Jovens e Adultos Betel

Lição 3 - Jovens e Adultos - Betel - A maravilhosa e inefável graça de Deus I

ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO MADUREIRA - SAMAMBAIA SUL/DF

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

QUARTO TRIMESTRE DE 2017

Jovens e Adultos - Betel - Doutrinas fundamentais de Cristo: o legado da Reforma Protestante e a importância de perseverar na doutrina dos apóstolos

COMENTARISTA: ABNER DE CÁSSIO FERREIRA

COMENTÁRIO: MS. GIDERSI V.B.VIANA

LIÇÃO Nº 2 - A MARAVILHOSA E INEFÁVEL GRAÇA DE DEUS

INTRODUÇÃO

Deus criou o homem para ser a imagem de Deus na terra, mas a queda do mesmo tornou-se abandonado pela sua própria consciência, pela qual ficou contaminada pela natureza do pecado herdado, estabelecendo assim, a lei da pena da morte. O homem perdeu a gloria de Deus, a Santidade de Deus e o direito de viver eternamente puro. Com isso não significa que Deus se esqueceu do homem, em cada período de tempo, ou seja, “dispensações” Deus usa formas de dirigir-se ao homem e estabelecer meios de reconciliar-lhe novamente a Ele. Até que, após passar por várias dispensações inclusive a dispensação da lei, que foi estabelecida apenas a um povo, começando pela chamada e promessa dada a Abraão passando ao seu filho Isaque e em seguida Jacó e seus doze filhos, em um período de 1.500 anos, “segundo os estudiosos”. Nessa promessa feita a Abraão Deus Já havia traçado um plano futuro para o homem (Ex 19; 23) (Lc 22; 20) dizendo que através de Abraão todas as famílias da terra seriam abençoadas. Isso se realiza na graça, que é Cristo e sua morte na cruz.

1. COMPREENDENDO A GRAÇA DE DEUS

A revelação da graça de Deus trouxe algo sublime à vida do homem, é um dos períodos que abrange todos os povos, é uma dispensação mundial, inclui tanto judeu quanto gentios. A responsabilidade do homem durante a graça é arrepender-se dos seus pecados, crerem em Jesus e entregar sua vida a Ele, assim será cumprido e restituído o propósito eterno de Deus, só então o homem torna novamente moldado ao caráter e semelhança de Deus e volte a desfrutar de uma salvação plena junto a Deus (Jo 3;18). Na graça temos o Espírito Santo que habita conosco, Ele é o nosso consolador, é aquele que convence o homem de que, ele é um pecador e que precisa de um libertador (Jo14; 16-26). Todas as diferenças externas foram abolidas, todos nós tornamos irmãos e filhos do mesmo pai, toda a humanidade está inserida na graça, basta querermos, a senha o Senhor nos deu com seu próprio sangue na cruz do Calvário. Quando o homem aceita essa graça, ele começa a desfrutar das bênçãos espirituais de Deus e a certeza de que seu nome será gravado no livro da vida, isto é, se permanecer firme na graça de Deus, receberá o direito de vida eterna com Deus!

1.1. Uma Definição bíblica a respeito da graça.

Graça é um atributo de Deus, um componente do caráter divino, e sua grande misericórdia. Deus dispôs espontaneamente Sua Graça a uma humanidade pecadora, isso significa outorgar ao homem uma oportunidade de salvação imerecida. A definição da palavra graça, no Grego é “charis” que significa: favor, benção, ou bondade. Mas quando Ela atribui o amor de Deus ao homem como um meio restaurador, seu significado torna-se bem maior que um simples favor ou uma benção, a Bíblia diz que o homem pecou e foi destituído da glória de Deus (Rm 3; 23). A Graça de Deus escolheu perdoar, apagar de vez o pecado do homem. O que merecíamos era a condenação, mas a manifestação da graça em Cristo Jesus, ofereceu a humanidade uma nova chance de salvação, trazendo condição plena de segurança e vida eterna com Deus! Uma nova aliança entre Deus fez e o homem foi criado, outras alianças já teriam sido feitas com intuito de resolver o problema do homem, mas nenhuma teve um resultado tão perfeito como a graça, essa jamais substitui à antiga, mas pressupõe e lhe confere uma nova dimensão de sentido, reforçando a natureza pessoal de Deus que foi revelada na antiga e definindo tal natureza como abertura a todos os que responderão fielmente entre todas as nações (Zc 8;20-23; Sl 87).

