ester corajosamente compareceu diante do rei, o qual estendeu sobre ela o cetro dizendo que estava disposto a lhe conceder o que pedisse. Ester convidou o rei e Hamã para dois banquetes e neste a rainha revelou o propósito de Hamã de destruição de todos os judeus, do qual povo ela também pertencia (Et 7.1-6). Na mesma hora, o rei também ficou sabendo que Hamã intentava enforcar Mardoqueu, o benfeitor do rei (Et 7.9). Diante disto, o rei enfurecido mandou que Hamã fosse enforcado nela (Et 7.10). Quanto ao decreto real de destruição de todos os judeus, que foi assinado por Hamã com o anel do rei, e era irrevogável (Et 8.8), Deus sabiamente colocou no coração de Mardoqueu que assumiu o cargo de Hamã (Et 8.1,2), que se fizesse outro decreto dando aos jdeus o direito de se defenderem (Et 8.9-12). O luto dos judeus terminou em alegria, pois Deus mudou-lhes a sorte (Et 8.16,17; 9.17-32).


CONCLUSÃO


O livro de Ester nos ensina que o povo de Deus não está a deriva neste mundo tenebroso. O Senhor, Deus único e verdadeiro intervém na história, de forma que, antes mesmo do mal ser planejado para prejudicar os seus servos, Ele dispõe previamente do livramento. Diante desta verdade, devemos descansar no cuidado providencial de Deus.


REFERÊNCIAS
GARDNER, Paul. Quem é quem na Bíblia Sagrada. VIDA.
HOWARD, R.E et al. Comentário Bíblico. CPAD.
HENRY, Matthew. Comentário Bíblico. CPAD.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.


Fonte: http://www.ieadpe.org.br/index.php/departamentos/escola-dominical/1458-esboco-da-licao-11-osocorro-de-deus-para-livrar-o-seu-povo-4-trimestre-de-2016 Acesso em 06 dez. 2016.

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- O Senhor colocou Ester no palácio, tornando-a rainha para que intercedesse por seu povo. Com isso, aprendemos que nada em nossas vidas acontece por acaso. Todas as coisas cooperam para o nosso bem (Rm 8.28).

 

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QUARTO TRIMESTRE DE 2016
ADULTOS – O DEUS DE TODA PROVISÃOEsperança e sabedoria divina para a Igreja em meio às crises
COMENTARISTA: ELIENAI CABRAL
COMENTÁRIO: PR. JOSAPHAT BATISTA SOARES
ASSEMBLEIA DE DEUS EM IBOTIRAMA/BA


LIÇÃO 11 - O SOCORRO DE DEUS PARA LIVRAR O SEU POVO


- INTRODUÇÃO


- O Senhor colocou Ester no palácio, tornando-a rainha para que intercedesse por seu povo. Com isso, aprendemos que nada em nossas vidas acontece por acaso. Todas as coisas cooperam para o nosso bem (Rm 8.28).


I – TEXTO BÍBLICO


- (Ester 5.1-6)
1 - Sucedeu, pois, que, ao terceiro dia, Ester se vestiu de suas vestes reais e se pôs no pátio interior da casa do rei, defronte do aposento do rei; e o rei estava assentado sobre o seu trono real, na casa real, defronte da porta do aposento.
2 - E sucedeu que, vendo o rei a rainha Ester, que estava no pátio, ela alcançou graça aos seus olhos; e o rei apontou para Ester com o cetro de ouro, que tinha na sua mão, e Ester chegou e tocou a ponta do cetro.

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COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - PR. JOSAPHAT BATISTA SOARES

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REVISTA DA LIÇÃO 1º TRIMESTRE 2017 CPAD


Esta é a capa e o tema do 1º trimestre de 2017 da Revista Lições Bíblicas Adultos


As Obras da Carne e o Fruto do EspíritoComo o crente pode vencer a verdadeira batalha espiritual travada diariamente.


Comentários: Pr. Osiel Gomes da Silva


Presidente das Assembleias de Deus no campo de Tirirical, São Luís/MA. Formado em teologia, filosofia, direito, pedagogia, psicanálise e pós graduado em docência do ensino superior, lecionou grego no seminário Batista e Hebraico. Atualmente está concluindo o mestrado na EST. Titular do blog http://pastorosielgomes.blogspot.com.br.

Sumário:

Lição 1 – As Obras da Carne e o Fruto do Espírito,

Lição 2 – O Propósito do Fruto do Espírito,

Lição 3 – O Perigo das Obras da Carne,

Lição 4 – Alegria, Fruto do Espírito; Inveja, Hábito daVelha Natureza,

Lição 5 – Paz de Deus: Antídoto contra as Inimizades;

Lição 6 – Paciência: Evitando as Dissensões,

Lição 7 – Benignidade: um Escudo Protetor contra as Porfias,

Lição 8 – A Bondade que Confere Vida,

Lição 9 – Fidelidade, Firmes na Fé, ,

Lição 10 – Mansidão: Torna o Crente Apto para EvitarPelejas,

Lição 11 – Vivendo de Forma Moderada,

Lição 12 – Quem Ama Cumpre plenamente a Lei Divina,

Lição 13 – Uma Vida de Frutificação,

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Na sequência dos exemplos bíblicos de provisão divina, estudaremos o livramento do povo judeu nos tempos do rei Assuero, registrado no livro de Ester.

 

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QUARTO TRIMESTRE DE 2016
ADULTOS - O DEUS DE TODA PROVISÃO - Esperança e sabedoria divina para a Igreja em meio às crises
COMENTARISTA: ELIENAI CABRAL
COMENTÁRIO: EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP


ESBOÇO Nº 11
LIÇÃO Nº 11 – O SOCORRO DE DEUS PARA LIVRAR O SEU POVO


A história registrada no livro de Ester mostra a Divina Providência mesmo não mencionando, uma vez sequer, o nome de Deus.


INTRODUÇÃO
- Na sequência dos exemplos bíblicos de provisão divina, estudaremos o livramento do povo judeu nos tempos do rei Assuero, registrado no livro de Ester.


- A história registrada no livro de Ester mostra a Divina Providência mesmo não mencionando, uma vez sequer, o nome de Deus.


I – A DIVINA PROVIDÊNCIA ATUA EM MEIO AO APOGEU DO IMPÉRIO PERSA


- Na sequência dos exemplos bíblicos de provisão divina, estudaremos o livramento do povo judeu nos tempos do rei da Pérsia, Assuero, história esta registrada no livro de Ester, que é um dos “cinco rolos” (“Meguillot”), ou seja, cinco livros que são lidos pelos judeus, até os dias de hoje, por ocasião das festividades do calendário religioso de Israel, “in casu”, durante a festa de Purim, cuja instituição está vinculada ao registro existente em Ester.

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Transmissão ao vivo da aula a ser ministrada no Estudo Preparatório dos Professores e Amigos da Escola Bíblica Dominical (EPAPED) da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Ministério do Belém - sede - São Paulo/SP, a partir das 19 horas (horário de Brasília) do dia 3 de dezembro de 2016.

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A Liturgia religiosa deve ter como premissa o louvor e a adoração somente a Deus a partir de procedimentos que promovam princípios e diretrizes

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QUARTO TRIMESTRE DE 2016
JOVENS - EM ESPÍRITO E EM VERDADE - A essência da adoração cristã
COMENTARISTA: THIAGO BRAZIL
COMENTÁRIO: PROF. LUCAS NETO
ASSEMBLEIA DE DEUS EM FORTALEZA/CE


LIÇÃO 11 – A FORMA DO CULTO


INTRODUÇÃO
A Liturgia religiosa deve ter como premissa o louvor e a adoração somente a Deus a partir de procedimentos que promovam princípios e diretrizes para a ordem de culto a Deus. Nesta lição estudaremos sobre o comportamento individual e coletivo da igreja para um verdadeiro culto a Deus segundo exposição da Santa Bíblia.


I – LITURGIA
1. DEFINIÇÃO DE LITURGIA
É um conjunto de sucessivos procedimentos eclesiásticos visando a formatação de um culto racional a Deus de forma organizada e com ordem pública para benefício de uma coletividade.

 

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Fonte: https://proflucasneto.files.wordpress.com/2013/04/4t_2016_jovens_lic3a7c3a3o_11_a-forma-do-culto.pdf Acesso em 07 dez. 2016.

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Professoras e professores, observem estas orientações:  1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos: - Cumprimentem os alunos.

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QUARTO TRIMESTRE DE 2016
JOVENS - EM ESPÍRITO E EM VERDADE - A essência da adoração cristã
COMENTARISTA: THIAGO BRAZIL
COMENTÁRIO: PROF.ª SULAMITA MACEDO
ASSEMBLEIA DE DEUS - TEMPLO CENTRAL - NATAL/RN


Lição 11: A forma do culto


Professoras e professores, observem estas orientações:
1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: A forma do culto.
- Lembrem-se de que ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Perguntem:
O que é culto?
Qual o objetivo principal do culto?
De que forma podemos participar do culto?
Aguardem as respostas dos alunos e observem se há algo a ser acrescentado e/ou modificado.
- Falem da importância da presença do crente aos cultos e sua participação nele.
- Em seguida, leiam o texto “Sermão Silencioso”. Depois, leiam Sl 122.01: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos a casa do Senhor”.
- Agora, trabalhem sobre a liturgia do culto.
Perguntem:
Quais as partes da liturgia do culto?
É interessante também explicar o que é “liturgia”.
Questionem sobre a liturgia ideal x a liturgia real.
Acrescentem informações sobre os modismos litúrgicos e, para tanto, realizem uma pesquisa sobre isto. Enfatizem a liturgia do culto que vivenciamos hoje.
- Para finalizar a aula, utilizem a dinâmica “Primeiro as primeiras coisas”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!


Dinâmica: Primeiro as primeiras coisas
Objetivos:
Ilustrar a importância das prioridades na liturgia do culto.
Refletir sobre as prioridades nas nossas vidas.


Material:
02 vasos transparentes de tamanho pequeno ou médio.
Aproximadamente ½ kg de arroz cru
04 bombons tipo serenata de amor (pode ser mais, depende do tamanho do vaso).
Importante! Façam esta dinâmica, primeiro, em casa para ter certeza da quantidade de arroz e bombons que serão utilizados para as duas situações descritas abaixo.
Procedimento:
- Perguntem: Quais as partes principais do culto? Para cada resposta certa, vocês colocam 01 bombom dentro de um dos vasos, até completar a quantidade de quatro. Os bombons deverão caber dentro do vaso e não deverão ultrapassar a borda do vaso.
- Falem: Este vaso representa a totalidade do culto, colocamos até o momento, as partes principais do culto.
- Apresentem o arroz e perguntem: Esta quantidade de arroz cabe dentro deste vaso?(aponte para o vaso que tem os bombons dentro). Coloquem , com cuidado, o arroz até a borda. Agora falem: esta parte de arroz representa as outras partes do culto, além daquelas já apontadas como prioridades. Leiam: I Co 14.40.
- Agora, faça o processo inverso. Peguem o outro vaso, coloquem o arroz e depois os bombons, com as mesmas quantidades do procedimento anterior.
O que aconteceu? Por que os bombons não cabem totalmente no vaso?
- Falem: O arroz colocado em primeiro lugar representa alguma parte do culto com tempo exagerado (geralmente os cânticos), ficando o que é prioritário com pouco espaço ou até mesmo sem espaço.
- Concluam falando sobre a importância do que é prioritário na liturgia do culto.
- Reflitam, ainda, com os alunos que isto também pode acontecer em nossas vidas. O que temos como prioridade? Leiam Mt 6.33: “Mas buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.
Ideia original desconhecida.
Dinâmica adaptada por Sulamita Macedo.


Fonte:http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/2016/12/jovens-em-espirito-e-em-verdade.html Acesso em 05 dez. 2016.

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Professoras e professores, observem estas orientações: 1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos: - Cumprimentem os alunos.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
DISCIPULANDO - QUARTO CICLO - PORTANDO UMA NOVA IDENTIDADE
COMENTARISTA: SILAS DANIEL
COMENTÁRIO: PROF.ª SULAMITA MACEDO
ASSEMBLEIA DE DEUS - TEMPLO CENTRAL - NATAL/RN


Lição 11: Não julgue o próximo, para que não sejas julgado


Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, trabalhem o conteúdo da lição. Vejam as sugestões abaixo:
- Apresentem o título da lição: Não julgue o próximo, para que não sejas julgado.
- Para introduzir o estudo, utilizem a dinâmica “O Caso Miguel”.
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição. Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!


Dinâmica: O Caso Miguel
Objetivo:
Exemplificar através de uma história o mau julgamento que fazemos dos outros.


Material:
07 pessoas para ler o relato sobre Miguel: padeiro(Manoel), a mãe, o trocador do ônibus, o vendedor da lanchonete, o porteiro, o faxineiro e Miguel
02 cópias do texto “O Caso de Miguel”(postado no procedimento). O1 cópia deverá ser cortada, separando a fala de cada personagem. A outra deve ficar com o professor.
01 quadro ou 01 cartolina
01 marcador para quadro branco ou um pincel atômico
Procedimento:
- Escolham 07 pessoas para ler o relato sobre Miguel: padeiro(Manoel), a mãe, o trocador do ônibus, o vendedor da lanchonete, o porteiro, o faxineiro e Miguel.
- Coloquem uma identificação em cada pessoa com o nome do personagem que vai representar.
- Entreguem para cada personagem a parte do texto que se refere ao que ele deve ler.
Estas partes devem estar numeradas de 01 a 07, para que eles saibam qual sua vez de falar.
- Falem para a turma: Vamos escutar o que estas pessoas pensam e falam sobre Miguel.
- Após o relato de cada personagem, perguntem para a turma.
Quem é Miguel de acordo com o que acabamos de escutar?
Miguel é muito problemático?
O que está acontecendo com Miguel?
- Façam um pequeno relato sobre quem é Miguel do ponto de vista da turma, utilizando o quadro ou uma cartolina.
- Por fim, Miguel deve ler sua parte.
- Para concluir, perguntem:
Depois de apresentar a versão de Miguel para os fatos, perguntem qual a razão das pessoas terem uma visão diferente de Miguel?
Aguardem as respostas.
- Depois, questionem: Nós também estamos julgando as pessoas? Somos também julgados?
- Para finalizar, falem que é muito precipitado julgar os outros pela aparência, pelas atitudes. A Bíblia condena esta prática.
Por Sulamita Macedo.


