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Caramuru Afonso Francisco

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PORTAL ESCOLA DOMINICAL

SEGUNDO TRIMESTRE DE 2014

DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS: servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário

COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA

COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

                           

                                                                                                 

ESBOÇO Nº 8

LIÇÃO Nº 8 –  O MINISTÉRIO DE EVANGELISTA

                                          O evangelista é aquele que foi escolhido pelo Senhor para dirigir a busca de almas para o reino de Deus.

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SEGUNDO TRIMESTRE DE 2014

DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS: servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário

COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA

PLANO DE AULA - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

LIÇÃO Nº 8 –  O MINISTÉRIO DE EVANGELISTA

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COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA

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ESBOÇO Nº 7

LIÇÃO Nº 7 –  O MINISTÉRIO DE PROFETA

                                          O profeta é o porta-voz do Senhor, que fala à Igreja por meio da Palavra de Deus.

INTRODUÇÃO

- Continuando o estudo dos dons ministeriais, estudaremos hoje o ministério de profeta.

- O profeta é aquele escolhido por Deus para ser Seu porta-voz, por intermédio das Escrituras, a fiel testemunha de Cristo (Jo.5:39).

I – A COMUNICAÇÃO ENTRE DEUS E O HOMEM

- Nosso Deus é um Deus vivo, real e que, portanto, fala, ao contrário dos ídolos que os homens, ao longo da história, têm criado para adorar (Sl.115:4,5; Rm.1:23). O Senhor, pois, tem todo o interesse de Se comunicar com a Sua principal criação sobre a face da Terra, o homem, não só para demonstrar o Seu amor para com ele, mas, também, para demonstrar que Se trata de um Deus vivo e que quer estar sempre junto à Sua criação, com ela conviver para sempre (Ap.21:3).

- Esta circunstância é tão relevante na essência divina que o Senhor Se identificou aos homens como sendo “a voz” (Dt.4:12). Deus Se apresentou ao povo como um Deus único e invisível, que não poderia ser representado por qualquer imagem, mostrando-Se, pois, apenas como “a voz”, aquele que dirige ao homem as Suas Palavras.

- Entre os judeus, aliás, desenvolveu-se o conceito de “Bat Kol”, literalmente “a filha da voz”, que nada mais é que “a voz de Deus”. Segundo os estudos judaicos, esta “voz” se ouviria em momentos extraordinários, especiais. Assim, quando do anúncio de Suas Palavras no monte Sinai, quando selava o Seu pacto com o povo escolhido (Ex.20:1-18), quando executou Seu juízo sobre Nabucodonosor (Dn.4:29-33), mas, mui especialmente, em algumas ocasiões no ministério de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo: no Seu batismo (Mt.3:16; Mc.1:11; Lc.3:22), na Sua transfiguração (Mt.17:5; Mc.9:7; Lc.9:35) e após a Sua entrada triunfal em Jerusalém (Jo.12:28-31).

- Logo no limiar da criação, vemos Deus falando (Gn.2:3) e Seu intento, ao criar um ser inteligente e com capacidade de com Ele se comunicar, era estabelecer um diálogo permanente, onde o homem pudesse desfrutar do amor e da glória divinos.

- Tendo criado o homem e o posto no jardim que formou no Éden (Gn.2:8), tratou imediatamente o Senhor de iniciar uma comunicação com o homem, seja lhe dando os limites de sua atuação (Gn.2:16,17), seja conscientizando o homem da sua capacidade de comunicação, de criação e da sua necessidade de viver em sociedade (Gn.2:19,20).

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DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS: servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário

COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA

PLANO DE AULA - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

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PLANO DE AULA Nº 7

Aula ao vivo diretamente do Estudo dos Professores e Amigos da Escola Bíblica Dominical (EPAPED) da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Ministério do Belém - sede - São Paulo/SP, a partir das 19 horas (horário de Brasília).

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DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS: servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário

COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA

APÊNDICE AO TRIMESTRE - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

 

 

                                                                                                             

 

 

 

APÊNDICE Nº 1 – DONS ASSISTENCIAIS

                                          Os dons assistenciais têm por finalidade a atuação na integração do corpo de Cristo, na formação da sua unidade.

Texto áureo

“Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação, assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros.”(Rm.12:4,5).

INTRODUÇÃO

- Em complemento ao estudo dos dons espirituais e ministeriais, analisaremos os chamados “dons assistenciais” ou “dons de serviços”, ou, ainda, “dons espirituais de ministérios práticos”, que se encontram elencados em Rm.12:6-9.

