Juniores

Lição 3 - Felizes os que reconhecem que são pobres

ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO IPIRANGA - SEDE - SÃO PAULO/SP

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

QUARTO TRIMESTRE DE 2018

Juniores: Servindo a Deus com alegria

COMENTARISTA: DÉBORA MACHADO

COMENTÁRIO: PROFª. JACIARA DA SILVA

LIÇÃO Nº 3 – FELIZES OS QUE RECONHECEM QUE SÃO POBRES

Objetivo

Professor (a) ministre sua aula de forma que ao término, seu aluno reconhecer que nada podemos de nós mesmos. Reconhecer o Senhorio de Deus sobre nossas vidas nos torna prudentes e humildes.

Memorizando

“Quanto a mim, sou pobre e necessitado, mas o Senhor preocupa-se comigo. Tu és o meu socorro e o meu libertador; meu Deus, não te demores!" (Sl 40.17– NVI).

Texto bíblico em estudo: Mt 5.3; Lc 7.1-10

As bem aventuranças

No Sermão do Monte (Mt 5.1-7.27), encontramos os atributos primários das pessoas que recebem a regra do Reino que Jesus traz. Há nove referencias diretas do Reino pedindo: humildade (5.3); disposição e sofrer perseguição (5.10); recusa em substituir comportamento genuinamente correto por falsa piedade (5.20); uma vida de preces (6.10,13); prioridade para os valores espirituais sobre os valores materiais (6.33) e acima de tudo, reconhecimento da Autoridade do SENHOR ao obedecer à vontade revelada de Deus (7.21).

Neste Sermão, vemos claramente a autoridade que o Senhor Jesus espera delegar aos seus servos será exercida somente para aqueles que estão dispostos a aceitar a regeneração da alma e a renovação de comportamento.

Estes são os chamados à vida e o ministério do Reino inclui a expectativa de que o Fruto e os Dons gerados pelo Espírito Santo se desenvolverão no crente. O mesmo Espírito que distribui Dons de Poder para o serviço no Reino, também age em nós para originar qualidades divinas de vida, de amor e um caráter consagrado a Deus.

Amado (a) enfatize aos pequenos que, todo o Evangelho é um convite para viver das virtudes e dos dons do Espírito Santo. Cada passo da vida de Jesus, cada palavra saída de sua boca nos leva a buscar a Deus com mais amor, a vencer as tentações, a agir bem. Se assim fizermos verdadeiramente seremos felizes.

Muitos podem ate pensar que são crianças para tais verdades, digo-lhes que não os subestimes, estamos vivendo dias em que Satanás montou uma estratégia que está tragando milhares de juniores, pré adolescentes e adolescentes com essa musica funk, repleta de pornografia, apologia ao crime, as drogas e ao sexo libertino.

O que mais vejo atualmente são crianças destas três faixas etárias, com celulares nas ruas e ônibus com essas músicas, e o que fica em seu subconsciente? E o que farão na primeira oportunidade que tiverem? – irão consumar o convite que ouvem através dessas musicas imundas.

Por isso mais uma vez digo: fale a eles acerca de onde acharão a verdadeira felicidade, obedecendo aos ensinos de Jesus, não sucumbindo as tentações e convites que satanás, o mundo e falsos amigos lhes fazem, porque uma vez aceitando será uma trilha de dor e sofrimento.

Felizes os pobres de espírito

“Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus”: ser pobre no espírito é dar a Cristo o absoluto primeiro lugar, o trono, o controle total da minha vida pela fé, obediência, e humildade. Ser pobres de espírito é ter a capacidade de esvaziar-se de todos os sentimentos egoístas, é não nos julgarmos autossuficientes. Os pobres de espírito não vivem ansiosos, nem autoconfiantes, mas dependem sempre do SENHOR pela fé, pela oração, firmados nas promessas divinas e na esperança do reino dos céus na sua plenitude.

- Obedecer resultará em: Vida eterna; Maturidade em compreender-me, aceitar-me e agir sob o ponto de vista de Deus; Maturidade em submeter-me a Deus e às autoridades.

- Desobedecer resultará em: Condenação eterna (Rm 6.23); Espírito crítico e insubmisso (Pv 13.10; 29.1, 23).

O centurião de Cafarnaum

Este centurião era oficial do império Romano, comandante de uma centúria ou destacamento de 100 soldados. Era um homem acostumado a dar ordens e ser obedecido.Ele era gentio, ou seja, não era israelita, mas notamos sua preocupação com o empregado doente - isso demonstra que era uma pessoa bem humana, sem preconceito de classe.

Ele ouviu falar sobre Jesus, e creu que Ele era realmente o Filho de Deus. Procurou Jesus e contou sobre a enfermidade de seu criado, rogando que Jesus o curasse.

Jesus se prontificou a ir até sua casa, e nesse momento vemos a fé e a humildade desse oficial:

_ "Senhor, não te incomodes, pois não mereço receber-te debaixo do meu teto. Por isso, nem me considerei digno de ir ao teu encontro. Mas dize uma palavra, e o meu servo será curado. Pois eu também sou homem sujeito a autoridade, e com soldados sob o meu comando. Digo a um: ‘Vá’, e ele vai; e a outro: ‘Venha’, e ele vem. Digo a meu servo: ‘Faça isto’, e ele faz". (Lc 7.6-8 - NVI).

Notemos o contraste da vida desse oficial com muitos que hoje se dizem ser cristãos. Há uma crescente tendência a ser celebridade, a posar em fotos com pessoas renomes e de funções de destaques e postar nas redes sociais. O centurião não se achou digno de que o Filho de Deus entrasse em sua casa - humildade, reconhecimento de que ele como oficial nada era diante de Deus.

Jesus elogiou a fé e o comportamento desse homem que nem era israelita. E naquele momento, o criado do centurião foi curado.

Você se preocupa com as necessidades das pessoas que estão perto de você? Você tem preconceito social ou racial? " Se, todavia, fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado" (Tg 2.9a). Este centurião levou a necessidade de seu servo a Jesus e demonstrou uma fé surpreendente. Será que nos preocupamos com as necessidades de nossos familiares e amigos e levamos ao Senhor em oração?

CONCLUSÃO

Aprendemos muito com esse centurião - seu amor, sua prudência, sua fé e humildade. Oremos para que Deus através do Espírito Santo nos torne melhores e que essas qualidades venham através de nossas vidas, resultar em glorificação ao nome do SENHOR.

Colaboração para Portal Escola Dominical – Profª. Jaciara da Silva.

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