Texto de Reflexão da dinâmica


Caso Miguel


Relato do padeiro:
Esse menino não é muito certo da bola não. Ás vezes, cumprimenta a gente, outras vezes parece que nunca me viu. Tem dias até que puxa um dedinho de prosa comigo, e ainda faz comentários do jogo da véspera. Quando procuro por ele, para continuar o assunto, já não está mais lá. Ontem chegou aqui de cara amarrada, com os olhos vermelhos!…
Não sei, não!… Acho que ele se droga…
Pediu 1 litro de leite e 2 pãezinhos e se mandou. Ele é muito esquisito!!! Coitada da mãe dele!!! Deve sofrer!!!
Relato da mãe:
Naquela manhã, Miguel acordou cedo, não quis tomar café. Nem ligou para o bolo que eu havia feito especialmente para ele. Não quis vestir o casaco que eu lhe dei. Disse que estava com pressa e reagiu com impaciência aos meus pedidos para que se alimentasse e se agasalhasse! Ele continua uma criança que precisa de cuidados o tempo todo. Ele já tem 14 anos, mas não tem noção do que é bom para ele.
Relato do Trocador de Ônibus:
Naquela manhã de sábado, entrou no ônibus um rapaz com toda a pinta de pivete. Cara fechada, de mal com o mundo, meio nervoso. Fiquei de olho nele, esperando que assaltasse alguém. Levava uma sacola de plástico com, provavelmente, aquilo que ele já havia roubado antes. Olhava o tempo todo para o relógio, como se estivesse admirando o que roubou. Essa juventude de hoje!!! O mundo está mesmo perdido!!! Fiquei aliviado quando ele desceu, sem ter conseguido assaltar ninguém. Também pudera!!! Ele sentia que eu estava o tempo todo de olho nele!!!
O vendedor da lanchonete:
Logo de manhã, apareceu um garoto quando ainda estávamos abrindo a loja… Parecia um doido!! Queria, por que queria, que tudo parasse e ele fosse logo atendido. Queria o hambúrguer para ontem!!! Ora, bolas! Como se eu fosse o empregado dele! Não era muito normal, não! Ficava andando de um lado para o outro, olhando o relógio, falando sozinho…!
O porteiro:
Esse garoto está sempre afobado! Fala com a gente e mastiga o sanduíche ao mesmo tempo!! Engraçado que está sempre atrás do mesmo garoto! “Cadê o Zé? Você viu o Zé? Pra onde foi o Zé?” Ihh, não sei não! Parece coisa de boiola, sempre atrás de homem!
Relato do faxineiro:
Ah! Eu sabia! Não é de hoje que eu desconfiava desse pilantra!! Peguei ele no flagra!!!
Desde que me falaram que tem gente roubando coisas no vestiário, eu fiquei de olho, né? Ninguém presta atenção num faxineiro… Então fica mais fácil, e não deu outra!
Como quem não quer nada, eu estava lá enrolando na limpeza do vestiário, varrendo, mas prestando muita atenção no movimento. Foi quando entrou aquele garoto, olhando para todos os lados, mais para ver se alguém podia ver o que ele ia fazer… Para ele, eu não existia, seu olhar passava direto por mim. Quando ele tirou as chuteiras roubadas do saco plástico, eu não tive dúvida! Botei a boca no trombone, comecei a gritar!!!
Socorro, ladrão!! Pega ladrão, pega ladrão!!!
Versão do Miguel:
Eu só penso em futebol. Fico pensando, a semana inteira, nas peladas do final de semana, nos treinos que eu assisto, do meu timão do coração, lá na Gávea. Zico é o meu maior ídolo! Tu não sabe o que aconteceu, ontem, lá na Gávea, meu amigo Zé veio me avisar que o próprio Zico estaria lá, no dia seguinte, testando a galera para formar como jogador de futebol no seu time. Fique logo bolado e lógico que eu queria ser testado também, né!? Perguntei pro Zé se eu podia comparecer e ele disse que era só chegar com chuteiras, (óbvio), cópia da certidão de nascimento e 1 retrato. E, principalmente que chegasse na hora certa, sem me atrasar, por que o Zico é rigoroso pacas quanto ao horário.
Meu irmão, nem dormi direito esta noite. Acho que era ansiedade, dormi mal pra caramba!!! Fique só pensando, imagina, ver o Zico de perto, jogar bola com ele, isso é meu sonho! Muito show, imagina só, você não está entendendo, o Zico como meu treinador, isso é demais!
Ao me levantar, depois de uma noite horrível, fui comprar o leite e o pão para a mamãe. Detesto chegar na birosca do Seu Manoel e ver, sempre, aquela gente bebendo desde de manhã. Acho até que nem foram pra casa dormir ainda! Quando eu chego lá e esse pessoal está lá também, compro as paradas e saio fora rapidinho. Eu gosto do Seu Manoel, pena que ele não pode escolher pra quem vai vender, até por que ele precisa ganhar dinheiro... Mas é sinistro essa galera que só fica bebendo, nada haver. Quando tá vazio até dou uma parada pra trocar uma ideia com ele, mas isso é tão raro!
Deixei o leite e o pão na cozinha. Peguei minhas chuteiras e meti o pé pra não me atrasar. Ouvi a mamãe resmungando pra comer bolo e botar o casaco, maior sol lá fora, e eu nem estava visando comer em casa, sou mais o Mc Donald’s do que o bolo. Coitadinha! Ela sempre faz esse bolo, mas é que hoje estou com pressa mesmo!
O ônibus, pra variar, demorou pra caramba! Já estava boladão! Cara, se houver trânsito, não vai nem dar pra eu comer alguma coisa. Tenho até medo de passar mal no treino. Eu estava tão ansioso que toda hora olhava no relógio, como se pudesse parar o tempo.
Finalmente desci do ônibus e deu tempo de eu tirar um rango. Fui na lanchonete ali do lado, rezando pra alguém me servir logo, por que eu não podia me atrasar. O pior de tudo é que o único vendedor, naquela hora, era uma lesma! Acho até que estava fazendo de propósito.
Ufa! Consegui chegar no clube na hora! Perguntei para o porteiro se ele havia visto o Zé, meu amigo. Ele disse que o Zé já tinha chegado e que devia estar no vestiário. Fui voando pra lá, olhando para todos os lados, vendo se encontrava o Zé. Entro no vestiário e só quem estava lá dentro era aquele faxineiro fofoqueiro que eu detesto. Tá sempre rondando, parece um carrapato pegajoso!… E adora puxar o saco do pessoal! Deve achar que vai levar uma graninha com isso. Mas aí que rolou a parada, do nada, quando resolvi me trocar e procurar o Zé depois, o maluco começou a gritar:
– Socorro! Ladrão! Pega ladrão!
Nem sei qual foi, mas quando fui ver ele estava apontando pra mim! Que sufoco! Me ferrei todo, mas consegui provar que eu estava limpo.
Finalmente, o incidente saiu melhor que a encomenda. Zico soube do ocorrido, e cada vez que me olhava começava a rir, imaginando a situação. E foi assim que fui notado e consegui ficar entre os escolhidos.
Autoria do texto desconhecida.


Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/2015/12/discipulando-4.html Acesso em 03 dez. 2016.

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Conjunto de videoaulas apresentado como auxílio para a preparação de professores de Escola Bíblica Dominical dentro do compromisso do Portal Escola Dominical com o ensino da Palavra de Deus.

Faixa etária dos Jovens.

Sorocaba/SP - Prof. Jeferson Reinaldo:

 

Ministério do Belém - Setor 9 (Itaquera, São Paulo/SP) - Dc. Gabriel Raso:

 

 

Paulínia/SP - Pr. Edvaldo Bueno:

 

Abreu e Lima/PE - Ev. Abraão Coutinho:

 

Jardim Boa Esperança/Campinas-SP - Pr. Agnaldo Betti:

 

CPAD - Ev. Thiago Brazil:

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Jesus estava de passagem por Samaria voltando da Judéia para a Galiléia, quando parou para descansar junto a um antigo poço

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2016
JOVENS - EM ESPÍRITO E EM VERDADE - A essência da adoração cristã
COMENTARISTA: THIAGO BRAZIL
COMENTÁRIO: PROF. FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA
ASSEMBLEIA DE DEUS EM CAMPINA GRANDE/PB


LIÇÃO 10 - A ADORAÇÃO SEM CONHECIMENTO


O episódio da mulher de Samaria pode ser tomado como uma imagem da condição espiritual de muitas pessoas na época de Jesus e ainda hoje há pessoas que elegem lugares, outras pessoas e até elas mesmas como elementos dignos de adoração A ignorância é um perigoso estado para aquele que busca a Deus [Comentário: Jesus estava de passagem por Samaria voltando da Judéia para a Galiléia, quando parou para descansar junto a um antigo poço próximo à cidade de Sicar. Uma mulher veio tirar água do poço. A conversa que se seguiu a desafiou e uma cidade cheia de pecadores a mudarem suas vidas e seu destino eterno. Esta mulher foi buscar água e encontrou a fonte da vida eterna descansando junto ao poço de Jacó. A conversa que se seguiu (v. 9-26) é um exemplo marcante de como Jesus ensinava as pessoas a usarem uma linguagem diferente. Quando ele pediu água, a mulher naturalmente pensou em água do poço. Ela tinha ido ao poço por causa de necessidade física, e não espiritual. Jesus imediatamente direcionou a conversa para assuntos espirituais. Se ela entendesse a dádiva de Deus e soubesse com quem estava falando, estaria ela buscando água espiritual, e não material. Mas essa mulher não estava usando a mesma linguagem. Ela não estava pensando em coisas espirituais. Durante séculos os samaritanos tinham defendido suas práticas de adoração em outros lugares, tais como o Monte Gerizim ao qual ela referiu-se em sua pergunta (neste monte). Jesus desafiou-a a desviar seus olhos do monte e olhar para dentro de sua alma. O tempo estava rapidamente se aproximando, Jesus explicou, quando o lugar não importaria mais. Não entenda mal. Os judeus estão certos em adorar em Jerusalém por enquanto, e os samaritanos não sabem o que estão fazendo. Mas tudo isso está para mudar. O Pai, como um ser espiritual, está buscando pessoas que o adorarão em espírito e verdade.] Dito isto, vamos pensar maduramente a fé cristã?

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Fonte: http://www.auxilioaomestre.com/2016/11/jovens-licao-10-adoracao-sem.html Acesso em 03 dez. 2016.

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Videoaula apresentada como auxílio para a preparação de professores de Escola Bíblica Dominical dentro do compromisso do Portal Escola Dominical com o ensino da Palavra de Deus.

Faixa etária do Maternal.

Joinville/SC - Dc. Fernando da Rocha:

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Jesus Cristo ressuscitou para nos dar a oportunidade de também ressuscitar em um corpo glorioso para a vida eterna.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2016
JUVENIS - O QUE VEM POR AÍ?
COMENTARISTA: CARLOS EDUARDO LOURENÇO
COMENTÁRIO: PROF. LUCAS NETO
ASSEMBLEIA DE DEUS EM FORTALEZA/CE


LIÇÃO 11 – A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS


INTRODUÇÃO
Jesus Cristo ressuscitou para nos dar a oportunidade de também ressuscitar em um corpo glorioso para a vida eterna. A bíblia registra pelo menos duas ressurreições, a primeira para a vida eterna a segunda para a condenação eterna. Nesta lição estudaremos sobre estas ressurreições segundo a cronologia bíblica.


I – O ENSINO BÍBLICO SOBRE A RESSURREIÇÃO
A morte física não enseja o fim permanente de um ser humano, considerando que somos formados por uma tricotomia composta de corpo, alma e espírito, quando morremos fisicamente o corpo físico volta ao pó e a alma e o espírito volta para Deus. (Ec 3:19-20; Ec 12:7)
A santa Bíblia nos ensina que o ponto de partida para acreditarmos na ressurreição de nosso corpo está garantido na ressurreição de Jesus que foi crucificado e no terceiro dia ressuscitou num corpo glorioso e
assim em eventos futuros haverá ressurreições coletivas de toda a humanidade para a vida ou para a morte. (1 Co 6:14)

 

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Fonte: https://proflucasneto.files.wordpress.com/2013/04/4t_2016_juvenis_lic3a7c3a3o-11_a-ressurreic3a7c3a3o-dos-mortos.pdf Acesso em 07 dez. 2016.

