Pré-Adolescente

Lição 9 - Exercitando a inteligência II

ASSEMBLEIA DE DEUS – MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO-SP

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

SEGUNDO TRIMESTRE DE 2017

Pré-Adolescentes - Pré-adolescência, que fase é esta?

COMENTARISTA: THIAGO DA SILVA SANTOS

COMENTÁRIO: PROF. JAIR CÉSAR S. OLIVEIRA

LIÇÃO Nº 9 – EXERCITANDO A INTELIGÊNCIA

Texto Bíblico 1 Tm 4.15

Introdução

O termo inteligência vem do latim intelligentĭa, que, por sua vez, deriva de inteligere. Esta é uma palavra que é composta por dois outros termos: intus (“entre”) e legere (“escolher”). Assim sendo, a origem etimológica do conceito de inteligência faz referência a quem sabe escolher: a inteligência permite portanto selecionar/escolher as melhores opções na hora de solucionar uma questão.

As definições de inteligência podem classificar-se em distintos grupos: a inteligência psicológica (a capacidade cognitiva, de aprendizagem e relação), a inteligência biológica (a capacidade de adaptação perante novas situações), a inteligência operativa, entre outras. Em todo o caso, a inteligência abarca a capacidade de entender, assimilar, elaborar informação e usá-la de forma adequada.

Face ao caráter um tanto complexo da inteligência, o conceito pode unicamente ser definido de forma parcial, mediante a enumeração de atributos e processos. Na perspectiva do psicólogo norte-americano Howard Gardner, da Universidade de Harvard, a inteligência é o potencial de cada ser humano, não podendo ser quantificado mas antes unicamente observado e desenvolvido através de determinadas práticas.

Para além desta postura teórica, a ciência elaborou diversos conceitos e mecanismos para medir a inteligência, geralmente através do quociente intelectual (o chamado QI) dos indivíduos. Este dado é calculado e obtido graças à psicometria, que é o ramo da psicologia que se dedica ao estudo das medições psicológicas.

Por último, cabe destacar que existe o conceito de inteligência artificial, desenvolvido para fazer alusão aos sistemas criados pelos seres humanos. Um sistema de inteligência artificial deve ser capaz de planear, resolver problemas, pensar de maneira abstrata, compreender ideias e linguagens, e aprender.

http://conceito.de/inteligencia#ixzz4hwoRybwW

I- È preciso pensar!

O homem, um ser racional

A posse e o uso da razão caracterizam o homem distinguindo-o dos outros animais. É capaz de refletir, emitir juízos, dominar e modificar a natureza através de suas conquistas técnico-científicas bem como elaborar conceitos e ideias. É dotado de um poder de conhecimento ilimitado: compreende a si mesmo e às coisas que o cercam, o que lhe permite alterar consciente e intencionalmente as circunstâncias em que vive.

O homem não só é capaz de conhecer, de refletir e de raciocinar sobre os demais seres vivos, mas, acima de tudo, tem a capacidade de conhecer e compreender a si mesmo. Ele se questiona sobre o sentido de sua existência, porque e para que vive. Ele se indaga acerca dos valores morais, sociais, políticos e culturais que cultiva. Como ser racional, busca seus fins, a partir de seus valores: tornar-se efetivamente humano, isto é, tornar-se pessoa.

Como ser racional e pensante, transcende os limites impostos pelo seu corpo e cria novas realidades, novas coisas, bem como é capaz de se recriar, modificando-se e aperfeiçoando-se. Por meio do pensamento, o homem se projeta no futuro em busca do infinito. O pensamento impulsiona o homem à ação e ele age melhor porque é guiado pela razão.

O pensamento e a inteligência permitem ao home resgatar o passado para melhor compreender o presente e planejar o futuro de forma mais adequada e promissora. Como ser inventivo e criativo que é, essa apropriação do passado não se faz de maneira predeterminada e repetitiva. Os conhecimentos são constantemente renovados, o que permite e garante o avanço e progresso de cada geração em relação a seus antepassados. Nesse sentido, ao mesmo tempo que o homem reproduz o que já existe, é capaz de inovar através do uso inteligente e criativo do pensamento.