- Os dons assistenciais têm por finalidade a atuação na integração do corpo de Cristo, na formação da sua unidade.

I – O CONTEXTO DA RELAÇÃO DOS DONS EM RM.12:6-9

- Em complemento ao estudo dos dons espirituais e ministeriais, analisaremos os chamados “dons assistenciais”, ou “dons de serviços”, ou, ainda, “dons espirituais de ministérios práticos”, que se encontram elencados em Rm.12:6-9.

- Tais dons encontram-se relacionados em uma das quatro listas de dons constantes das epístolas do apóstolo Paulo, sendo que três delas são consideradas como listas “distintivas”, ou seja, que contêm um conjunto de dons da mesma natureza, enquanto que uma delas, a que se encontra em I Co.12:28, seria uma “miscelânea”, ou seja, uma mistura de dons de naturezas diversas.

- Para que possamos entender a natureza dos dons de cada uma das listas “distintivas”, faz-se necessário compreender o contexto em que elas foram inseridas pelo apóstolo, já que “texto sem contexto é um pretexto”, como ensinava o saudoso pastor Severino Pedro da Silva (1946-2013).

- Assim, na relação dos dons espirituais constantes de I Co.12:8-11, o contexto era a necessidade de o apóstolo Paulo ensinar algo a respeito do uso dos dons espirituais para a igreja de Corinto, ocasião em que, para ensinar qual o propósito dos dons e seu papel na tarefa da igreja, fez-se necessário dizer a que dons estava ele se referindo, ou seja, a manifestações sobrenaturais esporádicas do Espírito Santo sobre a vida de alguns crentes que eram escolhidos pelo Espírito para serem os portadores de tais manifestações.

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ANEXOS: PLANO DE AULA, SLIDES E GRÁFICO DE DONS(este último colaboração do irmão Agnaldo Santana)

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PLANO DE AULA - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

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PLANO DE AULA Nº 6

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COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA

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ESBOÇO Nº 6

LIÇÃO Nº 6 –  O MINISTÉRIO DE APÓSTOLO

                                          Os apóstolos foram enviados diretamente por Jesus para dar início à Igreja.

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ESBOÇO Nº 5

LIÇÃO Nº 5 –  DONS DE ELOCUÇÃO

                                          Os dons de elocução manifestam a onipresença de Deus no meio do Seu povo.

INTRODUÇÃO

- Na conclusão do primeiro bloco deste trimestre, que estuda os dons espirituais, falaremos a respeito dos dons de elocução.

- Os dons de elocução manifestam a onipresença de Deus no meio do Seu povo.

I – DOM DE VARIEDADE DE LÍNGUAS

- Na conclusão do primeiro bloco deste trimestre, que estuda os dons espirituais, falaremos hoje dos últimos três dons da relação apresentada pelo apóstolo Paulo em I Co.12:8-11, os chamados dons de elocução.

- Os dons de elocução ou de fala (também chamados “dons de eloquência”) são em número de três, cuja finalidade é realizar a comunicação entre Deus e o Seu povo, mostrando assim que Deus está presente no meio do Seu povo e que é um Deus vivo, que ainda fala aos Seus filhos. Por meio destes dons, sentimos o descanso do Senhor, pois a Sua presença nos faz descansar (Ex.33:14).

- O primeiro deles é o dom de variedade de línguas ou dom de línguas, que é o dom concedido pelo Espírito Santo a alguns crentes para que falem em línguas estranhas, de forma sobrenatural, para o fim de edificação própria de quem fala. É o dom mais disseminado no meio do povo de Deus, até porque é, também, aquele que é mais buscado.

- O dom de variedade de línguas ou de falar em línguas estranhas, dom este que, depois de ser elencado por Paulo na mencionada relação minudente de I Co.12, foi alvo de um estudo específico por parte do apóstolo em I Co.14, tendo em vista que este dom esta sendo mal utilizado pela igreja de Corinto, numa demonstração, aliás, como bem assinala R.N. Champlin que, "…é bem possível que, naqueles primeiros anos da igreja cristã, a posse de tais dons era mais um lugar comum do que uma raridade (como é hoje em dia, observação nossa), e, portanto, que não demonstrasse necessariamente qualquer evidência de espiritualidade superior, ou mesmo de qualquer busca espiritual mais intensa.…"(Dons espirituais. In: Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia, v.2, p.217-8).