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Professoras e professores, observem estas orientações:  1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos: - Cumprimentem os alunos.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2016
JUVENIS - O QUE VEM POR AÍ?
COMENTARISTA: CARLOS EDUARDO LOURENÇO
COMENTÁRIO: PROF.ª SULAMITA MACEDO
ASSEMBLEIA DE DEUS - TEMPLO CENTRAL - NATAL/RN


Lição 11: A Ressurreição dos Mortos


Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, trabalhem o conteúdo da lição. Vejam as sugestões abaixo:
- Apresentem o título da lição: A Ressurreição dos Mortos.
- Falem: Na lição de hoje, um dos temas é sobre o Juízo Final, que acontecerá após o Milênio.
- Utilizem um mapa escatológico e mostrem na linha do tempo quando acontecerá o Juízo Final.
- Continuem, falando: Em qualquer julgamento, há um juiz, um réu, advogados, acusações, provas, sentença, local e tempo para pagar a pena.
- Depois, anotem estes nomes no quadro ou cartolina.
- Falem: No Juízo Final ou julgamento do Trono Branco quem serão estas pessoas e elementos?
Juiz: Jesus que deixou de ser advogado para exercer esta função.
Réus: as pessoas que rejeitaram Cristo.
Advogado: Não haverá.
Acusação: Rejeitaram a Cristo e andaram segundo a carne.
Provas: Escritas no Livro da Vida
Sentença: Afastamento eterno de Deus
Local para pagar a pena: Lago de Fogo
Tempo da pena: Eternidade.
- Lembrem-se de que ao trabalhar o conteúdo da lição, vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Para concluir a aula, utilizem a dinâmica “O Livro das Vidas Transformadas”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: O Livro das Vidas Transformadas
Objetivo: Socializar como ocorreu a conversão dos alunos e a transformação em suas vidas.


Material:
01 caneta e 01 folha de papel ofício para cada aluno, com um traço horizontal dividindo-a ao meio; na parte superior, escrever “Antes da Conversão” e na inferior “Depois da Conversão”.
Procedimento:
- Após o estudo sobre o Juízo Final e a utilização, neste julgamento, do Livro da Vida, onde estão escritos os feitos humanos, entreguem para cada aluno uma folha de papel ofício, conforme descrição no item “Material”.
- Orientem os alunos para que escrevam de forma objetiva como era a vida deles antes e depois da conversão, onde, como e quando ocorreu esta transformação. Estipulem aproximadamente 10 minutos para esta finalidade.
- Solicitem para que dois ou três alunos socializem as mudanças ocorridas em suas vidas.
- Depois, recolham todas as folhas e falem que mandarão encaderná-las, para que forme um livro. Na capa terá o seguinte título “Livro das Vidas Transformadas”.
Acrescentem, ainda, na primeira página, o local, a data e o nome ou número da classe; na segunda folha, organizem um índice com a sequência dos nomes dos alunos. Se preferir, vocês podem também colocar uma justificativa desta atividade como também folhas em branco para algum registro posterior.
- Falem que na próxima aula, vocês trarão este “livro” e através de um sistema de empréstimo semanal, cada aluno poderá ter acesso aos relatos dos colegas sobre a conversão deles e a mudança ocorrida em suas vidas.
Por Sulamita Macedo.


Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/2016/12/juvenis-curriculo-do-ano-2-o-que-vem.html Acesso em 05 dez. 2016.

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Através de suas cartas, Paulo transmitiu às comunidades cristãs e aos seus discípulos uma fé fervorosa em Jesus Cristo, na sua morte e ressurreição. A esta fé soma-se um fator fundamental: o seu temperamento, que era passional, enérgico, ativo, corajoso e zeloso pela causa do Evangelho de Jesus Cristo.

 

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QUARTO TRIMESTRE DE 2016
JUNIORES - Tema: Servindo a Deus com alegria
Comentarista: Débora Machado
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

Lição 11 - Felizes os que são firmes em servir

 

Objetivo

Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seu aluno possa compreender que devemos nos manter firmes em nossa fé e no servir a Deus. É um privilégio ser servo de Deus.

 

Memorizando

“Estejam vigilantes, mantenham-se firmes na fé, sejam homens de coragem, sejam fortes." (1 Co 16.13– NVI)

 

Texto bíblico em estudo: 1 Co 3.1-9; 15.58.

 

Paulo, um servo incansável

O cristão ao aceitar a Cristo como Senhor e Salvador de sua vida, morre para o mundo e vive para agradar a Deus.

 

Introdução

Paulo de Tarso foi um apóstolo diferente dos demais, por ter dado maior ênfase aos irmãos gentios, pois seu chamado era destinado a eles que estavam espalhados pelo mundo (Atos 13:47).

 

Biografia

Segundo rege a tradição, Paulo nasceu em Tarso, na Cilícia, que atualmente pertence à Turquia, numa família judaica da Diáspora (dispersão) época em que  já havia uma diáspora de judeus que viviam espalhados pelo mundo, sobretudo na Pérsia, mas também em torno do mediterrâneo, em Alexandria e no norte de África, na Turquia, Grécia e outras partes do Império Romano, incluindo a atual Espanha.

Nasceu numa data desconhecida mas "sem dúvida antes do ano 10 da nossa era". Seu pai, em circunstâncias que se desconhece, adquiriu a cidadania romana mantendo a fé judaica, educou-o na tradição judaica. Durante toda sua vida sua cidadania romana foi um meio de proteção física. Como ele próprio diz, foi circuncidado ao oitavo dia e mantém-se sempre na lei mosaica. Diz-se mesmo um Fariseu. A sua formação primária foi feita numa escola de cultura grega, como atestam as suas cartas. Mas recebeu também o ensino por parte de Gamaliel.

Educado em duas culturas (grega e judaica), Paulo fez muito pela difusão do Cristianismo entre os gentios e é considerado uma das principais fontes da doutrina da Igreja. As suas Epístolas formam uma secção fundamental do Novo Testamento. Alguns afirmam que ele foi quem verdadeiramente transformou o cristianismo numa nova religião, e não mais uma seita do Judaísmo.

Após sua conversão no caminho de Damasco, Paulo começou, na sinagoga de Damasco, a dar testemunho de sua fé recém-encontrada. O tema de sua mensagem concernente a Jesus era: “Este é o Filho de Deus” (At 9:20). Mas Paulo tinha de aprender amargas lições antes que pudesse apresentar-se como líder cristão confiável e eficiente. Descobriu que as pessoas não se esquecem com facilidade; os erros do homem podem persegui-lo por um longo tempo, mesmo depois que ele os tenha abandonado. Muitos dos discípulos suspeitavam de Paulo, e seus ex-companheiros de perseguições o odiavam. Ele pregou por breve tempo em Damasco, foi-se para a Arábia e depois voltou para Damasco.

A segunda tentativa de Paulo de pregar em Damasco igualmente não teve bom resultado. Um ano ou dois haviam decorrido desde a sua conversão, mas os judeus se lembravam de como ele havia desertado de sua primeira missão em Damasco. O ódio contra ele inflamou-se de novo e “deliberaram entre si tirar-lhe a vida” (At 9:23). A dramática história da fuga de Paulo por sobre a muralha, num cesto, tem prendido a imaginação de muitos.

Os dias de preparação de Paulo não estavam terminados. O relato que ele faz aos gálatas continua, dizendo: “Decorridos três anos, então subi a Jerusalém. . .“ (Gl 1:18). Ali ele encontrou a mesma hostil recepção que teve em Damasco. Uma vez mais foi obrigado a fugir.

Paulo desapareceu por alguns anos. Esses anos que ele passou escondido deram-lhe convicções amadurecidas e estatura espiritual de que ele necessitaria em seu ministério.

Em Antioquia, os gentios estavam sendo convertidos a Cristo. A Igreja em Jerusalém teve de decidir como cuidar desses novos crentes. Foi então que Barnabé se lembrou de Paulo e se dirigiu a Tarso à sua procura (At 11:25). Barnabé já tinha sido instrumento na apresentação de Paulo em Jerusalém, num esforço por afastar suspeita contra ele.

A esses dois homens foi confiada a tarefa de levar socorro à Judéia onde os seguidores de Jesus estavam passando fome. Quando Barnabé e Paulo voltaram a Antioquia, missão cumprida, trouxeram consigo o jovem João, apelidado Marcos, sobrinho de Barnabé (At 12:25).

Durante 16 anos , após sua conversão, ele pregou no vale do Jordão, na Síria e na Cilícia. Foi especialmente perseguido pelos judeus, que o consideravam um grande traidor.

Fez quatro grandes viagens missionárias: 1ª Viagem (46-48 D.C.), 2ª Viagem (49-52 D.C.), 3ª Viagem (53-57 D.C.), 4ª Viagem (59-62 D.C.), sendo que na última foi à Roma como prisioneiro, para ser julgado, e nunca mais retornou para a Judéia.

Certamente escreveu inúmeras cartas, mas somente 14 destas chegaram até nós, chamadas de Epístolas Paulinas, que são:

  • Epístola aos Romanos;
  • 1ª e a 2ª aos Coríntios;
  • Aos Gálatas; aos Efésios,
  • Aos Filipenses;
  • Aos Colossenses;
  • 1ª e a 2ª aos Tessalonicenses;
  • 1ª e 2ª a Timóteo;
  • A Tito;
  • A Filemon

Através de suas cartas, Paulo transmitiu às comunidades cristãs e aos seus discípulos uma fé fervorosa em Jesus Cristo, na sua morte e ressurreição. A esta fé soma-se um fator fundamental: o seu temperamento, que era passional, enérgico, ativo, corajoso e zeloso pela causa do Evangelho de Jesus Cristo.

O Novo Testamento não nos fala da morte de Paulo. Muitos estudiosos modernos crêem que César libertou o apóstolo, e que ele empenhou-se em mais trabalho missionário antes de ser preso pela segunda vez e executado

No ano de 64 D.C., foi morto pelas Legiões Romanas, nas perseguições aos Cristãos instauradas por Nero, depois do grande incêndio de Roma.

 

Conclusão

O apóstolo Paulo foi um grande instrumento de Deus para a difusão do evangelho no primeiro século do cristianismo. Nós olhamos para São Paulo hoje também como grande apóstolo, grande discípulo e missionário de Jesus Cristo que tem muito a nos ensinar.

Aprendamos com ele, a sermos autênticos divulgadores da Palavra de Deus, zelosos de Sua Igreja, trabalhadores incansáveis em prol do Reino de Deus.

 

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva.

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A Igreja do Primeiro Amor, tinha tudo em comum e os discípulos dividiam seus bens com alegria. Havia um só Espírito e uma só fé e seu grande mérito foi ter espalhado o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo por todo o mundo conhecido na época.

 

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2016
JUNIORES - Tema: Servindo a Deus com alegria
Comentarista: Débora Machado
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

Lição 10 - Felizes os que são perseguidos

 

 

Objetivo

Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seu aluno possa compreender que os que sofrem perseguições são privilegiados por fazer parte do Reino de Deus.

 

Memorizando

“0 Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, pois deles é o Reino dos céus." (Mt 5.10– NVI)

 

Texto bíblico em estudo: Lc 6.22,23; At 12.1-19.

 

Bem aventurados que são perseguidos

“Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus”:  suportar perseguição por causa da justiça  é não temer (mesmo que sozinho ou tendo que ser parte de um grupo de  perniciosos) ficar do lado da justiça, identificar-me verbalmente com Cristo e compartilhar minha fé. Tudo isto ciente, em paz interna, que muitos não me aceitarão unido a Cristo como Senhor da minha vida, e assim me rejeitarão e perseguirão. Somente aqueles que se assemelham a Cristo no seu sofrimento, a Ele se assemelharão no seu triunfo final.

- Obedecer resultará em:  Ousadia no testemunhar; Uma recompensa especial nos céus (Mt  5:12).

- Desobedecer resultará em: Espírito de temor (2 Tm 1:7,8.); Falta de força de vontade (Rm 7:18).

 

A perseguição a Igreja

A Igreja de Jesus nos primeiros anos de sua existência era bem diferente de tudo o que conhecemos hoje pelo nome “igreja”. Isso pode ser polêmico, pode ser controverso, mas a realidade é que as coisas aconteciam de forma bem diversa nos primordios do cristianismo.

Para começar, o momento histórico era único. Jesus havia sido morto por Roma, a pedido do Sinédrio, o conselho de fariseus que desde o início do Ministério de Jesus na terra, foi frontalmente combatido pelo Mestre, por representar o supra-sumo da hipocrisia religiosa.

Os discípulos de Jesus eram (em sua maioria) homens simples, pescadores, viajantes que comercializavam mercadorias, funcionários públicos, enfim, gente comum, sem muito estudo, que não entendia quem era de fato Jesus e que só foi ter clareza de tudo o que Jesus ensinou, a partir do pentecostes, portanto, não tinham estudo e nem inteligência privilegiada para processar os acontecimentos.

Os estudiosos do cristianismo, os grandes exegetas, costumam dizer que Paulo estabeleceu as doutrinas cristãs em suas Cartas, destinadas às Igrejas da época e é bem verdade. Paulo fez o que se pode chamar de “tratados do cristianismo”, os códigos de conduta dos cristãos. Acontece que Paulo foi um apóstolo extemporâneo, que veio bem depois daquele primeiro momento da Igreja.

Naquele momento histórico o que se tinha era um grupo de homens e mulheres cheios do Espírito Santo, que procurava divulgar o Evangelho de Jesus e era duramente perseguido por Roma e pelo farisaismo.  Muitos foram mortos ao fio da espada. Um dos primeiros a ser morto foi Tiago, irmão de João. Herodes quando percebeu que esta perseguição agradava os judeus, mandou prender Pedro para matá-lo.

Pedro foi preso e levado para a prisão e guardado por quatro carcereiros. Como os judeus estavam comemorando a festa dos Ázimos, que é ligada à celebração da Páscoa, para comemorar a libertação de Israel do Egito, Herodes pretendia apresentar Pedro aos judeus depois da Páscoa. Pretendia, porque Deus tinha outros planos.

