Juniores

Lição 5 - Felizes os que são humildes de coração

ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

QUARTO TRIMESTRE DE 2018

Juniores: Servindo a Deus com alegria

COMENTARISTA: DÉBORA MACHADO

COMENTÁRIO: PROFª. JACIARA DA SILVA

LIÇÃO Nº 5 – FELIZES OS QUE SÃO HUMILDES DO CORAÇÃO

Objetivo

Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seu aluno reconhecer que a humildade mostra o valor de caráter cristão.

Memorizando

“Mas os humildes receberão a terra por herança e desfrutarão pleno bem-estar." (Sl 37.11– NVI).

Texto bíblico em estudo: Mt 5.5; Jo 6.1-13

Felizes os que são humildes

“Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus”: ser pobre no espírito é dar a Cristo o absoluto primeiro lugar, o trono, o controle total da minha vida pela fé, obediência, e humildade. Ser pobres de espírito é ter a capacidade de esvaziar-se de todos os sentimentos egoístas, é não nos julgarmos auto-suficientes. Os pobres de espírito não vivem ansiosos, nem autoconfiantes, mas dependem sempre do SENHOR pela fé, pela oração, firmados nas promessas divinas e na esperança do reino dos céus na sua plenitude.

- Obedecer resultará em: Vida eterna; Maturidade em compreender-me, aceitar-me e agir sob o ponto de vista de Deus; Maturidade em submeter-me a Deus e às autoridades.

- Desobedecer resultará em: Condenação eterna (Rm 6.23); Espírito crítico e insubmisso (Pv 13.10; 29.1, 23).

O menino humilde e seu lanche

Muito já se falou sobre as duas multiplicações de pães e peixes que Jesus realizou durante Seu Ministério na terra, mas tem um detalhe que não mencionam no decorrer das muitas pregações e estudos doutrinários, é o menino que emprestou os pães e peixes para Jesus multiplicar.

A cena se passou no deserto, num lugar ermo, distante das aldeias mais próximas. Quando Jesus viu a multidão que vinha para ser curada e liberta por Ele, dirigindo-se a Filipe, disse: “Onde compraremos pão, para estes comerem?” (Jo 6:5). É claro que Jesus só disse isto para experimentar Filipe, porque Ele já sabia o que iria fazer e não estava preocupado em encontrar uma birosca para comprar pão.

Nem Filipe e nem os outros discípulos acreditavam que Jesus é Deus, ou pelo menos, tinham lá suas dúvidas, tanto é que Filipe levou à sério a pergunta de Jesus e respondeu: “Duzentos dinheiros de pão não lhes bastarão, para que cada um deles tome um pouco.” (Jo 6.7).

Mas André chegou e disse para Jesus: “Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixinhos; mas que é isto para tantos?” (Jo 6.9). Ora, pessoal, se duzentos dinheiros não dariam para comprar pães e alimentar a multidão, cinco pães e dois peixinhos dariam? Só deu porque Jesus é Deus.

Está aqui um rapaz com cinco pães e dois peixinhos. André descobriu um garoto que tinha levado um lanche para si próprio, ele jamais imaginou que a merendinha trazida de casa fosse servir ao Rei dos reis. O garoto poderia ter negado que tinha comida, ou podia ter se negado a entregar seus últimos cinco pães e seus dois peixinhos pequeninos, mas não fez nada disso.

Aquele rapaz emprestou para Jesus seu lanche e confiou que alguma coisa boa ia acontecer, porque, caso contrário, ele desmaiaria pelo caminho escaldante do deserto, por causa da fome. Alguém precisa ter o coração na Obra de Deus e aquele menino, muito provavelmente sem noção das consequências de sua atitude, foi quem Jesus usou para fazer um grande milagre.

Deus usa coisas e pessoas pequenas, coisas e pessoas desprezadas, coisas e pessoas impensáveis para fazer Sua Obra. Um garoto com seu pequeno lanche foi usado por Jesus para alimentar uma multidão de cinco mil homens, fora mulheres e crianças.

Isso significa que não precisa ser homem, ou mulher, feitos para ser usado por Deus, muitas crianças, jovens e adolescentes são chamados a fazer parte do ministério da Igreja de Jesus e dão conta do recado, assim como o garoto dos pães e peixes.

Jesus mandou Seus discípulos organizarem o povo e tomou os pães e havendo dado graças repartiu-os pelos discípulos e os discípulos pelo povo, que estava sentado na relva. Da mesma forma fez com os dois peixinhos e aquela refeição simples e aparentemente pequena, foi se multiplicando até alimentar uma grande multidão.

Jesus deu ordem aos Seus discípulos que quando todo mundo estivesse saciado, que fossem recolhidos os restos em cestos, para que nada fosse desperdiçado. Os discípulos recolheram doze cestos dos pedaços que sobraram. Foi um grande milagre de multiplicação.

Quando a multidão viu o milagre acontecer diante de seus olhos, ainda mais por ser um milagre de multiplicação de comida, começou a dizer: “Este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo.” (Jo 6.5-14).

Conclusão

O garoto dessa história tinha apenas cinco pães e dois peixes para oferecer a Jesus. Todos nós, mesmo nas nossa limitações, temos algo a oferecer a Jesus: nossos dons, nosso corpo, nossa inteligência, nosso vigor, nossos bens, nosso tempo, etc.

Tudo que temos, pouco ou muito, deve ser dado para Jesus. E podemos ter certeza que tudo que fazemos para Deus não é em vão. "Portanto, meus irmãos, continuem fortes e firmes. Estejam ocupados no trabalho do Senhor, pois vocês sabem que tudo o que fazem no serviço do Senhor sempre tem proveito". (1 Co 15.58)

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva.

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