- É interessante observar, por primeiro, que o fenômeno linguístico sempre esteve relacionado na Bíblia Sagrada ao homem e a seu contato com Deus. Para demonstrar ao homem a sua supremacia sobre as demais criaturas terrenas, Deus fez com que Adão desse nome aos demais seres sexuados (Gn.2:19,20), sendo esta uma evidência de que a língua, conquanto criada por Deus, era um sinal distintivo do homem, era um fator de demonstração da natureza diferenciada do homem e, por conseguinte, da relação que deveria existir entre Deus e o homem. Mas, também, logo se demonstrou que o adversário, conquanto não fosse homem, mas enquanto ser celestial, também tinha o poder da comunicação e, ao permitir o homem que se abrisse um diálogo com ele, sobreveio o fracasso espiritual (Gn.3:1-6).

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PLANO DE AULA Nº 5

LIÇÃO Nº 5 –  DONS DE ELOCUÇÃO

1º SLIDE   INTRODUÇÃO

- Na conclusão do primeiro bloco deste trimestre, que estuda os dons espirituais, falaremos a respeito dos dons de elocução.

- Os dons de elocução manifestam a onipresença de Deus no meio do Seu povo.

2º SLIDE  I – DOM DE VARIEDADE DE LÍNGUAS

- Os dons de elocução ou de fala (também chamados “dons de eloquência”) são três, a saber:

a) dom de variedade de línguas ou dom de línguas

b) dom de interpretação de línguas

c) dom de profecia

3º SLIDE

- Dom de variedade de línguas ou dom de línguas -  o dom concedido pelo Espírito Santo a alguns crentes para que falem em línguas estranhas, de forma sobrenatural, para o fim de edificação própria de quem fala.

- É o dom mais disseminado no meio do povo de Deus, até porque é, também, aquele que é mais buscado.

4º SLIDE

- O fenômeno linguístico sempre esteve relacionado na Bíblia Sagrada ao homem e a seu contato com Deus.

- A língua, conquanto criada por Deus, era um sinal distintivo do homem, um fator de demonstração da natureza diferenciada do homem e, por conseguinte, da relação que deveria existir entre Deus e o homem.

5º SLIDE

- Episódios bíblicos que mostram a importância do fenômeno linguístico:

a) confusão das línguas em Babel (Gn.11:1-9)

b) repreensão a Belsazar (Dn.5).

c) derramamento do Espírito Santo no dia de Pentecostes (At.2)

6º SLIDE

- Falar em línguas estranhas não é algo que seja feito pela nossa razão, pelo nosso entendimento, mas uma operação do Espírito Santo, pelo qual falamos em outras línguas, que não aprendemos a falar, mas que nos é concedida pelo Espírito Santo.

- Não há, portanto, diferença na forma da operação do Espírito Santo no falar em línguas estranhas, seja como sinal do batismo com o Espírito Santo, seja como dom espiritual de variedade de línguas: em ambos os casos, os homens e mulheres começam a falar noutras línguas, línguas estas que são faladas de modo sobrenatural, sem mediação do intelecto humano, por graça do Espírito Santo.

7º SLIDE   II - DIFERENÇAS ENTRE LÍNGUAS COMO SINAL E COMO DOM ESPIRITUAL

- As línguas estranhas são o único sinal bíblico do batismo com o Espírito Santo. Nas cinco passagens bíblicas em que é dito que alguém foi batizado com o Espírito Santo, de forma explícita (em três ocasiões) ou implícita (em duas ocasiões), é dito que os crentes falaram em línguas estranhas.

- A língua estranha enquanto sinal do batismo com o Espírito Santo é algo que está presente na vida de cada crente batizado com o Espírito Santo. Se alguém foi batizado com o Espírito Santo, falou em língua estranha pelo menos no instante em que recebeu esta bênção.

8º SLIDE

- A língua estranha como dom espiritual é repartida particularmente pelo Espírito Santo a quem Ele quer, ou seja, não é uma bênção que seja distribuída a todos os crentes batizados com o Espírito Santo, mas tão somente a quem o Espírito Santo quer.

- O dom de línguas, portanto, não é para todos, mas para alguns, ainda que seja, historicamente, o mais disseminado dos dons espirituais.

9º SLIDE

- Enquanto sinal, as línguas estranhas têm como objetivo, mesmo, impactar os infiéis, dar mostra do poder de Deus a tantos quantos ouvirem e contemplarem o fenômeno.

 - Enquanto dom espiritual, as línguas estranhas têm como finalidade a edificação espiritual, a edificação individual do falante (I Co.14:4) bem como permitir que a mensagem que serve de edificação individual do falante possa ser interpretada e seja conhecida por toda a igreja que, assim, poderá compartilhar desta edificação do falante (I Co.14:5).