A Igreja orava continuamente por Pedro, que era um líder nato do apostolado e Deus ouviu a oração do Seu povo e quando chegou a hora de apresentar Pedro ao povo, ele dormia entre dois soldados, ligado a eles por duas cadeias e outros soldados guardavam a entrada da prisão.

Para Deus não há nada impossível e naquela mesma noite: “E eis que sobreveio o anjo do Senhor, e resplandeceu uma luz na prisão; e, tocando a Pedro na ilharga, o despertou, dizendo: Levanta-te depressa. E caíram-lhe das mãos as cadeias.” (Atos 12:7) e: “Lança às costas a tua capa, e segue-me.” (Atos 12:8). Pedro obedeceu o anjo, porém não entendia o que estava acontecendo, não sabia o  se era real, ou uma visão. Era real.

Quando Pedro e o Anjo chegaram diante do portão que dava para a rua, ele se abriu sozinho e Pedro saiu pela porta para a rua e logo o Anjo se retirou dele e ele foi para a casa de Maria, mãe de João e de lá Pedro partiu para a Cesaréia.

De manhã houve grande alvoroço entre os guardas da prisão que ficaram “boiando”, não sabiam o que havia acontecido a Pedro. Quando Herodes soube, mandou justiçar os soldados, mas pouco tempo depois, Deus justiçou Herodes e porque ele não deu gloria a Deus quando o povo dizia que a voz dele era de Deus, o Anjo do Senhor o feriu e ele morreu na hora, comido por bichos.

A Igreja do Primeiro Amor, tinha tudo em comum e os discípulos dividiam seus bens com alegria. Havia um só Espírito e uma só fé e seu grande mérito foi ter espalhado o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo por todo o mundo conhecido na época. Isso aconteceu também (em grande parte) pela perseguição aos discípulos, eles eram obrigados a deixar Jerusalém, eram obrigados a fugir para outros países.

 

Conclusão

Hoje vivemos tempos de relativa paz. A Constituição Brasileira nos assegura liberdade de culto, somos uma voz que se faz ouvir nos grandes debates nacionais, porém estamos acomodados, não somos açoitados por pregar o Evangelho e com isso, ficou meio que fácil ser servo de Deus, mas não podemos esquecer que pesa sobre nós o dever de pregar o Evangelho a toda criatura e isso não foi revogado, continuamos a ser a Bíblia viva dos nossos vizinhos e parentes, só precisamos renovar o primeiro amor, só precisamos não deixar esfriar a fé que de graça recebemos e de graça temos de propagar.

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva.

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Numa batalha espiritual, precisamos nos conscientizar de que nossa vitória só virá, guando nos dispomos a lutar contra os poderes do diabo. Porém com os nossos irmãos e até mesmo com os nossos inimigos, devemos ser amáveis e estar dispostos a conceder o perdão.

 

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2016
ADOLESCENTES - Tema: Aprendendo com as cartas
Comentarista: Rafael Luz
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

Lição 11 - Combatendo o bom combate

 

Objetivo

Professor (a) ministre sua aula de forma que possa conduzir o aluno a compreender o propósito de Paulo ao escrever ao jovem Timóteo; conscientizar-se que de todos os que aceitam a Jesus, estão em um combate, que resultará em uma recompensa eterna aos que vencerem.

 

Para refletir 

“Sofre, pois, comigo, as aflições, como bom soldado de Jesus Cristo.” (2 Tm. 23 –ARC).

 

Como povo de Deus, devemos nos conscientizar que estamos inseridos numa batalha, onde as hostes satânicas procuram nos devorar.

"Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar". (1 Pe. 5:8)

Se não tomarmos nossa posição, e conquistar mais espaço, certamente acabamos por perder até mesmo os espaços conquistados.

 

Texto Bíblico: 2. Tm. 2:1-15.

 

Introdução

Deus precisa estar presente em nossas batalhas espirituais, caso contrário o inimigo nos esmagará.

 

Epistola de 2º Timóteo

Autor: Paulo

Data: Cerca de 66-67 d.C Há pouca dúvida sobre Paulo ter escrito esta carta pouco antes de sua morte. Portanto, como é provável que ele tenha sido executado antes da morte de Nero em 68 d.C, a carta deve ser datada de 66-67 d.C.

 

Tema: o compromisso com o ministério. A carta originou-se devido à preocupação de Paulo com as necessidades de Timóteo, bem como suas próprias. Ele lembrou Timóteo de sua responsabilidade e o advertiu a se entregar de corpo e alma à sua tarefa. Em relação a si mesmo, Paulo necessitava de algumas coisas pessoais (4.13) e, em sua solidão, desejava ver Timóteo e Marcos (4.9-11).

 

Palavras-chave: batalha, responsabilidade, instrução.

 

Contexto Histórico e Data

Até podemos determinar, Paulo foi libertado da prisão romana pouco depois de Atos ter sido escrito e empenhou-se em viagens missionárias, viajando até a Espanha. Durante a era das perseguições iniciadas por Nero em 64 d.C, Paulo foi preso de novo, provavelmente em Trôade (4.13), e levado pra Roma. As circunstâncias de sua segunda prisão foram bastante diferentes daqueles de seu primeiro encarceramento. Anteriormente, ele estava em sua própria casa alugada e podia receber visitantes livremente, mas agora estava confinado a uma masmorra e os amigos quase não conseguiam vê-lo. Antes, ele esperava ser solto, mas agora ele esperava a morte (4.6-8). Ao escrever esta carta, somente Lucas estava com Paulo (4.11), tendo todos os outros partidos por vários motivos.

 

Conteúdo

Embora Paulo seja conciso e direto, ele também é meigo, caloroso e carinhoso. A 2ª Epistola a Timóteo revela emoções de Paulo mais do que seu intelecto, pois seu coração estava falando. Conseqüentemente, a carta não era uma produção literária ordenada bem planejada, mas sim uma nota pessoal contendo a última vontade e o testamento do apóstolo.

 

Esboço de 2Timóteo

  1. Introdução 1.1-5
  2. Fidelidade face às dificuldades 1.6-14

III. Fidelidade face à deserções 1.15-2.13

  1. Fidelidade face ao erro 2.14-4.8
  2. Conclusão 4.9-22

 

Passos importantes na Batalha Espiritual

Quer queiramos ou não estamos envolvidos numa batalha espiritual como servos de Deus e promotores de seu reino aqui na terra. Falando desta batalha na terra, Jesus advertiu a seus discípulos sobre todas as barreiras e dificuldades que seriam encontradas:

 

"Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e inofensivos como as pombas". (Mt 10:16).

 

Duas coisas podemos destacar aqui com incrementos desta batalha:
1. Somos enviados "como ovelhas para o meio dos lobos", o que mostra a desigualdade em termos humanos de nossa luta, e por esta razão precisamos depender exclusivamente de Deus e não de nossos esforços e capacidades.

2. Devemos agir com estrema sabedoria, pois fomos aconselhados a ser "prudentes como as serpentes" e "inofensivos ou simples como as pombas". Possuir a prudência da serpente é ter os olhos bem abertos diante das situações, com sagacidade e inteligência e simplicidade com as pombas, que significa possuirmos pureza de alma em nossa busca a Deus e em nosso relacionamento com nossos irmãos.

Uma verdadeira batalha se ganha, não quando o exército se coloca na defensiva, mas quando ele é treinado para fazer incursões ofensivas em território inimigo. Quem fica esperando o inimigo para apenas se defender não chegará a lugar algum numa guerra.

Um dos maiores generais que o mundo já conheceu foi Alexandre, o grande, pois com apenas trinta três anos de idade, já tinha conquistado praticamente o mundo de sua época, implantando a cultura grega, que até hoje influencia muitos povos. É difícil uma língua falada no mundo de hoje, que não tenha recebido influência grega, e isto graças a Alexandre, o grande que foi tremendamente ofensivo em suas batalhas e conquistas.

Vamos ver alguns textos na palavra de Deus nos quais podemos nos basear para sermos ofensivos numa batalha espiritual:

a. 1 Ts 2.2, "Mas, mesmo depois de termos antes padecido, e sido agravados em Filipos, como sabeis, tornamo-nos ousados em nosso Deus, para vos falar o evangelho de Deus com grande combate". Paulo nos informa que foi "ousado para pregar o Evangelho entre os tessalônicos, combatendo com grande combate". A ousadia é um dos aspectos de uma guerra agressiva, ofensiva. Devemos ser ofensivos, não para machucar nossos irmãos de fé, mas para guerrearmos contra Satanás e seus demônios.

b. 1 Tm 4.10, "Porque para isto trabalhamos e lutamos, pois esperamos no Deus vivo, que é o Salvador de todos os homens, principalmente dos fiéis". Paulo fala aqui de "trabalho na obra" e "lutas", que somente podem nos fazer vitoriosos se agirmos com garra, com determinação.

Numa batalha espiritual, precisamos nos conscientizar de que nossa vitória só virá, guando nos dispomos a lutar contra os poderes do diabo. Porém com os nossos irmãos e até mesmo com os nossos inimigos, devemos ser amáveis e estar dispostos a conceder o perdão.


Deus não nos deixa só, Ele peleja por nós
Em 2 Tm 4.16-18, o apostolo Paulo diz:

 “Ninguém me assistiu na minha primeira defesa, antes todos me desampararam. Que isto lhes não seja imputado. Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me, para que por mim fosse cumprida a pregação, e todos os gentios a ouvissem; e fiquei livre da boca do leão. 18 E o Senhor me livrará de toda a má obra, e guardar-me-á para o seu reino celestial; a quem seja glória para todo o sempre. Amém".

Paulo estava preso e sendo julgado pelas autoridades romanas. Durante o seu julgamento reclama que esteve sozinho, desamparado pelos próprios irmãos de Igreja. Porém Alguém estava presente e o livrara da "boca do leão". Este alguém era Deus!

Deus sempre está presente em nossas batalhas espirituais. Aprendamos a vê-lo pela fé, e saiamos contra nossos inimigos (espirtuais) que sucumbirão diante de nós!

Esta era a certeza de Davi:

"Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus". (Sl. 20.7)


Conclusão

Fomos alistados para agradar Aquele que nos alistou.
É preciso que você tenha convicção de que em qualquer batalha na vida espiritual, os nossos inimigos não são carnais, mas "hostes espirituais", comandadas pelo diabo. Por esta razão não devemos investir contra pessoas, mas contra o que está por detrás das pessoas.

Para sermos vitoriosos em nossas batalhas espirituais precisamos:
1) Nos colocar na posição de obedecer a Palavra de Deus
2) Estar cientes de que quem está à frente em nossas batalhas é o Senhor, e estas batalhas somente serão ganhas, quando confiarmos em seu comando.

 

Colaboração para o Portal Escola Dominical – Profª Jaciara da Silva

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Professoras e professores, observem estas orientações: 1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos: - Cumprimentem os alunos.

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QUARTO TRIMESTRE DE 2016
ADOLESCENTES - APRENDENDO COM AS CARTAS
COMENTARISTA: RAFAEL LUZ
COMENTÁRIO: PROF.ª SULAMITA MACEDO
ASSEMBLEIA DE DEUS - TEMPLO CENTRAL - NATAL/RN


Lição 11: Combatendo o bom combate


Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: Combatendo o bom combate.
- Iniciem o estudo, colocando sobre uma mesa ou no quadro as figuras de: filho, soldado, atletas, lavrador, obreiro, vaso e servo, depois solicitem para que 07 alunos pequem as figuras(01aluno – 01 figura) e leiam as referências que estão por traz da figura.
Filho – II Tm 2.01
Soldado – II Tm 2. 2 – 4
Atleta – II Tm 2.5
Lavrador – II Tm 2.6
Obreiro – II Tm 2.15
Vaso – II Tm 2.20 a 21
Servo – II Tm 2.24
- Após a leitura, coloquem as figuras no quadro e reflitam com os alunos sobre o que representa cada uma delas para o cristão. Não se esqueçam de contextualizar cada figura com o tipo de aluno que você tem, dessa forma a aprendizagem será mais significativa.
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição. Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
- Para concluir, utilizem a dinâmica “A Armadura do Cristão”.
Tenham uma excelente e produtiva aula!


Dinâmica: A Armadura do Cristão
Objetivo: Refletir sobre a necessidade do cristão possuir todos os elementos da armadura espiritual para vencer as ciladas do Diabo.


Material:
01 figura de 01 soldado, quadro ou cartolina, papel ofício e caneta.
Procedimento:
- Coloquem a figura do soldado no quadro e perguntem quais são as armas de combate e defesa de um soldado. Escrevam as respostas no quadro de giz ou cartolina.
- Agora falem: O cristão é comparado a um soldado pronto para o combate, que possui armas especiais para a caminhada cristã. Então, apresentem quais são os elementos que compõem a armadura do cristão, que encontramos em Ef 6. 13 ao 17. Para tanto, façam uma leitura compartilhada, explicando cada elemento da armadura.
Cinturão – verdade
Couraça – justiça
Escudo – fé
Capacete – salvação
Espada – palavra
Observação: Veja abaixo o significado dos elementos da armadura do cristão.
- Agora, peçam para que os alunos desenhem os elementos que compõem a armadura e coloquem no soldado.
Outra forma para exemplificar os elementos da armadura: fazer os elementos de jornal e colocar em um dos alunos da classe.
- Depois, falem: O Diabo tem suas armas para investir contra o cristão, mas se ele está revestido da armadura de Deus, ele está protegido e sua vida espiritual está segura em Deus.
- Para concluir, leiam Ef 6. 11 ao 13.
Por Sulamita Macedo.


Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/2016/12/adolescentes-curriculo-do-ano-2.html Acesso em 05 dez. 2016.

Avaliação do Usuário

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Marcaram então uma grande reunião na praça. Mandaram cartas para todas as pessoas. Neemias mandou fazer uma mesa onde ficaria o rolo da Bíblia. No dia marcado vieram muitas pessoas para a reunião. Homens, mulheres, meninos e meninas. A praça fiou cheinha de gente.

 

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QUARTO TRIMESTRE DE 2016
JARDIM DE INFANCIA – Tema: A casa do meu amigo
Comentarista: Verônica de Oliveira

Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

Lição 11 - Na casa do meu Amigo estudo a Bíblia

 

Ao Mestre

Subsidio acerca de Esdras:

“(...) Esdras, um escriba* das palavras dos mandamentos do Senhor, não era um mero copista, mas um estudante diligente da Lei. (...)
Depois do término da reforma dos muros e o registro do povo, a congregação se reuniu como um só homem em Jerusalém para celebrar a festa das trombetas. A finalização do trabalho nos muros resultou em um novo entusiasmo entre o povo, surgindo uma necessidade popular para que a Lei fosse lida publicamente. Finalmente, havia surgido a oportunidade para realizar o plano, há tanto tempo acalentado por Esdras, de reorganizar a vida nacional com base na Lei de Moisés.
A leitura pública da Lei deveria ser feita a cada sete anos, mas durante o longo período de cativeiro, a prática que nunca havia sido regular foi totalmente esquecida. O fato de o povo desejar ouvir a leitura da lei indica que havia um clima de avivamento entre eles.
No dia da convocação, Esdras e mais 14 sacerdotes subiram em uma plataforma de madeira, acima do povo. Quando começou a ler a Lei, todo o povo ficou em pé. Então, começou a difícil tarefa de ler o Livro da Lei, de manhã até o meio-dia.
A leitura era interrompida ocasionalmente por Esdras ou outro sacerdote para que pudessem explicar alguns trechos. (Neemias 8.7-8)
O efeito da leitura da lei sobre o povo foi notável. Os judeus irromperam em choro e lamentações quando perceberam os muitos aspectos em que, como nação, violara a Lei. Apesar da dolorosa lembrança do pecado, a tristeza não era adequada com a celebração do dia santo, (...).
Esdras serviu à sua geração da melhor maneira que pôde. Lutou para preservar a Palavra de Deus e para mantê-la livre de corrupções. Depois, lutou para restabelecer um sacerdócio consagrado e separado para Deus. (...) Esdras teve sucesso em salvar sua geração da apostasia e lançar as sementes da fé espiritual, que cresceu para produzir frutos nos séculos seguintes. Esdras era um homem necessário em sua época. Embora seus primeiros esforços em Jerusalém, aparentemente, tivessem poucos resultados e parecessem não terem sido bem aceitos, mesmo assim, no tempo oportuno, ele viu o fruto dos seus esforços. Seu trabalho tornou-se a base sobre a qual Cristo e os apóstolos posteriormente edificaram.”
Escriba = Os copistas e mestres das Escrituras. Chamados também de intérpretes ou doutores da Lei.


(Texto retirado do livro Esdras e Neemias — o retorno da Babilônia. Graça Editorial, pgs 17,24-25,27.)

 

Texto Bíblico: Neemias 8.1-18

 

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a compreender a importância de ler e aprender os escritos da Bíblia. Ela é a carta de Deus para nós.

 

Memória em ação

“... Quem guarda a lei de Deus é feliz.” (Pv 29.18 – NTLH)

Explique aos pequenos que “guardar” é o mesmo que obedecer.

Se obedecermos o que Deus deixou-nos escrito n Bíblia Sagrada, viveremos bem e seremos felizes.

 

Explorando a Bíblia

Sabe crianças, houve um tempo em que o povo de Israel por desobedecer a Palavra de Deus, foram escravizados e levados para longe de seu pais. Mas Deus que sempre nos ama, providenciou o retorno de seu povo para a sua terra.

Muitos israelitas retornaram à sua terra, e Neemias foi nomeado governador em Jerusalém. Esdras o sacerdote  sempre estava junto à Neemias e eles estavam muito alegres por terem voltado à sua terra. Esdras havia vindo primeiro e ajudou o povo a reconstruir o templo do SENHOR, Neemias veio depois e ajudou o povo a construir os muros da cidade.

Neemias como governador viu que o povo estava fazendo algumas coisas erradas. Ele foi um líder corajoso e forte e ajudou o povo a resolver esses problemas. Ele  e Esdras juntos começaram a pensar o que poderia fazer para resolver isso, então perceberam uma coisa, e juntos concordaram:

__ Precisamos ensinar a Bíblia ao nosso povo.

Marcaram então uma grande reunião na praça. Mandaram cartas para todas as pessoas. Neemias mandou fazer uma mesa onde ficaria o rolo da Bíblia.

No dia marcado vieram muitas pessoas para a reunião. Homens, mulheres, meninos e meninas.

A praça fiou cheinha de gente.

Então Esdras abriu o rolo da Bíblia e começou a ler e a ensinar a Palavra de Deus. Todas as pessoas ouviram com muita atenção. Assim que Esdras terminou o ensino, muitas pessoas começaram a chorar, sabem por que crianças? – Porque não estavam obedecendo a Palavra de Deus.

Mas Neemias falou:

__ Não vocês não devem chorar.

Esdras disse:

Agora que vocês aprenderam o que Deus quer que vocês façam devem obedecer a Ele. Vamos orar e pedir que Deus perdoe os nossos pecados.

Assim todos oraram e sentiram o amos de Deus em seus corações e ficaram muito alegres.

E fizeram um grande culto onde cantaram e adoraram a Deus

Assim também é conosco crianças, temos a prendido a Palavra de Deus, sabemos o que Ele gosta que fazemos, assim devemos obedecer. Mas se por acaso, sem querer, errarmos, podemos pedir perdão a Deus, e Ele nos perdoará através de Seu Filho – Jesus Cristo.

Professor (a) ore com os pequenos, pedindo a Deus que ajude-nos a obedecer a Sua Palavra.

 

Fontes Consultadas:

  • Bíblia NTLH - SBB
  • Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
  • 53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
  • Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.

 

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva

 

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"Seus amigos serão meus amigos e teu Deus será meu Deus". Então, Rute e Noemi retornaram juntos para Belém. Foi uma coisa boa Rute ter ido com Noemi, pois Belém era muito longe e Noemi já não podia viajar sozinha, pois já era de idade, e o caminho era longo.

 

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QUARTO TRIMESTRE DE 2016
JARDIM DE INFANCIA – Tema: A casa do meu amigo
Comentarista: Verônica de Oliveira

Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

Lição 10 – Na casa de meu Amigo eu tenho amigos

 

Texto Bíblico: Rt 1.1-16; 2.1-4

 

Objetivo
Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir os pequenos a aprender a valorizar as amizades, compreendendo a importância de se ter amigos.

 

Memória em ação

“O amigo ama em todos os momentos; é um irmão na adversidade.

Provérbios 17:17” (Pv 17.17 – NVI)

 

Explorando a Bíblia

Em Belém de Judá vivia uma família boa. Elimeleque, sua esposa Noemi e seus dois filhos, Malom e Quiliom, mas houve uma grande seca e não havia mais comida, então saíram a peregrinar e foram morar nas campinas de Moabe.

Depois de um tempo Elimeleque morreu, e Noemi ficou com seus dois filhos. Seus filhos se casaram, mas após cerca de dez anos seus filhos também morreram. Que tristeza para aquela mulher, viúva e agora havia perdido também seus filhos. Noemi tinham agora apenas as esposas de seus filhos para lhe fazer companhia, seus nomes eram Orfa e Rute.

Noemi chamou as esposas de seus filhos e lhes disse: "Eu vou voltar para onde eu morava, onde esta meu povo, e eu gostaria que vocês também voltassem para as suas famílias.” As mulheres choravam e se abraçavam, porque elas eram boas amigas. Orfa não quis deixar de Noemi, mas Noemi lhe disse que não se preocupasse, pois ela ficaria bem.

Então Orfa voltou para sua família. Mas não importava o que Noemi dissesse a Rute, Rute não a deixaria. Rute falou a Noemi: "Não me peça para sair. Aonde você for eu irei, e onde você ficar, eu vou ficar. Seus amigos serão meus amigos e teu Deus será meu Deus". Então, Rute e Noemi retornaram juntos para Belém.

Foi uma coisa boa Rute ter ido com Noemi, pois Belém era muito longe e Noemi já não podia viajar sozinha, pois já era de idade, e o caminho era longo. Mas Rute não se queixava, pois amava sua sogra Noemi. Ela não esperava nada em troca, ela só queria ajudar. Quando eles chegaram lá Rute decidiu que ela deveria fazer algum tipo de trabalho.

Era época da colheita, e ela trabalhou atrás dos colhedores e pegava a cevada que tinham caído, o que sobrava. O proprietário do campo apareceu para saudar os colhedores e notou Rute no campo. Ele perguntou a um dos colhedores quem ela era. "Ela voltou de Moabe com Noemi, isso é tudo que eu sei, ela pediu-me para recolher o que caísse e está a colher desde a manhã" O bom para Rute é que o dono do campo, Boaz, era um homem amável, que acreditava em Deus. Ele também era parente do marido de Noemi, que morreu, Elimeleque.

Boaz foi falar com Rute, ele disse a ela: "Não vá trabalhar em qualquer outro campo, fique aqui; porém aqui ficarás com as minhas moças.” “Os teus olhos estarão atentos no campo que segarem, e irás após elas; não dei ordem aos moços, que não te molestem? Tendo tu sede, vai aos vasos, e bebe do que os moços tirarem.” Quando Rute ouviu isso, ela inclinou-se para Boaz e perguntou: "Por que você está sendo tão bom para mim, você não me conhece." Boaz respondeu: "Eu sei o que você fez por Noemi, deixou sua família e se mudou para um lugar onde nunca esteve. Que o Senhor recompense você por sua bondade." Rute agradeceu a Boaz, e continuou com seu trabalho no sol quente. Boaz ordenou aos seus trabalhadores que deixasse cair alguns punhados, e deixai-os ficar, para que os colha, e não a repreendais. E Rute colheu por toda a tarde, e voltou a cidade e encontrou-se com sua sopgra Noemi e tiveram o que coumer ate fartar-se.

 

Noemi ficou admirada e perguntou-lhe onde tinha trabalhado, e ela lhe contou sobre Boaz. E Noemi alegrou-se e disse que eles eram parentes, e gostou do que Boaz propos dela trabalhar junto às moças. Assim, Rute ajuntou-se com as moças de Boaz, para colher até que a sega das cevadas e dos trigos se acabou; e ficou com a sua sogra. E Deus cuidou de Noemi e de Rute, e Boaz comprou as terras que era de Elimeleque e Boaz casou-se com Rute. E tiveram um filho e chamou de Obede. E Este é o pai de Jessé, pai de Davi.

 

Aplicação da lição

Enfatize aos pequenos que esta história Bíblica nos mostra que Rute foi boa para com Noemi, preocupou-se com ela como uma boa amiga e Deus a recompensou, deu-lhe um bom marido e ela continuou a cuidar de Noemi. E Deus honrou a Rute pois de sua origem veio o Rei Davi. Na história do povo de Israel ficou o registro da temente mulher, Rute, que honrou sua sogra e amou a seu povo, tornou-se participante do Centro da História de Israel. Você também, criança pode estar no Centro da História, marcar a sua geração, amando a sua geração e tornado-se uma exemplo, assim como Rute foi para seu povo. Que Deus lhes abençoe!

 

Oficina criativa

Imprimir o desenho no link abaixo para os pequenos fazer a atividade

    

Imagemhttp://1.bp.blogspot.com/-M6zw8-ZrMTs/UJBBFCjJFYI/AAAAAAAAJpg/52P9g5YAgBY/s1600/Noemi+e+Rute+-+amizade+cart%C3%A3ozinho.jpg

 

Fontes Consultadas:

  • Bíblia NTLH – SBB
  • Curso para Professor de EBD - Faculdade de Teologia e Ciências Humanas IBETEL – Pr. Vicente de Paula Leite
  • 53 Histórias de Jesus – Geográfica Editora
  • Bíblia Ilustrada Infantil – Editora Geográfica – Edição 2000.

 

Colaboração para o Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva

Avaliação do Usuário

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Por causa da atividade cristã de Estevão havia homens que se colocavam contra ele. Estevão, era  muito abençoado por Deus e cheio de poder, fazia grandes maravilhas e milagres entre o povo.vendo como Deus abençoava Estevão ficaram contra ele alguns membros da “Sinagoga dos Homens Livres”, que era a sinagoga dos judeus que tinham vindo das cidades de Cirene e Alexandria.  

 

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2016
PRIMÁRIOS - Tema: Conhecendo alguns heróis e heroínas da Bíblia
Comentarista: Paula Renata Santos
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

Lição 11 – Estevão, um herói até o fim

 

Texto Bíblico: Atos 6.8-15; 7.54-60

 

Ao Mestre

Prezado (a) para enriquecer sua aula, algumas informações adicionais acerca de Estevão.

Estêvão é o primeiro mártir do Cristianismo. A palavra “mártir” tem origem na palavra grega “testemunha”. Era aplicado aos que testificavam da realidade e o significado de sua fé, preferinfo a morte do que negar deixar o Caminho – Jesus.