1.2. A graça é inexplicável

A expressão Graça nos remete o caráter resgatador inexplicável de Jesus Cristo, o Messias profeticamente foi enviado para o deleite de Deus como um filho obediente que se agrada em cumprir o propósito de Deus “Pai.” Os evangelistas fizeram questão de apontar esse aspecto messiânico em Jesus ao registrar a voz de Deus, “Este é meu filho amado em quem me comprazo! (Mt 3; 17) Imagina, a condição do homem sem Deus, condenado eternamente, sem chance nenhuma de salvação? Como se estivesse em um corredor da morte? Assim é o salário do pecado, “morte”, (Rm 6; 23), essa morte não se trata de separação do corpo e do espírito mas sim morte eterna sem Deus, a Graça pagou a conta, ou seja, a dívida do homem para com Deus, negócio esse, que o próprio Deus vendo a incapacidade do homem promoveu a estratégia entregando seu próprio filho para derramar seu Sangue, porque sem derramamento de sangue não há remissão de pecado! (Hb 9;22), mas Jesus Cristo trouxe em si mesmo o perdão e a reconciliação plena com Deus (Ef 2.11-13). Em (Ap 01;13-18) diz que ele foi morto mas que agora vive e tem a chave da morte e do inferno. Em (1Pd 3;18-20) Diz: no qual também foi, e pregou aos espíritos em prisão; os quais noutro tempo foram rebeldes, quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca; na qual poucas almas se salvavam pela água, a graça alcançou também essas almas. Esse é o poder inexplicável da graça! A nova aliança tem por base e fundamento a antiga aliança com o povo de Israel e torna possível a nova aliança em Jesus cristo que é a abertura da graça de Deus aos homens. Jesus vive no tempo da antiga “aliança” mas com sua obra salvívica indica uma relação com Deus que se realiza de modo diverso para os judeus e para os cristãos.

1.3. A graça comparada à Lei

A lei foi o “raio-x” usado por Deus para exibir a real condição humana depois da queda adâmica: porque antes da lei já estava o pecado no mundo, mas a onde não há lei o pecado não é levado em conta”. (Rm 8; 13) Então, a lei, através do conhecimento do pecado, veio diagnosticar a “doença” inserida pelo primeiro homem na criação e trazer a morte anunciada por Deus a Adão, quando disse: “Se você pecar certamente morrerá”! Porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado, a lei porquanto tirou a desculpa que o homem poderia dizer que não sabia e que era inocente, a lei mostrou sua condição, ante a face de Deus, seu estado, frente à santidade de Deus. Que diremos, pois, é a lei pecado? De modo nenhum, contudo, eu não conheci o pecado senão pela lei. E outrora eu vivi sem lei; mas assim que veio o mandamento, eu morri. (Rm 3;20; Rm7;7-9) O mais lindo é sabermos que por meio de Moisés, Deus deu a lei mais elevada e eles deixaram de cumpri-la. Esta consistia de muitos princípios, normas, cerimônias, rituais e símbolos com a finalidade de fazer com que se lembrasse de Deus e da obrigação para com Ele. Grande parte da lei cerimonial foi cumprida com a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, que puseram fim ao sacrifício por derramamento de Sangue. A criação alcançou a cura espiritual e definitiva através de sua obra na cruz. Se a lei é o diagnóstico da “doença” adâmica, a graça de Deus em Cristo, foi, (e é) o remédio infalível de Deus para a situação do homem.

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Fonte: http://www.ebd316.com/2017/10/a-maravilhosa-e-inefavel-graca-de-deus.html Acesso em 10 out. 2017

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