Jovens e Adultos Betel

Lição 11 - Jovens e Adultos - Betel - A soberba precede a ruína I

ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO MADUREIRA - SAMAMBAIA SUL/DF

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

SEGUNDO TRIMESTRE DE 2017

Jovens e Adultos - Betel - Jeremias: Deus convoca Seu povo ao arrependimento

COMENTARISTA: CLEMENTINO DE OLIVEIRA BARBOSA

COMENTÁRIO: PB. ANCELMO BARROS DE CARVALHO

LIÇÃO Nº 11 – A SOBERBA PRECEDE A RUÍNA

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INTRODUÇÃO

A Bíblia declara em Provérbios 16.18 que “A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda”. Observe como o orgulho é prejudicial a pessoa. Os orgulhosos não dão a devida atenção as suas fraquezas. Pensam que estão acima das debilidades das pessoas comuns. Assim, enganam-se facilmente. Os orgulhosos raramente percebem que a altivez é seu problema, embora todos a sua volta estejam cientes deste fato. Pergunte a alguém em quem confia se a presunção cegou você quanto aos sinais de advertência. Tal pessoa pode ajudá-lo a evitar uma queda. Ainda em Provérbios 23.23, a Bíblia diz que “A soberba do homem o abaterá; mas o humilde de espírito obterá honra.”

1. A ORIGEM E PECADOS DOS MOABITAS

Moabe e Ben-Ami eram produto de incesto. “E conceberam as duas filhas de Ló de seu pai. E a primogênita deu à luz um filho, e chamou-lhe Moabe; este é o pai dos moabitas até ao dia de hoje. E a menor também deu à luz um filho, e chamou-lhe Ben-Ami; este é o pai dos filhos de Amom até o dia de hoje”. Os moabitas tornaram-se pais dos dois maiores inimigos de Israel: os moabitas e os amonitas. Estas nações estabeleceram-se a leste do rio Jordão, e Israel nunca as conquistou. Devido a ligação familiar, Moisés foi proibido de atacá-las (Dt 2.9). Rute, bisavó de Davi e ancestral de Jesus, era moabita.

1.1. Moabe versus Israel

Depois da destruição de Sodoma e Gomorra, também das cidades em que Ló habitara, saiu Ló de Zoar e foi morar junto com suas duas filhas numa caverna da montanha, pois temia morar em Zoar. (Gn 19. 29,30). Embora em meio ao desespero em preservar a família de seu pai, porque temiam que não se casariam. As ações de suas filhas moças ilustram muito bem o poder de corrupção de um ambiente ímpio como era o de Sodoma. Elas o embriagaram e o incitaram seu pai a cometer incesto. Ambas engravidaram. A primogênita deu a luz um filho que chamou de Moabe, e a mais nova, um filho em quem colocou o nome de Ben-Ami. Assim surgiram os moabitas e os amonitas, povos que atormentaram a vida de Israel. As mulheres moabitas incitadas pela ideia de Balaão seduziram os homens de Israel a imoralidade (Nm 25.1-3), e os amonitas ensinaram o povo a adorar o deus Moloque, inclusive com a prática do sacrifício de crianças (l Rs 11:33; Jr 32:35). O incesto é claramente condenado pelas Escrituras (Lv 18.6-18: 20.11,12.18.19-21; Dt 22.30:27.20-23; Ez 22.11:1 Co 5.1). Moabe e Amom tornaram-se inimigos de Israel.

1.2. A Palavra do Senhor que veio a Jeremias contra Moabe

Deus chamou Jeremias pessoalmente como parte de seu eterno plano incluindo-o em um ministério muito amplo — às nações (Jr 1. 5), A todos a quem eu o enviar (v. 7), como se mostra pela amplitude das profecias nesse livro. A vocação é parte da presciência (“conheci”) e da ação de Deus quando o separou e designou como profeta. Diante do chamado de Deus, Jeremias pensou que fosse muito jovem, certamente, sem a qualificação ou experiência necessárias. Deus vence essas dificuldades com a sua autoridade (ordenar) e com a promessa e a certeza da sua presença contínua e sustentadora. Observe a linguagem simples e direta usada para o recém-comissionado, cf. “Não tenha medo” a Abraão (Gn 15.1), Moisés (Dt 3.2), Maria (Lc 1.30) ou Paulo (At 27.24). Deus o capacita a Jeremias para proclamar sua palavra a nações e reinos. Pois as palavras do profeta precisam ser idênticas às palavras de Deus. O seu efeito da profecia (v. 10) será destrutivo, depois construtivo, indicando assim, motivo para esperança após o juízo. Os verbosarrancar, despedaçar, arruinar e destruir e plantar predizem o curso e tema das profecias (cf. 18.7,9; 24.6; 31.28; 42.10).

1.3. Não devemos confiar em nossos tesouros

As características mais marcantes do povo de Moabe são a confiança em sua própria força, em suas fortalezas e em seus tesouros (Jr 48. 7), seu orgulho de si mesmo (v. 29), rebeldia ao Senhor (v. 42) que o levou a se alegrar com a desgraça de Israel e de Judá (v. 27). Também, seduziu os israelitas à idolatria (Nm 25.1-3). As pessoas tendem a admirar três coisas nos outros: a sabedoria, o poder e as riquezas. Porém para Deus, a coisa mais admirável e que todos podem e devem fazer consiste em conhecê-Lo pessoalmente e ter uma vida que reflita sua justiça e retidão. E conforme disse o autor da revista, Para Deus o mais importantes são as pessoas e não suas riquezas.“Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas, Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me entender e me conhecer, que eu sou o Senhor, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor”. (Jr 9.23,24).

2. DEUS NÃO TOLERA O ORGULHO

Moabe foi condenado por causa de seu orgulho. Deus não tolera altivez, porque faz com que as pessoas tomem para si o crédito que pertence a Ele e tratem os outros com desprezo, digo que Deus não condena a satisfação pelo que fazemos (Ec 3.22). Todavia, não aprova a superestimação de nossa importância. Em Romanos 12.3 Paulo nos ensina a avaliar melhor nossa condição. “Porque pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um”.

Para continuar lendo este artigo baixe o anexo no link abaixo.

Fonte: http://www.ebd316.com/2017/06/a-soberba-precede-ruina-comentarios.html Acesso em 07 jun.2017.

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