 

O seu nome vem do grego Stephanós, o qual se traduz para aramaico como Kelil, significando coroa, galardão. Estêvão foi um dos sete primeiros diáconos da igreja nascente, logo após a morte e ressureição de Jesus, pregando os ensinamentos de Cristo e convertendo tanto judeus como gentios.

 

Objetivo

Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a conscientizar-se de que precisamos demonstrar que somos fiéis a Deus e à Sua Palavra, e para tal precisamos perdoar como Ele nos perdoa.

 

Exercitando a Memória

Logo após a ascensão do Senhor Jesus ao céu, os discípulos (que significa alunos) que agora eram apóstolos (que significa enviado a serviço de), estavam preocupados, pois estavam se ocupando muito com as necessidades temporais (alimentos) dos membros da igreja do que com o ensino da Palavra de Deus, e isto estava prejudicando a parte espiritual, pois eles tinham de se dedicar ao ensino da Palavra de Deus. Decidiram então nomear diáconos para que estivessem atendendo a necessidade material dos cristãos. Escolheram de sete homens, o termo escolher, quer dizer que dentre aqueles que serviam ao Senhor, precisavam encontrar homens com as qualificações necessárias: boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria (sabedoria prática, ou tato para questões circunstanciais).

 

Esta proposta agradou a toda a comunidade; e elegeram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau e apresentaram-nos perante os apóstolos, e estes, orando, lhes impuseram as mãos.

Estevão é bastante conhecido em nossas igrejas simplesmente porque foi o primeiro mártir após a ascensão do Senhor Jesus Cristo. Estevão é, com quase certeza, um dos setenta escolhidos e enviados pelo Senhor em Lucas 10:1-10, e que O acompanhou sempre, a partir do batismo de João (At 1.21-22). Podemos concluir isso, devido ao fato de ele exercer dons atribuídos exclusivamente aos apóstolos e estes homens (At 6.8), por ser homem cheio do poder do Espírito Santo
Observe nos dois capítulos bíblicos que fazem menção a Estevão como o fato dele ser cheio do poder do Espírito Santo é realçado

“E elegeram Estevão, homem cheio de fé e do Espírito Santo...” (6.5);
“E Estevão, cheio de fé e de poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo.”
(6.8);
“E não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito com que falava...”
(6.10);
“Mas ele, cheio do Espírito Santo, fitando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus em pé à direita de Deus.” (7.55)

Para ter uma vida cheia do Espírito é preciso viver de forma a agradar ao Senhor Estevão não cometia o erro que denunciou nos judeus para quem ele testemunhou no conselho:

“... vós sempre resistis ao Espírito Santo” (7.52).

Fé, poder, autoridade, milagres, prodígios, sinais, sabedoria... são qualidades que encontramos neste homem, tudo decorrência da ação do Espírito Santo em sua vida. Trabalhava com alegria na Obra de Deus e anunciava com coragem a Palavra de Deus.

Por causa da atividade cristã de Estevão havia homens que se colocavam contra ele. Estevão, era  muito abençoado por Deus e cheio de poder, fazia grandes maravilhas e milagres entre o povo.vendo como Deus abençoava Estevão ficaram contra ele alguns membros da “Sinagoga dos Homens Livres”, que era a sinagoga dos judeus que tinham vindo das cidades de Cirene e Alexandria. Estes e outros judeus da região da Cilícia e da província da Ásia começaram a discutir com Estevão. Mas o Espírito de Deus dava tanta sabedoria a Estevão, que ele ganhava todas as discussões, explicando-lhes como a Palavra de Deus dizia que devemos fazer.

Não conseguiam derrotá-lo em nenhum tipo de discussão, pois estava cheio do Espírito Santo e da sabedoria espiritual. Então, contrataram homens perversos e desonestos para dizer mentiras sobre ele, levaram-no perante o conselho e o acusaram de blasfêmia contra Deus e contra Moisés.

Estevão poderia ter ficado muito preocupado em se defender e tentar provar sua inocência, mas tinha outra responsabilidade, perante ele, havia centenas de pessoas que precisavam ouvir a mensagem da Bíblia. Porém conforme Estevão falava a mensagem de Deus, eles se enfureceriam.

Estevão optou por não se livrar da culpa, mas ser fiel a Deus, falou então sobre os pecados de Israel continuamente pela história. Ele os fez lembrar-se de como haviam se rebelado contra Moisés, Elias, Jeremias, Isaías, e como tinham matado os profetas de Deus e se voltado para os ídolos. Os judeus o odiaram por dizer-lhes a verdade sobre eles.

Mas Estevão, cheio do Espírito Santo, olhou firmemente para o céu e viu a glória de Deus. E viu também Jesus em pé, ao lado direito de Deus. Então disse:

— Olhem! Eu estou vendo o céu aberto e o Filho do Homem em pé, ao lado direito de Deus.

Mas eles taparam os ouvidos e, gritando bem alto, avançaram todos juntos contra Estêvão. Depois o jogaram para fora da cidade e o apedrejaram. E as testemunhas deixaram um moço chamado Saulo tomando conta das suas capas. Enquanto eles atiravam as pedras, Estevão chamava Jesus, dizendo:

— Senhor Jesus, recebe o meu espírito!

Depois, ajoelhou-se e gritou com voz bem forte:

— Senhor, não condenes esta gente por causa deste pecado! E, depois que disse isso, ele morreu.

O jovem que estava consentindo o assassinato de Estevão. Recolheu as capas dos homens que o apedrejaram. Esse jovem Saulo, mais tarde foi gloriosamente salvo e tornou-se o grande Apóstolo Paulo.

 

Aplicação da Lição

Prezado (a) enfatize aos pequenos que temos poucas informações sobre a vida de Estevão, sabemos que foi um homem bom e dedicado, e que perdeu a sua vida por causa do Evangelho. Mas aquele jovem chamado Saulo que participou quando Estevão foi morto, também tinha convicções fortes. Ele opunha-se a tudo que Estevão defendia, achando que os cristãos realmente mereciam a morte. Pela graça de Deus, encontrou-se com Jesus para aprender a verdade e se arrepender. A vida e o testemunho de Estevão sempre ficou gravado no coração do apostolo Paulo. Estevão foi um herói que com muito amor pelas almas, e fidelidade a Deus, proclamou a Palavra de Deus até o fim.

 

Fontes Consultadas:

  • Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
  • Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
  • Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
  • Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
  • Bíblia de Estudo da Mulher – Editora Mundo Cristão/SBB – Edição 2003
  • Dicionário Vine – Editora CPAD – 3ª Edição 2003
  • 365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia - Rio de Janeiro Editora CPAD
  • Richards – Lawrence O. – Guia do leitor da Bíblia – Editora CPAD – 8[ Edição/2009
  • Comentário Bíblico Beacon – Vol.7: João a Atos – Editora CPAD – Rio de Janeiro/2005

 

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva

 

Avaliação do Usuário

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Jesus subiu um monte e sentou-se ali com os seus discípulos. Jesus olhou em volta de si e viu que uma grande multidão estava chegando perto dele. Então disse a Filipe: — Onde vamos comprar comida para toda esta gente?

 

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2016
PRIMÁRIOS - Tema: Conhecendo alguns heróis e heroínas da Bíblia
Comentarista: Paula Renata Santos
Comentário: Prof.ª Jaciara da Silva
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

Lição 10 – Um menino herói

 

 

Texto Bíblico: João 6.1-11

 

Objetivo

Professor (a) ministre sua aula de forma a conduzir seu aluno a conscientizar-se de que Deus se agrada quando compartilhamos o que possuímos com alguém que não tem. Que todos nós devemos ter um coração aberto para ajudar as outras pessoas.

 

Exercitando a Memória

“Quem é generoso progride na vida; quem ajuda será ajudado.” (Pv 11.25 – NTLH).

Generosidade se aplica também quando a pessoa que dá algo a alguém tem o suficiente para dividir ou não. Não se limita apenas em bens materiais. Generosos são as pessoas que se sentem bem em dividir um tesouro com mais pessoas porque isso as fará bem.

 

Crescendo no conhecimento

Depois disso, Jesus atravessou o lago da Galiléia, que também é chamado de Tiberíades.

Uma grande multidão o seguia porque eles tinham visto os milagres que Jesus tinha feito, curando os doentes.

E um menino que morava naquela região queria ir também para ver a Jesus.

Imaginemos um diálogo entre esse menino e sua mãe.

__ Mãe, eu gostaria de ver Jesus. Posso ir hoje? Disseram-me que Ele irá falar ao povo às margens do mar da Galiléia.

__ Mas meu filho, a multidão que se junta para ouvir esse homem, que dizem ser o Messias, o Filho de Deus, é muito grande. Você é muito novo para ir sozinho. Além disso, o sol está muito quente.

__ Ah, mãe, permita que eu vá, pois quero conhecer Jesus. Dizem que Ele conta histórias maravilhosas, cura os enfermos, cegos vêem, surdos ouvem, paralíticos andam e Ele a todos abençoa, principalmente as crianças. Por favor, eu prometo que tomo cuidado, procuro uma sombra. Faço qualquer coisa para ver e ouvir Jesus.

__ Então vá, meu filho, mas tome cuidado, pois dizem que é muita gente que segue esse homem. Ah! Vou preparar um lanche para você. Cinco pães e dois peixes. Pode ser que você se demore lá e, quando a fome apertar, você terá o que comer.

E o menino foi.

Jesus subiu um monte e sentou-se ali com os seus discípulos.

Jesus olhou em volta de si e viu que uma grande multidão estava chegando perto dele. Então disse a Filipe:

— Onde vamos comprar comida para toda esta gente?

Ele sabia muito bem o que ia fazer, mas disse isso para ver qual seria a resposta de Filipe.

Filipe respondeu assim:

 — Para cada pessoa poder receber um pouco de pão, nós precisaríamos gastar mais de duzentas moedas de prata.

Então um dos discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse:

 —  Está aqui um menino que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos. Mas o que é isso para tanta gente?

Jesus disse:

— Digam a todos que se sentem no chão. Então todos se sentaram. (Havia muita grama naquele lugar.) Estavam ali quase cinco mil homens.

Em seguida Jesus pegou os pães, deu graças a Deus e os repartiu com todos; e fez o mesmo com os peixes. E todos comeram à vontade.

Quando já estavam satisfeitos, ele disse aos discípulos:

 — Recolham os pedaços que sobraram a fim de que não se perca nada.

Eles ajuntaram os pedaços e encheram doze cestos com o que sobrou dos cinco pães.

E todos se admiraram daquele milagre que o Senhor fizera.

 

Aplicação da Lição

Prezado (a) enfatize aos pequenos que aquele menino que levara os pães e os peixes certamente ficou alegre de ter podido participar daquele surpreendente momento. Que se não fosse a sua generosidade, Jesus não poderia ter realizado este milagre. Todos nós podemos dispor de algo para auxiliar alguém, com certeza se assim fizermos Deus operará grandes coisas em nossas vidas e na vida das pessoas que ajudarmos.

 

 

Oficina criativa

Imprimir o desenho abaixo para os pequenos fazer a atividade

 

Imagem: http://2.bp.blogspot.com/_GNPc3Bhs29o/TM9hotsbQlI/AAAAAAAAB8Y/ONS4d9bqTXE/s1600/multiplica%C3%A7%C3%A3o+dos+p%C3%A3es.jpg

 

Fontes Consultadas:

  • Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal – Editora CPAD – edição 2003
  • Bíblia de Estudo Plenitude – SBB/1995 – Barueri/SP
  • Bíblia de Estudo Pentecostal – Editora CPAD – Edição 2002.
  • Bíblia Shedd – Editora Mundo Cristão – 2ª Edição
  • Bíblia de estudo da mulher – Editora Mundo Cristão/SBB – Edição 2003
  • Dicionário Vine – Editora CPAD – 3ª Edição 2003
  • 365 Lições de vida extraídas de Personagens da Bíblia - Rio de Janeiro Editora CPAD

 

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva  

Avaliação do Usuário

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Os jogos eletrônicos são uma das principais formas de diversão atualmente, movimentando uma indústria milionária, tão próspera quanto à do cinema. A diversidade temática expõe os usuários tanto a jogos considerados positivos, que estimulam o aprendizado e outras habilidades físico-emocionais, quanto a jogos de natureza extremamente violenta, que expõe seus usuários a mensagens subliminares e a valores contestados pela sociedade

 

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2016
PRE ADOLESCENTES - Tema: Familia e  relacionamentos
Comentarista: Renato  Paúra
Comentário: Prof. Jair César S. Oliveira
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

Lição 11 - Jogos eletrônicos, uma aventura perigosa

 

Texto Bíblico: Gl  6.7,8; Ef   4.17-19

 

Introdução

Os jogos eletrônicos são induzidos como opção de lazer nos dias atuais. Porém, muitos jovens acabam se viciando e ficando escravos desses jogos.

Existem casos de pessoas que morreram após longas horas em frente a um computador, como é o caso de um rapaz de 18 anos que morreu após jogar durante 40 horas seguidas o game “Diablo III”!

Os jovens, em busca de uma falsa felicidade, acabam enveredando por um mundo virtual, onde as suas aspirações, mesmo as mais mórbidas, acabam tendo uma aparência de êxito, e assim, quando se deparam com a realidade, acabam achando a vida cansativa, monótona, e algumas vezes chegam até ao suicídio.

Já existem clínicas e associações destinadas ao tratamento de pessoas viciadas em eletrônicos, como a associação Americana chamada On-line Gamers Anonymous, fundada por Elizabeth Woolley após seu filho se suicidar devido ao jogo em que ele estava viciado.

