Reflexões

- Igreja oremos pelo Brasil, porque: Fomos descobertos em 1500 e “Descobertos” estamos até hoje -

FRANCISCO JACOB FERREIRA

UMA REFLEXÃO MOMENTÂNEA

Francisco JacoB Ferreira*

 

- Igreja oremos pelo Brasil, porque:

Fomos descobertos em 1500 e “Descobertos” estamos até hoje -

(...) O governador que dá atenção às palavras mentirosas, achará que todos os seus servos são ímpios. Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme. (Provérbios 29:2 - 12)

(...) As suas mãos fazem diligentemente o mal; assim demanda o príncipe, e o juiz julga pela recompensa, e o grande fala da corrupção da sua alma, e assim todos eles tecem o mal. (Miquéias 7:3)

Somos escravos de Corruptos e Corruptores desde 1500 quando aportaram aqui nas águas brasileiras as Caravelas de Cabral com Pero Vaz de Caminha, “supostamente fomos descobertos” e “DESCOBERTOS”, estamos até nos dias de hoje. Regidos por uma hereditariedade maldita de malfeitores.

Entende-se, então, que, com o fracasso da Cana de Açúcar do Brasil Colônia, que era explorada por escravos que trabalhavam debaixo de açoites cruéis, fracassou como todas as coisas que em seu tempo fracassam, e quando não mais dava para a classe dominante (a coroa portuguesa) retirar lucros infindos e incalculáveis, necessitou-se de buscar outro meio de sobrevivência para a realeza que sempre viveu “nababescamente e improdutivamente”. E o que era indicado nessa busca por vida fácil sem nenhuma produtividade como era a vida dos exploradores da coroa no Brasil? Era a exploração da mineração aurífera, porque o Ouro estava aflorado nas terras brasileiras, o governo da época, governo português não conseguia sobreviver sem meios de ganhos vultosos, igualmente ao governo de hoje, século XXI, porque era de Portugal a Colônia chamada de Brasil, e hoje não diferentemente de ontem o Brasil pertence a muitos outros países, menos dos brasileiros do Brasil, e ainda é e continua sendo uma Colônia de todo o mundo, e como toda Colônia tinha obrigações financeiras que Portugal como os donos do Brasil na época, não perdoavam as cobranças escorchantes que o povo tinha de pagar mesmo que fosse a duras penas e no tronco.

O Brasil na realidade sempre foi quem sustentou em regime de escravidão as corjas portuguesas, inglesas, francesas, espanholas e holandesas que sempre queriam mais e mais se evadindo com o nosso ouro um recurso natural e a nossa madeira, o pau brasil, produzido a duras penas, digo, e a nossa riqueza que tirada da terra que gratuitamente nos era colocado nas mãos, desaparecia em impostos. Isto não mudou, continuamos a trabalhar e produzir riquezas como na época do Brasil Colônia e cotidianamente ainda somos roubados, e de maneira assemelhada ao Brasil Colônia de 1500, nos é tirado, arrancado por exploradores que usam o engodo para o convencimento. Talvez um tantinho mais sofisticado o sistema de rapinagem porque hoje nos roubam fazendo aditivos de preço e de valores em obras controladas pelo governo e por empreiteiras pré-estabelecidas que, de antemão, as licitações, já recebem de obras que, em muitas vezes, nem necessárias são que se faça e preços que já tinham sidos acordados em contratos de gaveta são alterados descaradamente na calada da noite.E para superfaturarem os valores apresentam notas fiscais falsas e frias para que fiquem “supostamente documentados e dentro da Lei todas as ladroagens cometidas a sorrelfa” os atos ilícitos e tudo mais, depositando valores milionários auferidos em contas de paraísos fiscais, engordando contas escondidas com o nosso suor e dinheiro roubado.

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COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - FRANCISCO JACOB FERREIRA

Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Ministério do Belém - Setor 5 (Osasco/SP) - congregação de Jardim Rochdale I/Alto Alegre

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