Adultos

Lição 7 - Ética cristã e doação de órgãos IV

ASSEMBLEIA DE DEUS - IBOTIRAMA-BA

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

SEGUNDO TRIMESTRE DE 2018

Adultos - Valores cristãos: enfrentando questões morais de nosso tempo

COMENTARISTA: DOUGLAS ROBERTO DE ALMEIDA BAPTISTA

COMENTÁRIO: PR. JOSAPHAT BATISTA SOARES

LIÇÃO Nº 7 – ÉTICA CRISTÃ E DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

- INTRODUÇÃO

- A doação de órgãos humanos é um ato de amor e de solidariedade. O verdadeiro cristão precisa atentar aqui para a sua consciência, que deve estar sempre alinhada aos parâmetros bíblicos para que possa atuar segundo a reta justiça.

I – TEXTO BÍBLICO

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II - O QUE É DOAÇÃO DE ÓRGÃOS

- A doação de órgãos é a concordância expressa, ou presumida, por parte de uma pessoa, consentindo que seus órgãos sejam retirados após sua morte para serem aproveitados por pessoas portadoras de doenças crônicas, visando aumentar-lhes sua sobrevida.

1. Transplantes de órgãos.

a) Transplantes comuns. As pessoas, evangélicas ou não, já se acostumaram a ouvir falar em transplante de rins. Não há grande questionamento a respeito dessa prática médica quando um doente renal crônico tem sua vida normalizada, ao receber o transplante de um rim, de uma pessoa viva, às vezes um parente, ou de pessoa amiga. O rim é um órgão par que permite ao doador viver bem mesmo tendo cedido um deles. Outra doação que também não causa controvérsia é a de sangue, elemento de importância vital para o funcionamento do corpo.

b) Argumentação contrária à doação de sangue. Há quem pense que a transfusão de sangue é uma forma de “comer” sangue, o que é proibido pela Palavra de Deus. Este tipo de argumentação contrária à doação não tem consistência, visto que o processo de absorção do sangue, diretamente nas veias do receptor, não é o mesmo que ocorre quando da ingestão de algo através do aparelho digestivo. É ignorância de quem pensa diferente.

- O transplante de parte do fígado, de igual modo, tem sido realizado com relativo sucesso, pois é um órgão que se regenera completamente. Quanto ao transplante de órgãos, por doação, entre pessoas vivas, não vemos qualquer implicação ética, à luz da Bíblia, caso a consciência de ambos, doador e recebedor, esteja em paz e sem dúvidas. Ler Rm 14.1-23; 1 Co 8.7-13; 10.23-33. A nossa consciência para atuar corretamente precisa estar alinhada e sintonizada com a Palavra de Deus. A consciência em si mesma não é juiz. Muitos servos de Deus têm sido salvos de morte certa, beneficiados por um transplante bem sucedido.

2. Doação após a morte. Há uma lei brasileira que torna disponíveis órgãos para transplantes extraídos de pessoas mortas.

- Em 04 de fevereiro de 1997, após muitas discussões, com argumentos pró e contra, foi publicada a Lei 9.434, referente à “doação presumida” de órgãos humanos. De acordo com essa norma, todo brasileiro que não registre em sua carteira de identidade ou de motorista, a observação não doador, é considerado doador presumido. Com ou sem a autorização da família, o médico pode declarar a “morte cerebral” do paciente, e, nesse caso, os órgãos deste são retirados para serem implantados no corpo de algum doente crônico, visando restituir-lhe a saúde.

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COLABORAÇÃO PARA O PORTAL ESCOLA DOMINICAL - PR. JOSAPHAT BATISTA SOARES

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