Existem casos de pessoas que não conseguem diferenciar o virtual do real e acabam cometendo crimes como o caso de um adolescente chamado Devin Moore, que foi preso suspeito de ter roubado um carro. Ele jogava um jogo muito conhecido chamado GTA. O jovem não tinha antecedentes criminais e provavelmente seria liberado com uma advertência. Porém, ao chegar na delegacia, Devin roubou a arma de um policial, atirou em dois deles e ainda atingiu um atendente do serviço de emergência. Depois tentou escapar roubando uma viatura da polícia, mas foi recapturado sem maiores dificuldades. Após ser preso novamente, ele não demonstrou qualquer arrependimento pelas suas ações, dizendo: “A vida é como um videogame. Todos têm que morrer em algum momento” (1).

Uma pesquisa feita pela universidade estadual de Iowa e pelo Instituto Nacional de Mídia e Família mostra que pelo menos seis sintomas de vícios em geral,  apresentados também por viciados em jogos de azar,  como mentir para família e amigos sobre o tempo que passam jogando, são característicos em jovens viciados em eletrônicos.

Além disso, os jogadores também deixam de fazer deveres da escola ou passam muito tempo envolvidos com os jogos, apresentando trabalhos escolares de baixa qualidade e dificultando seu aprendizado.

“Apesar da comunidade médica não reconhecer o vício em videogames como uma desordem mental, este estudo será um de muitos que nos permitirá uma discussão sobre os efeitos positivos e negativos dos videogames”, afirmou o doutor Douglas Gentile, professor assistente de psicologia da universidade de Iowa (2).

Existem alguns sinais que são comuns às pessoas que estão viciadas em jogos eletrônicos, como:

Passa muito tempo no computador ou vídeo game;

Entra na defensiva quando confrontado sobre o problema;

Perde a noção do tempo;

Prefere passar mais tempo nos jogos que com amigos e familiares;

Perde o interesse em atividades que antes eram importantes;

Torna-se socialmente isolado, irritável ou rabugento;

Estabelece uma nova vida “social”, apenas com amigos online;

Negligencia trabalhos escolares e sofre para conseguir boas notas na escola;

Gasta dinheiro em atividades inexplicáveis;

Tenta esconder que passou algum tempo jogando.

Somente especialistas capacitados podem diagnosticar esse tipo de problema. Ainda assim, eles concordam que os jogos possuem características viciantes, que são a gratificação instantânea, ritmo acelerado e imprevisibilidade. Tudo o que caracteriza uma dependência está presente nos jogos eletrônicos (3).

O decreto Inter Mirífica, da Santa Sé, sobre os meios de comunicação, já em dezembro de 1966 advertia:

“Recordem os pais que é seu dever vigiar cuidadosamente por que os espetáculos, as leituras e coisas parecidas que possam ofender a fé ou os bons costumes não entrem no lar e por que os seus filhos não os vejam noutra parte. ”(4)

Os jogos eletrônicos têm afastados inúmeros jovens da prática dos Mandamentos da Lei de Deus, e com isso acabam por colocar em risco sua própria salvação eterna.

Fonte: http://ipco.org.br/ipco/os-perigos-dos-jogos-eletronicos/#.WEdSLrIrKUk

 

I- O que vai me edificar?

O adolescente cristão e os perigos da Pós-modernidade

A época atual é marcada por fenômenos que representam um divisor de águas com a chamada Pós-Modernidade, pois ela é caracterizada por mudanças significativas provocadas e vividas pelo homem.

Hoje podemos dizer que vivemos a cibercultura, que rapidamente altera costumes e estilos de vida do mundo contemporâneo, especialmente no que diz respeito à educação dos adolescentes e jovens conhecidos como infomaníacos que passam horas conversando virtualmente “On-line” com estranhos anônimos. Consultar alguns livros na biblioteca pública é uma atividade praticamente pré-histórica, pois a informação nunca foi tão facilmente encontrada como ocorre através dos “Sites”. A época atual é marcada por fenômenos que representam um divisor de águas com a chamada Pós-Modernidade, pois ela é caracterizada por mudanças significativas provocadas e vividas pelo homem como a globalização e um novo modo de cultura. Por conta disso, a Pós-Modernidade é traçada como a época das incertezas, das fragmentações, da troca de valores, do vazio, do imediatismo, da efemeridade, do hedonismo, da substituição da ética pela estética, do narcisismo, do consumo de sensações e do fim dos grandes discursos éticos.

   

I – DEFINIÇÃO DE PÓS-MODERNIDADE

Pós-Modernidade (grego “pós” = que vem depois) é o estado ou condição de estar “após ou depois” da conhecida Era Moderna. É o que vem depois ou em reação ao que é moderno. Modernidade é definida como um período ou condição identificado com a Era Progressiva, a Revolução Industrial, ou o Iluminismo.

 

II – PERIGOS DA PÓS-MODERNIDADE NA VIDA DOS ADOLESCENTES

Hoje devido à velocidade de informação sem fronteiras, através da Internet no uso de meios como: WhatsApp, Instagram, Sexting, Facebook, Twitter, MSN, Blogs, TV, como também cinema, revistas, jornais, celular, MP3, Smartphones, Táblets, etc. Uma enorme gama de informações (na maioria das vezes nocivas), são despejadas sobre os adolescentes. A maioria deles cresce com um mouse em uma mão, um controle remoto na outra e um monitor à sua frente. Eles estão sempre conectados e ativos no mundo cibernético “On-line”. Para eles a Web (internet) é uma fonte primária e imprescindível de informações. A mídia tem o poder de persuasão, e muitos adolescentes são enredados em costumes e atos aparentemente “inocentes”, sem se aperceber do perigo que isso representa à vida espiritual. Vejamos alguns perigos da chamada Pós-Modernidade face a internet:

Qualquer pessoa pode colocar suas ideias na Internet (Is 5.20; 1Co 15.33; Mt 5.13-16; At 17.11; Rm 12.2);

A censura da Internet é praticamente impossível (Pv 4.20-27; 23.5; Fl 4.8; Ef 5.11-14; Hb 4.13);

A disponibilidade de muitas informações convida o adolescente a ficar viciado na rede (Ef 5:15-17);

A prática da prostituição virtual é real (Pv 21.2; Sl 7.9; 17.3; 119.37; 139.1; 1Ts 4.7 ; Cl 4.6; Ap 2.23).

 

III – COMO O INIMIGO ATACA OS ADOLESCENTES NA ERA PÓS-MODERNA

Desde a sua origem que a família tem sido alvo de constantes ataques do reino das trevas. Quer seja através da inversão dos valores (Is 5.20), da música ou dos meios de comunicação (2Co 4.4), o diabo tem investido fortemente contra a célula mãe da sociedade. Vejamos, então, alguns desses ataques na vida dos adolescentes:

 

3.1 Através da inversão dos valores. Nesta sociedade corrompida e perversa (Fp 2.15) em que o “mundo jaz no maligno” (I Jo 5.19), não é de se estranhar que a humanidade viva no seu dia-a-dia, “uma inversão dos valores e dos padrões morais” (Is 5.20).

 

3.3 Através da mídia e dos meios de comunicação. Nenhum de nós pode negar a importância dos meios de comunicação para a sociedade moderna. No entanto, é notório que estes estão sendo utilizados a serviço do mal do que do bem. Através dos meios de comunicação a família tem sido bombardeada por uma verdadeira onda de pornografia através de estímulos às práticas pecaminosas e diabólicas.

 

3.4 Através da internet. Quase tudo hoje é possível fazer através da internet: ler, vender, comprar, pesquisar etc. Quando bem utilizada, ela pode até servir para o crescimento e edificação espiritual. No entanto, a grande maioria dos internautas veem na internet a oportunidade de praticarem atos imorais, tais como: pedofilia, sexo virtual, acessar sites pornográficos etc.

 

3.5 Através da Televisão. Ninguém pode negar a eficiência da televisão como meio de comunicação. Se usada de maneira  adequada, ela é de grande utilidade. No entanto, a programação televisiva, em boa parte, está comprometida com o reino das trevas. A TV modifica a visão das coisas. Sua programação estimula a infidelidade, o homossexualismo, o divórcio, a violência etc. Suas programações estão trazendo prejuízos irreparáveis para a família quando não é usada adequadamente.

 

IV - COMO OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO PREJUDICAM A VIDA DOS ADOLESCENTES?

Hoje em dia a grande moda é a Pós-modernidade, ela está atingindo a cultura, a arte, a sociedade, e tem chegado infelizmente à algumas igrejas. O grande problema é que uma das questões que a Pós-modernidade discorda é exatamente sobre a “verdade absoluta” e esse é para nós, um ponto que não deve ter discussão. Vejamos como isto tem acontecido:

 

4.1 Roubando o tempo à devoção familiar. Quantos cristãos que “por falta de tempo” não oram, não leem a Bíblia, não participam do culto doméstico, mas, gastam horas a fio nos programas e entretenimento dos meios de comunicação.

 

4.2 Levando o “lixo” do mundo para dentro do lar. A maioria dos programas incentiva a prática do adultério, da prostituição, do homossexualismo, do uso de drogas etc, destruindo os valores morais e espirituais da família.

 

4.3 Impedindo a família de ir à Casa de Deus.  Quantas famílias que deixam de frequentar a igreja, por causa dos meios de comunicação. Ir à igreja, para muitos cristãos, tornou-se um fardo pesado, pois preferem estar diante de um vídeo que estar na presença de Deus.

 

V – PERIGOS TRAZIDOS PELA PÓS-MODERNIDADE NA VIDA DOS ADOLESCENTES

Um teclado, um monitor e o mundo, literalmente um mundo pela frente. Assim é a Web; incontestavelmente um veículo altamente influenciado pelo maligno, e sabiamente usado por ele; que no anonimato da virtualidade oferece aos adolescentes despercebidos um campo minado e perigoso. Vejamos alguns destes perigos:

 

5.1 A perda do princípio da lealdade incondicional à Cristo. Não se pode obedecer a Cristo e ao mesmo tempo agradar ao mundo (1 Jo 2:15-17), pois, quem ama a Jesus obedece os seus mandamentos (Jo 14:21; 15:14; Mc 8:34; Lc 9:23).

 

5.2 A perda do princípio da fé. O crente que tem sua fé firme em Cristo, não precisa recorrer a modelos humanos ou lógicos para posicionar-se quanto ao seu comportamento ético diante das situações (Rm 14:22,23), pois a Bíblia é nossa regra de fé e prática (2 Tm 3:14-17).

 

5.3 A perda do princípio da licitude e da conveniência. “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convêm;”  todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma (...)”(1 Co 10:12,23). Esse critério orienta o adolescente a que não faça as coisas porque são lícitas, mas porque são lícitas e convêm, à luz do referencial ético da Palavra de Deus (Sl 119.105).

 

5.4 A perda do princípio da licitude e da edificação. “todas as coisas me são lícitas, mas nem todas edificam”       (1 Co 10:23b). Tudo o que o adolescente fizer, deve ter como objetivo a edificação (Sl 103:1).

 

5.5 A perda do princípio da glorificação a Deus. “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus” ( 1 Co 10:31). Tudo o que o adolescente fizer deve objetivar a glória de Deus, pois para isto é que fomos criados (Ef 1:12).

 

5.6 A perda do princípio de fazer para o Senhor. “E, tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como ao Senhor e não aos homens” (Cl 3:23). O nosso amor e gratidão a Deus devem ser os princípios norteadores de nosso serviço ao Senhor.

 

IV - FERRAMENTAS PARA VENCERMOS OS EFEITOS DA PÓS-MODERNIDADE

Satanás lança mão de todos os meios possíveis para induzir ao erro o povo de Deus. Como igreja do Senhor, estejamos devidamente preparados, alicerçados na Palavra de Deus, para detectar e combater suas muitas sutilezas. A Bíblia adverte-nos: “Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas [...]” (Cl 2.8). Um dos maiores desafios da igreja nestes últimos dias é lutar contra os enganos e os ardis do Inimigo. Mas, como podemos vencer as influências da Pós-Modernidade?

Através da Palavra de Deus (Ef 6.17; Hb 4.12);

Através da Oração a Deus (1Ts 5.17; Is 65.24);

Ser fortes na Comunhão com Cristo  (1 Co 1.9; At 2.42);

Ser fortes na participação (Mc 16.15; At 5.32);

Ser fortes na identidade cristã (At 5.28,29);

Fugir do pecado, como José (Gn 39.12; Is 59.2);

Guardar - nos da contaminação, como Daniel (Dn 1.8);

Ouvir a voz de Deus, como Samuel (1Sm 3.1-10);

Pelo poder do Espírito de Deus (1Tm 1.7; Lc 24.49).

 

Neste mundo dominado pela visão pós-moderna que enfatiza o relativismo moral, a Igreja de Cristo encontra na sociedade um de seus maiores desafios que é o de ser “sal da terra e luz do mundo”, pois mesmo sendo a comunidade dos fiéis, não está imune aos ataques de Satanás, que como Paulo diz, só serão neutralizados “pelo escudo da fé” (Ef 6:16).

Fonte: http://www.ieadpe.org.br/index.php/departamentos/jovens-e-adolescentes/1324-o-adolescente-cristao-e-os-perigos-da-pos-modernidade

 

II-Que influencia vou receber dos jogos?

Malefícios

Os videogames também têm desvantagens, e muitas delas podem causar perigo para a sociedade.

O primeiro malefício, e muito comum em qualquer tipo de jogo (não só os videogames) é o vício. Por ser uma atividade prazerosa, os jogadores podem viciar rapidamente. Já ocorreram mortes de jogadores que jogaram muitas horas, com poucas pausas para comer e dormir.