Fonte: https://sites.google.com/site/jphylosophya/2-ano/ontologia/o-homem-um-ser-racional

II- Exercicio para os neurônios

Ver um jovem fazendo ginástica com o propósito de esculpir o corpo soa bastante familiar. Mas ainda estranhamos o fato de academias treinarem o cérebro para deixá-lo mais afiado. A ideia que vem sendo desenvolvida por precursores da neuróbica, espécie de aeróbica para o pensamento, defende que podemos formatar o nosso cérebro da maneira que queremos — e não se contentar com o que ganhamos da genética e do meio.

Veja como exercitar seu cérebro

Na prática, funciona assim: para tirar o cérebro da zona de conforto, é preciso acostumar-se a desacostumar-se. Ou seja: fazer coisas diferentes e de forma inusitada. Colocar o relógio no pulso contrário, escrever com a outra mão ou vestir-se de olhos fechados são atividades que demandam a ativação de outras áreas da mente. A sistematização dessas atividades chama-se neuróbica. Ao fazer isso, circuitos quase nunca ativados da rede associativa do cérebro são utilizados, aumentando a flexibilidade mental.

Há muito já se tem conhecimento que alimentação sadia, sono regular, exercício físico e uso cognitivo (estímulo pela música, leitura ou matemática, por exemplo) são pilares para manter o cérebro ativo. O ponto é que, para cuidar bem, não basta mantê-lo ativo: é preciso desafiá-lo de maneira rotineira.

— Um erro clássico é que muitas pessoas não dormem direito, não comem bem, não fazem atividade física e ainda por cima "aposentam" o cérebro. Aí a pessoa vai ver o filme e estranha não lembrar o nome do ator — brinca a neurocientista Carla Tiepo.

Para tornar a massa cinzenta mais eficiente, Carla entende que a tecnologia ajuda, mas não substitui o estudo, o uso de objetos concretos e as relações presenciais. Isso porque as dinâmicas e interações são bons estímulos para as sinapses.

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2014/08/assim-como-o-corpo-cerebro-tambem-pode-ser-malhado-para-ter-melhor-desempenho-4586624.html

III- Testado e aprovado

/ "Por que Deus nos testa?"

Resposta: Quando perguntamos por que Deus nos prova ou permite que sejamos testados, estamos admitindo que o teste, de fato, vem dEle. Quando Deus testa os seus filhos, Ele faz uma coisa valiosa. Davi buscou ser testado por Deus, pedindo-lhe que examinasse o seu coração e mente e avaliasse se eram realmente fiéis a Ele (Salmo 26:2; 139:23). Quando Abrão foi testado por Deus na questão de sacrificar Isaque, Abrão obedeceu (Hebreus 11:17-19) e mostrou a todo o mundo que é o pai da fé (Romanos 4:16).

Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, as palavras traduzidas como "teste" significam "testar por provação." Portanto, quando Deus testa os seus filhos, o seu propósito é provar que a nossa fé é real. Não que Deus precise provar para si mesmo, uma vez que já sabe todas as coisas, mas Ele está provando a nós que a nossa fé é real, que somos verdadeiramente os seus filhos, e que nenhuma provação vai superar a nossa fé.

Em sua parábola do Semeador, Jesus identifica os que se afastam como aqueles que recebem a semente da Palavra de Deus com alegria, mas, quando um período de provação chega, eles se afastam. Tiago diz que provar a nossa fé produz perseverança, o que leva à maturidade em nossa caminhada com Deus (Tiago 1:3-4). Tiago passa a dizer que o teste é uma bênção, porque quando ele termina e temos sido "aprovados", vamos receber "a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam" (Tiago 1:12). Provações vêm do nosso Pai celestial, que faz com que todas as coisas cooperem para o bem daqueles que o amam e são chamados a ser seus filhos (Romanos 8:28).

Os testes ou provações pelos quais passamos podem vir de várias formas. Tornar-se cristão muitas vezes nos obriga a sair da nossa zona de conforto rumo ao desconhecido. A perseverança durante a provação resulta em maturidade espiritual e completude. É por isso que Tiago escreveu: "Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações" (Tiago 1:2). O teste de fé pode vir através de pequenas formas e irritações diárias; eles também podem ser graves aflições (Isaías 48:10) e ataques de Satanás (Jó 2:7). Qualquer que seja a fonte dos testes, é para o nosso bem sofrer as provações que Deus permite.

