Adultos

Lição 10 - Dádiva, privilégios e responsabilidades na nova aliança V

SUPERINTENDENCIA DAS EBD'S DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS EM PERNAMBUCO

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2018

Adultos - A supremacia de Cristo - Fé, esperança e ânimo na Carta aos Hebreus

COMENTARISTA: JOSÉ GONÇALVES

COMENTÁRIO: SUPERINTENDÊNCIA DAS EBD'S DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS EM PERNAMBUCO

LIÇÃO Nº 10 – DÁDIVA, PRIVILÉGIOS E RESPONSABILIDADES NA NOVA ALIANÇA

INTRODUÇÃO

No capítulo dez da Epístola aos Hebreus vemos o escritor mostra que a Lei e o sistema de sacrifícios do AT eram insuficientes para redimir a alma humana, eles apenas apontavam uma realidade superior: Cristo. Nesta lição, destacaremosa superioridade do sacrifício de Cristo em relação aos sacrifícios de animais; trataremos também dos privilégios e das responsabilidades da Nova Aliança.

I – A INSUFICIÊNCIA DA LEI E DO SISTEMA LEVÍTICO PARA A REDENÇÃO HUMANA

“Porque tendo a lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam”. O autor começa esse versículo com uma declaração que deve ter provocado espanto em seus leitores — a Lei é uma sombra da realidade, e não a própria realidade. “O autor da Epístola emprega a metáfora da estátua e da sombra que ela projeta, termos bem escolhidos para mostrar que o judaísmo era mera sombra das realidades da dispensação do evangelho. Entre os gregos, no entanto, a ‘skia’ era entendida pelos comentadores como o primeiro esboço de uma figura, e ‘eikon’, com o quadro concluído com as respectivas cores” (WILEY, 2013, p. 419 – acréscimo nosso). Vejamos:

1.1 A Lei era uma sombra (Hb 10.1-a). Deus deu a Lei através de Moisés ao povo de Israel (Êx 31.18). Referindo-se especificamente ao Decálogo (Dez Mandamentos), Paulo diz que: “o mandamento é santo, justo e bom” (Rm 7.12). Todavia, o homem não tem condições de cumprir a Lei plenamente, por causa de seu estado de pecado (Rm 7.14-21). Aliás, quando forneceu a Lei ao homem, Deus não tinha o propósito de que por ela, o pecador viesse a ser salvo, por isso, ele instituiu sacrifícios, porque sabia da fragilidade humana (Lv 1.5; 16.33). Logo, a Lei é a “sombra dos bens futuros” (Hb 10.1-a), ou seja, “a projeção de um objeto que é a realidade”. Sabendo disto Paulo diz que: (a) a justificação pela fé em Cristo tem o testemunho da Lei (Rm 3.21); (b) o cumprimento da Lei é Cristo (Rm 10.4); e, (c) que a Lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo (Gl 3.24).

1.2 Os sacrifícios eram uma sombra (Hb 10.1-b). Os sacrifícios realizados no sistema levítico desempenhavam importante papel no AT, no entanto, eram insuficientes para redimir o homem, representando apenas a “sombra dos bens vindouros” (Hb 10.1). Os profetas do AT já haviam vaticinado sobre isso (Is 1.11-15; Jr 7.21-23; Mq 6.6-8). O salmista Davi quando pecou contra o Senhor, reconhecia que holocaustos não eram suficientes para apagar a sua transgressão “pois não desejas sacrifícios, senão eu os daria; tu não te deleitas em holocaustos” (Sl 51.16). Como podemos verificar, Deus não estava satisfeito com o culto apenas formalista na Antiga Aliança e, por isso, falou sobre a necessidade de um sacrifício superior que teve seu comprimento cabal em Cristo (Sl 40.6-8; Hb 10.5-10). No entanto, mediante o sistema cerimonial Deus ensinou ao Seu povo que: (a) o perdão de pecados só pode ser obtido pelo derramamento de sangue (Lv 17.11; Hb 9.22); (b) o pecador só receberia seria absolvido de forma substitutiva (Lv 1.4); e, (c) a provisão do sacrifício era divina e não humana, visto que todos os animais foram criados por Deus (Gn 1.21,24,25).

II – CRISTO JESUS, A IMAGEM EXATA DAS COISAS

Enquanto a Lei e o sistema levítico eram a sombra, Cristo Jesus, “é a imagem exata das coisas” (Hb 10.1). A perfeição moral que a Lei exige do homem, só Jesus Cristo homem cumpriu plenamente (Mt 5.17; Gl 4.4); e, os sacrifícios que foram instituídos no sistema levítico, não eram definitivos, quanto ao pecado, no entanto, a oblação do corpo de Jesus foi definitiva “uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo” (Hb 10.18). Abaixo pontuaremos a superioridade do sacrifício de Cristo. Vejamos:

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