Um sul-coreano que passou 50 horas quase ininterruptas à frente de um computador, divertindo-se com jogos, morreu de parada cardíaca minutos depois de finalizar sua epopéia em um cybercafe (YOO-CHUL, 2005).

Um dos estilos de jogos que são mais jogados, mas que preocupam os pais e as pessoas são os jogos com alto teor de violência. Muitos jogos violentos preocupam os pais. Alguns dos games mais famosos pelo seu conteúdo violento são Doom e Carmageddon. O primeiro é um jogo de FPS (free person shooter, ou tiro em primeira pessoa), onde você pode matar alienígenas com uma arma e o segundo é um jogo de corrida onde o jogador tem de atropelar pedestres com um carro, para garantir pontos. Este jogo foi proibido em vários países, inclusive no Brasil.

Dos jogos atuais, um dos jogos que gerou muita polêmica foi o jogo Grand Theft Auto (Figura 4), onde você, sendo de uma gangue, deverá cumprir missões ilícitas, como roubar um carro ou mesmo assaltar um banco. Uma das versões desse jogo vinha com uma modificação onde o personagem protagonista poderia fazer sexo dentro do jogo.

Outro jogo polêmico e que foi lançado recentemente é o jogo Bully, onde o personagem é um adolescente que deverá cumprir tarefas delinqüentes, como bater em alguém depois da aula, fazer bagunça dentro da sala de aula, e outros.

Alguns acontecimentos chocaram a opinião pública, “como o massacre de Columbine e a invasão de um cinema em São Paulo por um homem armado” (ABREU, 2003, p. 3), os jogos eletrônicos foram considerados culpados pelo comportamento dos responsáveis.

“Passados os anos desses casos, nenhuma prova médica comprovou este fato. A explicação para o acontecido seriam os desvios psicológicos já existentes nos criminosos” (ABREU, 2003, p. 3).

Recentemente, na Alemanha, um jovem invadiu uma escola e atirou em 27 pessoas, ferindo-as e cometeu suicídio em seguida. O atirador era fã de jogos de simulação de guerra, e muitas autoridades alemãs começaram a cogitar a sua proibição. (FOLHA, 2006). Para Klaus Hurrelmann, proibir estes tipos de games poderia estimular a sua prática. “Esta pessoa irá sempre encontrar meios de ter acesso a videogames e seria até mesmo estimulada pela lei que proibisse sua prática. Trata-se de uma situação difícil, essa que estamos enfrentando”.

Muitos especialistas acham que os jogos violentos fazem as pessoas ficarem mais agressivas. Mas outros especialistas garantem que o jogo não influencia o comportamento das pessoas, e que comportamentos agressivos são desvios psicológicos 

Outro problema comum é a escola. As crianças deixam de fazer trabalhos escolares e de ter uma vida socialmente ativa por causa dos videogames, e pode ser prejudicial ao desenvolvimento social da criança e do adolescente. Além de problemas físicos, como LER/DORT (lesão por esforço repetitivo), obesidade, problemas oculares (a criança acaba ficando muito próxima da televisão), e outros.

Nolan Bushnell, afirma que “as pessoas não devem exagerar. Acho que duas horas por dia é o máximo”. (REVISTA OI, 2006)

fonte: http://selectgame.gamehall.uol.com.br/os-jogos-eletronicos-e-seus-impactos-na-sociedade/

 

A HABILIDADE E A VONTADE DE MATAR”

A maioria das pessoas resiste à idéia de tirar a vida de outro ser humano. Um objetivo do treinamento militar é justamente vencer essa resistência natural dos soldados. Por exemplo, os militares descobriram que muitas vezes se conseguia isso com os soldados de infantaria simplesmente usando alvos em forma de silhueta humana nos exercícios de tiro, em vez de alvos comuns, redondos.

O psicólogo militar David Grossman, autor do livro On Killing (Como Matar), afirma que a violência nos jogos de computador ensina as crianças do mesmo modo, desenvolvendo nelas “a habilidade e a vontade de matar”. Segundo uma pesquisa publicada no periódico Journal of Personality and Social Psychology, a violência nos videogames e jogos de computador talvez seja ainda mais perigosa do que aquela mostrada na TV ou no cinema, visto que o jogador assume o lugar dos personagens que praticam a violência. A televisão nos torna espectadores da violência; os jogos eletrônicos nos fazem participar dela. Além disso, uma criança talvez passe apenas algumas horas assistindo a um filme, mas ela pode gastar até 100 horas para dominar um videogame típico.

Alguns países adotaram um sistema de classificação para indicar que jogos extremamente violentos são apenas para adultos. Mas um sistema desses só funciona se a lei for cumprida. Um estudo nos Estados Unidos mostrou que 66% dos pais entrevistados nem conheciam o sistema de classificação. O diretor da Comissão de Classificação de Software Recreativo disse que o sistema não foi primariamente projetado para evitar que as crianças obtenham certos jogos. Ele explica: “Nosso papel não é dizer o que é ou não de bom gosto. Nós damos aos pais os meios de decidir o que querem ou não querem para os filhos.”

http://www.adindustrial.com.br/2012/03/os-perigos-do-jogos-eletronicos/

 

III-O perigo do vicio virtual!!

Sem dúvida, os jogo eletrônicos não são apenas uma diversão de alta tecnologia. Eles realmente desafiam a habilidade de quem os jogas e ajudam a evitar o tédio. Mas fazem mais do que isso. Os jogos eletronicos podem aprimorar seus reflexos. Alguns deles podem até ajudar você a melhorar suas habilidades para a leitura e matemática. Além disso é provável que um jogo eletrônico recém-lançado seja o assunto mais comentado na escola.

Infelizmente, nem todos os jogos eletrônicos são diversão inofensiva. Muitos dos jogos atuais promovem intensidade. Alguns jogos exaltam o ocultismo. E parece que um jogo deixa de ser interessante assim que outro é lançado no mercado. Muitos desses jogos violentos podem ser jogados em tempo real na internet. Isso torna o jogo mais interessante e desafiador 

Os RPGs ( jogos de interpretação) jogados pela internet se tornam muito populares. Neles, os participantes criam personagens virtuais – humanos, animais ou uma mistura dos dois – que vivem num mundo gerado por computadores e provocado por milhares de outros jogadores. Esse mundo online tem lojas, carros, casas, boates, casas de prostituição – em muitos sentidos é uma cópia do mundo real. Os jogadores podem se comunicar por mensagens instantâneas enquanto seus personagens gerados por computador, chamados avatares, interagem. Mafiosos, pessoas que exploram a prostituição, prostitutas, extorsores, falsificadores e assassinos são apenas alguns dos personagens imorais e desonestos que habitam esses mundos virtuais.

Os jogoadores podem fazer coisas que nunca fariam na vida real. Basta apertar alguns botões ou teclas e os avatares realizam atos sexuais enquanto os jogadores falam sobre sexo por meio de mensagens instantâneas. Alguns jogos possibilitam que os avatares dos jogadores tenham relações sexuais com outros avatares que parecem crianças. É compreensível que os críticos se preocupem com o fato de as pessoas terem transformado tais atos pervertidos num jogo.

Muitos desses jogos deixam as pessoas insencíveis a coisas como a violência, linguagem obscena e imoralidade

 

Resumo de alguns dos perigos

1.Jogos violentos podem incentivar o comportamento agressivo.

  1. Os jogos eletrônicos fazem com que a pessoa deixe de ser mero espectador da violência; são projetados para que se participe dela.

3.Para os mais impressionáveis, pode ficar difícil distinguir a realidade da fantasia.

  1. Como um vício, os games podem levar o jogador a negligenciar obrigações e relacionamentos importantes.

5.Os jogos podem tomar o tempo que a criança deveria gastar em outras atividades importantes, como estudar, interagir com outros e participar em brincadeiras que estimulem a criatividade.

  1. Olhar muito tempo para uma tela pode causar fadiga visual.

Fonte: http://www.adindustrial.com.br/2012/03/os-perigos-do-jogos-eletronicos/

 

Conclusão

Os jogos eletrônicos são uma das principais formas de diversão atualmente, movimentando uma indústria milionária, tão próspera quanto à do cinema. A diversidade temática expõe os usuários tanto a jogos considerados positivos, que estimulam o aprendizado e outras habilidades físico-emocionais, quanto a jogos de natureza extremamente violenta, que expõe seus usuários a mensagens subliminares e a valores contestados pela sociedade; além de jogos não violentos, mas que seduzem seus usuários de tal maneira que os levam ao vício e aos problemas de saúde relacionados ao uso intenso do computador.

Os jogos eletrônicos trazem muitos benefícios aos seus usuários, desde que tenham como objetivo principal influências positivas e utilizados corretamente. Eles melhoram o raciocínio, a lógica, a percepção motora, auxilia na tomada de decisão, além de melhorar as estratégias de seus jogadores. Também estimulam o aprendizado de novos conhecimentos tais como: comportamentos, habilidades e competências, valores e atitudes, raciocínio lógico e agilidade de pensamento, atenção, reflexão, estratégias de jogo, planejamento, curiosidade, criatividade, ludicidade, organização, compromisso, respeito pelo aprimoramento de conteúdos como inglês, literatura, história e geografia.

Em contrapartida, se o jogador já apresentar uma predisposição à agressividade e à violência, os jogos poderão estimular que tais sensações sejam externalizadas, ou seja, crianças e adolescentes usarão os jogos como forma de externar sentimentos íntimos de revolta ou baixa auto-estima. Dois exemplos de casos de crime em que os videogames foram acusados de co-autores foram o do massacre na escola de Columbine nos EUA e a invasão de um cinema em São Paulo por um homem armado (ABREU, 2003). Em ambas as situações o videogame teria sido a influência para a execução desses atos.

Passados os anos, nenhuma prova médica comprovou esse fato. As explicações para o acontecido seriam os desvios psicológicos já existentes nos criminosos. O fato é que o assunto necessita de estudos mais profundos. Os pais, os educadores, e os demais profissionais envolvidos devem estar atentos aos jogos utilizados pelas crianças, tanto em ambiente escolar quanto doméstico, como forma de prevenção a problemas físicoemocionais. Em contrapartida, porém, devem estimular a utilização e o desenvolvimento de jogos auxiliares ao processo de ensino-aprendizagem.

Fonte: http://re.granbery.edu.br/artigos/MTM4

 

Colaboração para o Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira

 

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Professoras e professores, observem estas orientações: 1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham conversa informal e rápida com os alunos: - Cumprimentem os alunos.

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2016
PRÉ-ADOLESCENTES - FAMÍLIA E RELACIONAMENTOS
COMENTARISTA: RENATO PAÚRA
COMENTÁRIO: PROF.ª SULAMITA MACEDO
ASSEMBLEIA DE DEUS - TEMPLO CENTRAL - NATAL/RN


Lição 11: Jogos eletrônicos, uma aventura perigosa


Professoras e professores, observem estas orientações:
1 - Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham conversa informal e rápida com os alunos:
- Cumprimentem os alunos.
- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.
- Perguntem como passaram a semana.
- Escutem atentamente o que eles falam.
- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.
- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.
2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.
Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.
3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).
Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.
4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.
5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!
6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:
- Apresentem o título da lição: Jogos eletrônicos, uma aventura perigosa.
- Depois, utilizem a dinâmica “Jogos Eletrônicos”
- Em seguida, trabalhem o conteúdo da lição. Lembrem-se de que vocês devem oportunizar a participação do aluno, envolvendo-o através de exemplos e situações próprias de sua idade. Dessa forma, vocês estão contextualizando o tema com a vida do aluno, além de promover uma aprendizagem mais significativa.
Tenham uma excelente e produtiva aula!


Dinâmica: Jogos eletrônicos
Objetivo: Refletir e alertar sobre os perigos dos jogos eletrônicos.


Material:
01 globo terrestre ou uma bola grande para representar o mundo
Barbante
Fita gomada com pouca adesividade(se for usar o globo)
Fita adesiva(se for usar uma bola)
Nomes digitados: MSN, twitter, sala de bate-papo, blog, facebook, WhatsApp, sites, jogos eletrônicos, televisão, revistas, jornais.
Procedimento:
ANTES DA AULA:
- Organizem as cadeiras em círculo.
- Coloquem o globo ou a bola no centro do círculo.
- Cortem 10 pedaços de barbante do tamanho que dê para fixar no globo e vá até as cadeiras.
- Dobrem o papel com os nomes digitados para que os alunos não visualizem ao chegar.
- Preguem cada papel dobrado com as palavras “MSN, twitter, sala de bate-papo, blog, facebook, sites, jogos eletrônicos, televisão, revistas, jornais” em um lado do barbante. Para cada palavra, um barbante.
- Depois, preguem o outro lado do barbante no globo(sugiro o uso de fita gomada com pouca adesividade para não danificar o globo)
- Aguardem os alunos.
DURANTE A AULA:
- Depois que os alunos estiverem sentados, deem os 10 barbantes para 10 alunos.
- Perguntem: Olhando para este material, o que vocês acham qual será nosso tema da aula?
Aguardem as respostas.
- Então peçam para que os 10 alunos leiam a palavra que recebeu(presa no barbante).
- Perguntem: Por que estas palavras estão presas no barbante ligadas ao globo?
Aguardem as respostas. Certamente elas vão girar em torno da comunicação de forma abrangente entre as pessoas, através da internet.
Mas, o cordão pode significar algo que prende as pessoas, por sua influência negativa, como os jogos eletrônicos em rede. É sobre o perigo destes jogos a aula de hoje. Então comecem a estudar o tema.
Por Sulamita Macedo.


Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com.br/2016/12/pre-adolescentes-curriculo-do-ano-2.html Acesso em 05 dez. 2016.

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