A narrativa de Jó é um exemplo perfeito de Deus permitindo que um dos seus santos fosse testado pelo diabo. Jó suportou todas as suas provações com paciência e "Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma" (Jó 1:22). No entanto, a narrativa da sua provação é evidência de que a capacidade de Satanás de nos tentar é limitada pelo controle soberano de Deus. Nenhum demônio pode testar ou afligir-nos além do que Deus ordenou. Todas as nossas provações trabalham para alcançar o propósito perfeito de Deus e o nosso benefício.

Há muitos exemplos de resultados positivos de ser testado. O salmista compara a nossa provação com a prata sendo refinada (Salmo 66:10). Pedro fala de nossa fé como "muito mais preciosa do que o ouro" e é por isso que "sejais contristados por várias provações" (1 Pedro 1:6-7). Ao testar a nossa fé, Deus nos faz crescer em discípulos fortes que realmente vivem pela fé e não pelo que vemos (2 Coríntios 5:7).

Quando passamos pelas dificuldades da vida, devemos ser como a árvore que escava suas raízes cada vez mais profundamente para uma maior aderência na terra. Temos de "cavar nossas raízes" mais profundamente na Palavra de Deus e nos apegar a suas promessas para que possamos enfrentar quaisquer tempestades que possam surgir em nosso caminho.

Mais confortante de tudo, sabemos que Deus nunca nos permitirá que sejamos testados além de nossa capacidade de lidar com o seu poder. A sua graça é suficiente para nós, e o seu poder se aperfeiçoa na fraqueza (2 Coríntios 12:9). E é por isso, disse Paulo, "que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte." Fonte: https://www.gotquestions.org/Portugues/por-que-Deus-nos-testa.html

Conclusão

Quando Jesus esteve na Terra, disse certa vez: “qual dentre vós é o homem que, se porventura o filho lhe pedir pão, lhe dará pedra? Ou, se lhe pedir um peixe, lhe dará uma cobra? Ora, se vós que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem? Mat. 7:9-11. Deus está sempre disposto a dar “boas coisas aos que Lhe pedirem”. Mas o texto de hoje declara que sabedoria não é algo que o homem fabrica; é uma dádiva divina. É o Senhor quem dá a sabedoria. Você precisa ir a Ele todo dia, cada instante, sempre, estar nEle é estar na sabedoria. Viver com Ele é viver com a sabedoria, e o resultado é inteligência e entendimento.

Muitas vezes sofremos por falta de entendimento. Confundimos as coisas, interpretamos mal as atitudes alheias e nos magoamos sem motivo. Se pudéssemos entender as coisas como realmente são, a vida seria menos complicada e estaríamos em condições de tomar decisões mais acertadas. Somos humanos demais., apressados demais, Impulsivos talvez. Agimos quase instintivamente. E fazer isso não é agir, é simplesmente reagir, contestar e ferir gente querida, às vezes. Pessoas que não são culpadas. O pior de tudo é que a dor delas nos dói, nos perturba, e nós nos perguntamos: Por que machuco as pessoas que amo?

Como viver sem tropeçar? Ou como tropeçar sem cair? Ou como cair sem esmorecer? Porque o Senhor dá a sabedoria, por isso, Vá a Jesus. Ele é a fonte da sabedoria, Ele é o caminho, e a verdade e a vida. Salomão diz que da “Sua boca vem a inteligência.” Esta deve ser as “Nossas palavras”, e elas só podem ser achadas na Bíblia. Quando abrimos a Bíblia, estamos partindo para o encontro com o Deus da sabedoria, e meditamos nos Seus conselhos é entramos no caminho do entendimento.

Não tome as decisões que você precisa tomar hoje sem ir a Jesus e suplicar que Ele o guie, porque: “O Senhor dá a sabedoria, e da Sua boca vem a inteligência e o entendimento.”

Fonte: http://caminhoseveredastk.blogspot.com.br/2009/06/deus-me-da-sabedoria-e-inteligencia.html

Colaboração para o Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira

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