10º SLIDE

- O dom de línguas deve ser exercido em particular pelo crente, a menos que haja interpretação.

- A inobservância desta regra bíblica somente trará escândalo e prejuízo à causa do Evangelho (I Co.14:23).

11º SLIDE

- Quem recebe o dom de línguas, recebe, juntamente com o dom espiritual, uma responsabilidade: orar para que possa interpretar as línguas que fala ou que Deus levante alguém que as possa interpretar durante as reuniões.

- O dom de línguas também deve ser julgado pela igreja, notadamente na forma como é exercido.

12º SLIDE  III – O DOM DE INTERPRETAÇÃO DAS LÍNGUAS

- Dom de interpretação de línguas -  o dom concedido pelo Espírito Santo a alguns crentes para que interpretem as línguas estranhas faladas por eles ou por outros, para o fim de que a mensagem edifique também a igreja e não apenas quem está falando em línguas.

- O apóstolo Paulo aconselha que quem tem o dom de variedade de línguas busque o dom de interpretação (I Co.14:13), pois, assim fazendo, a sua edificação individual se tornará coletiva.

13º SLIDE

- O dom de interpretação das línguas é uma tradução sobrenatural daquilo que é falado, uma tradução que não decorre do conhecimento que alguém tenha da língua que é falada pelo crente, mas uma tradução que se faz independentemente do intelecto, por operação direta do Espírito Santo.

- O dom de interpretação de línguas é um instrumento dado por Deus à igreja para que o esforço devocional de um membro sirva para toda a igreja, para todos os membros que com ele participam de uma porção do corpo de Cristo, da chamada igreja local.

14º SLIDE

- O dom de interpretação de línguas deve, também, ser objeto de julgamento, pois, associado ao dom de variedade de línguas, tem o mesmo valor da profecia e, portanto, a ele estão prescritas as mesmas normas e condutas ensinadas pelo apóstolo Paulo em I Co.14.

- O intérprete das línguas estranhas, se for pessoa distinta do que fala as línguas estranhas, não pode “atropelar” o que fala as línguas estranhas.

15º SLIDE  IV – O DOM DE PROFECIA

- Dom de profecia - o dom concedido pelo Espírito Santo a alguns crentes para trazer mensagens de Deus aos crentes com a finalidade de edificar, exortar e consolar a igreja.

- A profecia é uma demonstração de que Deus está conosco a todo instante e que compartilha de nossos sentimentos, fazendo questão de lhos manifestar para que, sentindo a Sua compaixão, ajamos de acordo com a Sua vontade.

16º SLIDE

- A profecia é uma forma de os incrédulos perceberem a presença de Deus e, ante esta percepção, terem o devido temor, que poderá lhes levar à conversão (I Co.14:22-25).

 - O dom espiritual de profecia é esporádico, manifestado quando há necessidade de se exortar, consolar ou edificar a Igreja, quando o Espírito Santo quer falar diretamente ao povo, sem a intermediação das Escrituras.

17º SLIDE

- O dom de profecia jamais pode contrariar as Escrituras nem sequer acrescer o que revelou na Bíblia Sagrada.

- A Igreja não pode se guiar por profecias ou mensagens proféticas, mas, sim, tem de se guiar pela verdade. As profecias, quando surgirem, somente virão para consolar, exortar e edificar o povo, confirmando a Palavra, a revelação divina na pessoa de Cristo Jesus.

18º SLIDE

- Sem a profecia, o povo se corrompe. Paulo admoestou os crentes a que buscassem o dom de profecia, dada a sua importância para que se mantenha a vitalidade e a saúde espiritual da Igreja (I Co.14:1,39).

- Não se pode, pois, impedir a ação do Espírito Santo na igreja, pois não se pode extinguir o Espírito nem desprezar as profecias (I Ts.5:19,20). Quem o faz, abre a brecha para que o povo se corrompa, esteja à mercê do inimigo de nossas almas.

19º SLIDE

- Não pode ser tolerada prática encontrada em alguns lugares, onde os “profetas” e “profetisas” monopolizam as reuniões, sendo os verdadeiros “adorados” e não o Senhor.

- A profecia existe até hoje e é necessária à saúde espiritual da Igreja, mas tem o seu lugar, ao lado da revelação, da ciência e da doutrina (I Co.14:6). A atividade profética depende da vontade do Espírito Santo, não do homem. Devemos consultar a Deus e não ao homem. 

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